Foram encontradas 40 questões.
De acordo com a Lei n.º 717/2012, que dispõe sobre o Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado do Município de
Campo Magro, a função social da propriedade deverá atender a princípios do ordenamento territorial. Assinale a
alternativa que corresponda a um desses princípios.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3227922
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Magro-PR
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Magro-PR
Provas:
O Decreto Estadual n.º 5.063/2001 altera o zoneamento ecológico econômico da Área de Proteção Ambiental
denominada de APA Estadual do Passaúna. Assinale a alternativa que apresenta corretamente os instrumentos
previstos nesse decreto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3227921
Ano: 2024
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Magro-PR
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: UFPR
Orgão: Pref. Campo Magro-PR
Provas:
Considerando a legislação do Estado do Paraná, termo de referência é o documento que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sabe-se que cem robôs constroem uma certa estrutura em 14 dias. Sendo assim, quantos robôs idênticos aos citados
e sob as mesmas condições são necessários para se construir a mesma estrutura em 35 dias?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere um número inteiro X, seu antecessor e seu sucessor. A multiplicação desses três números é igual a –1 mais
o cubo de X. É correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um funcionário, ao receber seu contracheque, percebe que há 3 descontos em seu salário: um sexto de seu salário é
usado para pagar seu plano de previdência, outro um sexto de seu salário é usado para pagar impostos, e um quinto
do seu salário é usado para pagar uma dívida. Depois de subtrair esses descontos de seu salário, ele observou que
ainda dispunha de R$ 1.470,00. Qual o salário desse funcionário?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um avicultor possui galinhas e patos em sua propriedade, sendo a quantidade de patos 60% menor que a de galinhas.
Sabe-se que, por dia, cada galinha come 100 gramas de ração, e cada pato, 250 gramas de ração. Em um certo dia, o
avicultor dispunha de 85 kg de ração e ficou preocupado, pois sabia que faltariam 15 kg de ração para alimentar as
galinhas e os patos nas quantidades citadas. Quantas galinhas e patos o avicultor possui, respectivamente?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um proprietário possui um terreno de, precisamente, 300√3 m2, com a forma de um trapézio isósceles em que a base
maior é o dobro da base menor, que é, por sua vez, exatamente igual a 20 m. Qual o perímetro desse terreno?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
O destino de ser mãe
A concepção e o valor da maternidade foram se transformando ao longo da história — e a ciência teve um papel fundamental
nessas construções. “Não dá para falar em termos lineares e, ao longo do tempo, vemos muitas facetas de maternidade”, pontua a
pesquisadora da UFPR [Marlene Tamanini]. Até a Idade Média, a maternidade era desvalorizada e as mulheres não tinham um papel
de destaque na criação dos filhos. Entre os motivos que contribuíam para essa visão estavam a ênfase no poder paterno, a
fragilidade física das crianças e a alta taxa de mortalidade infantil.
Durante o Renascimento (dos séculos 15 ao 17), a atenção materna às crianças começou a aparecer como valor essencial,
especialmente nas classes mais abastadas. A ampliação dessas responsabilidades levou a uma crescente valorização do ideal
mulher-mãe, ainda que isso não ultrapassasse o ambiente doméstico e não significasse a redução da autoridade paterna. No
Ocidente, a mulher passou a ser vista como “predestinada” a ter filhos, principalmente a partir do século 18. Segundo a filósofa
francesa Elisabeth Badinter, uma das mais importantes pesquisadoras da área, dois discursos diferentes confluíram para modificar
a atitude da mulher em relação aos filhos: um econômico, que se apoiava em estudos demográficos demonstrando a importância
do crescimento populacional para o país; e o liberalismo, que favorecia ideias de liberdade, igualdade e felicidade individual.
Para completar, um terceiro discurso, sustentado pelo desenvolvimento da biomedicina, reforçava a ideia de que era função
da mulher se ocupar dos filhos. “O útero como definidor exclusivo das mulheres vira quase um fetiche dos discursos médicos. Ela
passa a ser definida como um ser que se completa e se organiza no papel de mãe”, destaca Tamanini. “A maternidade entra como
a solução para a vida das mulheres. Quem faz esse discurso agora é o médico, e essa construção moderna passa a ser necessária
para organizar a ordem da sociedade.” [...]
