Foram encontradas 50 questões.
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências foi debatido nesta sexta (14)
pelo Ministério da Educação e por parceiros envolvidos na escuta. Durante a semana, foram
ouvidos 2,3 milhões de estudantes.
As demandas de aprendizagem, inovação, clima, convivência e participação dos
adolescentes nas escolas foram objeto de escuta e debate no Ministério da Educação
(MEC). Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, o MEC foi palco de uma reunião para discutir o
Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências. Por meio da Secretaria de
Educação Básica (SEB), o documento preliminar foi apresentado para as equipes do MEC e
instituições envolvidas no processo da escuta. Elas auxiliaram na análise sobre questões
essenciais trazidas pelos adolescentes, que serão incorporadas às políticas públicas
educacionais. Na reunião, o grupo analisou os dados coletados e refletiu sobre as ações a
serem desdobradas, a partir dos insumos oferecidos pelo relatório. A previsão é que o
documento final seja entregue em março.
Durante a Semana da Escuta das Adolescências, foram ouvidos 2,3 milhões de estudantes
de mais de 20 mil escolas. A iniciativa faz parte das ações do Programa de Fortalecimento
para os Anos Finais do Ensino Fundamental – Escola das Adolescências. Ele conjuga
esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal, a fim de construir uma
proposta para esse percurso do ensino fundamental que se conecte com as diversas formas
de viver a adolescência no Brasil e fomente a melhoria da aprendizagem. O MEC oferece
apoio técnico-pedagógico e incentivo financeiro para as escolas, priorizadas segundo
critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Com o objetivo de conhecer de forma aprofundada o que pensam os adolescentes dos anos
finais do ensino fundamental e desenvolver estratégias para a política educacional, a
semana foi uma ação estratégica do programa, realizada nas redes de educação de todo o
país, entre os dias 13 e 27 de maio de 2024. O MEC considera que o desenvolvimento de
um processo de ensino-aprendizagem coerente para esses estudantes passa por
compreender suas necessidades específicas.
O diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC, Alexsandro Santos,
informou que a entrega do relatório possibilita a sistematização e o aprofundamento de
questões identificadas na escuta. “Os estudantes valorizam muito a presença na escola, a
socialização que eles conseguem fazer entre pares, a compreensão de outras formas de
viver a adolescência e também os laços afetivos que eles acabam construindo no processo
pedagógico. Isso nos ajuda a pensar, por exemplo, aspectos como a restrição do uso de
celulares nessa faixa etária. Se eles apontam que a socialização, o afeto, a troca de ideias,
o trabalho coletivo e colaborativo são pontos importantes que eles identificam na escola, a
gente precisa mesmo criar oportunidades para que eles interajam e realizem projetos
juntos”, afirmou.
Outro ponto destacado pelos estudantes, observou Santos, é a necessidade de ações e
projetos culturais, além do esporte e lazer dentro do currículo da escola. “Isso nos ajuda a pensar a importância do Programa Escola em Tempo Integral, que favorece esse tipo de
prática dentro do currículo e oportuniza essas experiências pedagógicas diferentes”,
completou.
A coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Tereza Farias, adiantou que o
relatório nacional apresentará os principais pontos que os estudantes destacaram na escuta
em relação à aprendizagem, clima, convivência, participação e inovação. “Toda essa escuta
alimentou as estratégias da política e o nascimento do Programa Escola das Adolescências,
que está perto de completar um ano. No ano passado, o MEC entregou os relatórios das
escolas, estados e municípios. Hoje, junto com as instituições parceiras que fizeram toda a
engenharia da escuta, estamos finalizando a redação da conclusão final para publicar o
relatório nacional”, disse.
A escuta foi apoiada pelo Itaú Social e desenvolvida em parceria com a Rede de
Conhecimento Social (Recos), o Portal Povir e a organização Interdisciplinaridade e
Evidências do Debate Educacional (Iede).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
(Fonte: Adolescentes ganham voz em documento nacional do MEC. Ministério da
Educação, [s.d.]. Disponível em:
https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/adolescentes-ganham-voz-em
-documento-nacionaldo-mec. Acesso em: 17 fev. 2025.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A música “Cálice”, composta por Chico Buarque e Milton
Nascimento, foi um dos símbolos de resistência política durante o período da ditadura militar
no Brasil. Qual foi o contexto político que levou à censura dessa música?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A dança brasileira chamada “Frevo”, surgida em Pernambuco, foi
influenciada por qual dos seguintes estilos musicais e culturais?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Qual o movimento artístico do século XX caracterizado pelo uso de
formas geométricas, cores primárias e composições assimétricas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Lei nº 13.005/2014 — que aprova o Plano Nacional de Educação
(PNE) —, em seu Art. 2º, assegura as diretrizes do PNE, dentre elas:
I. erradicação do analfabetismo;
II. universalização do atendimento escolar;
III. superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
I. erradicação do analfabetismo;
II. universalização do atendimento escolar;
III. superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“O Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará registrou crescimento de 6,67% no terceiro
trimestre de 2024 em comparação a igual período de 2023. O resultado estadual é maior do
que o registrado no Brasil, de 4%, na mesma relação. O desempenho cearense, quando comparado com o segundo trimestre de 2024, apresenta elevação de 0,42%, contra 0,9%
do nacional. A previsão do PIB do Ceará para 2024 é de um índice de 5,57%.”
(IPCE, 2024. Disponível em https://www.ipece.ce.gov.br/2024/12/16/pib-cearense-cresce-667-no-3otrim-2024-e-supera-d esempenhos-de-pe-ba-e-nacional/#: :text=A%20previs%C3%A3o%20do%20PIB%20do,%2C%2%0 de%204%2C9%25.)
No que diz respeito ao PIB de maneira geral e ao PIB do Ceará de modo específico, assinale a alternativa correta:
(IPCE, 2024. Disponível em https://www.ipece.ce.gov.br/2024/12/16/pib-cearense-cresce-667-no-3otrim-2024-e-supera-d esempenhos-de-pe-ba-e-nacional/#: :text=A%20previs%C3%A3o%20do%20PIB%20do,%2C%2%0 de%204%2C9%25.)
No que diz respeito ao PIB de maneira geral e ao PIB do Ceará de modo específico, assinale a alternativa correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container