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Foram encontradas 50 questões.

1323557 Ano: 2014
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Abordagem é o ato de aproximar-se e interpelar uma pessoa a pé, motorizada ou montada, com o intuito de identificar, orientar, advertir, assistir, revistar, prender etc.. Com o intuito de estabelecer NÍVEIS DE ABORDAGEM, para a segurança do agente, assinale a alternativa que apresenta a abordagem correta a ser adotada em cada nível, preenchendo a tabela com a ação correta segundo a NGA (R-003):
enunciado 2139614-1
LEGENDA:
NÍVEL 1: Adotada em situações em que exista a suspeita ou a certeza do cometimento de delito.
NÍVEL 2: Adotada em situações em que haja necessidade de verificação preventiva.
NÍVEL 3: Adotada para situações de assistência, autuação de trânsito, orientação etc..
 

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1314865 Ano: 2014
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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A Lei nº 11.213/2002 regulamenta que fica proibida a queima de lixo, mato ou qualquer outro material orgânico ou inorgânico na zona urbana de Campinas, durante o período compreendido entre os meses de maio e setembro de cada ano. Com base nessa Lei, assinale a alternativa correta.
 

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1304819 Ano: 2014
Disciplina: Direito Penal
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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De acordo com o código penal brasileiro, são considerados crimes contra a vida:
 

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721120 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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O bê-a-bá da polícia na democracia
Paulo Sérgio Pinheiro e Paulo de Mesquita Neto
Dois problemas estão no topo da lista de prioridades na agenda política durante as campanhas eleitorais em todo o mundo: emprego decente e segurança. O terremoto que aconteceu na França, onde um candidato neofascista foi ao segundo turno das eleições presidenciais com uma campanha centrada nas ameaças do desemprego e da insegurança dos cidadãos, mostra que não estamos sozinhos.
Ainda sob o impacto dos ataques terroristas a Nova York e Washington, governantes, candidatos a postos eletivos e lideranças da sociedade civil articulam e defendem com vigor um objetivo principal: derrotarorganizações criminosas e reduzir a violência que atinge de maneira crescente cidadãos de todas as classes sociais. E procuram estabelecer coalizões capazes de ganhar as eleições e levar adiante as políticas e estratégias necessárias para a realização desse objetivo, desejado por todos.
Entretanto, em muitos países, duas questões ainda não foram claramente articuladas. Primeira: o objetivo desejado é apenas prender, processar e julgar os membros de organizações criminosas? Ou é também impedir o surgimento de novas organizações? Segunda: na realização desse objetivo, os fins justificam os meios? Ou os princípios constitucionais e valores fundamentais da democracia e do Estado de Direito que governam a escolha do objetivo determinam também os meios para atingi-lo?
