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Foram encontradas 705 questões.

2317405 Ano: 2021
Disciplina: Administração Geral
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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Para alcançar boas rotinas administrativas, o serviço de protocolo deve atentar-se para as regras que otimizam e dão organicidade ao serviço público prestado aos cidadãos. Nesse cenário, analise as afirmativas a seguir:

I. A capa do processo não será numerada.

II. A numeração das peças do processo é iniciada no Serviço de Protocolo Administrativo, conforme faixa numérica de autuação. As peças subsequentes serão numeradas pelas unidades que as adicionarem.

III. Nenhum processo poderá ter duas peças com a mesma numeração, não sendo admitido diferenciar pelas letras "A" e "B", nem rasurar.

Assinale

 

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2317404 Ano: 2021
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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Com base no que ensina o Manual de Redação da Presidência da República e que também significa regra geral de qualquer manual de redação em todo o país, analise as afirmativas a seguir:

I. A norma culta da língua é contra a simplificação estilística e a pobreza de expressão.

II. O uso do padrão culto não significa empregar a língua de modo rebuscado ou utilizar figuras de linguagem próprias do estilo literário.

III. A consulta ao dicionário e à gramática é imperativa na redação de um bom texto.

Assinale

 

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2317403 Ano: 2021
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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Embora os manuais de redação prevejam um emprego rígido dos pronomes de tratamento a autoridades, um decreto presidencial de 2019 altera essa regra. Com base nisso, o uso de “Vossa Excelência” fica proibido para as autoridades listadas nas alternativas a seguir, À EXCEÇÃO DE UMA. Assinale-a.

 

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2317400 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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EM OUTROS SISTEMAS SOLARES, ESTRELAS SEMELHANTES AO SOL “ENGOLEM” PLANETAS QUE AS ORBITAM

De acordo com uma pesquisa publicada na revista científica Nature Astronomy, nesta segunda-feira, 30, pelo menos um quarto das estrelas semelhantes ao Sol canibalizam(a) os planetas que as orbitam, segundo o portal de notícias G1.

A nossa Galáxia tem muitos sistemas(d) planetários e os cientistas já haviam descoberto que muitos deles são diferentes do nosso Sistema Solar(c). Mas, com essa recente pesquisa, é possível entender a razão: não há tantos sistemas planetários vizinhos semelhantes ao nosso, em que os planetas orbitam o Sol em uma ordenação bem estruturada. Na verdade, em pelo menos 25% dos casos, a estrela central pode ter “consumido(a)” alguns planetas(d) que a orbitavam.

O estudo observou a composição química de estrelas(c) de tipo solar em mais de 100 sistemas binários(b), que são compostos por duas estrelas gêmeas(b) com a mesma composição química.

A pesquisa foi elaborada pela Universidade de São Paulo (USP) e centros da Itália, Austrália e Estados Unidos. Foi usado o telescópio do Observatório La Silla, administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e localizado no Deserto do Atacama, Chile.

Algumas estrelas irmãs(b) não tinham a mesma composição química, pois uma delas possuía uma quantidade maior de lítio e ferro, abundantes nos planetas rochosos.

Para Jorge Meléndez, professor do Departamento de Astronomia da USP e um dos autores da pesquisa, as estrelas que apresentavam abundância destes elementos haviam dissolvido, em sua parte mais externa, os planetas do seu próprio sistema solar. Sendo assim, foram apelidadas de “estrelas canibais”.

A publicação enfatizou que as estrelas binárias quimicamente não homogêneas são exemplos contraditórios na astrofísica estelar(c) e que ainda estudam a causa das diferentes composições.

“Ainda não está claro se as variações de abundância química são o resultado de não homogeneidades nas nuvens de gases protoestelares [da formação estrelar] ou são devidas a eventos de engolfamento de planetas (...) O primeiro cenário abala a crença geral de que a composição química das estrelas(d) fornece as informações fósseis do ambiente em que se formaram, enquanto o segundo cenário lança luz sobre os possíveis caminhos evolutivos dos sistemas planetários”, afirma o estudo.

(Luíza Feniar Migliosi. Aventuras na História. https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/em-outros-sistemas-solares-estrelas-semelhantes-ao-sol-engolem-planetas-que-as-orbitam.phtml. 31/8/2021)

Assinale a alternativa em que as palavras listadas NÃO correspondam a um mesmo universo semântico no texto, por não apresentarem relação de pertinência de significação.

