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TEXTO 1 


A Corrida Contra o Tempo: Reflexões sobre a
Pressa no Mundo Moderno
A correria do dia a dia é uma constante que todos conhecemos bem. Vivemos em um tempo em que a aceleração parece ser a única resposta para a demanda incessante de produtividade e resultados rápidos. Nos arrastamos de um compromisso para o outro, com os olhos sempre fixos no relógio, como se cada segundo perdido fosse um fracasso.
É interessante observar como, em meio a essa pressa generalizada, a sensação de que estamos ficando para trás cresce. Estamos sempre correndo, mas não temos a certeza de que estamos indo para o lugar certo. O mercado exige de nós que sejamos rápidos, que respondamos instantaneamente aos e-mails, que estejamos disponíveis o tempo todo, que não perca o bonde da história. “Aproveite o tempo”, nos dizem, como se fosse uma mercadoria que pode ser estocada e negociada. Mas, na prática, será que conseguimos aproveitar o tempo ou estamos apenas tentando sobreviver à velocidade do mundo em que nos inserimos?
Na sociedade digital, o tempo parece se comprimir. Tudo se torna urgente: uma atualização de status, uma notificação no celular, a chegada de uma nova mensagem. A rapidez virou sinônimo de eficiência, e as pausas, um luxo quase proibido. Quando foi que começamos a valorizar tanto o “fazer” em detrimento do “viver”?
A tecnologia tem sido Ao mesmo tempo em conexão instantânea e um motor dessa aceleração. que nos proporciona uma e facilita muitas tarefas, ela também nos priva da capacidade de desacelerar, de refletir, de saborear o momento presente. Quem se lembra de quando um encontro entre amigos podia ser uma conversa longa, sem pressa de terminar? Ou de quando um livro podia ser lido sem olhar o relógio a cada capítulo?
Claro, não podemos ignorar o fato de que a pressa é, muitas vezes, necessária. Em um mundo globalizado, as demandas são muitas e exigem respostas rápidas. O trabalho, a vida social, as responsabilidades familiares—tudo exige a nossa atenção simultaneamente. No entanto, é válido questionar até que ponto essa pressa não tem afetado nossa saúde mental, nossa capacidade de conexão genuína e, principalmente, a nossa qualidade de vida. 
Olhando para o futuro, talvez seja hora de repensarmos nossa relação com o tempo. Não estou falando de resistir às mudanças tecnológicas ou de abandonar a busca por eficiência, mas de redescobrir o valor do tempo bem vivido, não apenas consumido. Afinal, a vida não se resume à quantidade de coisas que conseguimos fazer em um dia, mas à qualidade das experiências que conseguimos vivenciar.
Em algum momento, precisamos encontrar o equilíbrio. Talvez seja hora de desacelerar um pouco e dar espaço para aquilo que realmente importa—o tempo para respirar, para conversar, para olhar ao redor e perceber o que o presente tem a nos oferecer. Porque, no final das contas, não é a pressa que define o valor da nossa vida, mas a forma como escolhemos viver o tempo que nos é dado.
Por Rafaella Alves Rodrigues. Portal labnoticias.jor.br (online), 2024
No trecho do texto 1: “A tecnologia tem sido um motor dessa aceleração, pois proporciona conexão instantânea e facilita muitas tarefas.”
O conectivo “pois” expressa uma relação de:
 

