Foram encontradas 564 questões.
O conhecimento e o trato pedagógico das
práticas corporais na escola são fundamentais para
que na infância e adolescência seja potencializada
no estimulo das atividades físicas, sendo assim
analise as assertivas abaixo:
I. Uma vida saudável tem início na infância e adolescência, com prática de atividade física frequente, sendo as aulas de Educação Física uma das formas em que os adolescentes têm a oportunidade de realizar estas práticas no ambiente escolar, mas, apesar disso, observase que eles dispõem de pouco tempo, local ou interesse para serem ativos nos momentos de lazer, o que pode influenciar a prática para uma vida mais ativa.
II. A participação de uma criança em momentos e atividades da aula é determinada por meio do despertar da curiosidade, interesse, atenção, prazer, alegria, em situações que a estimule a realizar estas atividades.
III. A motivação no ambiente escolar é um fator decisivo na má qualidade de aprendizagem e do desempenho.
É correto o que se afirma em:
I. Uma vida saudável tem início na infância e adolescência, com prática de atividade física frequente, sendo as aulas de Educação Física uma das formas em que os adolescentes têm a oportunidade de realizar estas práticas no ambiente escolar, mas, apesar disso, observase que eles dispõem de pouco tempo, local ou interesse para serem ativos nos momentos de lazer, o que pode influenciar a prática para uma vida mais ativa.
II. A participação de uma criança em momentos e atividades da aula é determinada por meio do despertar da curiosidade, interesse, atenção, prazer, alegria, em situações que a estimule a realizar estas atividades.
III. A motivação no ambiente escolar é um fator decisivo na má qualidade de aprendizagem e do desempenho.
É correto o que se afirma em:
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Na obra “Passado, presente e futuro da educação
física: uma perspectiva histórica mundial, brasileira
e catarinense” do Rafael cunha Laux, 2021, o autor
cita que a origem da Educação Física nos remete
ao homem primitivo, que necessitou desenvolver
seu corpo para atender suas finalidades e desafios.
Esse período é certificado com registros humanos
de força física, velocidade e agilidade. Sendo assim
analise as assertivas abaixo:
I. No Oriente, mais propriamente na Índia e na China, a prática de exercícios corporais esteve muito relacionada a ginástica labora, mas foi na sociedade sueca, berço dos Jogos Olímpicos, que os esportes se propagaram, dando ao homem o caráter de vitalidade, intelectualidade e domínio de suas capacidades físicas e emocionais.
II. No Brasil, a Educação Física se propagou através de uma gama de culturas. Teve-se, com os povos indígenas, os primeiros registros de movimento, através de brincadeira, jogos, corridas e realização de rituais de dança.
III. Para o povo indiano, a prática de atividade física assume características medicinais, higiênicas, filosóficas, morais e religiosas, sendo considerada uma nação que atingiu o maior grau espiritual da humanidade, conectandose ao fato de serem os criadores da Yoga, desenvolvendo uma perspectiva de integração do físico, do intelecto e do emocional em uma bela concepção do ser humano.
IV. O povo japonês desenvolvia suas atividades físicas relacionadas ao mar em decorrência das condições geográficas da região à que o passado, presente e futuro da Educação Física pertencem, com características utilitárias, guerreiras, higiênicas, ritualísticas, recreativas e espiritual.
É correto o que se afirma em:
I. No Oriente, mais propriamente na Índia e na China, a prática de exercícios corporais esteve muito relacionada a ginástica labora, mas foi na sociedade sueca, berço dos Jogos Olímpicos, que os esportes se propagaram, dando ao homem o caráter de vitalidade, intelectualidade e domínio de suas capacidades físicas e emocionais.
II. No Brasil, a Educação Física se propagou através de uma gama de culturas. Teve-se, com os povos indígenas, os primeiros registros de movimento, através de brincadeira, jogos, corridas e realização de rituais de dança.
III. Para o povo indiano, a prática de atividade física assume características medicinais, higiênicas, filosóficas, morais e religiosas, sendo considerada uma nação que atingiu o maior grau espiritual da humanidade, conectandose ao fato de serem os criadores da Yoga, desenvolvendo uma perspectiva de integração do físico, do intelecto e do emocional em uma bela concepção do ser humano.
