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“Post hoc ergo propter hoc” é uma expressão latina que significa “depois disso, logo por causa disso”. Esse é o nome de uma falácia que ocorre quando concluímos existir uma relação causal entre dois eventos pelo fato de geralmente ou sempre ocorrem em sequência. Essa falácia também é chamada de falsa causa, correlação coincidente ou causa questionável.
Assim, suponha que você observa, com regularidade, que quando lava o tênis chove no dia seguinte. Considere que isso acaba ocorrendo repetidas vezes, até que você passa a pensar que, de alguma forma, sua ação de lavar o tênis está causando a chuva. Ao fazer esse raciocínio, está cometendo o erro post hoc ergo propter hoc. Ou seja, está concluindo de forma inválida que a causa da chuva é sua ação simplesmente por observar uma correlação entre ela e sua ação.
Disponível em: www.filosofianaescola.com/falacias. (adaptado).
Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de falsa causa.
“Post hoc ergo propter hoc” é uma expressão latina que significa “depois disso, logo por causa disso”. Esse é o nome de uma falácia que ocorre quando concluímos existir uma relação causal entre dois eventos pelo fato de geralmente ou sempre ocorrem em sequência. Essa falácia também é chamada de falsa causa, correlação coincidente ou causa questionável.
Assim, suponha que você observa, com regularidade, que quando lava o tênis chove no dia seguinte. Considere que isso acaba ocorrendo repetidas vezes, até que você passa a pensar que, de alguma forma, sua ação de lavar o tênis está causando a chuva. Ao fazer esse raciocínio, está cometendo o erro post hoc ergo propter hoc. Ou seja, está concluindo de forma inválida que a causa da chuva é sua ação simplesmente por observar uma correlação entre ela e sua ação.
Disponível em: www.filosofianaescola.com/falacias. (adaptado).
Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de falsa causa.
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Assinale a alternativa em que o verbo “intervir”
foi corretamente empregado, de acordo com a
norma-padrão da língua portuguesa.
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Tempo e vida
Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de
Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em
favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve
atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o
meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho
andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar
em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia
ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma
hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso
noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão,
aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da
esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca,
Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de
oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para
uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará
de se espantar com a cegueira do espírito humano.
Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e,
havendo discórdia quanto aos limites, por menor que
seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto,
permitem que outros invadam suas vidas de tal modo
que eles próprios conduzem seus invasores a isso.
Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza,
mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos
na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o
tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho
– do garçom para o copo, do copo para a garganta –,
antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para
viver é um período bom, se não nos atolarmos em
necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro,
como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e
melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de
compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade
desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal
agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria.
Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou
possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e
produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais
a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se
perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo
para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se
tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente,
curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos,
conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos
oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
“Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e, havendo discórdia quanto aos limites, por menor que seja, os homens pegam em pedras e armas.”
O verbo destacado estabelece relação de concordância com
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Tempo e vida
Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de
Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em
favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve
atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o
meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho
andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar
em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia
ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma
hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso
noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão,
aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da
esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca,
Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de
oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para
uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará
de se espantar com a cegueira do espírito humano.
Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e,
havendo discórdia quanto aos limites, por menor que
seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto,
permitem que outros invadam suas vidas de tal modo
que eles próprios conduzem seus invasores a isso.
Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza,
mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos
na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o
tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho
– do garçom para o copo, do copo para a garganta –,
antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para
viver é um período bom, se não nos atolarmos em
necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro,
como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e
melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de
compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade
desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal
agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria.
Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou
possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e
produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais
a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se
perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo
para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se
tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente,
curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos,
conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos
oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
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Tempo e vida
Fernando Brant
Andei pensando em um poema de Carlos Drummond de
Andrade chamado “Apelo aos meus dessemelhantes em
favor da paz”. É que me assusta, como sei que deve
atemorizar muita gente, a sensação de não dominar o
meu tempo, de ser conduzido pelo desejo dos outros.
Coincidência ou não, numa noite em que me vi sozinho
andando pelas ruas do Leblon, no Rio, resolvi parar
em um bar onde poderiam estar amigos. Não conhecia
ninguém, logo me dei conta. Mas eu queria fazer uma
hora antes de me dirigir ao hotel para o descanso
noturno. Não estava a fim de assistir, na televisão,
aos massacres novelescos e noticiosos.
Resolvi comprar algum livro ou revista na banca da
esquina. E me deparei com o tratado de Sêneca,
Sobre a brevidade da vida. Pequeno, pouco mais de
oitenta páginas, encontrei nele o parceiro ideal para
uma rodada de chope. “Nenhum homem sábio deixará
de se espantar com a cegueira do espírito humano.
Ninguém permite que sua propriedade seja invadida e,
havendo discórdia quanto aos limites, por menor que
seja, os homens pegam em pedras e armas. No entanto,
permitem que outros invadam suas vidas de tal modo
que eles próprios conduzem seus invasores a isso.
Não se encontra ninguém que queira dividir sua riqueza,
mas a vida é distribuída entre muitos. São econômicos
na preservação de seu patrimônio, mas desperdiçam o
tempo, a única coisa que justifica a avareza.”
Enquanto o chope percorria lentamente o seu caminho
– do garçom para o copo, do copo para a garganta –,
antigas ideias me chegavam. O tempo que temos para
viver é um período bom, se não nos atolarmos em
necessidades que não temos. Tempo não é dinheiro,
como dizem os capitalistas. Tempo é muito mais e
melhor. Somos levados a aceitar um redemoinho de
compromissos, de vícios, de ativismo e velocidade
desnecessária. Uns pensam em trabalhar como animal
agora, para aproveitar, no amanhã, a aposentadoria.
