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Leia esta citação de Confúcio.
“Quando nasceste, ao teu redor todos riam, só tu choravas. Faze por viver de tal modo que, à hora da tua morte, todos chorem, só tu rias.”
Assinale a alternativa em que a reescrita da citação, substituindo a forma de tratamento “tu” por “você”, está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
“Quando nasceste, ao teu redor todos riam, só tu choravas. Faze por viver de tal modo que, à hora da tua morte, todos chorem, só tu rias.”
Assinale a alternativa em que a reescrita da citação, substituindo a forma de tratamento “tu” por “você”, está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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Observe a ambiguidade presente na frase a seguir.
“A mãe falou com o filho que queria sair.”
Assinale a alternativa que a analisa corretamente.
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Leia o trecho a seguir.
O que explica alta de quase 90% na população indígena registrada pelo Censo 2022
Os indígenas no Brasil são hoje mais de 1,69 milhão de pessoas, segundo dados do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta segunda (7/8). Esse total representa 0,83% do total da população brasileira. Os números mostram um grande aumento em relação aos dados do último Censo, em 2010, quando a população indígena era de 896,9 mil e representava 0,47% do total da população. O crescimento de 88,8% na população indígena registrada é em parte explicado por uma mudança na metodologia do IBGE. Em 2022, o Censo encontrou mais terras indígenas do que em 2010 e passou a fazer uma pergunta a mais para as pessoas entrevistadas em certas localidades. A identificação de indígenas no Censo normalmente acontece quando alguém responde “indígena” à pergunta “qual é sua cor?”.
Disponível em: www.bbc.com (adaptado).
Assinale a alternativa que dá sequência ao conteúdo desse trecho, mantendo a coerência de suas ideias.
O que explica alta de quase 90% na população indígena registrada pelo Censo 2022
Os indígenas no Brasil são hoje mais de 1,69 milhão de pessoas, segundo dados do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta segunda (7/8). Esse total representa 0,83% do total da população brasileira. Os números mostram um grande aumento em relação aos dados do último Censo, em 2010, quando a população indígena era de 896,9 mil e representava 0,47% do total da população. O crescimento de 88,8% na população indígena registrada é em parte explicado por uma mudança na metodologia do IBGE. Em 2022, o Censo encontrou mais terras indígenas do que em 2010 e passou a fazer uma pergunta a mais para as pessoas entrevistadas em certas localidades. A identificação de indígenas no Censo normalmente acontece quando alguém responde “indígena” à pergunta “qual é sua cor?”.
Disponível em: www.bbc.com (adaptado).
Assinale a alternativa que dá sequência ao conteúdo desse trecho, mantendo a coerência de suas ideias.
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Assinale a alternativa em que a palavra destacada é
um advérbio.
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Assinale a alternativa em que a partícula destacada é
uma conjunção integrante.
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Leia esta explicação.
“Post hoc ergo propter hoc” é uma expressão latina que significa “depois disso, logo por causa disso”. Esse é o nome de uma falácia que ocorre quando concluímos existir uma relação causal entre dois eventos pelo fato de geralmente ou sempre ocorrem em sequência. Essa falácia também é chamada de falsa causa, correlação coincidente ou causa questionável.
Assim, suponha que você observa, com regularidade, que quando lava o tênis chove no dia seguinte. Considere que isso acaba ocorrendo repetidas vezes, até que você passa a pensar que, de alguma forma, sua ação de lavar o tênis está causando a chuva. Ao fazer esse raciocínio, está cometendo o erro post hoc ergo propter hoc. Ou seja, está concluindo de forma inválida que a causa da chuva é sua ação simplesmente por observar uma correlação entre ela e sua ação.
Disponível em: www.filosofianaescola.com/falacias. (adaptado).
Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de falsa causa.
“Post hoc ergo propter hoc” é uma expressão latina que significa “depois disso, logo por causa disso”. Esse é o nome de uma falácia que ocorre quando concluímos existir uma relação causal entre dois eventos pelo fato de geralmente ou sempre ocorrem em sequência. Essa falácia também é chamada de falsa causa, correlação coincidente ou causa questionável.
Assim, suponha que você observa, com regularidade, que quando lava o tênis chove no dia seguinte. Considere que isso acaba ocorrendo repetidas vezes, até que você passa a pensar que, de alguma forma, sua ação de lavar o tênis está causando a chuva. Ao fazer esse raciocínio, está cometendo o erro post hoc ergo propter hoc. Ou seja, está concluindo de forma inválida que a causa da chuva é sua ação simplesmente por observar uma correlação entre ela e sua ação.
Disponível em: www.filosofianaescola.com/falacias. (adaptado).
Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de falsa causa.
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Assinale a alternativa em que o verbo “intervir”
foi corretamente empregado, de acordo com a
norma-padrão da língua portuguesa.
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Tempo e vida
Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de
Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em
favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve
atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o
meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho
andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar
em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia
ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma
hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso
noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão,
aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da
esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca,
Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de
oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para
uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará
de se espantar com a cegueira do espírito humano.
Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e,
havendo discórdia quanto aos limites, por menor que
seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto,
permitem que outros invadam suas vidas de tal modo
que eles próprios conduzem seus invasores a isso.
Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza,
mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos
na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o
tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho
– do garçom para o copo, do copo para a garganta –,
antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para
viver é um período bom, se não nos atolarmos em
necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro,
como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e
melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de
compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade
desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal
agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria.
Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou
possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e
produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais
a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se
perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo
para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se
tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente,
curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos,
conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos
oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
“Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e, havendo discórdia quanto aos limites, por menor que seja, os homens pegam em pedras e armas.”
O verbo destacado estabelece relação de concordância com
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Tempo e vida
Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de
Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em
favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve
atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o
meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho
andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar
em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia
ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma
hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso
noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão,
aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da
esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca,
Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de
oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para
uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará
de se espantar com a cegueira do espírito humano.
Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e,
havendo discórdia quanto aos limites, por menor que
seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto,
permitem que outros invadam suas vidas de tal modo
que eles próprios conduzem seus invasores a isso.
Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza,
mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos
na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o
tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho
– do garçom para o copo, do copo para a garganta –,
antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para
viver é um período bom, se não nos atolarmos em
necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro,
como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e
melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de
compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade
desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal
agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria.
Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou
possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e
produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais
a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se
perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo
para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se
tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente,
curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos,
conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos
oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
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Tempo e vida
Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de
Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em
favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve
atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o
meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho
andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar
em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia
ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma
hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso
noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão,
aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da
esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca,
Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de
oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para
uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará
de se espantar com a cegueira do espírito humano.
Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e,
havendo discórdia quanto aos limites, por menor que
seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto,
permitem que outros invadam suas vidas de tal modo
que eles próprios conduzem seus invasores a isso.
Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza,
mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos
na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o
tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho
– do garçom para o copo, do copo para a garganta –,
antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para
viver é um período bom, se não nos atolarmos em
necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro,
como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e
melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de
compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade
desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal
agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria.
Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou
possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e
produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais
a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se
perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo
para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se
tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente,
curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos,
conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos
oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
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