 

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2317399 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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EM OUTROS SISTEMAS SOLARES, ESTRELAS SEMELHANTES AO SOL “ENGOLEM” PLANETAS QUE AS ORBITAM

De acordo com uma pesquisa publicada na revista científica Nature Astronomy, nesta segunda-feira, 30, pelo menos um quarto das estrelas semelhantes ao Sol canibalizam os planetas que as orbitam, segundo o portal de notícias G1.

A nossa Galáxia tem muitos sistemas planetários e os cientistas já haviam descoberto que muitos deles são diferentes do nosso Sistema Solar. Mas, com essa recente pesquisa, é possível entender a razão: não há tantos sistemas planetários(a) vizinhos semelhantes ao nosso, em que os planetas orbitam o Sol em uma ordenação bem estruturada. Na verdade, em pelo menos 25% dos casos, a estrela central pode ter “consumido” alguns planetas que a orbitavam.

O estudo observou a composição química de estrelas de tipo solar em mais de 100 sistemas binários, que são compostos por duas estrelas gêmeas(b) com a mesma composição química.

A pesquisa foi elaborada pela Universidade de São Paulo (USP) e centros da Itália, Austrália e Estados Unidos. Foi usado o telescópio(c) do Observatório La Silla, administrado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO) e localizado no Deserto do Atacama, Chile.

Algumas estrelas irmãs não tinham a mesma composição química, pois uma delas possuía uma quantidade maior de lítio e ferro, abundantes nos planetas rochosos.

Para Jorge Meléndez, professor do Departamento de Astronomia da USP e um dos autores da pesquisa, as estrelas que apresentavam abundância destes elementos haviam dissolvido, em sua parte mais externa, os planetas do seu próprio sistema solar. Sendo assim, foram apelidadas de “estrelas canibais”.

A publicação enfatizou que as estrelas binárias quimicamente não homogêneas são exemplos contraditórios na astrofísica(d) estelar e que ainda estudam a causa das diferentes composições.

“Ainda não está claro se as variações de abundância química são o resultado de não homogeneidades nas nuvens de gases protoestelares [da formação estrelar] ou são devidas a eventos de engolfamento de planetas (...) O primeiro cenário abala a crença geral de que a composição química das estrelas fornece as informações fósseis do ambiente em que se formaram, enquanto o segundo cenário lança luz sobre os possíveis caminhos evolutivos dos sistemas planetários”, afirma o estudo.

(Luíza Feniar Migliosi. Aventuras na História. https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/em-outros-sistemas-solares-estrelas-semelhantes-ao-sol-engolem-planetas-que-as-orbitam.phtml. 31/8/2021)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada tenha sido acentuada seguindo regra idêntica à de química.

 

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2317398 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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A relação R sobre !$ \mathbb{Z} !$ definida por !$ \forall\,x\,y\,\in \mathbb{Z}\,x\,R\,y !$, se e somente se, x !$ \le !$ y é uma relação de ordem, pois cumpre as seguintes propriedades:

 

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2317397 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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Paraíba registra queda no volume de vendas do

comércio varejista, diz IBGE

O volume de vendas do comércio varejista paraibano apresentou a 3ª menor variação do país no acumulado em 12 meses (–0,7%), segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) referente a setembro, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índicea estadual contrasta com a média nacional, que aponta para um saldo positivo (3,9%)

No mesmo períodob, a receita nominal do setor da Paraíba, embora tenha tido alta de 9,7%, registrou também a 3ª menor variação do Brasil, inferior à média do país (15,1%). Em ambos os casos, os indicadores paraibanos foram os menores do Nordeste.

Já frente aos resultados de agosto deste ano, o volume de vendas paraibano teve retração de 1,4% em setembro, próxima à observada na média do Brasil (–1,3%). Por outro lado, foi verificado um crescimento de 0,6% na receita do estado, enquanto no cenário nacional houve redução de 0,2%.

Estec ano, até o mês pesquisado, o volume brasileiro de vendas do comércio varejista apresentou expansão de 3,8%, no comparativo com o mesmo período de 2020, ao passo que o paraibano teve queda de 1,1%. Contudo, nos dois recortes territoriais, o saldo da receita foi positivo, de 16,3% e 10,4%, respectivamente, embora o indicador da Paraíba tenha sido o 3º menor do Brasil.

No comércio varejista ampliado paraibano – que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção –, foram observadas variações positivas no acumulado de 12 meses, tanto no volume de vendas (6,1%), como na receita (16,9%). Em ambosd os casos, porém, os resultados do estado foram inferiores às médias nacionais, de 7% e 19%, respectivamente.

Na comparação dos resultados de setembro com os de agosto, houve redução de 0,2% no volume estadual e de 1,1% no nacional. Entretanto, as receitas dos setores aumentaram 0,8% e 0,3%, respectivamente.

