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1813671
Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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O Conselho Federal de Psicologia, na Resolução 007/2003, define a Avaliação Psicológica como um processo técnico-científico de coleta de dados, estudos e interpretações de informações a respeito de fenômenos psicológicos da relação do indivíduo com a sociedade.
Sobre o assunto, analise as afirmativas.
I - Os procedimentos na condução em Avaliação Psicológica incluem o uso de métodos e instrumentos amplamente pesquisados e que podem ser reconhecidos em duas diferentes teorias: Teoria Clássica dos Testes (TCT) e Teoria da Relevância do Item (TRI).
II - Os primeiros pesquisadores que contribuíram com o início da estruturação e sistematização dos testes psicológicos foram Wundt, Galton, Cattell, Binet e Stanford, entre o final do século XIX e início do século XX, na Europa e Estados Unidos.
III - No Brasil, as contribuições para a área de Avaliação Psicológica são compiladas e impulsionadas com a fundação do Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica (IBAP), que estimula a produção científica e o resgate de importantes técnicas e instrumentos de investigação e intervenção psicológicas.
IV - Os parâmetros científicos dos instrumentos psicológicos são: Análise de Itens, Delimitação de Itens, Validade, Regulação, Fidedignidade/Precisão e Normatização; todos eles possíveis de estudos por meio da utilização de testes estatísticos e do uso de softwares computacionais.
Estão corretas as afirmativas
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Quanto ao uso de testes e técnicas em Avaliação Psicológica, assinale a afirmativa INCORRETA.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Glúten, lactose e outras modas
Nunca houve tantos modismos na dieta. Dieta sem glúten, sem lactose, sem gordura, sem carboidratos, sem nada que venha dos animais e até dietas sem alimentos que contenham DNA (pedras, talvez).
A história de nossos antepassados é a da miséria. Dos 6 milhões de anos de nossa espécie, pelo menos 99,9% do tempo caçávamos, pescávamos, coletávamos frutos e raízes e disputávamos carcaças de animais com outros carnívoros famintos.
Há insignificantes 10 mil anos, o surgimento da agricultura criou a oportunidade de abandonarmos a vida nômade e armazenarmos víveres para a época das vacas magras. Ainda assim, as epidemias de fome e a desnutrição chegaram até os dias atuais. (…)
Comida farta só chegou à mesa de grandes massas populacionais depois da Segunda Guerra Mundial, graças à mecanização e aos avanços da agricultura e da tecnologia de conservação de alimentos. Hoje, um brasileiro de classe média tem acesso a refeições mais variadas e nutritivas do que as dos nobres nos castelos medievais.
A fartura trouxe o exagero. Um cérebro com circuitos de neurônios moldados em tempos de penúria não desenvolveu mecanismos de saciedade, capazes de frear os impulsos viscerais despertados pela fome, antes de nos empanturrarmos até passar mal de tanto comer.
Essencial à sobrevivência quando precisávamos acumular reservas para os longos períodos de jejum que se sucediam, essa estratégia se voltou contra nós. Ao mesmo tempo, vão distantes os dias em que gastávamos energia para alimentar a família. Pela primeira vez na história da humanidade, desfrutamos o privilégio de ganhar o sustento sentados em cadeiras confortáveis. A um toque de celular o disque-pizza nos entrega 5.000 calorias à porta, sem sairmos do sofá.
Fartura e sedentarismo, gula e preguiça, criaram as raízes da epidemia de obesidade que assola o mundo. (…) A continuar nesse passo, a obesidade e a vida sedentária farão nossos filhos viverem menos do que nós. Sem disposição nem coragem para encarar a realidade de que comemos mais do que o necessário e andamos menos do que deveríamos, procuramos uma saída mágica que nos mantenha saudáveis.
Inventamos teorias mirabolantes que a internet divulga com tal velocidade que se transformam em ideologias com manadas de defensores ardorosos: carne é veneno, nenhum animal adulto toma leite, glúten engorda e incha, suco de berinjela reduz colesterol, e tantas outras. É desperdício de tempo e risco de perder amigos questionar essas crenças. (…)
Para confundir ainda mais, estudos com resultados que exigiriam interpretações estatísticas cautelosas e confirmação em pesquisas mais elaboradas ganham destaque nas mídias como se apresentassem conclusões definitivas. (…)
A confusão acontece porque esses estudos costumam ser observacionais. Neles, são analisadas as características dietéticas de uma população e as enfermidades que a afligem. Em ciência, publicações desse tipo são consideradas apenas geradoras de hipóteses. Para confirmá-las são fundamentais os estudos prospectivos, randomizados, muito mais complexos, dispendiosos e demorados.
