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Sobre os regimes ditatoriais no Brasil, analise as afirmações e escolha a alternativa correta.
I- O Estado Novo foi o período do governo Vargas, de 1937 a 1945, marcado pelo autoritarismo, censura, nacionalismo e falta de democracia. Após o golpe, Vargas fechou o Congresso Nacional e impôs uma nova Constituição (apelidada de “polaca”) com várias características antidemocráticas.
II- A Ditadura Militar Brasileira foi o regime instaurado em 1 de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart.
III- A Ditadura Militar, a partir de 1974 iniciou um processo de “abertura lenta e gradual” que pretendia restaurar as liberdades políticas da democracia representativa. Em 1979, foi decretada uma anistia aos presos políticos e aos exilados, permitindo ainda a formação de novos partidos políticos. Em 1978, intensas greves ocorreram na região do ABC paulista, o que contribuiu muito para o enfraquecimento do regime e para que ocorressem eleições diretas em 1984, quando foi eleito o Presidente Tancredo Neves.
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“O mesmo sentimento moveu, na mesma época, Inácio Álvares Pinto de Almeida, a tomar a iniciativa de uma exposição de máquinas que despertasse a gente do Rio de Janeiro para a importância de substituir-se o braço escravo e a própria energia do animal, pela máquina, ‘em benefício da Indústria Nacional’. É o que ele próprio, pelo Diário do Rio de Janeiro, em 15 de setembro de 1821, disse ‘desejando ardentemente que a Indústria Nacional deste Reino Unido se anime mais ... abrio com permissão de S.M. huma subscripção anual com cujo producto se vão comprando machinas ou modelos, que expostos ao público, possam ser vistas francamente, copiadas e empregadas em benefício da Industria Nacional, deste Reino Unido, em que infelizmente os braços dos escravos são quasi as únicas machinas que se empregão, compradas a tanto custo e tão precárias, como pouco conformes aos princípios da humanidade christã...’ Entre as maquinas a serem expostas anunciava ‘huma machina para joeirar grão sem dependência de que o tempo seja bom’ e ‘huma machina que ao mesmo tempo rala a Mandioca, espreme e peneira a massa...’” (FREYRE, Gilberto. SOBRADOS E MUCAMBOS. 9ª edição. Rio de Janeiro: Record, 1996, p.539).
Sobre a História da industrialização no Brasil, é incorreto afirmar:
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“O modo de produção feudal que surgiu na Europa Ocidental foi caracterizado por uma unidade complexa. Suas definições tradicionais muitas vezes o interpretam parcialmente, e tornou-se difícil fazer algum relatório sobre a dinâmica do desenvolvimento feudal. Foi um modo de produção regido pela terra e por uma economia natural, na qual nem o trabalho nem o produto do trabalho eram bens.” (ANDERSON, Perry. PASSAGENS DA ANTIGUIDADE AO FEUDALISMO. 5ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1995, p. 143).
Sobre o feudalismo, assinale a alternativa incorreta.
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Sobre o Cristianismo, em Roma, julgue as afirmações e escolha a alternativas:
I- No ano de 313, o Imperador Constantino, se converteu ao Cristianismo, e com o Edito de Milão, concedeu liberdade de culto aos cristãos.
II- No início a expansão do Cristianismo desagradava as autoridades romanas, pois os cristãos recusavam-se a servir o exército, adorar o imperador e os deuses romanos, sendo acusados de trair o Estado e desrespeitar tradições, os cristãos tiveram seus cultos proibidos e foram perseguidos pelo governo romano.
III- No século IV d.C., no ano de 380, com o Édito da Tessalônica do Imperador Teodósio, o Cristianismo se torna a religião oficial do Império Romano. A religião fundada por Jesus acabou se tornando um instrumento de unidade do Império.
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“A partir dos anos 60 e 70, surgiram novas questões para pensar sobre o período contemporâneo dentro de uma outra perspectiva historiográfica. Destacamos, brevemente, algumas variáveis: a História Social, a História das Mentalidades, a História do Tempo Presente e a Nova História Política.’’ (NAPOLITANO, Marcos. Pensando a estranha História sem fim. In: KARNAL, L. (org.). HISTÓRIA NA SALA DE AULA. CONCEITOS, PRÁTICAS E PROPOSTAS. 6ª edição. São Paulo: Contexto, 2012, p.166).
Em 1994 publicou “A Era dos Extremos” onde o historiador analisa o período compreendido entre 1914, início da Primeira Guerra, e 1991, ano da queda da União Soviética e o fim dos regimes socialistas do Leste Europeu. O livro tornou-se uma das obras mais lidas sobre a história recente da humanidade, foi traduzido em mais de 40 idiomas e recebeu muitos prêmios internacionais. Esse historiador inglês pensou a história moderna e contemporânea numa perspectiva marxista.
Quem foi o autor de “A Era dos Extremos: O breve século XX”?