Não há dúvida de que a intensidade da violência e a truculência das organizações criminosas crescem em sociedades em que a democracia e o Estado de Direito são frágeis e nas quais os direitos sociais são ainda desrespeitados.
Mas, ao procurar desbaratar organizações criminosas, prender, processar e julgar seus membros, governos e polícia, frequentemente com apoio de lideranças da sociedade civil, no afã de dar respostas imediatistas a problemas estruturais, podem ficar tentados a fazer uso de meios ilegais e antidemocráticos e a desrespeitar direitos fundamentais da pessoa humana. A revista “Time”, o semanário de maior circulação no mundo, em sua edição de 15 de abril de 2002, diante da captura do chefe de operações da Al Qaeda, perguntava “como nós faremos com que ele fale?”, considerando abertamente a opção da tortura. A utilização de meios ilegais e antidemocráticos, como a tortura e as execuções sumárias, sob a ilusão de facilitar a prisão de um ou outro criminoso, fortalece a ideia de que os fins justificam os meios. A tolerância com a violência arbitrária fragiliza a democracia, debilita o Estado e, o que é pior, não estanca o crescimento da violência nem aumenta a segurança da população.
Há um enorme esforço por parte de governos democráticos, chefes de polícia e lideranças da sociedade civil para reformar as organizações policiais, implantar o policiamento comunitário e proteger os direitos humanos. Mas o relatório global da Human Rights Watch e o anuário da Anistia Internacional em 2002 apontam a persistência de graves problemas de violência e corrupção policial em toda a América Latina.
Maus policiais em vários países continuam a torturar. Execuções sumárias e prisões arbitrárias são instrumentos rotineiros de combate à criminalidade.
E, pior ainda, em todo o mundo, algumas autoridades, candidatos a postos eletivos e lideranças da sociedade civil parecem fazer vista grossa a essas violações de direitos, quando não as encobrem ou as apoiam. Esses candidatos podem até ter sucesso na luta contra um ou outro grupo criminoso e na disputa eleitoral, mas um fracasso rotundo está garantido na luta para impedir o surgimento de novas organizações criminosas e reduzir a violência no país, se continuarem tolerando a violência ilegal.
Nunca é demais lembrar quatro normas fundamentais que devem governar o funcionamento da polícia em democracias consolidadas – aliás, exatamente aquelas que pautam a política do Governo Federal no Brasil em matéria de segurança pública. São elas: a polícia deve dar prioridade máxima à prestação de serviços aos cidadãos, não aos governantes; a polícia deve ser responsabilizada perante a lei em toda e qualquer circunstância; a polícia deve proteger os direitos humanos; a polícia deve ser transparente nas suas atividades.
Essas regras tão singelas devem orientar a polícia em novas democracias, para garantir a segurança dos cidadãos, para garantir segurança as suas famílias. A temporada eleitoral é um momento oportuno para governantes e candidatos, em vez de apelarem para a demagogia, levarem em conta esse bê-a-bá da segurança pública em seus programas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ocorrência ou não de crase, assinale a alternativa correta.
 

