Magna Concursos

Foram encontradas 390 questões.

Leia esta explicação.

“Post hoc ergo propter hoc” é uma expressão latina que significa “depois disso, logo por causa disso”. Esse é o nome de uma falácia que ocorre quando concluímos existir uma relação causal entre dois eventos pelo fato de geralmente ou sempre ocorrem em sequência. Essa falácia também é chamada de falsa causa, correlação coincidente ou causa questionável.
Assim, suponha que você observa, com regularidade, que quando lava o tênis chove no dia seguinte. Considere que isso acaba ocorrendo repetidas vezes, até que você passa a pensar que, de alguma forma, sua ação de lavar o tênis está causando a chuva. Ao fazer esse raciocínio, está cometendo o erro post hoc ergo propter hoc. Ou seja, está concluindo de forma inválida que a causa da chuva é sua ação simplesmente por observar uma correlação entre ela e sua ação.
Disponível em: www.filosofianaescola.com/falacias. (adaptado).

Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de falsa causa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa em que o verbo “intervir” foi corretamente empregado, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Tempo e vida


Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão, aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca, Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará de se espantar com a cegueira do espírito humano. Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e, havendo discórdia quanto aos limites, por menor que seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto, permitem que outros invadam suas vidas de tal modo que eles próprios conduzem seus invasores a isso. Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza, mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho – do garçom para o copo, do copo para a garganta –, antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para viver é um período bom, se não nos atolarmos em necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro, como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria. Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente, curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos, conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
Releia o trecho a seguir.

“Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e, havendo discórdia quanto aos limites, por menor que seja, os homens pegam em pedras e armas.”

O verbo destacado estabelece relação de concordância com
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Tempo e vida


Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão, aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca, Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará de se espantar com a cegueira do espírito humano. Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e, havendo discórdia quanto aos limites, por menor que seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto, permitem que outros invadam suas vidas de tal modo que eles próprios conduzem seus invasores a isso. Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza, mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho – do garçom para o copo, do copo para a garganta –, antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para viver é um período bom, se não nos atolarmos em necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro, como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria. Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente, curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos, conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
Na crônica, os sinais de aspas são empregados, respectivamente, para
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Tempo e vida


Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão, aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca, Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará de se espantar com a cegueira do espírito humano. Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e, havendo discórdia quanto aos limites, por menor que seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto, permitem que outros invadam suas vidas de tal modo que eles próprios conduzem seus invasores a isso. Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza, mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho – do garçom para o copo, do copo para a garganta –, antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para viver é um período bom, se não nos atolarmos em necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro, como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria. Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente, curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos, conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
O texto defende a tese de que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3025421 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Campanha-MG
Provas:
O voleibol é o único, dentre os esportes de rede, que insiste que a bola esteja sempre no ar (bola voando), o que permite que os jogadores de cada equipe realizem passes aos demais jogadores antes que a bola retorne ao adversário, criando oportunidades iguais para marcar pontos. Os seis jogadores de cada time em quadra ocupam lugares determinados, e a ordem de rotação é determinada pela formação inicial da equipe e controlada por meio da ordem de saque e da posição dos jogadores durante todo o set.
Dessa forma, quando a equipe receptora ganha o direito de sacar,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3025420 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Campanha-MG
Provas:
Os esportes adaptados para deficientes ocupam cada vez mais espaço na sociedade, mostrando-se fisicamente e emocionalmente importantes para a inclusão social e reabilitação de quem os pratica. Todos os indivíduos possuem o direito de realizar os mais diversos tipos e modalidades esportivas possíveis.
Um exemplo de esporte inclusivo é o Goalball. Esse esporte acontece
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3025419 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Campanha-MG
Provas:
O futsal é um esporte coletivo, uma variação do futebol clássico jogado em uma quadra, com cinco jogadores em cada equipe. Durante uma partida oficial, as substituições podem ser feitas a qualquer momento do jogo, esteja a bola em jogo ou não, exceto durante um tempo técnico.
Com relação às regras de substituição de jogadores durante uma partida de futsal, assinale a alternativa incorreta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3025418 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Campanha-MG
Provas:
Na escola da bola, ou método de iniciação esportiva universal (IEU), as crianças podem provar, de forma rica e variada, diferentes formas de movimento, sem se sentirem presas a um só movimento que causa monotonia. Nesse método, a criança joga apenas para se divertir e interagir com o meio. Por meio desse método, ela tem o uso frequente da técnica e, principalmente, um convívio com a tática do jogo. Com relação à iniciação esportiva universal, analise as afirmativas a seguir.
I. Na iniciação esportiva universal, as crianças devem aprender a jogar com liberdade, reconhecendo e percebendo situações de forma a compreendê-las desde o ponto de vista tático e, junto com isso, incorporando no seu conhecimento diferentes formas de elaboração de regras de comportamento tático nos jogos.
II. A iniciação esportiva universal enfatiza a aprendizagem geral por meio do jogo e treinamento que envolve variadas formas de movimentos que englobam a coordenação, as habilidades básicas e a atividade motora cognitiva, além da relação da criança com objetos e o outro.
III. A proposta da IEU enfatiza uma prática esportiva direcionada ao modelo da procura do alto rendimento esportivo precoce, bem como o caráter político-partidário da sua ação pedagógica. Os exercícios desenvolvem habilidades de movimento manipulativas, locomotoras e estabilizadoras.
Estão corretas as afirmativas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3025417 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Campanha-MG
Provas:
A peteca é conhecida por ser um esporte tradicional do Brasil, jogado com uma peteca de mão. O jogo é praticado batendo a peteca com a mão sobre uma rede alta, que tem grande semelhança com uma rede de vôlei, fazendo com que esta caia dentro da quadra adversária oposta.
Em um torneio realizado para atletas de final de semana, com a inscrição de 28 duplas (equipes), utilizou-se o modelo de disputa eliminatória simples, ou seja, quem ganha continua na competição e quem perde está eliminado.
Ao final da competição, após o conhecimento do campeão do torneio, é correto afirmar que foram realizados
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas