Foram encontradas 2.154 questões.
Respondida
A Lei nº 6.662/91 do município de Campinas afirma que o Conselho de Escola será um centro
permanente de debates de articulação entre os vários setores da escola, tendo em vista o atendimento das
necessidades comuns e a solução dos conflitos que possam interferir no funcionamento da escola e dos
problemas administrativos e pedagógicos que esta enfrenta. Aos Conselhos de Escola não compete
deliberar sobre
Respondida
A Lei nº 11.689/03 do município de Campinas dispõe sobre o repasse de recursos financeiros às unidades
educacionais públicas municipais e garante a elas
A
o direito de tutela, sendo que a autonomia é dos órgãos regionais, que em defesa do servidor gestor
deve elaborar o plano de compras, de acordo com a legislação, e encaminhá-los às unidades para sua
execução após a devida aprovação do Conselho de Escola seguido de Parecer da Supervisão Escolar.
B
heretonomia de gestão, ou seja, poder de decidir a partir de ordens emanadas pelos órgãos regionais
e ratificadas pela Supervisão, para a execução de gastos rotineiros destinados à manutenção e
desenvolvimento de ensino. O repasse dos recursos financeiros é efetuado mensalmente de forma
direta às unidades educacionais por meio de depósito em conta corrente específica, aberta em banco
oficial em nome da Unidade Executora, mediante a apresentação de Plano de Aplicação de Recursos,
devidamente aprovado pela supervisão da referida unidade.
C
autonomia de gestão para o ordenamento e execução de gastos rotineiros destinados à manutenção e
desenvolvimento do ensino. Declara que o repasse de recursos financeiros será efetuado
trimestralmente, de forma direta às Unidades Educacionais, através de depósito em conta corrente específica, aberta em banco oficial em nome da Unidade Executora, mediante a apresentação de
Plano de Aplicação de Recursos, devidamente aprovado pelo Conselho de Escola da Unidade
Educacional.
D
autonomia de gestão, estabelecendo que a aplicação dos recursos deve estar voltada para o
pagamento a qualquer título, a servidores da administração pública federal, estadual e municipal;
pagamento de pessoal e encargos sociais; aquisição de medalhas, prêmios, flores, presentes,
uniformes, camisetas e outros itens que constituem benefício individual; despesas de qualquer
espécie que caracterizem auxílio assistencial, individual ou coletivo; e pagamento de transporte,
alimentação e hospedagem de participantes em cursos, congressos e seminários. Toda e qualquer
compra precisa antes de sua execução contar com a aprovação do Conselho de Escola e estar
inserida no projeto pedagógico da unidade educacional.
Respondida
Uma supervisora educacional, em visita de supervisão, foi informada pela direção da unidade que uma
aluna de quatro anos de idade diariamente trazia marcas de maus tratos e dizia que apanhava do pai.
Diante do fato, a profissional dirigiu-se à sala de atividade e na companhia da diretora da escola observou
a criança, dialogou com a professora sobre as observações desta e orientou sobre as medidas a serem
adotadas. De acordo com o ECA, a supervisora educacional deve registrar no Termo de Visita
A
que é dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer
tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor. Diante dos fatos, a direção
da escola deve socorrer a criança, encaminhá-la para a área de saúde e comunicar a família,
informando que encaminhará para o Conselho Tutelar as informações sobre o ocorrido, solicitando a
perda da guarda do menor pelos pais.
B
a comunicação ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências
legais, do caso de suspeita ou confirmação dos maus tratos contra a criança. Diante do exposto, a
direção deve, comunicar o Conselho Tutelar e, tomar medidas como: socorrer a criança, falar com a
mãe e orientar a professora.
C
que todos os membros da sociedade, independente da condição em que nela se insiram, têm o dever
de zelar pela criança, que é um ser incapaz. Esta determinação legal concorda com o complô de
silêncio e tem como finalidade: inibir, evitar, punir os maus tratos a crianças e adolescentes. A
direção deve orientar a professora para registrar a observação no Livro de Ocorrência, para se eximir
de responsabilidade, diariamente, e na presença do responsável, logo na entrada. Essa observação
deve ser objetiva, neutra e descritiva. De outro lado, a escola não deve fazer inferência sobre o que
ocorre na esfera doméstica.
