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Fragmento do texto “Letramento científico na formação inicial do professor”, de autoria de Wagner Rodrigues Silva, publicado na revista Revista Práticas de Linguagem (v. 6 especial, Escrita discente, 2016)
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A prática pedagógica dos formadores nas licenciaturas influencia o trabalho pedagógico do futuro professor, daí minha insistência na familiarização dos graduandos com as práticas de reflexão sobre/na ação profissional em sala de aula e, inclusive, com a própria prática de pesquisa. Para a instrução docente nessa perspectiva, os estudos do letramento científico tendem a contribuir significativamente.
A escrita acadêmica contribui para a formação crítica profissional do professor. Dentre outras funções desempenhadas pela escrita na universidade, destaco a de instrumento de mediação para articular teorias acadêmicas e práticas pedagógicas.
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Em relação ao título do texto de onde o fragmento acima foi retirado, assinale a alternativa que apresenta uma análise integralmente CORRETA.
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Fragmento do texto “Letramento científico na formação inicial do professor”, de autoria de Wagner Rodrigues Silva, publicado na revista Revista Práticas de Linguagem (v. 6 especial, Escrita discente, 2016)
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A prática pedagógica dos formadores nas licenciaturas influencia o trabalho pedagógico do futuro professor, daí minha insistência na familiarização dos graduandos com as práticas de reflexão sobre/na ação profissional em sala de aula e, inclusive, com a própria prática de pesquisa. Para a instrução docente nessa perspectiva, os estudos do letramento científico tendem a contribuir significativamente.
A escrita acadêmica contribui para a formação crítica profissional do professor. Dentre outras funções desempenhadas pela escrita na universidade, destaco a de instrumento de mediação para articular teorias acadêmicas e práticas pedagógicas.
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Considerando elementos linguísticos do fragmento dado, assinale a alternativa que apresenta uma análise integralmente ADEQUADA.
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Fragmento do texto “Letramento científico na formação inicial do professor”, de autoria de Wagner Rodrigues Silva, publicado na revista Revista Práticas de Linguagem (v. 6 especial, Escrita discente, 2016)
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A prática pedagógica dos formadores nas licenciaturas influencia o trabalho pedagógico do futuro professor, daí minha insistência na familiarização dos graduandos com as práticas de reflexão sobre/na ação profissional em sala de aula e, inclusive, com a própria prática de pesquisa. Para a instrução docente nessa perspectiva, os estudos do letramento científico tendem a contribuir significativamente.
A escrita acadêmica contribui para a formação crítica profissional do professor. Dentre outras funções desempenhadas pela escrita na universidade, destaco a de instrumento de mediação para articular teorias acadêmicas e práticas pedagógicas.
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Assinale a alternativa cuja reescrita prejudica o sentido apresentado no primeiro período do fragmento dado.
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Fragmento do texto “Letramento científico na formação inicial do professor”, de autoria de Wagner Rodrigues Silva, publicado na revista Revista Práticas de Linguagem (v. 6 especial, Escrita discente, 2016)
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A prática pedagógica dos formadores nas licenciaturas influencia o trabalho pedagógico do futuro professor, daí minha insistência na familiarização dos graduandos com as práticas de reflexão sobre/na ação profissional em sala de aula e, inclusive, com a própria prática de pesquisa. Para a instrução docente nessa perspectiva, os estudos do letramento científico tendem a contribuir significativamente.
A escrita acadêmica contribui para a formação crítica profissional do professor. Dentre outras funções desempenhadas pela escrita na universidade, destaco a de instrumento de mediação para articular teorias acadêmicas e práticas pedagógicas.
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Considerando o conteúdo do fragmento do texto acima e seus conhecimentos enciclopédicos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007
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Um outro aspecto, talvez ainda mais importante, da transformação na concepção do objeto a ser ensinado envolve um paulatino processo de desnaturalização (desideologização) da leitura e da escrita, em consequência da renovação contínua da prática pedagógica e dos novos papéis assumidos pelo professor, particularmente, o de aprendiz potencial de uma nova prática social. Isso introduz o estranhamento/distanciamento necessário para perceber a dificuldade da atividade e para evitar solicitações que podem não fazer sentido para o aluno. Por exemplo, nos últimos anos, a receita, o bilhete, o rótulo passaram a frequentar o livro didático e a sala de aula, sendo frequentemente utilizados para alfabetizar. Entretanto, ensinar a um grupo de crianças a ler ou escrever uma receita ou um rótulo sem ter construído um contexto que justifique sua leitura ou escrita, em atividades que poderiam perfeitamente ser feitas com outros textos (não precisamos de um rótulo para procurar o N de Neston, por exemplo) produz o efeito de uma tarefa desnecessária, sem sentido e, portanto, muito mais difícil do que aprender a letra N na cartilha, no contexto de muitas sílabas e palavras com essa letra. Efeito semelhante pode ser produzido quando se solicita ler ou escrever uma receita ou uma instrução quando poderíamos perfeitamente mostrar como fazer o prato ou como montar um brinquedo. A escritura de textos como receitas e instruções pode parecer natural para os grupos altamente letrados, mas não são ações que pertencem à ordem natural das coisas: trata-se de convenções não universais para se registrar uma ação.
