Foram encontradas 40 questões.
Analise esse texto verbo-visual.
(DAHMER, André. Disponível em https://diplomatique.org.br/novas-tirinhas-de-andre-dahmer-transformam-algoritmo-empersonagem-intrometido/. Acesso em 16/03/2024.)
Assinale a afirmativa INCORRETA.
(DAHMER, André. Disponível em https://diplomatique.org.br/novas-tirinhas-de-andre-dahmer-transformam-algoritmo-empersonagem-intrometido/. Acesso em 16/03/2024.)
Assinale a afirmativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Emergência neurológica
Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional
Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de
vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença"
apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.
O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial,
3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes
vasculares cerebrais (AVC).
Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes
consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.
O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como
complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não
mais cadiovascular.
O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses
acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as
patologias neurológicas.
Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da
população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como
Alzheimer, Parkinson e AVCs.
A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de
2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22
milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo
desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.
Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem
diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e
como se torna doravante imperioso aprofundar.
( editoriais@grupofolha.com.br . 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.)
( ) Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de vida dos pacientes. O termo em destaque colabora para a coesão do texto, já que referencia um termo anterior.
( ) Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios. Esse trecho exemplifica o registro formal da linguagem.
( ) O vocábulo envelhecimento é um substantivo comum, formado pelo processo de derivação imprópria.
( ) O trecho A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo desejável para lidar com o envelhecimento progressivo é um exemplo de um período composto por subordinação.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Emergência neurológica
Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional
Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de
vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença"
apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.
O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial,
3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes
vasculares cerebrais (AVC).
Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes
consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.
O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como
complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não
mais cadiovascular.
O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses
acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as
patologias neurológicas.
Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da
população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como
Alzheimer, Parkinson e AVCs.
A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de
2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22
milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo
desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.
Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem
diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e
como se torna doravante imperioso aprofundar.
( editoriais@grupofolha.com.br . 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.)
I. O texto é um editorial de jornal, e, como tal, apresenta um ponto de vista sobre um tema de interesse público.
II. O número de idosos dependentes do Sistema Único de Saúde é muito grande ao se comparar com a média mundial.
III. Ao elaborar esse texto, a editoria do jornal se baseou no relatório de um estudo sobre as enfermidades neurológicas no mundo todo.
IV. O gênero editorial é produzido na esfera jornalística e dialoga com outros gêneros presentes nessa esfera.
Estão corretas as afirmativas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Emergência neurológica
Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional
Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de
vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença"
apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.
O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial,
3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes
vasculares cerebrais (AVC).
Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes
consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.
O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como
complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não
mais cadiovascular.
O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses
acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as
patologias neurológicas.
Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da
população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como
Alzheimer, Parkinson e AVCs.
A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de
2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22
milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo
desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.
Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem
diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e
como se torna doravante imperioso aprofundar.
( editoriais@grupofolha.com.br . 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Emergência neurológica
Governos devem focar nessas doenças, ligadas ao envelhecimento populacional
Da perspectiva da saúde individual, efeitos importam mais que causas. São eles a diminuir a qualidade de
vida dos pacientes, e foi ajustando esse foco que nova análise do relatório "Fardo Global da Doença"
apontou as enfermidades neurológicas como problema central do presente.
O estudo publicado no periódico The Lancet Neurology revela que, em 2021, 43% da população mundial,
3,4 bilhões de pessoas, enfrentaram doenças do sistema nervoso, como demências, cefaleias ou acidentes
vasculares cerebrais (AVC).
Essas patologias cresceram mais de 50% desde a década de 1990 e ultrapassaram as cardiovasculares, antes
consideradas mais prevalentes. Tal mudança decorre de vários fatores, até metodológicos.
O escopo de distúrbios neurológicos do relatório avançou de 15 para 37, incluindo síndromes como
complicações da Covid-19. Além disso, o AVC passou a ser classificado como problema neurológico, e não
mais cadiovascular.
O AVC não deixou de ter como origem a obstrução de vaso sanguíneo no cérebro. Os efeitos desses
acidentes num órgão vital, como paralisias, é que pesaram mais que a etiologia para classificá-los entre as
patologias neurológicas.
Há, porém, fenômeno subjacente mais significativo que alterações de critérios: o envelhecimento da
população. Com mais idosos, aumenta a prevalência de moléstias características dessa faixa etária, como
Alzheimer, Parkinson e AVCs.
A tendência é global e se manifesta também em países de renda média, como o Brasil. Entre os censos de
2010 e 2022, a parcela de habitantes com 65 anos ou mais no país passou de 14 milhões (7,4%) para 22
milhões (10,9%) — o aumento absoluto foi de 57,4%.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) avalia que a região das Américas não conta com o preparo
desejável para lidar com o envelhecimento progressivo.
Nada menos que 75% dos brasileiros idosos dependem exclusivamente do SUS. Desde 2018, o serviço tem
diretrizes para essa fase da vida, com foco em tratamento, prevenção e qualidade de vida — como deve ser e
como se torna doravante imperioso aprofundar.
( editoriais@grupofolha.com.br . 17.03.2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/03/emergencianeurologica.shtml. Acesso em 06 de abril de 2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar
onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter
mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos
de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei
poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos
pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia
mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e
feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de
chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês
trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode
construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a
dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."
(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar
onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter
mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos
de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei
poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos
pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia
mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e
feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de
chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês
trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode
construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a
dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."
(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
( ) saco vazio (linha 9) é uma expressão que compõe o sujeito da oração.
( ) A repetição do pronome onde nesse texto é um recurso coesivo que pretende reforçar uma ideia.
( ) Os vários usos do vocábulo como nesse texto denota comparação.
( ) A narrativa foi escrita na 3ª pessoa do discurso.
( ) Os vocábulos procurando e buscando (linha 1) têm uma relação de sinonímia.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar
onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter
mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos
de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei
poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos
pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia
mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e
feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de
chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês
trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode
construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a
dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."
(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar
onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter
mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos
de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei
poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos
pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia
mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e
feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de
chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês
trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode
construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a
dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."
(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar
onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter
mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos
de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei
poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos
pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia
mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e
feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de
chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês
trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode
construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a
dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."
(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container