IV. O povo japonês desenvolvia suas atividades físicas relacionadas ao mar em decorrência das condições geográficas da região à que o passado, presente e futuro da Educação Física pertencem, com características utilitárias, guerreiras, higiênicas, ritualísticas, recreativas e espiritual.
É correto o que se afirma em:
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Considerando a Epistemologia e pedagogia
na educação física: inter-relações necessárias,
dos autores, Marcia e Silvio Gamboa, podemos
destacar a tentativa de responder à questão
inicial sobre as formas de desenvolvimento das
relações entre a prática e teoria pedagógica com
a epistemologia e a reflexão filosófica no campo
da educação física no Brasil, podemos apontar as
seguintes ponderações:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando, as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
IV. A constituição do campo científico da educação física no Brasil representado pela produção do conhecimento, vinculada restritamente aos programas de pós-graduação, não pode ignorar a ampla e significativa produção de pesquisas elaboradas em outras áreas de conhecimento, tais como educação, saúde, sociais e artes que tomam como objeto a problematização das práticas da educação física do esporte e do lazer.
É correto o que se afirma em:
I. A epistemologia e a pedagogia não têm um lugar comum como reflexão e formas de elaboração teórica sobre as práticas científicas e educacionais.
II. O conceito de ‘campo’ como “lócus onde se trava uma luta” é pertinente para compreender a evolução e as transformações históricas da formação profissional, desde as fases das corporações de ofícios à constituição das profissões e a inclusão da pesquisa científica nessa formação.
III. A categoria da práxis também é pertinente para compreender os principais conflitos do campo acadêmico da educação física, identificando, as lutas pelas primazias e flutuações das disciplinas básicas nas composições curriculares dos cursos de formação, o colonialismo epistemológico das ciências-mãe na tentativa de definir a identidade epistemológica como área de ciências aplicadas, transformando o campo acadêmico como um espaço da prática passível de ser ‘iluminado’ por diversas disciplinas e teorias.
IV. A constituição do campo científico da educação física no Brasil representado pela produção do conhecimento, vinculada restritamente aos programas de pós-graduação, não pode ignorar a ampla e significativa produção de pesquisas elaboradas em outras áreas de conhecimento, tais como educação, saúde, sociais e artes que tomam como objeto a problematização das práticas da educação física do esporte e do lazer.
É correto o que se afirma em:
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No que tange as políticas públicas de esporte
e lazer no brasil, as diferentes áreas de atuação
do poder público demandam diferentes tipos de
políticas. Alguns dos campos de atuação do poder
público, nos quais são aplicadas ações vinculadas a
esse tipo de processo político, são o lazer e esporte.
Sendo assim podemos dizer que são características
das Políticas Públicas de Esporte e Lazer:
I. Consideram o direito constitucional de todos ao lazer;
II. Criam programas e atividades direcionadas especificamente ao desenvolvimento de ações ao campo de esporte e lazer, vinculando os mesmos a perspectivas que sejam interessantes à população.
III. Não consideram o direito constitucional de todos ao lazer.
É correto o que se afirma em:
I. Consideram o direito constitucional de todos ao lazer;
II. Criam programas e atividades direcionadas especificamente ao desenvolvimento de ações ao campo de esporte e lazer, vinculando os mesmos a perspectivas que sejam interessantes à população.
III. Não consideram o direito constitucional de todos ao lazer.
É correto o que se afirma em:
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Para explicar a evolução da Educação Física
no Brasil, buscamos a fundamentação em Darido
e Rangel (2005), que mencionam uma linha de
tendências nem sempre destacadas uma das
outras de forma estanque, que às vezes interagem
e se completam. Para efeito didático, as autoras
classificam essas tendências em: Higienismo
e militarismo, Esportivista, Recreaconista.
Considerando a classificação citada pelas autoras,
analise as alternativas abaixo.
I. Sobre o higienismo e militarismo. no primeiro instante os objetivos eram os hábitos de higiene e saúde, em que se buscava o aprimoramento físico e moral, através dos exercícios. As aulas geralmente eram ministradas por médicos e militares.
