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Foram encontradas 40 questões.

2522945 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Candeias-BA
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) impactaram os currículos de geografia em quase todo o Território Nacional, reorganizando as finalidades da educação escolar na Sociedade Brasileira contemporânea, nos objetivos da aprendizagem, nos currículos e nas estratégias de trabalho. Os objetivos gerais nos PCN de geografia propõem como objetivos gerais do ensino fundamental uma série de competências.
Sobre as conferências propostas como objetivos, de acordo com os PCN, para o ensino de Geografia no Fundamental II (8º e 9º ano), analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Compreender a espacialidade e temporalidade dos fenômenos geográficos estudados em suas dinâmicas e interações.
( ) Compreender as múltiplas interações entre sociedade e natureza nos conceitos de território, lugar e região, explicitando que, de sua interação, resulta a identidade das paisagens e lugares.
( ) Conhecer as paisagens do mundo contemporâneo, e suas diferenciações, a partir do conceito de “modo de vida” desenvolvido por Paul Vidal de La Blache para a geografia francesa no século XX.
( ) Fazer leituras de imagens, de dados e de documentos de diferentes fontes de informação, de modo a interpretar, analisar e relacionar informações sobre o espaço geográfico e as diferentes paisagens.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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O Plano Nacional de Educação (PNE) foi aprovado através da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014.
Sobre as diretrizes do PNE, analise as opções abaixo e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Valorização da experiência extraescolar.
( ) Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
( ) Promoção dos princípios do respeito aos direitos humanos, à diversidade e à sustentabilidade socioambiental.
( ) Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da cidadania e na erradicação de todas as formas de discriminação.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, é dever do professor, bem como do dirigente da unidade de ensino fundamental, pré-escola ou creche, comunicar à autoridade competente sob pena de ter que pagar multa de três a vinte salários de referência, aplicando-se o dobro em caso de reincidência.
A alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto acima é
 

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Rogério está elaborando uma apresentação no Microsoft PowerPoint, versão 2007, configuração padrão, para ser apresentada aos funcionários da Secretaria Acadêmica da escola em que trabalha. Quando Rogério clicar no ícone abaixo
Enunciado 2841735-1
 

