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Por que seu cérebro lembra de alguns discursos que você ouviu e outros não
por Ingrid Luisa
A culpa por sua memória esquecer uma informação que você ouviu ontem (e guardar algo de um ano atrás) pode ser,!$ ^{I)} !$ na verdade,!$ ^{I)} !$ da pessoa que falou.
Já pode ter acontecido com você: uma palestra assistida há um mês está mais clara na sua memória do que um discurso ouvido ontem. É bastante curioso como certas coisas que a gente ouve ficam para sempre na nossa cabeça, enquanto outras saem da memória cinco minutos depois.
Para além de fatores emocionais (você naturalmente tende a lembrar mais de algo dito por alguém que você considera do que por uma pessoa qualquer), pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, queriam entender por que (e como) os ouvintes lembram mais de alguns discursos do que de outros. E a resposta está na clareza das falas.
Para testar isso, os cientistas conduziram um teste: 30 voluntários nativos da língua inglesa e 30 não nativos ouviram 72 frases, divididas em seis blocos de 12 frases cada. As sentenças !$ ^{II)} !$ como “O avô bebeu o café escuro” ou “O menino carregava a cadeira pesada” !$ ^{II)} !$ foram reproduzidas alternadamente de duas formas diferentes: uma de forma mais clara, na qual uma pessoa falava devagar e articulava com precisão as palavras; e a outra de uma maneira mais informal, rápida, no estilo conversação.
Depois de ouvir cada bloco de frases, os ouvintes foram orientados a escrever o que haviam ouvido numa folha de papel e receberam dicas como “avô” ou “menino” para dar uma mãozinha à memória.
Ambos os grupos, nativos e não nativos, conseguiram lembrar melhor das frases que foram apresentadas no estilo claro do que no informal. E os pesquisadores apontam uma explicação para isso: quando uma pessoa está falando mais rápido ou não enunciando as palavras com tanta clareza, os ouvintes precisam pensar mais para decifrar o que está sendo dito. O cérebro gasta mais recursos mentais para entender a mensagem e deixa menos “reservas” para a consolidação da memória.!$ ^{III)} !$ Ou seja:!$ ^{III)} !$ você até compreende na hora, mas não consegue guardar plenamente.
O oposto ocorre com discursos mais articulados: como são compreendidos facilmente, as pessoas conseguem interpretar e até memorizar as informações. E aí, o conteúdo fica gravado por mais tempo na massa cinzenta. Segundo os pesquisadores americanos, esses achados podem beneficiar alunos em sala de aula e até pacientes que recebem instruções de seus médicos.
Nos próximos experimentos, os cientistas se concentrarão nos oradores para investigar se falar claramente beneficia também a memória de quem está emitindo as informações. “Se você está ensaiando para uma palestra e lendo o material em voz alta de uma maneira hiperarticulada, isso vai realmente ajudá-lo a lembrar melhor?”, indagou Sandie Keerstock, uma das autoras do estudo.
(https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-seu-cerebro-lembra-de-alguns-discursos-quevoce-
ouviu-e-outros-nao/– texto adaptado especialmente para esta prova)
Sobre alguns sinais de pontuação do texto, analise as assertivas abaixo:
I. As vírgulas em destaque marcam um adjunto adverbial deslocado.
II. Os travessões poderiam ser substituídos por parênteses, sem acarretar incorreção ao período.
III. Poderíamos substituir o ponto final e os dois-pontos por vírgulas, visto que ‘ou seja’ é uma expressão explicativa.
Quais estão corretas?
 