II. Na tendência esportivista, a mesma foi caracterizada pela política do pão e circo, que segundo Melo e Alves Júnior (2003) uma forma de dominação e controle de massa. Foi quando o governo pregou a ideologia do aprimoramento físico através dos esportes, incentivando a sua prática nas escolas.
III. No que concerne a tendência recreacionista as críticas à tendência esportivista foram iniciadas e tornaram-se constantes, dando espaço ao surgimento, como alternativa, à tendência recreacionista. Porém, a recreação única e exclusiva também deixa a desejar como ferramenta pedagógica, e não foram apresentadas mudanças significativas.
IV. Na tendência recreacionista a educação física passou a significar esportes de alto rendimento e esta era a palavra de ordem.
É correto o que se afirma apenas em:
I. Sobre o higienismo e militarismo. no primeiro instante os objetivos eram os hábitos de higiene e saúde, em que se buscava o aprimoramento físico e moral, através dos exercícios. As aulas geralmente eram ministradas por médicos e militares.
II. Na tendência esportivista, a mesma foi caracterizada pela política do pão e circo, que segundo Melo e Alves Júnior (2003) uma forma de dominação e controle de massa. Foi quando o governo pregou a ideologia do aprimoramento físico através dos esportes, incentivando a sua prática nas escolas.
III. No que concerne a tendência recreacionista as críticas à tendência esportivista foram iniciadas e tornaram-se constantes, dando espaço ao surgimento, como alternativa, à tendência recreacionista. Porém, a recreação única e exclusiva também deixa a desejar como ferramenta pedagógica, e não foram apresentadas mudanças significativas.
IV. Na tendência recreacionista a educação física passou a significar esportes de alto rendimento e esta era a palavra de ordem.
É correto o que se afirma apenas em:
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TEXTO IV
Contrato polêmico e ‘cláusula da desgraça’
Um dos pontos mais discutidos durante o
depoimento foi o contrato de Virgínia com a casa
de apostas Esportes da Sorte. A CPI investiga se
influenciadores recebiam um percentual sobre as
perdas dos apostadores, o que ficou conhecido
como “cláusula da desgraça”.
Virgínia negou que seu contrato incluísse essa
cláusula e explicou que a única bonificação
prevista era um aumento de 30% no cachê caso ela
conseguisse dobrar o lucro da empresa. No entanto,
ela afirmou que essa meta nunca foi atingida.
“Esse valor nunca foi atingido, nunca recebi um real
a mais do que meu contrato de publicidade que fiz
por 18 meses. Era um valor fixo. Se eu dobrasse o
lucro, eu receberia 30% a mais da empresa. Mas isso
não chegou a acontecer”, disse a influenciadora.
Alertas sobre os riscos das apostas
Durante a sessão, Virgínia ressaltou que sempre
fez questão de alertar seus seguidores sobre os
riscos das bets. Ela afirmou que seguia as diretrizes
do Conselho Nacional de Autorregulamentação
Publicitária (Conar) e deixava claro que o jogo
envolvia tanto a possibilidade de ganhar quanto de
perder dinheiro.
“Eu sempre deixo muito claro que é um jogo, que
pode ganhar e pode perder. Que menores de 18 anos
são proibidos na plataforma. Se possui qualquer
tipo de vício, o recomendado é não entrar. E para
jogar com responsabilidade”, afirmou Virgínia.
Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/05/13/entenda-em5-pontos-por-que-virginia-foi-a-cpi-das-bets-e-o-que-ela-disse.ghtml.
Acesso em 28/08/2025.
I. O Texto IV é caracterizado como uma notícia jornalística, pois relata um fato de interesse público de forma objetiva.
II. O texto contém elementos de relato factual e utiliza discurso direto para inserir falas de personagens envolvidos.
III. O texto pode ser classificado como editorial, pois manifesta a posição oficial do veículo de imprensa sobre apostas online.
IV. A função discursiva do texto IV é informar, e não opinar ou narrar de forma literária.
V. O texto apresenta marcas de subjetividade do autor, características de uma crônica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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TEXTO IV
Contrato polêmico e ‘cláusula da desgraça’
Um dos pontos mais discutidos durante o
depoimento foi o contrato de Virgínia com a casa
de apostas Esportes da Sorte. A CPI investiga se
influenciadores recebiam um percentual sobre as
perdas dos apostadores, o que ficou conhecido
como “cláusula da desgraça”.