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Leia o texto 1 para responder a questão abaixo.
Texto 1
As tarefas da educação
Rubem Alves
colunista da Folha de S.Paulo
Resumindo: são duas, apenas duas, as tarefas da educação. Como acho que as explicações conceituais são difíceis de aprender e fáceis de esquecer, eu caminho sempre pelo caminho dos poetas, que é o caminho das imagens. Uma boa imagem é inesquecível. Assim, em vez explicar o que disse, vou mostrar o que disse por meio de uma imagem.
O corpo carrega duas caixas. Na mão direita, mão da destreza e do trabalho, ele leva uma caixa de ferramentas. E na mão esquerda, mão do coração, ele leva uma caixa de brinquedos. Ferramentas são melhorias do corpo. Os animais não precisam de ferramentas porque seus corpos já são ferramentas. Eles lhes dão tudo aquilo de que necessitam para sobreviver.
Como são desajeitados os seres humanos quando comparados com os animais! Veja, por exemplo, os macacos. Sem nenhum treinamento especial eles tirariam medalhas de ouro na ginástica olímpica. E os saltos das pulgas e dos gafanhotos!
Já prestou atenção na velocidade das formigas? Mais velozes a pé, proporcionalmente, que os bólidos de F-1! O voo dos urubus, os buracos dos tatus, as teias das aranhas, as conchas dos moluscos, a língua saltadora dos sapos, o veneno das taturanas, os dentes dos castores.
Nossa inteligência se desenvolveu para compensar nossa incompetência corporal. Inventou melhorias para o corpo: porretes, pilões, facas, flechas, redes, barcos, jegues, bicicletas, casas... Disse Marshall MacLuhan corretamente que todos os "meios" são extensões do corpo. É isso que são as ferramentas, meios para viver. Ferramentas aumentam a nossa força, nos dão poder. Sem ser dotado de força de corpo, pela inteligência o homem se transformou no mais forte de todos os animais, o mais terrível, o maior criador, o mais destruidor. O homem tem poder para transformar o mundo num paraíso ou num deserto.
A primeira tarefa de cada geração, dos pais, é passar aos filhos, como herança, a caixa de ferramentas. Para que eles não tenham de começar da estaca zero. Para que eles não precisem pensar soluções que já existem. Muitas ferramentas são objetos: sapatos, escovas, facas, canetas, óculos, carros, computadores. Os pais apresentam tais ferramentas aos seus filhos e lhes ensinam como devem ser usadas. Com o passar do tempo, muitas ferramentas, muitos objetos e muitos de seus usos se tornam obsoletos. Quando isso acontece, eles são retirados da caixa. São esquecidos por não terem mais uso. As meninas não têm de aprender a torrar café numa panela de ferro, e os meninos não têm de aprender a usar arco-e-flecha para encontrar o café da manhã. Somente os velhos ainda sabem apontar os lápis com um canivete...
Outras ferramentas são puras habilidades. Andar, falar, construir. Uma habilidade extraordinária que usamos o tempo todo, mas de que não temos consciência, é a capacidade de construir, na cabeça, as realidades virtuais chamadas mapas. Para nos entendermos na nossa casa, temos de ter mapas dos seus cômodos e mapas dos lugares onde as coisas estão guardadas. Fazemos mapas da casa. Fazemos mapas da cidade, do mundo, do universo. Sem mapas, seríamos seres perdidos, sem direção. A ciência é, ao mesmo tempo, uma enorme caixa de ferramentas e, mais importante que suas ferramentas, um saber de como se fazem as ferramentas. O uso das ferramentas científicas que já existem pode ser ensinado. Mas a arte de construir ferramentas novas, para isso há de saber pensar. A arte de pensar é a ponte para o desconhecido. Assim, tão importante quanto a aprendizagem do uso das ferramentas existentes — coisa que se pode aprender mecanicamente — é a arte de construir ferramentas novas. Na caixa das ferramentas, ao lado das ferramentas existentes, mas num compartimento separado, está a arte de pensar.
(Fico a pensar: o que as escolas ensinam? Elas ensinam as ferramentas existentes ou a arte de pensar, chave para as ferramentas inexistentes? O problema: os processos de avaliação sabem como testar o conhecimento das ferramentas. Mas que procedimentos adotar para avaliar a arte de pensar?)
Assim, diante da caixa de ferramentas, o professor tem de se perguntar: "Isso que estou ensinando é ferramenta para quê? De que forma pode ser usado? Em que aumenta a competência dos meus alunos para cada um viver a sua vida?". Se não houver resposta, pode estar certo de uma coisa: ferramenta não é.
Mas há uma outra caixa, na mão esquerda, a mão do coração. Essa caixa está cheia de coisas que não servem para nada. Inúteis. Lá estão um livro de poemas da Cecília Meireles, a "Valsinha" de Chico Buarque, um cheiro de jasmim, um quadro de Monet, um vento no rosto, uma sonata de Mozart, o riso de uma criança, um saco de bolas de gude... Coisas inúteis. E, no entanto, elas nos fazem sorrir. E não é para isso que se educa? Para que nossos filhos saibam sorrir? Na próxima vez, a gente abre a caixa dos brinquedos...
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u855.shtml>. Acesso em: 10 mar. 2016. (Adaptado)
O corpo carrega duas caixas. Na mão direita, mão da destreza e do trabalho, ele leva uma caixa de ferramentas.
No trecho em destaque, o autor utilizou como estratégia para a construção de seu enunciado a figura de linguagem
 

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2520463 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Candeias-BA
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem é, contemporaneamente, profundamente ligada à questão da leitura. Mais do que avaliar se o aluno fixou algumas informações, é fundamental que se avalie qual o resultado da leitura dos textos propostos.
Note-se que o mundo, hoje, requer leituras imagéticas e leituras de pequenos fragmentos textuais. Sendo assim, a escola não pode se furtar de disponibilizar nem avaliar esse tipo de leitura.
Imaginemos a seguinte situação pedagógica:
O professor de Geografia disponibiliza, para os alunos, esses 2 textos:
Enunciado 2817424-1
Em seguida, o professor pede que os alunos, após a leitura dos textos, escreva uma frase que abarque uma interpretação dos dois textos. O objetivo é escolher, a partir das interpretações, um tema para ser o conteúdo das próximas aulas de Geografia.
A alternativa que apresenta a melhor relação entre a interpretação leitora do aluno e a escolha do conteúdo a ser trabalhado nas aulas de Geografia é
 