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Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK
Em relação aos elementos linguísticos presentes no fragmento de texto dado, assinale a alternativa que apresenta análise integralmente CORRETA.
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Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007
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Um outro aspecto, talvez ainda mais importante, da transformação na concepção do objeto a ser ensinado envolve um paulatino processo de desnaturalização (desideologização) da leitura e da escrita, em consequência da renovação contínua da prática pedagógica e dos novos papéis assumidos pelo professor, particularmente, o de aprendiz potencial de uma nova prática social. Isso introduz o estranhamento/distanciamento necessário para perceber a dificuldade da atividade e para evitar solicitações que podem não fazer sentido para o aluno. Por exemplo, nos últimos anos, a receita, o bilhete, o rótulo passaram a frequentar o livro didático e a sala de aula, sendo frequentemente utilizados para alfabetizar. Entretanto, ensinar a um grupo de crianças a ler ou escrever uma receita ou um rótulo sem ter construído um contexto que justifique sua leitura ou escrita, em atividades que poderiam perfeitamente ser feitas com outros textos (não precisamos de um rótulo para procurar o N de Neston, por exemplo) produz o efeito de uma tarefa desnecessária, sem sentido e, portanto, muito mais difícil do que aprender a letra N na cartilha, no contexto de muitas sílabas e palavras com essa letra. Efeito semelhante pode ser produzido quando se solicita ler ou escrever uma receita ou uma instrução quando poderíamos perfeitamente mostrar como fazer o prato ou como montar um brinquedo. A escritura de textos como receitas e instruções pode parecer natural para os grupos altamente letrados, mas não são ações que pertencem à ordem natural das coisas: trata-se de convenções não universais para se registrar uma ação.
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Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK
A partir do que é dado no fragmento de texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007
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Um outro aspecto, talvez ainda mais importante, da transformação na concepção do objeto a ser ensinado envolve um paulatino processo de desnaturalização (desideologização) da leitura e da escrita, em consequência da renovação contínua da prática pedagógica e dos novos papéis assumidos pelo professor, particularmente, o de aprendiz potencial de uma nova prática social. Isso introduz o estranhamento/distanciamento necessário para perceber a dificuldade da atividade e para evitar solicitações que podem não fazer sentido para o aluno. Por exemplo, nos últimos anos, a receita, o bilhete, o rótulo passaram a frequentar o livro didático e a sala de aula, sendo frequentemente utilizados para alfabetizar. Entretanto, ensinar a um grupo de crianças a ler ou escrever uma receita ou um rótulo sem ter construído um contexto que justifique sua leitura ou escrita, em atividades que poderiam perfeitamente ser feitas com outros textos (não precisamos de um rótulo para procurar o N de Neston, por exemplo) produz o efeito de uma tarefa desnecessária, sem sentido e, portanto, muito mais difícil do que aprender a letra N na cartilha, no contexto de muitas sílabas e palavras com essa letra. Efeito semelhante pode ser produzido quando se solicita ler ou escrever uma receita ou uma instrução quando poderíamos perfeitamente mostrar como fazer o prato ou como montar um brinquedo. A escritura de textos como receitas e instruções pode parecer natural para os grupos altamente letrados, mas não são ações que pertencem à ordem natural das coisas: trata-se de convenções não universais para se registrar uma ação.
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Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK
Considerando o conteúdo do fragmento de texto dado, assinale a alternativa CORRETA.
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Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007
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O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]
Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK
No que tange aos elementos linguísticos do fragmento de texto dado, assinale a alternativa INCORRETA.
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Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007
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O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]
Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK
Segundo o conteúdo do fragmento do texto dado, depreende-se que, nessa perspectiva,
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Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007
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O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]
Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK
O texto de onde foi retirado o fragmento acima argumenta a favor de se considerarem aspectos sociais da língua escrita no processo de alfabetização. Assinale a alternativa que NÃO considera tal perspectiva teórica.
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