Foram encontradas 287 questões.
Então, de modo mais claro, digamos, em vez de acontecimental: esse tempo, aquele cuja medida é a dos indivíduos, a da vida cotidiana, a de nossas ilusões, nossas rápidas tomadas de consciência – o tempo do cronista por excelência, o tempo do jornalista. Ora, observemos que tanto crônica quanto jornal fornecem, ao lado dos grandes acontecimentos qualificados como históricos, os medíocres acidentes da vida ordinária: um incêndio, uma catástrofe ferroviária, o preço do trigo, um crime. Cada um de nós compreenderá que existe esse tempo para todas as formas de vida: econômica, social, literária, institucional, religiosa, e até mesmo geográfica.
(Fernand Braudel, “História e Ciências Sociais [...]”. Em: Fernando A. Novais; Rogério F. Silva (orgs.), Nova História em perspectiva, 2011. Adaptado)
No fragmento, ocorre a discussão
Provas
Foi a partir dos anos 1980 que se iniciou de fato um processo de revisão crítica dos procedimentos de instrução dos tombamentos e dos critérios de seleção das cidades- -patrimônio. Assim, ocorreu uma mudança de conceito: a cidade-patrimônio passou a ser concebida como um documento histórico, um objeto cultural vinculado também à História, à Etnografia, à Arqueologia, ao Urbanismo e a outras disciplinas, além da História da Arte e da Arquitetura. Temos então a cidade-documento.
(Danilo C. Pereira, “Cidade, patrimônio e território: as políticas públicas federais de seleção no Brasil do século XXI”. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/cpc/article/download/111342/115892/218491. Adaptado)
Considerando o exposto, está correto afirmar que, em relação ao conceito de “cidade-patrimônio”, o conceito de “cidade-documento”
Provas
Com efeito, algumas das práticas e crenças da chamada História oral “militante” levaram a equívocos que convêm evitar. O primeiro deles consiste em considerar que o relato que resulta da entrevista de História oral já é a própria “História”, levando à ilusão de se chegar à “verdade do povo” graças ao levantamento do testemunho oral. [...]. Essa confusão aparece algumas vezes ainda hoje em trabalhos ditos acadêmicos; por exemplo, em dissertações ou teses que se limitam a apresentar o texto transcrito de uma ou mais entrevistas realizadas, como se esse fosse um resultado legítimo e final da pesquisa.
(V. Alberti, “Fontes orais – Histórias dentro da História”. Em: C.B. Pinsky (org.), Fontes Históricas, 2008)
Partindo do contexto abordado pelo fragmento, está correto afirmar que as fontes orais
Provas
Ao fazer um balanço geral da historiografia nos últimos 40 ou 50 anos, Ciro Flamarion Cardoso identificou com nitidez dois grandes paradigmas: o primeiro, partidário de uma história científica e racional e, portanto, convencido da existência de uma realidade social global a ser historicamente explicada; e o segundo, cético em relação a explicações globalizantes e tendente a enfatizar, em maior ou menor grau, as representações construídas historicamente.
(Ronaldo Vainfas, “Caminhos e descaminhos da História”. Em: Ciro F. Cardoso; Reinaldo Vainfas, Domínios da História, 1997)
Considerando o contexto abordado pelo fragmento, está correto afirmar que os dois paradigmas mencionados são, respectivamente,
Provas
Não estamos longe da definição de Lucien Febvre, um especialista no século XVI, o qual, junto com Marc Bloch, fundou nos idos de 1929 a prestigiosa escola dos Annales, que teria papel fundamental na constituição de um novo modelo de historiografia. Segundo Febvre, a “história era filha de seu tempo”, o que já demonstrava a intenção do grupo de problematizar o próprio “fazer histórico” e sua capacidade de observar.
(Lilia M. Schwarcz, “Apresentação à edição brasileira – Por uma historiografia da reflexão”. Em: Marc Bloch, Apologia da História, 2001)
Considerando o exposto, de acordo com a corrente historiográfica abordada, está correto afirmar que
Provas
Segundo o Decreto nº 21.878/2022, do município de Campinas, o metadado único, atribuído ao documento no ato de sua captura para o sistema informatizado, é o
Provas
De acordo com o Decreto nº 23.619/2024, do município de Campinas,
Provas
De acordo com o Decreto nº 7.845/2012, compete ao Núcleo de Segurança e Credenciamento
Provas
De acordo com a Lei nº 8.159, de 8 de janeiro de 1991, que dispõe sobre a Política Nacional de Arquivos, é correto afirmar que
Provas
De acordo com o Decreto nº 21.878/2022, que regulamenta a técnica e os requisitos para digitalização de documentos, no âmbito do Poder Executivo do Município de Campinas, é correto afirmar que
Provas
Caderno Container