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2520127 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Candeias-BA
[...] A escola é um lugar privilegiado para a produção de sentidos na articulação entre o mundo herdado – seus objetos, saberes, regras, instituições, etc. – e as novas possibilidades que se apresentam pelo próprio movimento do mundo.
A transposição didática é o que garante que os conceitos instituídos – por exemplo, na ciência – adentrem o espaço escolar e, no diálogo com os outros saberes, contribuam para a compreensão do mundo.
No entanto, é necessário que estejamos em permanente estado de “vigilância epistemológica” a fim de garantir: que os conceitos selecionados para compor a educação escolar tenham, de fato, uma contribuição para a compreensão do mundo e que, portanto, não sejam apenas legitimadores de discursos específicos das diversas áreas do conhecimento; que sejamos capazes de selecionar, na avalanche de informações do mundo atual, as ideias que podem contribuir melhor para a formação dos indivíduos, isto é, aquelas que se mostram mais sustentáveis para a compreensão do mundo...
A contribuição da geografia na educação escolar dependerá de mecanismos adequados de transposição didática que permitam que conceitos e métodos desta ciência adentrem o ambiente escolar; de uma vigilância epistemológica rigorosa sobre o conhecimento transposto; e da capacidade dos professores e alunos de se apropriar desse conhecimento para – no diálogo com os outros saberes – compreender o mundo e, através dessa compreensão, agir nele para renová-lo.
FARIA, Marcelo. Em busca de uma epistemologia de Geografia Escolar: a transposição didática. Tese de Doutorado,
Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia, 2012.
Após leitura do texto, no que diz respeito aos mecanismos de transposição didática, é correto afirmar que
 

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“Antes de analisarmos os condutores e pedestres, vamos lembrar que eles são primeiramente, cidadãos. E o que ocorre com o cidadão Como ele se comporta no trânsito? Ele conhece e obedece as leis de trânsito?”
Sobre a regência das palavras em destaque no trecho acima, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O verbo “obedece” apresenta erro de regência verbal.
( ) O verbo “comporta” apresenta erro de regência verbal.
( ) Os verbos destacados estão regendo corretamente seu termo.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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2517191 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNCEFET-BA
Orgão: Pref. Candeias-BA
Sobre a didática recomendada pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o ensino de Geografia no Fundamental II, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A observação e a descrição são os pontos de partida básicos para o início da leitura da paisagem e construção de sua explicação.
( ) A abordagem dos conteúdos através da leitura de paisagens permite que os alunos conheçam o processo de construção do espaço geográfico.
( ) As aulas descritivas de paisagem atingem o objetivo de dar ao estudante a capacidade de realizar levantamentos das características visíveis na paisagem e fazer sua documentação.
( ) A vantagem de abordar os conteúdos a partir da descrição dos lugares é que esgota a análise do seu objeto, explicando os fatores que os constitui, como se organizaram, permitindo a construção do espaço geográfico do geral para o particular.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
 