Mas e se não houver esse amanhã? A tecnologia criou
possibilidades imperdíveis de se trabalhar menos e
produzir melhor, mas o sistema aumenta cada vez mais
a carga de ocupação das pessoas. Qual o motivo de se
perder tempo com tanta coisa inútil? Não se tem tempo
para cuspir, é o que se costuma dizer. Mas o que não se
tem, mesmo, é tempo de amar, se divertir sadiamente,
curtir os filhos e seu desenvolvimento, os amigos,
conhecer as belezas que a sabedoria e a cultura nos
oferecem. [...]
BRANT, Fernando. Casa aberta.
Sabará: Edições Dubolsinho, 2011.
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O voleibol é o único, dentre os esportes de rede,
que insiste que a bola esteja sempre no ar (bola voando),
o que permite que os jogadores de cada equipe realizem
passes aos demais jogadores antes que a bola retorne
ao adversário, criando oportunidades iguais para marcar
pontos. Os seis jogadores de cada time em quadra
ocupam lugares determinados, e a ordem de rotação é
determinada pela formação inicial da equipe e controlada
por meio da ordem de saque e da posição dos jogadores
durante todo o set.
Dessa forma, quando a equipe receptora ganha o direito de sacar,
Dessa forma, quando a equipe receptora ganha o direito de sacar,
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Os esportes adaptados para deficientes ocupam cada vez
mais espaço na sociedade, mostrando-se fisicamente e
emocionalmente importantes para a inclusão social e
reabilitação de quem os pratica. Todos os indivíduos
possuem o direito de realizar os mais diversos tipos e
modalidades esportivas possíveis.
Um exemplo de esporte inclusivo é o Goalball. Esse esporte acontece
Um exemplo de esporte inclusivo é o Goalball. Esse esporte acontece
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O futsal é um esporte coletivo, uma variação do
futebol clássico jogado em uma quadra, com cinco
jogadores em cada equipe. Durante uma partida oficial,
as substituições podem ser feitas a qualquer momento
do jogo, esteja a bola em jogo ou não, exceto durante
um tempo técnico.
Com relação às regras de substituição de jogadores durante uma partida de futsal, assinale a alternativa incorreta.
Com relação às regras de substituição de jogadores durante uma partida de futsal, assinale a alternativa incorreta.
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Na escola da bola, ou método de iniciação esportiva
universal (IEU), as crianças podem provar, de forma
rica e variada, diferentes formas de movimento,
sem se sentirem presas a um só movimento que causa
monotonia. Nesse método, a criança joga apenas para se
divertir e interagir com o meio. Por meio desse método,
ela tem o uso frequente da técnica e, principalmente,
um convívio com a tática do jogo. Com relação à iniciação
esportiva universal, analise as afirmativas a seguir.
I. Na iniciação esportiva universal, as crianças devem aprender a jogar com liberdade, reconhecendo e percebendo situações de forma a compreendê-las desde o ponto de vista tático e, junto com isso, incorporando no seu conhecimento diferentes formas de elaboração de regras de comportamento tático nos jogos.
II. A iniciação esportiva universal enfatiza a aprendizagem geral por meio do jogo e treinamento que envolve variadas formas de movimentos que englobam a coordenação, as habilidades básicas e a atividade motora cognitiva, além da relação da criança com objetos e o outro.
III. A proposta da IEU enfatiza uma prática esportiva direcionada ao modelo da procura do alto rendimento esportivo precoce, bem como o caráter político-partidário da sua ação pedagógica. Os exercícios desenvolvem habilidades de movimento manipulativas, locomotoras e estabilizadoras.
Estão corretas as afirmativas
I. Na iniciação esportiva universal, as crianças devem aprender a jogar com liberdade, reconhecendo e percebendo situações de forma a compreendê-las desde o ponto de vista tático e, junto com isso, incorporando no seu conhecimento diferentes formas de elaboração de regras de comportamento tático nos jogos.
II. A iniciação esportiva universal enfatiza a aprendizagem geral por meio do jogo e treinamento que envolve variadas formas de movimentos que englobam a coordenação, as habilidades básicas e a atividade motora cognitiva, além da relação da criança com objetos e o outro.
III. A proposta da IEU enfatiza uma prática esportiva direcionada ao modelo da procura do alto rendimento esportivo precoce, bem como o caráter político-partidário da sua ação pedagógica. Os exercícios desenvolvem habilidades de movimento manipulativas, locomotoras e estabilizadoras.
Estão corretas as afirmativas
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A peteca é conhecida por ser um esporte tradicional
do Brasil, jogado com uma peteca de mão. O jogo é
praticado batendo a peteca com a mão sobre uma rede
alta, que tem grande semelhança com uma rede de vôlei,
fazendo com que esta caia dentro da quadra adversária
oposta.
Em um torneio realizado para atletas de final de semana, com a inscrição de 28 duplas (equipes), utilizou-se o modelo de disputa eliminatória simples, ou seja, quem ganha continua na competição e quem perde está eliminado.
Ao final da competição, após o conhecimento do campeão do torneio, é correto afirmar que foram realizados
Em um torneio realizado para atletas de final de semana, com a inscrição de 28 duplas (equipes), utilizou-se o modelo de disputa eliminatória simples, ou seja, quem ganha continua na competição e quem perde está eliminado.
Ao final da competição, após o conhecimento do campeão do torneio, é correto afirmar que foram realizados
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