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Por que seu cérebro lembra de alguns discursos que você ouviu e outros não
por Ingrid Luisa
A culpa por sua memória esquecer uma informação que você ouviu ontem (e guardar algo de um ano atrás) pode ser, na verdade, da pessoa que falou.
Já pode ter acontecido com você: uma palestra assistida há um mês está mais clara na sua memória do que um discurso ouvido ontem. É bastante curioso como certas coisas que a gente ouve ficam para sempre na nossa cabeça, enquanto outras saem da memória cinco minutos depois.
Para além de fatores emocionais (você naturalmente tende a lembrar mais de algo dito por alguém que você considera do que por uma pessoa qualquer), pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, queriam entender por que (e como) os ouvintes lembram mais de alguns discursos do que de outros. E a resposta está na clareza das falas.
Para testar isso, os cientistas conduziram um teste: 30 voluntários nativos da língua inglesa e 30 não nativos ouviram 72 frases, divididas em seis blocos de 12 frases cada. As sentenças como “O avô bebeu o café escuro” ou “O menino carregava a cadeira pesada” foram reproduzidas alternadamente de duas formas diferentes: uma de forma mais clara, na qual uma pessoa falava devagar e articulava com precisão as palavras; e a outra de uma maneira mais informal, rápida, no estilo conversação.
Depois de ouvir cada bloco de frases, os ouvintes foram orientados a escrever o que haviam ouvido numa folha de papel e receberam dicas como “avô” ou “menino” para dar uma mãozinha à memória.
Ambos os grupos, nativos e não nativos, conseguiram lembrar melhor das frases que foram apresentadas no estilo claro do que no informal. E os pesquisadores apontam uma explicação para isso: quando uma pessoa está falando mais rápido ou não enunciando as palavras com tanta clareza, os ouvintes precisam pensar mais para decifrar o que está sendo dito. O cérebro gasta mais recursos mentais para entender a mensagem e deixa menos “reservas” para a consolidação da memória. Ou seja: você até compreende na hora, mas não consegue guardar plenamente.
O oposto ocorre com discursos mais articulados: como são compreendidos facilmente, as pessoas conseguem interpretar e até memorizar as informações. E aí, o conteúdo fica gravado por mais tempo na massa cinzenta. Segundo os pesquisadores americanos, esses achados podem beneficiar alunos em sala de aula e até pacientes que recebem instruções de seus médicos.
Nos próximos experimentos, os cientistas se concentrarão nos oradores para investigar se falar claramente beneficia também a memória de quem está emitindo as informações. “Se você está ensaiando para uma palestra e lendo o material em voz alta de uma maneira hiperarticulada, isso vai realmente ajudá-lo a lembrar melhor?”, indagou Sandie Keerstock, uma das autoras do estudo.
(https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-seu-cerebro-lembra-de-alguns-discursos-quevoce-
ouviu-e-outros-nao/– texto adaptado especialmente para esta prova)
Analise as afirmações abaixo sobre o texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A pesquisa foi realizada somente com falantes que têm o inglês como língua materna.
( ) De acordo com o texto, a forma como um interlocutor fala é fundamental para que o ouvinte memorize seu discurso.
( ) Em discursos mais articulados, os ouvintes tendem a compreender o que está sendo dito e a guardar na memória as informações.
( ) O texto aponta que não somente a boa interlocução é importante para a memorização do que se ouve.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Por que seu cérebro lembra de alguns discursos que você ouviu e outros não
por Ingrid Luisa
A culpa por sua memória esquecer uma informação que você ouviu ontem (e guardar algo de um ano atrás) pode ser, na verdade, da pessoa que falou.
Já pode ter acontecido com você: uma palestra assistida há um mês está mais clara na sua memória do que um discurso ouvido ontem. É bastante curioso como certas coisas que a gente ouve ficam para sempre na nossa cabeça, enquanto outras saem da memória cinco minutos depois.
Para além de fatores emocionais (você naturalmente tende !$ ^{I)} !$ lembrar mais de algo dito por alguém que você considera do que por uma pessoa qualquer), pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, queriam entender !$ ^{IV)} !$ (e como) os ouvintes lembram mais de alguns discursos do que de outros. E a resposta está na clareza das falas.
Para testar isso, os cientistas conduziram um teste: 30 voluntários nativos da língua inglesa e 30 não nativos ouviram 72 frases, divididas em seis blocos de 12 frases cada. As sentenças como “O avô bebeu o café escuro” ou “O menino carregava a cadeira pesada” foram reproduzidas alternadamente de duas formas diferentes: uma de forma mais clara, !$ ^{III)} !$ uma pessoa falava devagar e articulava com precisão as palavras; e a outra de uma maneira mais informal, rápida, no estilo conversação.
Depois de ouvir cada bloco de frases, os ouvintes foram orientados a escrever o que haviam ouvido numa folha de papel e receberam dicas como “avô” ou “menino” para dar uma mãozinha !$ ^{II)} !$ memória.
Ambos os grupos, nativos e não nativos, conseguiram lembrar melhor das frases que foram apresentadas no estilo claro do que no informal. E os pesquisadores apontam uma explicação para isso: quando uma pessoa está falando mais rápido ou não enunciando as palavras com tanta clareza, os ouvintes precisam pensar mais para decifrar o que está sendo dito. O cérebro gasta mais recursos mentais para entender a mensagem e deixa menos “reservas” para a consolidação da memória. Ou seja: você até compreende na hora, mas não consegue guardar plenamente.
O oposto ocorre com discursos mais articulados: como são compreendidos facilmente, as pessoas conseguem interpretar e até memorizar as informações. E aí, o conteúdo fica gravado por mais tempo na massa cinzenta. Segundo os pesquisadores americanos, esses achados podem beneficiar alunos em sala de aula e até pacientes que recebem instruções de seus médicos.
Nos próximos experimentos, os cientistas se concentrarão nos oradores para investigar se falar claramente beneficia também a memória de quem está emitindo as informações. “Se você está ensaiando para uma palestra e lendo o material em voz alta de uma maneira hiperarticulada, isso vai realmente ajudá-lo a lembrar melhor?”, indagou Sandie Keerstock, uma das autoras do estudo.
(https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-seu-cerebro-lembra-de-alguns-discursos-quevoce-
ouviu-e-outros-nao/– texto adaptado especialmente para esta prova)
Analise as assertivas abaixo, considerando o contexto das lacunas ao longo do texto:
I. A lacuna fica corretamente preenchida pela preposição ‘a’ em razão de haver um verbo posposto.
II. Tem-se a ocorrência de crase devido às condições para tal: preposição mais artigo feminino.
III. Fica corretamente preenchida pelo pronome ‘na qual’.
IV. A conjunção ‘porque’ é a mais acertada, pois se trata de uma frase explicativa.
Quais estão corretas?
 

