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O texto a seguir foi extraído da obra O Abolicionismo, escrita pelo diplomata Joaquim Nabuco à época da escravidão no Brasil. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.
“No princípio da nossa colonização, Portugal descarregava no nosso território os seus criminosos, as suas mulheres erradas, as suas fezes sociais todas, no meio das quais excepcionalmente vinham emigrantes de outra posição. No século XVI ou XVII o espírito de emigração não estava bastante desenvolvido em Portugal para mover o povo, como desde o fim do século passado até hoje, a procurar na América portuguesa o bem-estar e a fortuna que não achava na Península. Os poucos portugueses que se arriscavam a atravessar o oceano à vela e a ir estabelecer-se nos terrenos incultos do Brasil, representavam a minoria dos espíritos aventureiros, absolutamente destemidos, indiferentes aos piores transes na luta da vida, minoria que em Portugal, hoje mesmo, não é grande e não podia sê-lo, há dois ou três séculos. Apesar de se haver estendido pelo mundo todo o domínio português à América do Sul, à África ocidental, austral e oriental, à Índia e até à China, Portugal não tinha corpo, nem forças, para possuir mais do que nominalmente esse imenso império. Por isso, o território do Brasil foi distribuído entre donatários sem meios, nem capitais, nem recursos de ordem alguma, para colonizar as suas capitanias, isto é, de fato entregue aos jesuítas. A população européia era insignificante para ocupar essas ilimitadas expansões de terra, cuja fecundidade a tentava. Estando a África nas mãos de Portugal, começou então o povoamento da América por negros; lançou-se, por assim dizer, uma ponte entre a África e o Brasil, pela qual passaram milhões de africanos, e estendeu-se o hábitat da raça negra das margens do Congo e do Zambeze às do São Francisco e do Paraíba do Sul. A africanização do Brasil pela escravidão é uma nódoa que a mãe-pátria imprimiu na sua própria face, na sua língua, e na única obra nacional verdadeiramente duradoura que conseguiu fundar. Se Portugal tivesse tido no século XVI a intuição de que a escravidão é sempre um erro, e força bastante para puni-la como crime, o Brasil não se teria tornado no que vemos; seria ainda talvez uma colônia portuguesa, mas estaria crescendo sadio, forte e viril como o Canadá e a Austrália”
(Trecho com adaptações).
A certa altura do texto, o autor emprega o adjetivo “européia”. Tendo-se em consideração as normas do Novo Acordo Ortográfico, a grafia dessa palavra, como aparece no texto, estaria:
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O texto a seguir foi extraído da obra O Abolicionismo, escrita pelo diplomata Joaquim Nabuco à época da escravidão no Brasil. Leia-o atentamente para responder as próximas questões.
“No princípio da nossa colonização, Portugal descarregava no nosso território os seus criminosos, as suas mulheres erradas, as suas fezes sociais todas, no meio das quais excepcionalmente vinham emigrantes de outra posição. No século XVI ou XVII o espírito de emigração não estava bastante desenvolvido em Portugal para mover o povo, como desde o fim do século passado até hoje, a procurar na América portuguesa o bem-estar e a fortuna que não achava na Península. Os poucos portugueses que se arriscavam a atravessar o oceano à vela e a ir estabelecer-se nos terrenos incultos do Brasil, representavam a minoria dos espíritos aventureiros, absolutamente destemidos, indiferentes aos piores transes na luta da vida, minoria que em Portugal, hoje mesmo, não é grande e não podia sê-lo, há dois ou três séculos. Apesar de se haver estendido pelo mundo todo o domínio português à América do Sul, à África ocidental, austral e oriental, à Índia e até à China, Portugal não tinha corpo, nem forças, para possuir mais do que nominalmente esse imenso império. Por isso, o território do Brasil foi distribuído entre donatários sem meios, nem capitais, nem recursos de ordem alguma, para colonizar as suas capitanias, isto é, de fato entregue aos jesuítas. A população européia era insignificante para ocupar essas ilimitadas expansões de terra, cuja fecundidade a tentava. Estando a África nas mãos de Portugal, começou então o povoamento da América por negros; lançou-se, por assim dizer, uma ponte entre a África e o Brasil, pela qual passaram milhões de africanos, e estendeu-se o hábitat da raça negra das margens do Congo e do Zambeze às do São Francisco e do Paraíba do Sul. A africanização do Brasil pela escravidão é uma nódoa que a mãe-pátria imprimiu na sua própria face, na sua língua, e na única obra nacional verdadeiramente duradoura que conseguiu fundar. Se Portugal tivesse tido no século XVI a intuição de que a escravidão é sempre um erro, e força bastante para puni-la como crime, o Brasil não se teria tornado no que vemos; seria ainda talvez uma colônia portuguesa, mas estaria crescendo sadio, forte e viril como o Canadá e a Austrália”
(Trecho com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, assinale a alternativa correta.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
A respeito da publicidade dos atos municipais, conforme a Lei Orgânica, assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
Assinale, abaixo, alternativa que indica um dos símbolos do Município de Campo Mourão, conforme a Lei Orgânica.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
No que diz respeito ao vencimento e à remuneração do servidor público, assinale a alternativa CORRETA, conforme a Lei nº 1085/97, que trata do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Campo Mourão.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
Nos termos da Lei nº 1085/97, que trata do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Campo Mourão, reintegração é:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
Conforme o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Campo Mourão, NÃO constitui requisito básico para o ingresso no serviço público:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
- Responsabilidade Civil do EstadoResponsabilidade Civil Objetiva
- Responsabilidade Civil do EstadoResponsabilidade Civil Subjetiva
______________ trata da reparação de danos causados a terceiros em decorrência das atividades ou omissões do Estado, como por exemplo, acidentes de trânsito provocados por um veículo oficial, ou por conta de buracos em vias públicas.
O termo que completa corretamente a lacuna acima é:
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Leia com atenção o texto abaixo:
“Esta lei complementar brasileira que tem como principal objetivo impor o controle dos gastos da União, estados, Distrito Federal e municípios, condicionando-os à sua capacidade de arrecadação de tributos”.
O texto descreve a:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Campo Mourão-PR
- Lei 8.429/1992: LIADisposições Gerais (art. 1º ao 8ºA)
- Lei 8.429/1992: LIAAtos de Improbidade (art. 9º ao 11)
Chamamos de _______________________ qualquer ato ilegal ou contrário aos princípios básicos da Administração Pública, cometido por um agente público. O termo que preenche corretamente a lacuna acima é:
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