Foram encontradas 564 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DO_Qj1ikaSH/?img_index=4.
Acesso em: 10 de outubro de 2025.
Indique a afirmativa que melhor representa a mensagem citada pelo Cortella.
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Leia o meme a seguir.
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/239676011411404340/. Acesso em: 12 de outubro de 2025.
Com base na ortografia oficial da Língua portuguesa, analise a escrita dos vocábulos “auto cuidado” e “auto destruição”, presentes no texto, julgando as afirmativas a seguir como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) ambos estão escritos em desacordo com as normas ortográficas vigentes. A escrita correta é “autocuidado” e “autodestruição”.
( ) ambos estão escritos de forma inadequada, pois o prefixo “anti-” deve ser seguido de hífen. Sendo assim, a escrita correta é “auto-cuidado” e “auto-destruição”.
( ) ambos estão escritos corretamente e seguem o acordo ortográfico vigente, o qual preconiza que palavras formadas pelo prefixo “anti-” são separadas sem o hífen.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/239676011411404340/. Acesso em: 12 de outubro de 2025.
Com base na ortografia oficial da Língua portuguesa, analise a escrita dos vocábulos “auto cuidado” e “auto destruição”, presentes no texto, julgando as afirmativas a seguir como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) ambos estão escritos em desacordo com as normas ortográficas vigentes. A escrita correta é “autocuidado” e “autodestruição”.
( ) ambos estão escritos de forma inadequada, pois o prefixo “anti-” deve ser seguido de hífen. Sendo assim, a escrita correta é “auto-cuidado” e “auto-destruição”.
( ) ambos estão escritos corretamente e seguem o acordo ortográfico vigente, o qual preconiza que palavras formadas pelo prefixo “anti-” são separadas sem o hífen.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE
RICHARDSON SANTOS DE FREITAS
Publicação circulou até 1977 e apresentou
Mickey e Popeye ao público nacional
Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para
a BBC News Brasil
11 outubro 2025
Uma novidade chamou a atenção
nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na
quarta-feira, 11 de outubro de 1905.
Em meio aos periódicos que informavam
e entretinham a sociedade, uma publicação
ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar
infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada
a primeira revista de histórias em quadrinhos do
país.
“Era uma revista criada para estimular as
crianças à leitura, uma ideia moderna naquele
momento”, diz o cartunista e jornalista José
Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação
dos Cartunistas do Brasil.
“Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças
nesse formato. E realmente conseguiu entrar
nas escolas, estimular as crianças à leitura”,
analisa. “Por isso temos uma tradição aqui
no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo
caminho para desenhistas como o Mauricio de
Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter
esse público.”
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.
Acesso em: 12 de outubro de 2025.
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REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE
RICHARDSON SANTOS DE FREITAS
Publicação circulou até 1977 e apresentou
Mickey e Popeye ao público nacional
Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para
a BBC News Brasil
11 outubro 2025
Uma novidade chamou a atenção
nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na
quarta-feira, 11 de outubro de 1905.
Em meio aos periódicos que informavam
e entretinham a sociedade, uma publicação
ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar
infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada
a primeira revista de histórias em quadrinhos do
país.
“Era uma revista criada para estimular as
crianças à leitura, uma ideia moderna naquele
momento”, diz o cartunista e jornalista José
Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação
dos Cartunistas do Brasil.
“Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças
nesse formato. E realmente conseguiu entrar
nas escolas, estimular as crianças à leitura”,
analisa. “Por isso temos uma tradição aqui
no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo
caminho para desenhistas como o Mauricio de
Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter
esse público.”
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.
Acesso em: 12 de outubro de 2025.
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RICHARDSON SANTOS DE FREITAS
Publicação circulou até 1977 e apresentou
Mickey e Popeye ao público nacional
Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para
a BBC News Brasil
11 outubro 2025
Uma novidade chamou a atenção
nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na
quarta-feira, 11 de outubro de 1905.