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716301 Ano: 2014
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Durante o patrulhamento pela Av. Anchieta, uma equipe se depara com um roubo em andamento na agência do Banco do Brasil, com indivíduos armados e homiziados no interior do banco. Ao cientificar os demais integrantes da Guarda Municipal por meio do CECOM, para apoio e realização do cerco, deverá informar que se trata de uma ocorrência de
 

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684397 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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O bê-a-bá da polícia na democracia
Paulo Sérgio Pinheiro e Paulo de Mesquita Neto
Dois problemas estão no topo da lista de prioridades na agenda política durante as campanhas eleitorais em todo o mundo: emprego decente e segurança. O terremoto que aconteceu na França, onde um candidato neofascista foi ao segundo turno das eleições presidenciais com uma campanha centrada nas ameaças do desemprego e da insegurança dos cidadãos, mostra que não estamos sozinhos.
Ainda sob o impacto dos ataques terroristas a Nova York e Washington, governantes, candidatos a postos eletivos e lideranças da sociedade civil articulam e defendem com vigor um objetivo principal: derrotar organizações criminosas e reduzir a violência que atinge de maneira crescente cidadãos de todas as classes sociais. E procuram estabelecer coalizões capazes de ganhar as eleições e levar adiante as políticas e estratégias necessárias para a realização desse objetivo, desejado por todos.
Entretanto, em muitos países, duas questões ainda não foram claramente articuladas. Primeira: o objetivo desejado é apenas prender, processar e julgar os membros de organizações criminosas? Ou é também impedir o surgimento de novas organizações? Segunda: na realização desse objetivo, os fins justificam os meios? Ou os princípios constitucionais e valores fundamentais da democracia e do Estado de Direito que governam a escolha do objetivo determinam também os meios para atingi-lo?
Não há dúvida de que a intensidade da violência e a truculência das organizações criminosas crescem em sociedades em que a democracia e o Estado de Direito são frágeis e nas quais os direitos sociais são ainda desrespeitados.
Mas, ao procurar desbaratar organizações criminosas, prender, processar e julgar seus membros, governos e polícia, frequentemente com apoio de lideranças da sociedade civil, no afã de dar respostas imediatistas a problemas estruturais, podem ficar tentados a fazer uso de meios ilegais e antidemocráticos e a desrespeitar direitos fundamentais da pessoa humana. A revista “Time”, o semanário de maior circulação no mundo, em sua edição de 15 de abril de 2002, diante da captura do chefe de operações da Al Qaeda, perguntava “como nós faremos com que ele fale?”, considerando abertamente a opção da tortura. A utilização de meios ilegais e antidemocráticos, como a tortura e as execuções sumárias, sob a ilusão de facilitar a prisão de um ou outro criminoso, fortalece a ideia de que os fins justificam os meios. A tolerância com a violência arbitrária fragiliza a democracia, debilita o Estado e, o que é pior, não estanca o crescimento da violência nem aumenta a segurança da população.
Há um enorme esforço por parte de governos democráticos, chefes de polícia e lideranças da sociedade civil para reformar as organizações policiais, implantar o policiamento comunitário e proteger os direitos humanos. Mas o relatório global da Human Rights Watch e o anuário da Anistia Internacional em 2002 apontam a persistência de graves problemas de violência e corrupção policial em toda a América Latina.
Maus policiais em vários países continuam a torturar. Execuções sumárias e prisões arbitrárias são instrumentos rotineiros de combate à criminalidade.
E, pior ainda, em todo o mundo, algumas autoridades, candidatos a postos eletivos e lideranças da sociedade civil parecem fazer vista grossa a essas violações de direitos, quando não as encobrem ou as apoiam. Esses candidatos podem até ter sucesso na luta contra um ou outro grupo criminoso e na disputa eleitoral, mas um fracasso rotundo está garantido na luta para impedir o surgimento de novas organizações criminosas e reduzir a violência no país, se continuarem tolerando a violência ilegal.
Nunca é demais lembrar quatro normas fundamentais que devem governar o funcionamento da polícia em democracias consolidadas – aliás, exatamente aquelas que pautam a política do Governo Federal no Brasil em matéria de segurança pública. São elas: a polícia deve dar prioridade máxima à prestação de serviços aos cidadãos, não aos governantes; a polícia deve ser responsabilizada perante a lei em toda e qualquer circunstância; a polícia deve proteger os direitos humanos; a polícia deve ser transparente nas suas atividades.
Essas regras tão singelas devem orientar a polícia em novas democracias, para garantir a segurança dos cidadãos, para garantir segurança as suas famílias. A temporada eleitoral é um momento oportuno para governantes e candidatos, em vez de apelarem para a demagogia, levarem em conta esse bê-a-bá da segurança pública em seus programas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, analise as palavras abaixo, transcritas do texto, e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, palavras que devam ser acentuadas segundo as mesmas regras de acentuação das palavras abaixo.
Violência/ Países/ Máxima
 

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682661 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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A Lei nº 11.343/2006, também conhecida como Lei de Tóxicos, que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas – Sisnad – e prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas, estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas, define crimes e dá outras providências, dispõe, em seu artigo 28, que o indivíduo que adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido a determinadas penas. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
 

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663938 Ano: 2014
Disciplina: Direito Penal
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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Com relação à Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), assinale a alternativa correta.
 

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662295 Ano: 2014
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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O Capítulo I das Normas Gerais de Ação (NGA R-003) discorre sobre a apresentação individual, postura adequada e comportamento em locais públicos, pois o integrante da Guarda Municipal poderá ser escalado para a execução das mais diversas missões e, em todas elas, estará representando a Instituição. Nesse sentido, é correto afirmar que
 