D
um comunicado ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências
legais. Diante do exposto, a direção deve tomar medidas como: socorrer a criança, iniciar uma
averiguação preliminar para apurar a responsabilidade do educador nos maus tratos e, se confirmada
a atitude de violência contra a criança, a penalidade vai da suspensão à exoneração do cargo. A
violência doméstica não é da alçada da escola e, no que ocorre em família, prevalece a lei do
silêncio, só se tornando público por uma denúncia junto às autoridades policiais, sempre em
flagrante delito.
Respondida
Em relação às medidas de proteção à criança e ao adolescente, previstas pelo ECA, assinale a alternativa
correta.
A
É dever primário dos pais e responsáveis garantir o cumprimento dos direitos da criança e do
adolescente. A intervenção estatal na ordem familiar só ocorrerá em caráter supletivo e/ou
complementar. Na falha do mecanismo familiar, não é dever do Estado garantir os direitos
fundamentais de todas as crianças e adolescentes e, sim exigir que a esfera doméstica encontre
alternativas.
B
O menor, de ambos os sexos, abandonado ou delinquente, que tiver menos de 18 anos de idade, será
submetido pela autoridade competente às medidas de assistência e proteção.
C
As crianças carentes eram entregues aos cuidados das Igrejas, por meio de algumas instituições,
entre elas as Santas Casas de Misericórdia. Estas instituições atuavam por meio do sistema da Roda,
com o objetivo de amparar as crianças abandonadas e de recolher donativos. A legislação proibiu
esse sistema e passou a exigir que os bebês fossem entregues diretamente a pessoas destas entidades
e que o anonimato dos pais fosse garantido. O registro da criança é outra obrigatoriedade deste novo
procedimento.
D
As medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os seus direitos,
reconhecidos pelo Estatuto, forem ameaçados ou violados, seja por ação ou omissão da sociedade ou
do Estado, por falta, omissão ou abuso dos pais ou responsáveis ou mesmo em razão de sua própria
conduta.
Respondida
Diante dessa concepção de educação, é incorreto afirmar que a escola
A
tem, diante de si, o desafio de sua própria recriação, pois tudo que a ela se refere constitui-se como
invenção: os rituais escolares são invenções de um determinado contexto sociocultural em
movimento.
B
é o lugar que desenvolve processo de socialização da cultura da vida, no qual se constroem, se
mantêm e se transformam saberes, conhecimentos e valores. A educação é processo e prática que se
concretiza nas relações sociais que transcendem o espaço e o tempo escolares, tendo em vista os
diferentes sujeitos que a demandam.
C
é uma instituição de ensino com a função predominantemente de transmissão de conteúdos e de
formação social individual. O conhecimento humano possui um caráter cumulativo, que deve ser
adquirido pelo indivíduo pela transmissão dos conhecimentos a ser realizada na instituição escolar.
Ao sujeito que está adquirindo conhecimento compete memorizar definições, sínteses e resumos que
lhe são oferecidos no processo de educação formal.
D
é uma organização temporal, que deve ser menos rígida, segmentada e uniforme, a fim de que os
estudantes, indistintamente, possam adequar seus tempos de aprendizagens de modo menos
homogêneo e idealizado.
Respondida
A relevante alteração na Constituição Federal, pela promulgação da Emenda Constitucional no 59/09,
que, entre suas medidas, assegura Educação Básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade,
inclusive a sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. Assegura o
atendimento ao estudante
A
da educação infantil, primeira etapa da Educação básica, mediante programas suplementares de
material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. A oportunidade de acesso,
por si só, é destituída de condições suficientes para inserção no mundo do conhecimento.
B
em todas as etapas da Educação Básica, mediante programas suplementares de material didáticoescolar,
transporte, alimentação e assistência à saúde.
C
da Educação Infantil mediante programas suplementares de alimentação e assistência à saúde e, para
os estudantes do Ensino Fundamental, mediante programas de material didático-escolar, transporte e
alimentação. A oportunidade de acesso, por si só, e destituída de condições suficientes para inserção
no mundo do conhecimento.