(Jornal da Paraíba, 11/11/2021. Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/economia/2021/11/11/paraiba-registra-queda-no-volume-de-vendas-do-comercio-varejista-diz-ibge)

Assinale a alternativa em que o palavra indicada desempenhe, no texto, papel dêitico.

 

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2317396 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
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Paraíba registra queda no volume de vendas do

comércio varejista, diz IBGE

O volume de vendas do comércio varejista paraibano apresentou a 3ª menor variação do país no acumulado em 12 meses (–0,7%), segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) referente a setembro, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice estadual contrasta com a média nacional, que aponta para um saldo positivo (3,9%)

No mesmo período, a receita nominal do setor da Paraíba, embora tenha tido altaa de 9,7%, registrou também a 3ª menor variação do Brasil, inferior à média do país (15,1%). Em ambos os casos, os indicadores paraibanos foram os menores do Nordeste.

Já frente aos resultados de agosto deste ano, o volume de vendas paraibano teve retração de 1,4% em setembro, próxima à observada na média do Brasil (–1,3%). Por outrob lado, foi verificado um crescimento de 0,6% na receita do estado, enquanto no cenário nacional houve redução de 0,2%.

Este ano, até o mês pesquisado, o volume brasileiro de vendas do comércio varejista apresentou expansão de 3,8%, no comparativo com o mesmo período de 2020, ao passo que o paraibano teve queda de 1,1%. Contudo, nos dois recortes territoriais, o saldo da receita foi positivo, de 16,3% e 10,4%, respectivamente, embora o indicadorc da Paraíba tenha sido o 3º menor do Brasil.

No comércio varejista ampliado paraibano – que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construçãod –, foram observadas variações positivas no acumulado de 12 meses, tanto no volume de vendas (6,1%), como na receita (16,9%). Em ambos os casos, porém, os resultados do estado foram inferiores às médias nacionais, de 7% e 19%, respectivamente.

Na comparação dos resultados de setembro com os de agosto, houve redução de 0,2% no volume estadual e de 1,1% no nacional. Entretanto, as receitas dos setores aumentaram 0,8% e 0,3%, respectivamente.

(Jornal da Paraíba, 11/11/2021. Disponível em: https://jornaldaparaiba.com.br/economia/2021/11/11/paraiba-registra-queda-no-volume-de-vendas-do-comercio-varejista-diz-ibge)

Assinale a alternativa em que, no texto, a palavra desempenhe papel adjetivo.

 

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Brasil é laboratório do melhor e do pior em governança tecnológica

Na semana passada participei de um jantar oficial com o presidente francês(a), Emmanuel Macron, na sede do governo em Paris. Foram convidados 20 “pensadores” globais que trabalham com tecnologia. O objetivo era discutir o papel da França e da Europa de modo geral sobre questões tecnológicas. Dentre os convidados, estavam a escritora Shoshana Zuboff (autora do livro A Era do Capitalismo de Vigilância) e a baronesa Joanna Shields, ex-Ministra de Internet e Segurança da Inglaterra. Da América Latina, só este colunista.

Três perguntas foram levantadas nas conversas. É possível usar a tecnologia a favor da democracia? Como proteger direitos em face do avanço tecnológico? E, muito importante, como proteger as democracias dos ataques coordenados por meios digitais?

A França está em posição favorável para levantar essas questões. O país está prestes a assumir a presidência do Conselho da Europa. Além disso, nos dias seguintes ao jantar, recebeu a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, e o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, além(c) de outras lideranças globais que participaram do Fórum da Paz, a convite do país(b).

No jantar acabei conhecendo alguns dos ministros franceses. Dentre eles, a jovem ministra da transformação e reforma do Estado, Amélie de Montchalin, que se sentou ao meu lado. Amélie morou no Brasil na cidade de Campinas e fala português perfeitamente. Seu pai foi executivo de uma fábrica de produtos alimentícios na cidade. No dia do jantar ela havia acabado de lançar a política de software livre da França. Além disso, inclui uma estratégia para atrair programadores para trabalharem no governo francês. Tudo um luxo comparado com as políticas tecnológicas brasileiras no momento.

Vale lembrar que o Brasil já foi líder nessa área e pioneiro em políticas de software livre na administração pública. Hoje está à deriva. Aliás(d), esse foi o tema da minha fala para o presidente Macron. Enfatizei que nosso país é uma espécie de laboratório de tudo que existe de melhor e pior em termos de governança tecnológica. No lado bom, criamos no passado a Parceria Internacional de Governos Abertos (OGP), que foi citada várias vezes na reunião. Criamos também o Marco Civil da Internet, visto como modelo, e também citado. Fizemos iniciativas globais como a NetMundial, ou o próprio Comitê Gestor da Internet. Tudo permanece na memória de líderes globais.

