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Os valentões da internet
Você conhece o tipo: diz a verdade, doa a quem doer, rompe amizades, reforça seus valores, milita sem descanso nos sete dias da semana. Depois, desliga o computador e vai cuidar da vida, porque a coisa não está fácil para ninguém. O valentão das redes sociais raramente é visto na ativa.
O anonimato das redes sociais faz aflorar na mais mansa das criaturas um monstro de olhos tintos de sangue e baba fedorenta. Creem que um perfil falso basta para que se livrem de represálias legais. Na vida real, já rolou até processo contra os goiabas que destilaram comentários racistas pela internet. Não alimente ilusões: qualquer e-mail pode ser rastreado. E qualquer comentário ofensivo pode render processo por calúnia, injúria, difamação e outros deslizes inafiançáveis.
Nem tudo é agressão. O “bem-intencionado ponto com” é outro tipo faceiro que navega nas ondas das nets. Qualquer causa justa conta com ele em tempo integral. Tal qual o raivoso, assim que se afasta do computador, o bonzão sacode as imaginárias asas branquinhas e dá-se por satisfeito com a boa vontade virtual.
Pelo teclado, a pessoa se libera. Bravatas, rosnados, fofuras, a tela do computador aceita tudo. Mas, entre digitar e agir, existe um poço intransponível. No caso dos rosnadores é até bom.
(Mário Viana. https://vejasp.abril.com.br/cidades/cronica-mario-vianavalentoes- do-facebook. Texto publicado em 05.10.2016. Adaptado)
Considere as passagens do texto.
\( \bullet \) Creem que um perfil falso basta para que se livrem de represálias legais.
\( \bullet \) Tal qual o raivoso, assim que se afasta do computador, o bonzão sacode as imaginárias asas branquinhas e dá-se por satisfeito...
Para que essas passagens mantenham, respectivamente, as relações de finalidade e de tempo, as expressões destacadas devem ser substituídas por:
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Os valentões da internet
Você conhece o tipo: diz a verdade, doa a quem doer, rompe amizades, reforça seus valores, milita sem descanso nos sete dias da semana. Depois, desliga o computador e vai cuidar da vida, porque a coisa não está fácil para ninguém. O valentão das redes sociais raramente é visto na ativa.
O anonimato das redes sociais faz aflorar na mais mansa das criaturas um monstro de olhos tintos de sangue e baba fedorenta. Creem que um perfil falso basta para que se livrem de represálias legais. Na vida real, já rolou até processo contra os goiabas que destilaram comentários racistas pela internet. Não alimente ilusões: qualquer e-mail pode ser rastreado. E qualquer comentário ofensivo pode render processo por calúnia, injúria, difamação e outros deslizes inafiançáveis.
Nem tudo é agressão. O “bem-intencionado ponto com” é outro tipo faceiro que navega nas ondas das nets. Qualquer causa justa conta com ele em tempo integral. Tal qual o raivoso, assim que se afasta do computador, o bonzão sacode as imaginárias asas branquinhas e dá-se por satisfeito com a boa vontade virtual.
Pelo teclado, a pessoa se libera. Bravatas, rosnados, fofuras, a tela do computador aceita tudo. Mas, entre digitar e agir, existe um poço intransponível. No caso dos rosnadores é até bom.
(Mário Viana. https://vejasp.abril.com.br/cidades/cronica-mario-vianavalentoes- do-facebook. Texto publicado em 05.10.2016. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta afirmação correta a respeito dos elementos do texto.
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Os valentões da internet
Você conhece o tipo: diz a verdade, doa a quem doer, rompe amizades, reforça seus valores, milita sem descanso nos sete dias da semana. Depois, desliga o computador e vai cuidar da vida, porque a coisa não está fácil para ninguém. O valentão das redes sociais raramente é visto na ativa.
O anonimato das redes sociais faz aflorar na mais mansa das criaturas um monstro de olhos tintos de sangue e baba fedorenta. Creem que um perfil falso basta para que se livrem de represálias legais. Na vida real, já rolou até processo contra os goiabas que destilaram comentários racistas pela internet. Não alimente ilusões: qualquer e-mail pode ser rastreado. E qualquer comentário ofensivo pode render processo por calúnia, injúria, difamação e outros deslizes inafiançáveis.
Nem tudo é agressão. O “bem-intencionado ponto com” é outro tipo faceiro que navega nas ondas das nets. Qualquer causa justa conta com ele em tempo integral. Tal qual o raivoso, assim que se afasta do computador, o bonzão sacode as imaginárias asas branquinhas e dá-se por satisfeito com a boa vontade virtual.