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Leia o texto 1 para responder a questão abaixo.
Texto 1
As tarefas da educação
Rubem Alves
colunista da Folha de S.Paulo
Resumindo: são duas, apenas duas, as tarefas da educação. Como acho que as explicações conceituais são difíceis de aprender e fáceis de esquecer, eu caminho sempre pelo caminho dos poetas, que é o caminho das imagens. Uma boa imagem é inesquecível. Assim, em vez explicar o que disse, vou mostrar o que disse por meio de uma imagem.
O corpo carrega duas caixas. Na mão direita, mão da destreza e do trabalho, ele leva uma caixa de ferramentas. E na mão esquerda, mão do coração, ele leva uma caixa de brinquedos. Ferramentas são melhorias do corpo. Os animais não precisam de ferramentas porque seus corpos já são ferramentas. Eles lhes dão tudo aquilo de que necessitam para sobreviver.
Como são desajeitados os seres humanos quando comparados com os animais! Veja, por exemplo, os macacos. Sem nenhum treinamento especial eles tirariam medalhas de ouro na ginástica olímpica. E os saltos das pulgas e dos gafanhotos!
Já prestou atenção na velocidade das formigas? Mais velozes a pé, proporcionalmente, que os bólidos de F-1! O voo dos urubus, os buracos dos tatus, as teias das aranhas, as conchas dos moluscos, a língua saltadora dos sapos, o veneno das taturanas, os dentes dos castores.
Nossa inteligência se desenvolveu para compensar nossa incompetência corporal. Inventou melhorias para o corpo: porretes, pilões, facas, flechas, redes, barcos, jegues, bicicletas, casas... Disse Marshall MacLuhan corretamente que todos os "meios" são extensões do corpo. É isso que são as ferramentas, meios para viver. Ferramentas aumentam a nossa força, nos dão poder. Sem ser dotado de força de corpo, pela inteligência o homem se transformou no mais forte de todos os animais, o mais terrível, o maior criador, o mais destruidor. O homem tem poder para transformar o mundo num paraíso ou num deserto.
A primeira tarefa de cada geração, dos pais, é passar aos filhos, como herança, a caixa de ferramentas. Para que eles não tenham de começar da estaca zero. Para que eles não precisem pensar soluções que já existem. Muitas ferramentas são objetos: sapatos, escovas, facas, canetas, óculos, carros, computadores. Os pais apresentam tais ferramentas aos seus filhos e lhes ensinam como devem ser usadas. Com o passar do tempo, muitas ferramentas, muitos objetos e muitos de seus usos se tornam obsoletos. Quando isso acontece, eles são retirados da caixa. São esquecidos por não terem mais uso. As meninas não têm de aprender a torrar café numa panela de ferro, e os meninos não têm de aprender a usar arco-e-flecha para encontrar o café da manhã. Somente os velhos ainda sabem apontar os lápis com um canivete...
Outras ferramentas são puras habilidades. Andar, falar, construir. Uma habilidade extraordinária que usamos o tempo todo, mas de que não temos consciência, é a capacidade de construir, na cabeça, as realidades virtuais chamadas mapas. Para nos entendermos na nossa casa, temos de ter mapas dos seus cômodos e mapas dos lugares onde as coisas estão guardadas. Fazemos mapas da casa. Fazemos mapas da cidade, do mundo, do universo. Sem mapas, seríamos seres perdidos, sem direção. A ciência é, ao mesmo tempo, uma enorme caixa de ferramentas e, mais importante que suas ferramentas, um saber de como se fazem as ferramentas. O uso das ferramentas científicas que já existem pode ser ensinado. Mas a arte de construir ferramentas novas, para isso há de saber pensar. A arte de pensar é a ponte para o desconhecido. Assim, tão importante quanto a aprendizagem do uso das ferramentas existentes — coisa que se pode aprender mecanicamente — é a arte de construir ferramentas novas. Na caixa das ferramentas, ao lado das ferramentas existentes, mas num compartimento separado, está a arte de pensar.
(Fico a pensar: o que as escolas ensinam? Elas ensinam as ferramentas existentes ou a arte de pensar, chave para as ferramentas inexistentes? O problema: os processos de avaliação sabem como testar o conhecimento das ferramentas. Mas que procedimentos adotar para avaliar a arte de pensar?)
Assim, diante da caixa de ferramentas, o professor tem de se perguntar: "Isso que estou ensinando é ferramenta para quê? De que forma pode ser usado? Em que aumenta a competência dos meus alunos para cada um viver a sua vida?". Se não houver resposta, pode estar certo de uma coisa: ferramenta não é.
Mas há uma outra caixa, na mão esquerda, a mão do coração. Essa caixa está cheia de coisas que não servem para nada. Inúteis. Lá estão um livro de poemas da Cecília Meireles, a "Valsinha" de Chico Buarque, um cheiro de jasmim, um quadro de Monet, um vento no rosto, uma sonata de Mozart, o riso de uma criança, um saco de bolas de gude... Coisas inúteis. E, no entanto, elas nos fazem sorrir. E não é para isso que se educa? Para que nossos filhos saibam sorrir? Na próxima vez, a gente abre a caixa dos brinquedos...
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u855.shtml>. Acesso em: 10 mar. 2016. (Adaptado)
“A arte do pensar é a ponte para o desconhecido”.
A palavra ponte constitui um exemplo de:
 

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