Já sobre as experiências ruins relacionadas à tecnologia não é preciso citar. Vivemos dentro delas e de seus resultados todos os dias no país. Uma lição ficou clara no jantar: liderança importa. Diga-se o que se quiser do presidente francês, ele tem um plano e uma visão clara sobre o papel da França. Essa visão produz frutos. O país vai crescer 7% em 2021. A taxa de desemprego está baixa e decrescendo, com meio milhão de empregos formais criados neste ano. O país está construindo as bases para participar cada vez mais da economia digital e quer dialogar com pensadores do mundo inteiro para isso.

Como dizia um outro francês, Allan Kardec: “Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa está na grandeza do seu efeito.” Para refletirmos.

(Ronaldo Lemos. Folha de S.Paulo, 14/11/21. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2021/11/brasil-e-laboratorio-do-melhor-e-do-pior-em-governanca-tecnologica.shtml)

Assinale a palavra em que a acentuação gráfica tenha sido empregada seguindo regra DISTINTA da das demais.

 

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Brasil é laboratório do melhor e do pior em governança tecnológica

Na semana passada participei de um jantar oficial com o presidente francês, Emmanuel Macron, na sede do governo em Paris. Foram convidados 20 “pensadores” globais que trabalham com tecnologia. O objetivo era discutir o papel da França e da Europa de modo geral sobre questões tecnológicas. Dentre os convidados, estavam a escritora(a) Shoshana Zuboff (autora do livro A Era do Capitalismo de Vigilância) e a baronesa Joanna Shields, ex-Ministra de Internet e Segurança da Inglaterra. Da América Latina, só este colunista.

Três perguntas foram levantadas nas conversas. É possível usar a tecnologia a favor da democracia? Como proteger direitos em face do avanço tecnológico? E, muito importante, como proteger as democracias dos ataques coordenados por meios digitais?

A França está em posição favorável para levantar essas(b) questões. O país está prestes a assumir a presidência do Conselho da Europa. Além disso, nos dias seguintes ao jantar, recebeu a vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, e o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, além de outras lideranças globais que participaram do Fórum da Paz, a convite do país.

No jantar acabei conhecendo alguns dos ministros franceses. Dentre eles, a jovem ministra da transformação e reforma do Estado, Amélie de Montchalin, que se sentou ao meu lado. Amélie morou no Brasil na cidade de Campinas e fala português perfeitamente. Seu pai foi executivo de uma fábrica de produtos alimentícios na cidade. No dia do jantar ela havia acabado de lançar a política de software livre da França. Além disso, inclui uma estratégia para atrair programadores para trabalharem no governo francês. Tudo um luxo comparado com as políticas tecnológicas brasileiras no momento.

Vale lembrar que o Brasil já foi líder nessa área e pioneiro em políticas de software livre na administração pública. Hoje está à deriva(c). Aliás, esse foi o tema da minha fala para o presidente Macron. Enfatizei que nosso país é uma espécie de laboratório de tudo que existe de melhor e pior(d) em termos de governança tecnológica. No lado bom, criamos no passado a Parceria Internacional de Governos Abertos (OGP), que foi citada várias vezes na reunião. Criamos também o Marco Civil da Internet, visto como modelo, e também citado. Fizemos iniciativas globais como a NetMundial, ou o próprio Comitê Gestor da Internet. Tudo permanece na memória de líderes globais.

Já sobre as experiências ruins relacionadas à tecnologia não é preciso citar. Vivemos dentro delas e de seus resultados todos os dias no país. Uma lição ficou clara no jantar: liderança importa. Diga-se o que se quiser do presidente francês, ele tem um plano e uma visão clara sobre o papel da França. Essa visão produz frutos. O país vai crescer 7% em 2021. A taxa de desemprego está baixa e decrescendo, com meio milhão de empregos formais criados neste ano. O país está construindo as bases para participar cada vez mais da economia digital e quer dialogar com pensadores do mundo inteiro para isso.

Como dizia um outro francês, Allan Kardec: “Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa está na grandeza do seu efeito.” Para refletirmos.

(Ronaldo Lemos. Folha de S.Paulo, 14/11/21. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/2021/11/brasil-e-laboratorio-do-melhor-e-do-pior-em-governanca-tecnologica.shtml)

Assinale a alternativa em que a palavra indicada exerça, no texto, papel adjetivo.

 

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