Pelo teclado, a pessoa se libera. Bravatas, rosnados, fofuras, a tela do computador aceita tudo. Mas, entre digitar e agir, existe um poço intransponível. No caso dos rosnadores é até bom.
(Mário Viana. https://vejasp.abril.com.br/cidades/cronica-mario-vianavalentoes- do-facebook. Texto publicado em 05.10.2016. Adaptado)
Considere as frases do texto.
\( \bullet \) Não alimente ilusões: qualquer e-mail pode ser rastreado.
\( \bullet \) O “bem-intencionado ponto com” é outro tipo faceiro que navega nas ondas das nets.
É correto afirmar que nessas frases os dois-pontos e as aspas, respectivamente:
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Os valentões da internet
Você conhece o tipo: diz a verdade, doa a quem doer, rompe amizades, reforça seus valores, milita sem descanso nos sete dias da semana. Depois, desliga o computador e vai cuidar da vida, porque a coisa não está fácil para ninguém. O valentão das redes sociais raramente é visto na ativa.
O anonimato das redes sociais faz aflorar na mais mansa das criaturas um monstro de olhos tintos de sangue e baba fedorenta. Creem que um perfil falso basta para que se livrem de represálias legais. Na vida real, já rolou até processo contra os goiabas que destilaram comentários racistas pela internet. Não alimente ilusões: qualquer e-mail pode ser rastreado. E qualquer comentário ofensivo pode render processo por calúnia, injúria, difamação e outros deslizes inafiançáveis.
Nem tudo é agressão. O “bem-intencionado ponto com” é outro tipo faceiro que navega nas ondas das nets. Qualquer causa justa conta com ele em tempo integral. Tal qual o raivoso, assim que se afasta do computador, o bonzão sacode as imaginárias asas branquinhas e dá-se por satisfeito com a boa vontade virtual.
Pelo teclado, a pessoa se libera. Bravatas, rosnados, fofuras, a tela do computador aceita tudo. Mas, entre digitar e agir, existe um poço intransponível. No caso dos rosnadores é até bom.
(Mário Viana. https://vejasp.abril.com.br/cidades/cronica-mario-vianavalentoes- do-facebook. Texto publicado em 05.10.2016. Adaptado)
Pelas opiniões do autor, conclui-se corretamente que
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Emoções negativas
Nossas emoções, sem dúvida, influenciam nosso bem- -estar – mas pesquisas sugerem que a forma como julgamos e reagimos a essas emoções pode nos afetar ainda mais.
Em estudo, publicado na revista Emotion, os pesquisadores observaram que pessoas que habitualmente julgam sentimentos – como tristeza, medo e raiva – como ruins ou inadequados têm mais sintomas de ansiedade e depressão e se sentem menos satisfeitas com a vida que pessoas que veem suas emoções negativas sob uma luz positiva ou neutra.
Quando percebemos nossas emoções como ruins, acumulamos mais sentimentos ruins sobre os já existentes, o que nos deixa com uma sensação ainda pior, disse Emily Willroth, psicóloga da Universidade de Washington. Em vez de vivenciar um sentimento que passa naturalmente depois de alguns minutos, “você pode ficar horas ruminando isso”, disse ela.
Evitar ou negar sentimentos também pode ser contraproducente. Em um ensaio clínico, os pesquisadores pediram às pessoas que colocassem uma das mãos em um local com água gelada e aceitassem seus sentimentos de dor ou os reprimissem. Aqueles que tentaram suprimir seus sentimentos relataram mais dor e não aguentaram a água gelada por tanto tempo quanto aqueles que aceitaram o desconforto.
Segundo a Dra. Willroth, os sentimentos negativos podem servir a um propósito: “A ansiedade pode ajudá-lo a enfrentar uma ameaça em potencial, a raiva pode ajudá-lo a se defender, e a tristeza pode sinalizar para outras pessoas que você precisa do apoio social delas”.
A experiência também facilita. O bem-estar emocional aumenta com a idade, e a pesquisa constatou que isso advém, em parte, do fato de as pessoas geralmente aceitarem melhor suas emoções à medida que envelhecem.
É importante observar que aceitar as emoções é diferente de aceitar as situações que causam emoções desagradáveis. “Quando falamos sobre aceitar sentimentos, as pessoas costumam ouvir isso como se fosse: ‘Ah, você deveria ser complacente’”, disse Brett Ford, psicóloga da Universidade de Toronto. Mas essa não é a conclusão certa. A aceitação emocional pode facilitar a mudança, pois, se não estamos concentrando nosso tempo e energia em combater nossos sentimentos, temos mais tempo e energia para melhorar nossas vidas e mudar o mundo.
