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Foram encontradas 360 questões.

600679 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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O solo-cimento é uma mistura de solo com aglomerante hidráulico artificial denominado cimento Portland. Todas as alternativas abaixo são vantagens da utilização do solo-cimento, EXCETO
 

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598814 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
A tecla de atalho utilizada no Windows Explorer para selecionar todos os arquivos contidos em uma pasta é:
 

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598809 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Sobre a primeira forma de análise infantil, é CORRETO afirmar que
 

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598648 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
22 DE MARÇO – DIA MUNDIAL DA ÁGUA
No dia 22 de março comemorou-se o Dia Mundial da Água. Com aproximadamente 12% da água doce do planeta, o Brasil tem o desafio de pensar a gestão dos recursos hídricos em seus mais diversos usos, para as atuais e futuras gerações. No ano em que as celebrações giram em torno do tema "Água e Energia", conforme definição da Organização das Nações Unidas (ONU), a sociedade brasileira muito tem a refletir sobre os usos que têm sido feitos desses recursos.
Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, o Dia Mundial da Água ficou registrado no calendário global. Desde a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a histórica Eco-92, o dia 22 de março tem um significado especial, visto que nações por todo o mundo se unem para pensar e trabalhar em ideias para combater a escassez da água, preservar a oferta e refletir sobre a educação ambiental.
Em 10 de dezembro de 2002, o senado brasileiro aprovou o Dia Nacional da Água, através do projeto de lei do deputado Sérgio Novais (PSB-CE). O texto destaca que esse deverá "oferecer à sociedade brasileira a oportunidade e o estímulo para o debate dos problemas e a busca de soluções relacionadas ao uso e à conservação dos recursos hídricos."
Na Declaração Universal dos Direitos da Água, criada pela ONU, entre as principais abordagens estão:
• Que devemos ser responsáveis com a economia de água, pois essa é condição essencial de vida;
• Que ela é um patrimônio mundial e que todos nós somos responsáveis pela sua conservação;
• Que a água potável deve ser utilizada com economia, pois os recursos de tratamento são ainda lentos e escassos;
• Que o equilíbrio do planeta depende da conservação dos rios, mares e oceanos, bem como dos ciclos naturais da água;
• Que devemos ser responsáveis com as gerações futuras;
• Que precisamos utilizá-la tendo consciência de que não devemos poluí-la ou envenená-la;
• Que o homem deve ser solidário, evitando o seu desperdício e lutando pelo seu equilíbrio na natureza.
Com o documento, a ONU tornou obrigatório que todos sejam responsáveis pela qualidade da água, bem como pela sua manutenção, tendo, assim, formas de garantir a melhoria de vida no planeta.
(Fonte: http://www.santamaria.pucminas.br/noticias/Paginas/dia_mundial_da_agua_2014.aspx Acesso 7 jun. 2014. Adaptado).
No texto, o autor emprega a palavra “desafio”, que é escrita com “s”, mas tem o som de /z/. Em qual das alternativas abaixo uma das palavras está grafada incorretamente?
 

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596724 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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593580 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Com base no texto, responda a questão.
Em 4 de junho de 1996, foi lançado o primeiro foguete Ariane 5. Decorridos 40 segundos da sequência de lançamento e a uma altitude de 3.700 metros, o foguete se desviou de sua trajetória e se autodestruiu com uma explosão. O custo desse desastre foi avaliado em mais de 300 milhões de dólares, quantia suficiente para pagar um salário de 2,5 mil dólares a cem programadores que trabalhassem durante um século.
A trajetória do foguete era medida por um sistema de referência inercial (SRI), cujos dados alimentavam um computador. Os equipamentos eram redundantes: havia duas unidades SRI exatamente idênticas. Caso a principal falhasse (SRI-2), o computador passaria imediatamente a utilizar a reserva (SRI-1). Havia também um segundo computador redundante. O relatório que analisou o acidente descreveu os eventos em ordem cronológica inversa, como segue.
O foguete começou a desintegrar-se a 39 segundos, em razão de uma carga aerodinâmica excessiva: a pressão do ar contra o veículo estava muito elevada. O motivo foi o ângulo de ataque muito pronunciado, ou seja, em vez de “cortar” o ar na vertical, o foguete estava em um ângulo de 20 graus.
O ângulo exagerado de ataque foi causado por um comando de direcionamento dos motores. Esse comando foi enviado pelo computador com base nos dados fornecidos pelo SRI-2. Entre esses dados, havia um padrão de bits significando um código de erro, incorretamente interpretado como informação de voo.
O SRI-2 não forneceu dados corretos, mas um código de erro, em virtude de uma exceção de software. O sistema de reserva (SRI-1) não pode ser utilizado porque ele próprio já havia reportado a mesma falha, 72 milissegundos antes.
(KOSCIANSKI; SOARES, 2007, p. 34-35.)
O funcionamento INCORRETO do programa, no Ariane 5, pode ser classificado como:
 

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593341 Ano: 2014
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Os passeios das avenidas do município serão obrigatoriamente construídos de
 

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593229 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
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Entre as competências do Supervisor Escolar definidas pelo município, NÃO se encontra:
 

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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Considere o trecho: “Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o.”
Se os verbos destacados no trecho acima fossem usados, respectivamente, no futuro do subjuntivo, no imperativo afirmativo e no imperativo afirmativo, a redação CORRETA do trecho seria:
 

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O Caderno de introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais: 1.ª a 4.ª série apontam diretrizes para a avaliação e afirmam: “Quanto mais os alunos tenham clareza dos conteúdos e do grau de expectativa da aprendizagem que se espera, mais terão condições de desenvolver, com a ajuda do professor, estratégias pessoais e recursos para vencer dificuldades.” Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:
 

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