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“Quando visitamos um museu, temos, em geral, contato com a exposição. Esta é constituída por objetos do acervo museológico dispostos de maneira a constituir um discurso. Esses objetos do acervo foram sendo colecionados ao longo do tempo, seguindo critérios não necessariamente técnicos; também os critérios para selecionar o que deveria ser conservado, restaurado e pesquisado, nem sempre é ou foi cientifico.” (ALMEIDA, A.M.; VASCONCELLOS, C. de M. Porque visitar Museus. In: BITTENCOURT, Circe (org.). O SABER HISTÓRICO NA SALA DE AULA. 12ª edição. São Paulo: Contexto, 2012, p. 105).
O museu abriga um espaço destinado a contar a história da ocupação territorial do Pantanal e sua economia; nele, o visitante encontra obras de artistas plásticos, como Boggiani e Levi Strauss, que se inspiraram na cultura dos índios pantaneiros. Além dos conteúdos ligados à arqueologia, etnologia, história e antropologia social, o museu se propõe a cumprir diversas outras funções junto à comunidade, com objetivo de envolvê-la nas questões de preservação e valorização cultural.
O prédio que abriga o Museu, construído em 1876, se destaca pela sua arquitetura e estrutura. O piso e a escada de ferro com desenhos exóticos vieram da Inglaterra. Funcionou como um dos principais armazéns do Porto Geral e foi sede da 14ª agência do Banco do Brasil, instalada em Corumbá em 1916. Quem o visita, conhece de perto a história do homem que habitava a região pantaneira há oito mil anos, até a chegada do colonizador, e é composto por diversas peças arqueológicas.
O texto trata do:
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Acrescenta ainda Jecupé que o nheengatu (ou nhencatu) perdurou como língua oficial brasileira até o século XIX, sendo que a língua portuguesa era falada apenas pela corte. Dom João VI, então, emitiu um decreto proibindo que o nheengatu fosse falado, de forma que Portugal não perdesse a hegemonia política e cultural. Assim, o português foi se impondo nesses últimos duzentos anos e acabou se tornando a língua oficial do país.” (HOFFMAN, Angela Ariadne. O Mundo além da “Terra a vista”: o lado de cá do Atlântico é outra História. In: BERGAMASCHI, M.A; DALLA ZEN, M.I.H.; XAVIER, M.L.M. de F (orgs). POVOS INDÍGENAS & EDUCAÇÃO. 2ª edição. Porto Alegre: Mediação, 2012, pp. 130-131).
Quanto à História dos povos indígenas brasileiros, assinale a alternativa incorreta:
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“Os quilombos, também conhecidos como mocambos, eram comunidades formadas por escravos fugidos. Nessas comunidades, os escravos refaziam suas vidas à margem do cativeiro. Lá, construíam famílias, estabeleciam laços de amizade, plantavam, criavam animais e chegavam a comercializar com os povos indígenas que habitavam as redondezas, ou então, com os vilarejos próximos.” (SANTOS, Ynaê Lopes dos. HISTÓRIA DA ÁFRICA E DO BRASIL AFRODESCENDENTE. 1ª edição. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 224).
Sobre os quilombos, avalie as afirmações e escolha a alternativa correta.
I- Dentre os diversos quilombos construídos, o mais conhecido foi Palmares. A fama de Palmares está ligada ao fato dele ter sido o maior e mais duradouro quilombo da história das Américas.
II- A região de Minas Gerais, que possuía a maior concentração de escravos no Brasil do século XVIII, foi também palco da formação de muitos quilombos.
III- Os quilombos se formaram em todas as regiões brasileiras, exceto em São Paulo, onde o controle dos cativos pelos bandeirantes era muito rigoroso.
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Leia o texto.
A Lei nº 14.164/2021, instituiu a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher, a ser realizada anualmente, com os seguintes objetivos:
1- Contribuir para o conhecimento das disposições da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha).
2- Impulsionar a reflexão crítica entre estudantes, profissionais da educação e comunidade escolar sobre a prevenção e o combate à violência contra a mulher.
3- Integrar a comunidade escolar no desenvolvimento de estratégias para o enfrentamento das diversas formas de violência, notadamente contra a mulher.
4- Abordar os mecanismos de assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar, seus instrumentos protetivos e os meios para o registro de denúncias.
5- Capacitar educadores e conscientizar a comunidade sobre violência nas relações afetivas.
6- Promover a igualdade entre homens e mulheres, de modo a prevenir e a coibir a violência contra a mulher.
7- Promover a produção e a distribuição de materiais educativos relativos ao combate da violência contra a mulher nas instituições de ensino.
8- Alterar o art. 8º, Lei nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Qual(is) item(ns) não é(são) objetivo(s) da Lei nº 14.164/2021?
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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental de 9 anos
Tendo como diretriz a Lei nº 13.415/2017, que instituiu a Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral, marque a alternativa incorreta.
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