(Melinda Wenner Moyer. The New York Times. Texto publicado em 12.05.2023 pelo O Estado de S. Paulo. Tradução de Lívia Bueloni Gonçalves. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase atende à norma-padrão de concordância verbal e nominal.
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Emoções negativas
Nossas emoções, sem dúvida, influenciam nosso bem- -estar – mas pesquisas sugerem que a forma como julgamos e reagimos a essas emoções pode nos afetar ainda mais.
Em estudo, publicado na revista Emotion, os pesquisadores observaram que pessoas que habitualmente julgam sentimentos – como tristeza, medo e raiva – como ruins ou inadequados têm mais sintomas de ansiedade e depressão e se sentem menos satisfeitas com a vida que pessoas que veem suas emoções negativas sob uma luz positiva ou neutra.
Quando percebemos nossas emoções como ruins, acumulamos mais sentimentos ruins sobre os já existentes, o que nos deixa com uma sensação ainda pior, disse Emily Willroth, psicóloga da Universidade de Washington. Em vez de vivenciar um sentimento que passa naturalmente depois de alguns minutos, “você pode ficar horas ruminando isso”, disse ela.
Evitar ou negar sentimentos também pode ser contraproducente. Em um ensaio clínico, os pesquisadores pediram às pessoas que colocassem uma das mãos em um local com água gelada e aceitassem seus sentimentos de dor ou os reprimissem. Aqueles que tentaram suprimir seus sentimentos relataram mais dor e não aguentaram a água gelada por tanto tempo quanto aqueles que aceitaram o desconforto.
Segundo a Dra. Willroth, os sentimentos negativos podem servir a um propósito: “A ansiedade pode ajudá-lo a enfrentar uma ameaça em potencial, a raiva pode ajudá-lo a se defender, e a tristeza pode sinalizar para outras pessoas que você precisa do apoio social delas”.
A experiência também facilita. O bem-estar emocional aumenta com a idade, e a pesquisa constatou que isso advém, em parte, do fato de as pessoas geralmente aceitarem melhor suas emoções à medida que envelhecem.
É importante observar que aceitar as emoções é diferente de aceitar as situações que causam emoções desagradáveis. “Quando falamos sobre aceitar sentimentos, as pessoas costumam ouvir isso como se fosse: ‘Ah, você deveria ser complacente’”, disse Brett Ford, psicóloga da Universidade de Toronto. Mas essa não é a conclusão certa. A aceitação emocional pode facilitar a mudança, pois, se não estamos concentrando nosso tempo e energia em combater nossos sentimentos, temos mais tempo e energia para melhorar nossas vidas e mudar o mundo.
(Melinda Wenner Moyer. The New York Times. Texto publicado em 12.05.2023 pelo O Estado de S. Paulo. Tradução de Lívia Bueloni Gonçalves. Adaptado)
Reunidos os voluntários, os pesquisadores orientaram a colocar a mão em um recipiente a água estava gelada. Aqueles que aceitaram a dor e que com tranquilidade reagiram positivamente à experiência.
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas desse texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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Emoções negativas
Nossas emoções, sem dúvida, influenciam nosso bem- -estar – mas pesquisas sugerem que a forma como julgamos e reagimos a essas emoções pode nos afetar ainda mais.
Em estudo, publicado na revista Emotion, os pesquisadores observaram que pessoas que habitualmente julgam sentimentos – como tristeza, medo e raiva – como ruins ou inadequados têm mais sintomas de ansiedade e depressão e se sentem menos satisfeitas com a vida que pessoas que veem suas emoções negativas sob uma luz positiva ou neutra.
Quando percebemos nossas emoções como ruins, acumulamos mais sentimentos ruins sobre os já existentes, o que nos deixa com uma sensação ainda pior, disse Emily Willroth, psicóloga da Universidade de Washington. Em vez de vivenciar um sentimento que passa naturalmente depois de alguns minutos, “você pode ficar horas ruminando isso”, disse ela.
Evitar ou negar sentimentos também pode ser contraproducente. Em um ensaio clínico, os pesquisadores pediram às pessoas que colocassem uma das mãos em um local com água gelada e aceitassem seus sentimentos de dor ou os reprimissem. Aqueles que tentaram suprimir seus sentimentos relataram mais dor e não aguentaram a água gelada por tanto tempo quanto aqueles que aceitaram o desconforto.
Segundo a Dra. Willroth, os sentimentos negativos podem servir a um propósito: “A ansiedade pode ajudá-lo a enfrentar uma ameaça em potencial, a raiva pode ajudá-lo a se defender, e a tristeza pode sinalizar para outras pessoas que você precisa do apoio social delas”.