Virgínia negou que seu contrato incluísse essa
cláusula e explicou que a única bonificação
prevista era um aumento de 30% no cachê caso ela
conseguisse dobrar o lucro da empresa. No entanto,
ela afirmou que essa meta nunca foi atingida.
“Esse valor nunca foi atingido, nunca recebi um real
a mais do que meu contrato de publicidade que fiz
por 18 meses. Era um valor fixo. Se eu dobrasse o
lucro, eu receberia 30% a mais da empresa. Mas isso
não chegou a acontecer”, disse a influenciadora.
Alertas sobre os riscos das apostas
Durante a sessão, Virgínia ressaltou que sempre
fez questão de alertar seus seguidores sobre os
riscos das bets. Ela afirmou que seguia as diretrizes
do Conselho Nacional de Autorregulamentação
Publicitária (Conar) e deixava claro que o jogo
envolvia tanto a possibilidade de ganhar quanto de
perder dinheiro.
“Eu sempre deixo muito claro que é um jogo, que
pode ganhar e pode perder. Que menores de 18 anos
são proibidos na plataforma. Se possui qualquer
tipo de vício, o recomendado é não entrar. E para
jogar com responsabilidade”, afirmou Virgínia.
Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/05/13/entenda-em5-pontos-por-que-virginia-foi-a-cpi-das-bets-e-o-que-ela-disse.ghtml.
Acesso em 28/08/2025.
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Leia o Texto III para responder à questão.
TEXTO III

Fonte: https://www.instagram.com/p/DJrcW2exVZ9/.
Acesso em 28/08/2025.
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Leia o Texto III para responder à questão.
TEXTO III

Fonte: https://www.instagram.com/p/DJrcW2exVZ9/.
Acesso em 28/08/2025.
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TEXTO I
COMO ESCRITA À MÃO BENEFICIA O CÉREBRO E GANHA NOVA CHANCE EM ESCOLAS
Aprender a escrever em cursivo parece ativar caminhos neurais importantes ao aprendizado; Califórnia volta a adotar a técnica em escolas a partir deste ano.
Por BBC

Especialista diz que ‘escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com digitar, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado’. — Foto: GETTY IMAGES via BBC
A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) estão novamente tendo de aprender a escrever em letra cursiva. Essa escrita à mão havia saído do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta — movimento semelhante ao que ocorre em mais de 20 Estados americanos, em diferentes graus.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica moribunda nos EUA. Agora, a decisão na Califórnia reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar caindo no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que “mais e mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com digitar, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem”.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade de se escrever em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental. Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos. Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação num teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes. Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitar, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.
Um pequeno estudo italiano aponta que o ensino da cursiva a alunos de primeiro ano podem melhorar as habilidades de leitura. A despeito disso, o ensino da letra cursiva para crianças pequenas vinha se tornando mais raro. Em vários países, essa técnica não é mais obrigatória.
Nos EUA, embora o ensino da cursiva esteja voltando à luz, ele não é padronizado — o que traz desafios aos professores. “Mais de 20 Estados acrescentaram a suas diretrizes educacionais a exigência da escrita cursiva entre o 3° e o 5° anos”, explica Kathleen S. Wright, fundadora e diretoraexecutiva do Colaborativo de Escrita à Mão, organização que ensina boas práticas nessa área. “Mas essa exigência não é imposta nem recebe financiamento, então o ensino da escrita à mão não é endereçado de forma consistente.”
Dessa forma, professores californianos terão agora de descobrir como integrar a cursiva a suas aulas. Mesmo assim, a iniciativa do Estado é vista como benéfica, num momento pós-pandemia em que se buscam formas de ensinar habilidades que reduzam a dependência das telas entre crianças. “Temos visto cada vez mais pais reclamando que seus filhos estão tendo dificuldades na escola, que não foram ensinados a escrever porque usam principalmente computadores e outros aparelhos”, diz Kelsey Voltz-Poremba, professora-assistente de terapia ocupacional da Universidade de Pittsburgh (EUA).