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TEXTO 1 


A Corrida Contra o Tempo: Reflexões sobre a
Pressa no Mundo Moderno
A correria do dia a dia é uma constante que todos conhecemos bem. Vivemos em um tempo em que a aceleração parece ser a única resposta para a demanda incessante de produtividade e resultados rápidos. Nos arrastamos de um compromisso para o outro, com os olhos sempre fixos no relógio, como se cada segundo perdido fosse um fracasso.
É interessante observar como, em meio a essa pressa generalizada, a sensação de que estamos ficando para trás cresce. Estamos sempre correndo, mas não temos a certeza de que estamos indo para o lugar certo. O mercado exige de nós que sejamos rápidos, que respondamos instantaneamente aos e-mails, que estejamos disponíveis o tempo todo, que não perca o bonde da história. “Aproveite o tempo”, nos dizem, como se fosse uma mercadoria que pode ser estocada e negociada. Mas, na prática, será que conseguimos aproveitar o tempo ou estamos apenas tentando sobreviver à velocidade do mundo em que nos inserimos?
Na sociedade digital, o tempo parece se comprimir. Tudo se torna urgente: uma atualização de status, uma notificação no celular, a chegada de uma nova mensagem. A rapidez virou sinônimo de eficiência, e as pausas, um luxo quase proibido. Quando foi que começamos a valorizar tanto o “fazer” em detrimento do “viver”?
A tecnologia tem sido Ao mesmo tempo em conexão instantânea e um motor dessa aceleração. que nos proporciona uma e facilita muitas tarefas, ela também nos priva da capacidade de desacelerar, de refletir, de saborear o momento presente. Quem se lembra de quando um encontro entre amigos podia ser uma conversa longa, sem pressa de terminar? Ou de quando um livro podia ser lido sem olhar o relógio a cada capítulo?
Claro, não podemos ignorar o fato de que a pressa é, muitas vezes, necessária. Em um mundo globalizado, as demandas são muitas e exigem respostas rápidas. O trabalho, a vida social, as responsabilidades familiares—tudo exige a nossa atenção simultaneamente. No entanto, é válido questionar até que ponto essa pressa não tem afetado nossa saúde mental, nossa capacidade de conexão genuína e, principalmente, a nossa qualidade de vida. 
Olhando para o futuro, talvez seja hora de repensarmos nossa relação com o tempo. Não estou falando de resistir às mudanças tecnológicas ou de abandonar a busca por eficiência, mas de redescobrir o valor do tempo bem vivido, não apenas consumido. Afinal, a vida não se resume à quantidade de coisas que conseguimos fazer em um dia, mas à qualidade das experiências que conseguimos vivenciar.
Em algum momento, precisamos encontrar o equilíbrio. Talvez seja hora de desacelerar um pouco e dar espaço para aquilo que realmente importa—o tempo para respirar, para conversar, para olhar ao redor e perceber o que o presente tem a nos oferecer. Porque, no final das contas, não é a pressa que define o valor da nossa vida, mas a forma como escolhemos viver o tempo que nos é dado.
Por Rafaella Alves Rodrigues. Portal labnoticias.jor.br (online), 2024
Segundo o Texto 1, a sensação de “estar sempre ficando para trás” ocorre porque:
 

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3924249 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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A avaliação de potencialidade do projeto físico de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS) é uma etapa crucial, prevista na legislação sanitária brasileira (como a RDC 50 da Anvisa), que ocorre antes da execução da obra.
O principal objetivo dessa avaliação pela autoridade sanitária competente é:
 

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3924248 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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O desenvolvimento de um projeto arquitetônico é um processo sequencial e progressivo, dividido em etapas que aumentam gradativamente o nível de detalhe e precisão das informações. A correta compreensão de cada etapa é fundamental para a comunicação entre projetistas, clientes, órgãos públicos e executores da obra.
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA sobre as etapas de projeto:
 

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3924247 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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A acessibilidade e a ergonomia são fundamentais para garantir que edificações, espaços urbanos e serviços sejam utilizados de forma segura, confortável e inclusiva por todas as pessoas.
Considerando a legislação e normas técnicas brasileiras, assinale a alternativa correta:
 

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3924246 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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A  Arquitetura de Interiores envolve o planejamento e a organização dos espaços internos de uma edificação, visando funcionalidade, conforto e estética. O projeto executivo de interiores inclui várias peças gráficas essenciais, como layout, detalhamento de mobiliário e paginações de piso e forro.
A respeito dos elementos do projeto, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
 

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3924245 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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A elaboração de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde deve atender a normas técnicas, fluxos funcionais e segurança dos usuários. Sobre esse tema, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
 

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3924244 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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O conforto ambiental em edificações é um fator crucial para a saúde, bem-estar e produtividade dos usuários, além de estar diretamente relacionado à eficiência energética. A busca por edifícios mais sustentáveis levou ao desenvolvimento de certificações, como a LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e a AQUA-HQE.
Sobre o conforto ambiental e as certificações de sustentabilidade, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
 

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3924243 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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Um projeto arquitetônico de uma edificação residencial de médio porte apresenta plantas, cortes e elevações, detalhando a disposição dos ambientes, circulações e áreas de serviço.
Considerando a leitura e interpretação de projetos, elementos de projeto, definição do programa funcional e estudos de viabilidade técnico-financeira, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
 

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3924242 Ano: 2025
Disciplina: Arquitetura
Banca: EDUCA
Orgão: Pref. Brejo Cruz-PB
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A evolução urbana reflete as mudanças sociais, econômicas e tecnológicas nas cidades ao longo do tempo. Sobre esse tema, assinale CORRETAMENTE:
 

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