A experiência também facilita. O bem-estar emocional aumenta com a idade, e a pesquisa constatou que isso advém, em parte, do fato de as pessoas geralmente aceitarem melhor suas emoções à medida que envelhecem.
É importante observar que aceitar as emoções é diferente de aceitar as situações que causam emoções desagradáveis. “Quando falamos sobre aceitar sentimentos, as pessoas costumam ouvir isso como se fosse: ‘Ah, você deveria ser complacente’”, disse Brett Ford, psicóloga da Universidade de Toronto. Mas essa não é a conclusão certa. A aceitação emocional pode facilitar a mudança, pois, se não estamos concentrando nosso tempo e energia em combater nossos sentimentos, temos mais tempo e energia para melhorar nossas vidas e mudar o mundo.
(Melinda Wenner Moyer. The New York Times. Texto publicado em 12.05.2023 pelo O Estado de S. Paulo. Tradução de Lívia Bueloni Gonçalves. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase elaborada com base no texto traz o sinal indicativo de crase corretamente empregado.
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Emoções negativas
Nossas emoções, sem dúvida, influenciam nosso bem- -estar – mas pesquisas sugerem que a forma como julgamos e reagimos a essas emoções pode nos afetar ainda mais.
Em estudo, publicado na revista Emotion, os pesquisadores observaram que pessoas que habitualmente julgam sentimentos – como tristeza, medo e raiva – como ruins ou inadequados têm mais sintomas de ansiedade e depressão e se sentem menos satisfeitas com a vida que pessoas que veem suas emoções negativas sob uma luz positiva ou neutra.
Quando percebemos nossas emoções como ruins, acumulamos mais sentimentos ruins sobre os já existentes, o que nos deixa com uma sensação ainda pior, disse Emily Willroth, psicóloga da Universidade de Washington. Em vez de vivenciar um sentimento que passa naturalmente depois de alguns minutos, “você pode ficar horas ruminando isso”, disse ela.
Evitar ou negar sentimentos também pode ser contraproducente. Em um ensaio clínico, os pesquisadores pediram às pessoas que colocassem uma das mãos em um local com água gelada e aceitassem seus sentimentos de dor ou os reprimissem. Aqueles que tentaram suprimir seus sentimentos relataram mais dor e não aguentaram a água gelada por tanto tempo quanto aqueles que aceitaram o desconforto.
Segundo a Dra. Willroth, os sentimentos negativos podem servir a um propósito: “A ansiedade pode ajudá-lo a enfrentar uma ameaça em potencial, a raiva pode ajudá-lo a se defender, e a tristeza pode sinalizar para outras pessoas que você precisa do apoio social delas”.
A experiência também facilita. O bem-estar emocional aumenta com a idade, e a pesquisa constatou que isso advém, em parte, do fato de as pessoas geralmente aceitarem melhor suas emoções à medida que envelhecem.
É importante observar que aceitar as emoções é diferente de aceitar as situações que causam emoções desagradáveis. “Quando falamos sobre aceitar sentimentos, as pessoas costumam ouvir isso como se fosse: ‘Ah, você deveria ser complacente’”, disse Brett Ford, psicóloga da Universidade de Toronto. Mas essa não é a conclusão certa. A aceitação emocional pode facilitar a mudança, pois, se não estamos concentrando nosso tempo e energia em combater nossos sentimentos, temos mais tempo e energia para melhorar nossas vidas e mudar o mundo.
(Melinda Wenner Moyer. The New York Times. Texto publicado em 12.05.2023 pelo O Estado de S. Paulo. Tradução de Lívia Bueloni Gonçalves. Adaptado)
Considere as passagens do texto.
\( \bullet \) ... os pesquisadores observaram que pessoas que habitualmente julgam sentimentos...
\( \bullet \) Evitar ou negar sentimentos também pode ser contraproducente.
\( \bullet \) “A ansiedade pode ajudá-lo a enfrentar uma ameaça em potencial...”
As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente e preservando-se o sentido do texto, por:
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Emoções negativas
Nossas emoções, sem dúvida, influenciam nosso bem- -estar – mas pesquisas sugerem que a forma como julgamos e reagimos a essas emoções pode nos afetar ainda mais.
Em estudo, publicado na revista Emotion, os pesquisadores observaram que pessoas que habitualmente julgam sentimentos – como tristeza, medo e raiva – como ruins ou inadequados têm mais sintomas de ansiedade e depressão e se sentem menos satisfeitas com a vida que pessoas que veem suas emoções negativas sob uma luz positiva ou neutra.