Em meio aos periódicos que informavam
e entretinham a sociedade, uma publicação
ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar
infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada
a primeira revista de histórias em quadrinhos do
país.
“Era uma revista criada para estimular as
crianças à leitura, uma ideia moderna naquele
momento”, diz o cartunista e jornalista José
Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação
dos Cartunistas do Brasil.
“Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças
nesse formato. E realmente conseguiu entrar
nas escolas, estimular as crianças à leitura”,
analisa. “Por isso temos uma tradição aqui
no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo
caminho para desenhistas como o Mauricio de
Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter
esse público.”
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.
Acesso em: 12 de outubro de 2025.
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REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE
RICHARDSON SANTOS DE FREITAS
Publicação circulou até 1977 e apresentou
Mickey e Popeye ao público nacional
Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para
a BBC News Brasil
11 outubro 2025
Uma novidade chamou a atenção
nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na
quarta-feira, 11 de outubro de 1905.
Em meio aos periódicos que informavam
e entretinham a sociedade, uma publicação
ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar
infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada
a primeira revista de histórias em quadrinhos do
país.
“Era uma revista criada para estimular as
crianças à leitura, uma ideia moderna naquele
momento”, diz o cartunista e jornalista José
Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação
dos Cartunistas do Brasil.
“Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças
nesse formato. E realmente conseguiu entrar
nas escolas, estimular as crianças à leitura”,
analisa. “Por isso temos uma tradição aqui
no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo
caminho para desenhistas como o Mauricio de
Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter
esse público.”
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.
Acesso em: 12 de outubro de 2025.
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REPRODUÇÃO/ ACERVO PESSOAL DE
RICHARDSON SANTOS DE FREITAS
Publicação circulou até 1977 e apresentou
Mickey e Popeye ao público nacional
Edison Veiga Role, De Bled (Eslovênia) para
a BBC News Brasil
11 outubro 2025
Uma novidade chamou a atenção
nas bancas do Rio de Janeiro há 120 anos, na
quarta-feira, 11 de outubro de 1905.
Em meio aos periódicos que informavam
e entretinham a sociedade, uma publicação
ilustrada e cheia de desenhos apelava ao olhar
infantil: era a revistinha O Tico-Tico, considerada
a primeira revista de histórias em quadrinhos do
país.
“Era uma revista criada para estimular as
crianças à leitura, uma ideia moderna naquele
momento”, diz o cartunista e jornalista José
Alberto Lovetro, o JAL, presidente da Associação
dos Cartunistas do Brasil.
“Foi uma das pioneiras do mundo como revistas de quadrinhos, revista para crianças
nesse formato. E realmente conseguiu entrar
nas escolas, estimular as crianças à leitura”,
analisa. “Por isso temos uma tradição aqui
no Brasil de revistas em quadrinhos, abrindo
caminho para desenhistas como o Mauricio de
Sousa e o Ziraldo, que conseguiram manter
esse público.”
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.
Acesso em: 12 de outubro de 2025.
( ) Ao citar que a publicação “apelava ao olhar infantil” o autor do texto indica que a revista era atrativa para as crianças.
( ) A ideia de produzir uma revista em quadrinhos não poderia ser moderna, pois a publicação ocorreu no ano 1905.
( ) As revistas em quadrinhos de Maurício de Sousa e Ziraldo são as pioneiras no Brasil.
( ) O uso de histórias em quadrinhos representou uma boa estratégia para incentivo à leitura.
A sequência correta é:
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Leia a campanha de conscientização a seguir.
Disponível em: https://fnpeti.org.br/noticias/2019/05/23/campanhacontra-o-trabalho-infantil-comeca-em-todo-o-pais/. Acesso em: 12 de outubro de 2025.
Indique a alternativa que apresenta o plural da oração “Criança não deve trabalhar”.
Disponível em: https://fnpeti.org.br/noticias/2019/05/23/campanhacontra-o-trabalho-infantil-comeca-em-todo-o-pais/. Acesso em: 12 de outubro de 2025.
Indique a alternativa que apresenta o plural da oração “Criança não deve trabalhar”.
