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A concordância verbal e nominal está plenamente de acordo com a norma-padrão em:

 

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Assinale a alternativa em que a regência verbal e o uso do sinal indicativo de crase estão em conformidade com a norma-padrão.

 

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TEXTO 1

Enunciado 4937435-1



TEXTO 2



A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.

Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em

telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.

Em qual das alternativas a reescrita da frase “O uso excessivo dos ecrãs é uma dependência sem substância, mas não sem consequências” preserva o sentido original e a correção gramatical?

 

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TEXTO 1

Enunciado 4937434-1



TEXTO 2



A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.

Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em

telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.

Analise as afirmativas sobre a estrutura e formação de palavras.

I. O termo “interminável” (Texto 2) é formado por derivação prefixal e sufixal, a partir do verbo “terminar”.

II. A palavra “descontração” (Texto 2) é um exemplo de derivação parassintética, pois o prefixo e o sufixo foram adicionados simultaneamente.

III. O vocábulo “smartphone” (Texto 2) é um substantivo composto por justaposição, formado por dois radicais de origem inglesa.

É correto o que se afirma em:

 

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TEXTO 1

Enunciado 4937433-1



TEXTO 2



A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.

Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em

telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.

Considerando as regras de pontuação da norma-padrão da língua portuguesa, analise as assertivas abaixo.

I. Em “O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação...”, o sujeito da oração é composto, o que justifica a ausência de vírgula antes do verbo “cria”.

II. A estrutura “seja ele qual for” (Texto 2) deve, obrigatoriamente, ser isolada por vírgulas por constituir uma oração adverbial intercalada.

III. No período “Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração..., não passa da resposta...”, a vírgula após “Muitas vezes” é utilizada para isolar um adjunto adverbial de tempo deslocado para o início da frase.

É correto o que se afirma em:

 

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TEXTO 1

Enunciado 4937432-1



TEXTO 2



A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.

Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em

telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.

Observe o período: “A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver”. A oração destacada classifica-se sintaticamente como:

 

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TEXTO 1

Enunciado 4937431-1



TEXTO 2



A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.

Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em

telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.

A palavra “ecrãs”, utilizada no Texto 2, embora menos comum no português do Brasil, é perfeitamente legítima no português europeu, significando “telas”. A ocorrência de tal vocábulo em um texto em circulação no Brasil ilustra o fenômeno da:

 

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TEXTO 1

Enunciado 4937429-1



TEXTO 2



A consciência de se ter um problema, seja ele qual for, é o primeiro passo para o resolver. E este é um problema que não se resolve com resoluções de Ano Novo. O uso excessivo dos ecrãs, em particular dos smartphones, é uma dependência sem substância, mas não sem consequências. Muitas vezes, o que nos parece ser um comportamento de descontração ou de combate ao tédio, não passa da resposta a um impulso que não controlamos. O acesso constante a um fluxo interminável de informação e de estímulos cria em nós a necessidade de mais informação e de mais estímulos.

Adaptado de David Dinis, “Estamos viciados em

telemóveis, mas há cura”. Público, 2023.

Com base na articulação entre a linguagem verbal (Texto 2) e a não verbal (Texto 1), a principal crítica construída pelos textos refere-se:
 

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3999570 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB

Leia, a seguir, o poema intitulado “Vou-me embora para pasárgada”, de Manuel Bandeira, e responda à questão.


Vou-me embora pra Pasárgada

Manuel Bandeira

Vou-me embora pra Pasárgada

Lá sou amigo do rei

Lá tenho a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Pasárgada

Aqui eu não sou feliz

Lá a existência é uma aventura

De tal modo inconsequente

Que Joana a Louca de Espanha

Rainha e falsa demente

Vem a ser contraparente

Da nora que nunca tive

E como farei ginástica

Andarei de bicicleta

Montarei em burro brabo

Subirei no pau-de-sebo

Tomarei banhos de mar!

E quando estiver cansado

Deito na beira do rio

Mando chamar a mãe-d’água

Pra me contar as histórias

Que no tempo de eu menino

Rosa vinha me contar

Vou-me embora pra Pasárgada

Em Pasárgada tem tudo

É outra civilização

Tem um processo seguro

De impedir a concepção

Tem telefone automático

Tem alcaloide à vontade

Tem prostitutas bonitas

Para a gente namorar

E quando eu estiver mais triste

Mas triste de não ter jeito

Quando de noite me der

Vontade de me matar

— Lá sou amigo do rei —

Terei a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Pasárgada.

Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem.

Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.

Após leitura do poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.

I. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo em destaque apresenta a colocação pronominal denominada mesóclise, que é bem comum nos textos dos escritores do cânone literário;

II. Nos versos “De tal modo inconsequente\ Que Joana a Louca de Espanha”, o termo em destaque classifica-se como pronome relativo;

III. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo “pra” não se adequa ao uso da normapadrão e deve ser, imediatamente, corrigido;

IV. Os verbos “escolherei”, “farei”, “andarei”, “montarei” e “subirei” estão conjugados na primeira pessoa do singular do futuro do presente do modo indicativo.

Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

 

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3999569 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ápice
Orgão: Pref. Boqueirão-PB
Leia, a seguir, o anúncio da Coca-Cola e responda à questão.


Enunciado 4937427-1


Fonte: https://www.esquentapromocao.com/2019/05/ promocao-ganhe-1-urso-de-pelucia-coca.html
No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a Coca-Cola usa, predominantemente:
 

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