Com o surgimento dos métodos contraceptivos e o avanço do movimento feminista nos anos 1960, a mulher contemporânea
pode escolher não ter filhos. Entretanto, a maternidade segue um marcador social relevante. “Parece ser uma escolha individual,
mas nem sempre é, porque existem muitas estruturas por trás dessa decisão. Existe uma cobrança, uma expectativa de que se não
formos mães, não seremos mulheres de verdade. Às vezes ela é tão forte que faz muitas mulheres serem mães sem nem saberem
por quê”, destaca a socióloga Thaís de Souza Lapa, professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e
coordenadora do laboratório de Sociologia do Trabalho na mesma universidade. Na avaliação dela, embora atualmente consigam
ocupar locais não permitidos no passado, como em cargos de chefia ou cursando ensino superior, muitas mulheres ainda são vistas
como “estrangeiras” nesses espaços — e a maternidade é um dos poucos lugares onde isso não acontece.
Revista Galileu, ed. 384, mar. 2024.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto a seguir é referência para a questão.
O destino de ser mãe
A concepção e o valor da maternidade foram se transformando ao longo da história — e a ciência teve um papel fundamental
nessas construções. “Não dá para falar em termos lineares e, ao longo do tempo, vemos muitas facetas de maternidade”, pontua a
pesquisadora da UFPR [Marlene Tamanini]. Até a Idade Média, a maternidade era desvalorizada e as mulheres não tinham um papel
de destaque na criação dos filhos. Entre os motivos que contribuíam para essa visão estavam a ênfase no poder paterno, a
fragilidade física das crianças e a alta taxa de mortalidade infantil.
Durante o Renascimento (dos séculos 15 ao 17), a atenção materna às crianças começou a aparecer como valor essencial,
especialmente nas classes mais abastadas. A ampliação dessas responsabilidades levou a uma crescente valorização do ideal
mulher-mãe, ainda que isso não ultrapassasse o ambiente doméstico e não significasse a redução da autoridade paterna. No
Ocidente, a mulher passou a ser vista como “predestinada” a ter filhos, principalmente a partir do século 18. Segundo a filósofa
francesa Elisabeth Badinter, uma das mais importantes pesquisadoras da área, dois discursos diferentes confluíram para modificar
a atitude da mulher em relação aos filhos: um econômico, que se apoiava em estudos demográficos demonstrando a importância
do crescimento populacional para o país; e o liberalismo, que favorecia ideias de liberdade, igualdade e felicidade individual.
Para completar, um terceiro discurso, sustentado pelo desenvolvimento da biomedicina, reforçava a ideia de que era função
da mulher se ocupar dos filhos. “O útero como definidor exclusivo das mulheres vira quase um fetiche dos discursos médicos. Ela
passa a ser definida como um ser que se completa e se organiza no papel de mãe”, destaca Tamanini. “A maternidade entra como
a solução para a vida das mulheres. Quem faz esse discurso agora é o médico, e essa construção moderna passa a ser necessária
para organizar a ordem da sociedade.” [...]
Com o surgimento dos métodos contraceptivos e o avanço do movimento feminista nos anos 1960, a mulher contemporânea
pode escolher não ter filhos. Entretanto, a maternidade segue um marcador social relevante. “Parece ser uma escolha individual,
mas nem sempre é, porque existem muitas estruturas por trás dessa decisão. Existe uma cobrança, uma expectativa de que se não
formos mães, não seremos mulheres de verdade. Às vezes ela é tão forte que faz muitas mulheres serem mães sem nem saberem
por quê”, destaca a socióloga Thaís de Souza Lapa, professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e
coordenadora do laboratório de Sociologia do Trabalho na mesma universidade. Na avaliação dela, embora atualmente consigam
ocupar locais não permitidos no passado, como em cargos de chefia ou cursando ensino superior, muitas mulheres ainda são vistas
como “estrangeiras” nesses espaços — e a maternidade é um dos poucos lugares onde isso não acontece.
Revista Galileu, ed. 384, mar. 2024.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container