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
A revolução das mulheres que dizem não
Mariliz Pereira Jorge
Sempre fui a mulher do sim. Não
porque me disseram, não porque esperavam,
mas porque eu quis. Sim para a viagem sem
dinheiro, sim para o trabalho que não tinha
nada a ver comigo, sim para a festa em plena
terça, sim para conversa fiada. O sim, durante
anos, foi meu combustível. E que delícia foi. Eu
me joguei em situações improváveis, conheci
gente que jamais cruzaria meu caminho e
acumulei histórias que hoje cabem na pasta
«sorrisos» da memória.
Mas o sim tem um custo. Ele começa como
impulso de vida e termina como compulsão.
Um medo infantil de perder a piada, o bonde,
a oportunidade única que era cilada. O sim vira
vício. O sim ocupa espaço. O sim engole.
De repente, dizia sim sem vontade, sim
sem tempo, sim sem energia. Sim para reuniões
que não mudavam nada, sim para almoços
com o mesmo cardápio de comida e de ideias,
sim para favores disfarçados de gentileza, sim
para convites que eu aceitava só para não
ser antipática. O sim virou piloto automático:
responde mensagem, comparece a encontros
que rendem mais bocejo do que alegria, faz
parte de grupos dos quais queria fugir. Um sim
ansioso, medroso, que não queria ficar de fora,
mas me deixava de fora de mim.
Foi aí que o não apareceu, quase sem ser
chamado. Primeiro tímido, engasgado, saindo
como desculpa esfarrapada. Depois mais limpo,
mais curto, quase elegante. O não me libertou
das minhas próprias amarras, da obrigação
autoimposta de ser sempre a disponível, a
interessada, a participante. O não acanhado
abriu espaço para o não sem medo que virou
não sem culpa.
O não tem uma qualidade que o sim
jamais teve: autoridade. Dizer não me deixa
inteira. Não me tira de uma experiência, me
devolve a mim mesma. O não não me isola,
seleciona. É como se eu tivesse descoberto um
superpoder invisível: cortar sem parecer cruel, recusar sem ter que explicar, simplesmente não
ir, não estar, não topar.
E o melhor é que, quando o não entrou na
rotina, o sim mudou de valor. O sim ficou caro,
seletivo, precioso. O sim ganhou brilho porque
deixou de ser moeda de troca barata. Hoje, o
sim é dado só ao que me interessa de verdade,
ao que me move, ao que não me parece
desperdício de vida. Um jantar que sei que vai
render gargalhadas, um projeto que me dá frio
na barriga, uma viagem que me entorpece. O
sim deixou de ser automático e virou escolha.
Posso parecer temperamental e passiva
ao mesmo tempo, desequilibrada e tranquila,
mas não ligo. É justamente a prova de que não
estou mais refém de agradar. Não sou mais a
mulher que diz sim porque tem medo de ser
esquecida ou de perder uma festa que seria igual
a todas as outras. Sou a mulher que aprendeu
a perder sem perder nada, que entendeu que
dizer não é tão vital quanto respirar.
No fim, aprendi que a maior festa é aquela
que acontece quando a gente descobre o luxo
de dizer não. A música toca mais alto, o espaço
fica mais amplo e, principalmente, sobra lugar
para quem realmente vale a pena.
E se isso vale para mim, vale também
para todas nós. Imagine a revolução silenciosa,
mas implacável, que nasce quando as mulheres
param de aceitar o que não lhes cabe: os
convites, as obrigações, as cobranças, os
papéis que nunca escolheram.