Quando percebemos nossas emoções como ruins, acumulamos mais sentimentos ruins sobre os já existentes, o que nos deixa com uma sensação ainda pior, disse Emily Willroth, psicóloga da Universidade de Washington. Em vez de vivenciar um sentimento que passa naturalmente depois de alguns minutos, “você pode ficar horas ruminando isso”, disse ela.
Evitar ou negar sentimentos também pode ser contraproducente. Em um ensaio clínico, os pesquisadores pediram às pessoas que colocassem uma das mãos em um local com água gelada e aceitassem seus sentimentos de dor ou os reprimissem. Aqueles que tentaram suprimir seus sentimentos relataram mais dor e não aguentaram a água gelada por tanto tempo quanto aqueles que aceitaram o desconforto.
Segundo a Dra. Willroth, os sentimentos negativos podem servir a um propósito: “A ansiedade pode ajudá-lo a enfrentar uma ameaça em potencial, a raiva pode ajudá-lo a se defender, e a tristeza pode sinalizar para outras pessoas que você precisa do apoio social delas”.
A experiência também facilita. O bem-estar emocional aumenta com a idade, e a pesquisa constatou que isso advém, em parte, do fato de as pessoas geralmente aceitarem melhor suas emoções à medida que envelhecem.
É importante observar que aceitar as emoções é diferente de aceitar as situações que causam emoções desagradáveis. “Quando falamos sobre aceitar sentimentos, as pessoas costumam ouvir isso como se fosse: ‘Ah, você deveria ser complacente’”, disse Brett Ford, psicóloga da Universidade de Toronto. Mas essa não é a conclusão certa. A aceitação emocional pode facilitar a mudança, pois, se não estamos concentrando nosso tempo e energia em combater nossos sentimentos, temos mais tempo e energia para melhorar nossas vidas e mudar o mundo.
(Melinda Wenner Moyer. The New York Times. Texto publicado em 12.05.2023 pelo O Estado de S. Paulo. Tradução de Lívia Bueloni Gonçalves. Adaptado)
Pelos comentários dos especialistas, pode-se concluir corretamente que devemos
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Emoções negativas
Nossas emoções, sem dúvida, influenciam nosso bem- -estar – mas pesquisas sugerem que a forma como julgamos e reagimos a essas emoções pode nos afetar ainda mais.
Em estudo, publicado na revista Emotion, os pesquisadores observaram que pessoas que habitualmente julgam sentimentos – como tristeza, medo e raiva – como ruins ou inadequados têm mais sintomas de ansiedade e depressão e se sentem menos satisfeitas com a vida que pessoas que veem suas emoções negativas sob uma luz positiva ou neutra.
Quando percebemos nossas emoções como ruins, acumulamos mais sentimentos ruins sobre os já existentes, o que nos deixa com uma sensação ainda pior, disse Emily Willroth, psicóloga da Universidade de Washington. Em vez de vivenciar um sentimento que passa naturalmente depois de alguns minutos, “você pode ficar horas ruminando isso”, disse ela.
Evitar ou negar sentimentos também pode ser contraproducente. Em um ensaio clínico, os pesquisadores pediram às pessoas que colocassem uma das mãos em um local com água gelada e aceitassem seus sentimentos de dor ou os reprimissem. Aqueles que tentaram suprimir seus sentimentos relataram mais dor e não aguentaram a água gelada por tanto tempo quanto aqueles que aceitaram o desconforto.
Segundo a Dra. Willroth, os sentimentos negativos podem servir a um propósito: “A ansiedade pode ajudá-lo a enfrentar uma ameaça em potencial, a raiva pode ajudá-lo a se defender, e a tristeza pode sinalizar para outras pessoas que você precisa do apoio social delas”.
A experiência também facilita. O bem-estar emocional aumenta com a idade, e a pesquisa constatou que isso advém, em parte, do fato de as pessoas geralmente aceitarem melhor suas emoções à medida que envelhecem.
É importante observar que aceitar as emoções é diferente de aceitar as situações que causam emoções desagradáveis. “Quando falamos sobre aceitar sentimentos, as pessoas costumam ouvir isso como se fosse: ‘Ah, você deveria ser complacente’”, disse Brett Ford, psicóloga da Universidade de Toronto. Mas essa não é a conclusão certa. A aceitação emocional pode facilitar a mudança, pois, se não estamos concentrando nosso tempo e energia em combater nossos sentimentos, temos mais tempo e energia para melhorar nossas vidas e mudar o mundo.
(Melinda Wenner Moyer. The New York Times. Texto publicado em 12.05.2023 pelo O Estado de S. Paulo. Tradução de Lívia Bueloni Gonçalves. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, as pessoas que
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