Perdido na selva de informações desencontradas, o que você deve fazer, leitor? Coma frutas, saladas e verduras com liberalidade; do resto, de tudo um pouco. Procure comer o que sua avó considerava comida.
(Drauzio Varella. Adaptado de http://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
Em Essencial à sobrevivência quando precisávamos acumular reservas para os longos períodos de jejum que se sucediam, essa estratégia se voltou contra nós, o termo grifado retoma o sentido de
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Paciente masculino de 32 anos procura a unidade de saúde referindo febre há 3 dias, associada à exantema maculopapular, mialgia generalizada, artralgia, cefaleia e dor retro-orbitária. Tem diabetes melito tipo 1 bem controlado com insulinoterapia desde os 15 anos. Apresenta-se lúcido, bem orientado, com temperatura de 38,3°C, frequência cardíaca de 95/min, frequência respiratória de 20/min, pressão arterial de 120×80 mmHg deitado e 110×80 mmHg em pé. A prova do laço é negativa, a ausculta cardiorrespiratória normal e o abdome sem alterações. O resultado do hemograma mostra hemoglobina = 13,5 g/dL; hematócrito = 44%; leucócitos = 3.400/mm3; e plaquetas = 155.000/mm3.
O estadiamento correto da doença e o manejo adequado são:
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1625807
Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Cáceres-MT
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De acordo com o Manual de Documentos Escritos presente na Resolução 007/2003 do Conselho Federal de Psicologia, assinale a alternativa que NÃO apresenta um item do Artigo 1º da citada Resolução:
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Sobre os critérios para o diagnóstico de pré-eclâmpsia grave, considere:
I - Pressão diastólica igual/maior que 110 mmHg
II - Proteinúria igual/maior que 2,0 g/L em 24 horas
III - Trombocitopenia menor que 100.000/mm³
IV - Hiperuricemia
São critérios:
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Autores de diferentes matizes teóricos discorreram sobre o assunto “Jogo” que foi apreendido e classificado de variadas formas.
Sobre a classificação dos jogos, considere:
I - Uma atividade: livre, separada, incerta, improdutiva, regulamentada e fictícia.
II - Agon (de competição), ilinx (de vertigem), mimicry (de representação e simulacro) e alea (de sorte).
III - De exercício, simbólicos e de regras.
IV - De caráter competitivo, cooperativo ou recreativo.
Estão corretas as afirmativas
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Numere, na coluna da direita, o conceito correspondente à descrição presente na coluna da esquerda.
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1 - Documento que visa informar a ocorrência de fatos ou situações objetivas relacionadas ao atendimento psicológico. 2 - Documento que certifica determinada situação ou estado psicológico com o objetivo de afirmar sobre as condições psicológicas do requerente, mediante solicitação. 3 - Documento que apresenta de forma descritiva situações e/ou condições psicológicas e suas determinantes históricas, sociais, políticas e culturais. 4 - Documento com texto fundamentado e resumido sobre uma questão focal do campo psicológico, com possibilidade de ser indicativo ou conclusivo. |
( ) Atestado
( ) Parecer
( ) Declaração
( ) Relatório
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Marque a sequência correta.
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INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda à questão.
A bolha
Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas, quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme, quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção “apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais, descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego, a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
Em relação aos recursos linguísticos do segundo parágrafo do texto, analise as afirmativas.
I - O autor utiliza períodos curtos, com ausência de períodos compostos, para enfatizar o sentido produzido por cada oração.
II - As escolhas lexicais do autor constroem um cenário de apatia e solidão das pessoas no metrô, visto que não há mais conversas, diálogos.
III - Em A bolha que nos cerca nos protege, há um exemplo de oração adjetiva, introduzida por pronome relativo.
IV - A ausência de recursos coesivos ligando as sentenças do parágrafo aproxima o texto do registro oral.
Está correto o que se afirma em
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De acordo com as normas de circulação e conduta expostas no Código de Trânsito Brasileiro, a velocidade mínima a ser respeitada em uma via arterial é:
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