Cada “não” dito com clareza é uma porta
que se fecha para o abuso, para a exploração,
para a expectativa alheia. Cada “não” abre
espaço para o respeito próprio, para o desejo
verdadeiro, para uma vida em que o sim não
é compulsão ou obrigação, mas escolha. Uma
mulher que aprende a dizer não muda a sua
vida. Muitas mulheres dizendo não mudam o
mundo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br
“O não acanhado abriu espaço para o não sem medo que virou não sem culpa”
“Cada “não” abre espaço para o respeito próprio”
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A revolução das mulheres que dizem não
Mariliz Pereira Jorge
Sempre fui a mulher do sim. Não
porque me disseram, não porque esperavam,
mas porque eu quis. Sim para a viagem sem
dinheiro, sim para o trabalho que não tinha
nada a ver comigo, sim para a festa em plena
terça, sim para conversa fiada. O sim, durante
anos, foi meu combustível. E que delícia foi. Eu
me joguei em situações improváveis, conheci
gente que jamais cruzaria meu caminho e
acumulei histórias que hoje cabem na pasta
«sorrisos» da memória.
Mas o sim tem um custo. Ele começa como
impulso de vida e termina como compulsão.
Um medo infantil de perder a piada, o bonde,
a oportunidade única que era cilada. O sim vira
vício. O sim ocupa espaço. O sim engole.
De repente, dizia sim sem vontade, sim
sem tempo, sim sem energia. Sim para reuniões
que não mudavam nada, sim para almoços
com o mesmo cardápio de comida e de ideias,
sim para favores disfarçados de gentileza, sim
para convites que eu aceitava só para não
ser antipática. O sim virou piloto automático:
responde mensagem, comparece a encontros
que rendem mais bocejo do que alegria, faz
parte de grupos dos quais queria fugir. Um sim
ansioso, medroso, que não queria ficar de fora,
mas me deixava de fora de mim.
Foi aí que o não apareceu, quase sem ser
chamado. Primeiro tímido, engasgado, saindo
como desculpa esfarrapada. Depois mais limpo,
mais curto, quase elegante. O não me libertou
das minhas próprias amarras, da obrigação
autoimposta de ser sempre a disponível, a
interessada, a participante. O não acanhado
abriu espaço para o não sem medo que virou
não sem culpa.
O não tem uma qualidade que o sim
jamais teve: autoridade. Dizer não me deixa
inteira. Não me tira de uma experiência, me
devolve a mim mesma. O não não me isola,
seleciona. É como se eu tivesse descoberto um
superpoder invisível: cortar sem parecer cruel, recusar sem ter que explicar, simplesmente não
ir, não estar, não topar.
E o melhor é que, quando o não entrou na
rotina, o sim mudou de valor. O sim ficou caro,
seletivo, precioso. O sim ganhou brilho porque
deixou de ser moeda de troca barata. Hoje, o
sim é dado só ao que me interessa de verdade,
ao que me move, ao que não me parece
desperdício de vida. Um jantar que sei que vai
render gargalhadas, um projeto que me dá frio
na barriga, uma viagem que me entorpece. O
sim deixou de ser automático e virou escolha.
Posso parecer temperamental e passiva
ao mesmo tempo, desequilibrada e tranquila,
mas não ligo. É justamente a prova de que não
estou mais refém de agradar. Não sou mais a
mulher que diz sim porque tem medo de ser
esquecida ou de perder uma festa que seria igual
a todas as outras. Sou a mulher que aprendeu
a perder sem perder nada, que entendeu que
dizer não é tão vital quanto respirar.
No fim, aprendi que a maior festa é aquela
que acontece quando a gente descobre o luxo
de dizer não. A música toca mais alto, o espaço
fica mais amplo e, principalmente, sobra lugar
para quem realmente vale a pena.
E se isso vale para mim, vale também
para todas nós. Imagine a revolução silenciosa,
mas implacável, que nasce quando as mulheres
param de aceitar o que não lhes cabe: os
convites, as obrigações, as cobranças, os
papéis que nunca escolheram.
Cada “não” dito com clareza é uma porta
que se fecha para o abuso, para a exploração,
para a expectativa alheia. Cada “não” abre
espaço para o respeito próprio, para o desejo
verdadeiro, para uma vida em que o sim não
é compulsão ou obrigação, mas escolha. Uma
mulher que aprende a dizer não muda a sua
vida. Muitas mulheres dizendo não mudam o
mundo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br
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