A escrita cursiva ainda é amplamente ensinada na Europa Ocidental, em particular em países como Reino Unido, Espanha, Itália, Portugal e França. Já a Finlândia pôs fim à exigência da escrita cursiva de suas escolas em 2016. O Canadá tentou descartar a escrita cursiva, mas voltou a ensiná-la em 2023. O Ministério de Educação da província de Ontário restabeleceu a exigência da escrita cursiva e agora está virando uma espécie de laboratório para outras regiões que tentam entender quais as melhores práticas para esse ensino, quanto tempo devem durar as aulas e com qual frequência essa técnica deve ser ensinada.
Em meio a tantas diferenças globais, as pesquisas ressaltam que não há lado negativo em aprender letra cursiva. E embora a ligação entre escrever à mão e melhorar a leitura não sejam necessariamente causais, alguns educadores temem que o abandono da letra cursiva pode piorar o desempenho de alunos em sua capacidade de ler textos. Além disso, o mero ato de escrever ajuda a memória e o aprendizado de palavras. “É importante achar um equilíbrio para garantir que os alunos tenham habilidades que sejam obtidas sem o uso da tecnologia”, opina a especialista Voltz-Poremba.
Fonte: Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/ noticia/2024/01/31/como-escrita-a-mao-beneficia-o-cerebro-eganha-nova-chance-em-escolas.ghtml. Acesso em 28/08/2025.
Considere o texto I e o texto II, a seguir, para
responder, de forma comparativa, à questão.
TEXTO II
O LUXO DE MANDAR UM CARTÃO OU UM
BILHETE ESCRITO À MÃO
Papelaria personalizada abre ateliê no Leblon
Por Jacqueline Costa
RIO - Pense. Quantas vezes nos últimos tempos você
recebeu um bilhete ou um cartão de agradecimento
escrito à mão? Em tempos de tantas mensagens
virtuais, isso tem se tornado algo cada vez mais
exclusivo, elegante. Um carinho a mais, para quem
dá a devida importância ao papel. E foi justamente
pensando assim que o trio de empresários formado
por Marcelo Nogueira, Fernanda Fróes e Anna
Luiza Padua criou a Nina Write, marca de papelaria
personalizada com ateliê na Dias Ferreira, no Leblon.
— Percebemos que as pessoas estão voltando a
valorizar o uso de cartas e cartões na comunicação
pessoal. Luxo mesmo é mandar e receber um
cartão com a gramatura certa do papel, a impressão
perfeita e um texto com caligrafia manual — diz
Marcelo, que, antes de se juntar a Fernanda e Anna
Luiza, trabalhou durante 12 anos na Paul Nathan, a
primeira empresa a produzir no Brasil impressos em
relevo francês.
Como se fosse uma grife de moda, toda a produção
da Nina Write é dividida em coleções, explica a
publicitária Anna Luiza. A primeira, que vem em
caixas com dez envelopes e dez cartões, é ilustrada
com ícones (alguns têm a cara do Rio). São
eles: árvore, sol, coroa, bicicleta e os relevos de
montanhas cariocas.
— A nossa ideia é dar uma cara mais contemporânea
à papelaria, combinando cores e papéis mais
elaborados. Esse mercado lá fora conta com marcas
importantes há muito tempo. Hoje, muitas pessoas
compram esses artigos em viagens, porque eles
não estão à disposição no Brasil com uma qualidade
equivalente. Decidimos justamente preencher esse
vazio — explica Fernanda, que é designer.
Agora, o trio da Nina Write já está pensando numa
coleção especial para lançar na época do Natal.
Moleskines também podem vir por aí, avisa Anna
Luiza.
— O método é quase artesanal. O artesão precisa
ter uma mão talentosa para controlar a quantidade
de tinta e não borrar —explica ela.
Por enquanto, os produtos da Nina Write estão
sendo vendidos na multimarcas Dona Coisa e na
AC Álbum, na Dias Ferreira. Ainda estão sendo negociados outros pontos. Em breve, os itens serão
oferecidos também por meio de e-commerce (www.
ninawrite.com).
Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/gente/o-luxo-de-mandar-um-cartaoou-um-bilhete-escrito-mao-16950047. Acesso em 25/08/2025.
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