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659210 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Campinas-SP
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O bê-a-bá da polícia na democracia
Paulo Sérgio Pinheiro e Paulo de Mesquita Neto
Dois problemas estão no topo da lista de prioridades na agenda política durante as campanhas eleitorais em todo o mundo: emprego decente e segurança. O terremoto que aconteceu na França, onde um candidato neofascista foi ao segundo turno das eleições presidenciais com uma campanha centrada nas ameaças do desemprego e da insegurança dos cidadãos, mostra que não estamos sozinhos.
Ainda sob o impacto dos ataques terroristas a Nova York e Washington, governantes, candidatos a postos eletivos e lideranças da sociedade civil articulam e defendem com vigor um objetivo principal: derrotar organizações criminosas e reduzir a violência que atinge de maneira crescente cidadãos de todas as classes sociais. E procuram estabelecer coalizões capazes de ganhar as eleições e levar adiante as políticas e estratégias necessárias para a realização desse objetivo, desejado por todos.
Entretanto, em muitos países, duas questões ainda não foram claramente articuladas. Primeira: o objetivo desejado é apenas prender, processar e julgar os membros de organizações criminosas? Ou é também impedir o surgimento de novas organizações? Segunda: na realização desse objetivo, os fins justificam os meios? Ou os princípios constitucionais e valores fundamentais da democracia e do Estado de Direito que governam a escolha do objetivo determinam também os meios para atingi-lo?
Não há dúvida de que a intensidade da violência e a truculência das organizações criminosas crescem em sociedades em que a democracia e o Estado de Direito são frágeis e nas quais os direitos sociais são ainda desrespeitados.
Mas, ao procurar desbaratar organizações criminosas, prender, processar e julgar seus membros, governos e polícia, frequentemente com apoio de lideranças da sociedade civil, no afã de dar respostas imediatistas a problemas estruturais, podem ficar tentados a fazer uso de meios ilegais e antidemocráticos e a desrespeitar direitos fundamentais da pessoa humana. A revista “Time”, o semanário de maior circulação no mundo, em sua edição de 15 de abril de 2002, diante da captura do chefe de operações da Al Qaeda, perguntava “como nós faremos com que ele fale?”, considerando abertamente a opção da tortura. A utilização de meios ilegais e antidemocráticos, como a tortura e as execuções sumárias, sob a ilusão de facilitar a prisão de um ou outro criminoso, fortalece a ideia de que os fins justificam os meios. A tolerância com a violência arbitrária fragiliza a democracia, debilita o Estado e, o que é pior, não estanca o crescimento da violência nem aumenta a segurança da população.
Há um enorme esforço por parte de governos democráticos, chefes de polícia e lideranças da sociedade civil para reformar as organizações policiais, implantar o policiamento comunitário e proteger os direitos humanos. Mas o relatório global da Human Rights Watch e o anuário da Anistia Internacional em 2002 apontam a persistência de graves problemas de violência e corrupção policial em toda a América Latina.
Maus policiais em vários países continuam a torturar. Execuções sumárias e prisões arbitrárias são instrumentos rotineiros de combate à criminalidade.
E, pior ainda, em todo o mundo, algumas autoridades, candidatos a postos eletivos e lideranças da sociedade civil parecem fazer vista grossa a essas violações de direitos, quando não as encobrem ou as apoiam. Esses candidatos podem até ter sucesso na luta contra um ou outro grupo criminoso e na disputa eleitoral, mas um fracasso rotundo está garantido na luta para impedir o surgimento de novas organizações criminosas e reduzir a violência no país, se continuarem tolerando a violência ilegal.
Nunca é demais lembrar quatro normas fundamentais que devem governar o funcionamento da polícia em democracias consolidadas – aliás, exatamente aquelas que pautam a política do Governo Federal no Brasil em matéria de segurança pública. São elas: a polícia deve dar prioridade máxima à prestação de serviços aos cidadãos, não aos governantes; a polícia deve ser responsabilizada perante a lei em toda e qualquer circunstância; a polícia deve proteger os direitos humanos; a polícia deve ser transparente nas suas atividades.
Essas regras tão singelas devem orientar a polícia em novas democracias, para garantir a segurança dos cidadãos, para garantir segurança as suas famílias. A temporada eleitoral é um momento oportuno para governantes e candidatos, em vez de apelarem para a demagogia, levarem em conta esse bê-a-bá da segurança pública em seus programas.
Analise a frase transcrita do texto e, em seguida, assinale a alternativa em que o verbo destacado esteja no mesmo tempo e modo verbais do verbo destacado na frase abaixo.
“‘como nós faremos com que ele fale?’”
 

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