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por Ingrid Luisa
A culpa por sua memória esquecer uma informação que você ouviu ontem (e guardar algo de um ano ............) pode ser, na verdade, da pessoa que falou.
Já pode ter acontecido com você: uma palestra assistida há um mês está mais clara na sua memória do que um discurso ouvido ontem. É bastante curioso como certas coisas que a gente ouve ficam para sempre na nossa cabeça, enquanto outras saem da memória cinco minutos depois.
Para além de fatores emocionais (você naturalmente tende a lembrar mais de algo dito por alguém que você considera do que por uma pessoa qualquer), pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, queriam entender por que (e como) os ouvintes lembram mais de alguns discursos do que de outros. E a resposta está na clareza das falas.
Para testar isso, os cientistas conduziram um teste: 30 voluntários nativos da língua inglesa e 30 não nativos ouviram 72 frases, divididas em seis blocos de 12 frases cada. As .................. como “O avô bebeu o café escuro” ou “O menino carregava a cadeira pesada” foram reproduzidas alternadamente de duas formas diferentes: uma de forma mais clara, na qual uma pessoa falava devagar e articulava com precisão as palavras; e a outra de uma maneira mais informal, rápida, no estilo conversação.
Depois de ouvir cada bloco de frases, os ouvintes foram orientados a escrever o que haviam ouvido numa folha de papel e receberam dicas como “avô” ou “menino” para dar uma mãozinha à memória.
Ambos os grupos, nativos e não nativos, conseguiram lembrar melhor das frases que foram apresentadas no estilo claro do que no informal. E os pesquisadores apontam uma explicação para isso: quando uma pessoa está falando mais rápido ou não enunciando as palavras com tanta clareza, os ouvintes precisam pensar mais para decifrar o que está sendo dito. O cérebro gasta mais recursos mentais para entender a mensagem e deixa menos “reservas” para a consolidação da memória. Ou seja: você até compreende na hora, mas não consegue guardar plenamente.
O oposto ocorre com discursos mais articulados: como são compreendidos facilmente, as pessoas conseguem interpretar e até memorizar as informações. E aí, o conteúdo fica gravado por mais tempo na massa cinzenta. Segundo os pesquisadores americanos, esses achados podem beneficiar alunos em sala de aula e até pacientes que recebem instruções de seus médicos.
Nos próximos experimentos, os cientistas se concentrarão nos oradores para investigar se falar claramente beneficia também a memória de quem está emitindo as informações. “Se você está ensaiando para uma palestra e lendo o material em voz alta de uma maneira ........................, isso vai realmente ajudá-lo a lembrar melhor?”, indagou Sandie Keerstock, uma das autoras do estudo.
(https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-seu-cerebro-lembra-de-alguns-discursos-quevoce-
ouviu-e-outros-nao/– texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando a ortografia oficial, preencha, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas.
 

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2300461 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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João é um excelente jogador de videogame. Se ele conseguiu vencer um jogo em 2,25h, isso significa que ele venceu o jogo em:
 

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2300460 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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A cozinheira de um restaurante prepara, para o almoço, 120g de arroz cru por pessoa. Nessas condições, ela usará quantos quilogramas de arroz na preparação de um almoço para 40 pessoas?
 

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2300459 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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Antônio pretende colocar piso cerâmico em sua sala de estar, que mede 48 !$ m^2 !$. Ele escolheu um piso cerâmico que, cada peça, tem a forma de um quadrado de 2.500 !$ cm^2 !$. Qual a quantidade mínima de peças necessárias para que ele consiga revestir o chão de sua sala?
 

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2300458 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Provas:
O aviso de advertência de segurança para orientação de uso pelas crianças da piscina de bolinhas de uma casa de festas indica que só é permitida a entrada na piscina de crianças com no máximo 110 cm. Essa restrição indica que não poderão usar a piscina de bolinhas crianças com altura superior a:
 

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2300457 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
Provas:
O numeral 14 é representado no sistema romano de numeração por:
 

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2300456 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Bom Jesus-RS
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João entregou 51 latas de refrigerante para a usina de reciclagem de lixo seco de sua cidade. Se Pedro entregou uma quantidade correspondente a !$ { \large 2 \over 3} !$ a mais de latas de refrigerante que João, então o número de latas entregues por Pedro é:
 

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