D
da Educação Infantil, em particular os das Creches, que engloba as diferentes etapas do
desenvolvimento da criança até 3 anos e 11 meses, mediante programas suplementares de transporte,
alimentação e assistência à saúde. A oportunidade de acesso passa, assim, a ser condição suficiente
para inserção dos bebês e das crianças pequenas no mundo do conhecimento.
Respondida
A indissociabilidade do cuidar e educar vem sendo implementada na educação infantil. As Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica ampliam esse conceito e declara cuidar e educar
A
como o princípio balizar da Educação Infantil. No Ensino Fundamental, Médio e posteriores, o
processo educativo comporta uma atitude parcial, fragmentada, recortada da ação humana, baseada
na racionalidade estratégico-procedimental.
B
como ações destinadas a crianças a partir de zero ano, que devem ser estendidas ao Ensino
Fundamental, Médio e posteriores, iniciando-se na Educação Infantil. Cuidar e educar significa
compreender que o direito à educação parte do princípio da formação da pessoa em sua essência
humana.
C
como o princípio orientador da organização curricular somente da Educação Infantil e dos anos
iniciais do Ensino Fundamental, no sentido de desenvolver o aprendizado de pensar e agir, cuidar de
si, do outro, da escola, da natureza, da água, do Planeta.
D
como princípio da orientação curricular da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino
Fundamental, sem envolver os anos finais do ensino Fundamental. Em cada criança há uma criatura
humana em formação e, nesse sentido, cuidar e educar são, ao mesmo tempo, princípios e atos que
orientam e dão sentido aos processos de ensino, de aprendizagem e de construção da pessoa humana
em suas múltiplas dimensões.
Respondida
Segundo a LDBEN, o acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer
cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra
legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo. O direito
público subjetivo configura-se como um instrumento jurídico de
Respondida
Uma supervisora educacional recebeu um expediente de recurso referente à negação de matrícula numa
instituição de educação infantil no período noturno de uma criança de três anos de idade. Anexado ao
documento, havia uma declaração de horário de trabalho dos pais, que compete ao período das 21h00 às
06h00, em um hospital municipal. Os pais apresentaram como fundamento legal um da Lei n.º 9394/96,
de Diretrizes e Bases da Educação nacional (LDBEN), que prevê que a educação infantil, primeira etapa
da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade,
em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da
comunidade. O parecer da Supervisão Escolar deve conter as considerações de
A
acolher o recurso e solicitar autorização para o funcionamento da instituição educacional no período
noturno. No atual ordenamento jurídico, as creches ocupam um lugar bastante claro e possuem um
caráter assistencial de proteção da infância em complementação àqueles do contexto doméstico. A
Supervisão Educacional deve manifestar-se favorável ao solicitado pela família, pois compete à
Secretaria da Educação orientar, financiar e supervisionar todas as ações que envolvem a política
para a infância.
B
retificar o despacho da diretora da unidade e determinar a matrícula e o decorrente funcionamento do
estabelecimento no período noturno. O atual ordenamento legal garante o atendimento à demanda
familiar no âmbito da secretaria de educação como parte da política de proteção à infância e está de
acordo com a nova inserção da mulher no mercado de trabalho.
C
ratificar a posição da diretora da unidade e negar a matrícula da criança no período noturno. No atual
ordenamento jurídico, as creches ocupam um lugar bastante claro e possuem um caráter institucional
e educacional diverso daquele dos contextos domésticos, dos programas alternativos e da educação
não formal. A solicitação da mãe, que é legítima, deve ser dirigida aos órgãos de assistência e de
proteção social.
D
acolher o recurso, por ser legítimo, mas negar provimento até a manifestação do setor jurídico. Em
seu parecer, deve-se declarar não ser da alçada da Supervisão manifestar-se sobre tema tão
complexo, além de solicitar o encaminhamento e a manifestação do setor jurídico da Secretaria
Municipal.
Respondida
Um novo paradigma do atendimento à infância está sendo construído em sintonia com os movimentos
nacionais e internacionais. Esse processo iniciou-se em 1959 com a Declaração Universal dos Direitos da
Criança e do Adolescente, e no Brasil foi legalizado pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança
e do Adolescente (ECA). A marca desse novo paradigma é que o atendimento da creche para crianças de
zero a três anos é