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Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
Nos termos da Lei Municipal nº 63/2003, que dispõe sobre o sistema tributário do Município de Candelária, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
Conforme previsões da Lei Municipal nº 410/2009, que dispõe sobre os quadros de cargos e funções públicas do Município de Candelária, assinale a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
Considerando as disposições da Lei Orgânica do Município de Candelária, assinale a alternativa INCORRETA.
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Como lidar com a fadiga de notícias ruins?
Por Stéphanie Habrich
A sensação de esgotamento por conta do noticiário negativo e dos efeitos em nosso psicológico é global. Em 2020, a agência governamental do Reino Unido, Ofcom, realizou uma pesquisa e descobriu que quase um terço dos entrevistados estava evitando consumir conteúdos negativos relacionados pandemia.
Esse comportamento, batizado de “fadiga de notícias”, ou “fuga de notícias”, anda preocupando autoridades ao redor do mundo. Ao se distanciar do noticiário, o cidadão deixa de consumir informações relevantes, o que é crucial em períodos como os que vivemos agora.
O que poderia ser feito para trazer de volta aqueles que se afastaram das notícias? Iniciativas estão tentando resolver esse problema. Alguns profissionais de mídia têm apostado em um tipo de jornalismo que mostra as mazelas do mundo ao mesmo tempo em que aponta caminhos para melhorá-los no chamado “jornalismo de soluções”. A abordagem traz esperança para o leitor ou telespectador, o deixa menos amedrontado e mostra que existem caminhos para superar os problemas.
Sempre ouvimos dizer que as novas gerações são o futuro da humanidade. Por isso, uma das coisas mais cruéis que um adulto pode fazer é tirar as esperanças de um jovem. É como se estivéssemos dando um tiro em nosso próprio futuro. Estamos dizendo para eles que nem vale pena ir atrás, mesmo se for para melhorar algo em pequena escala e, assim, matamos as boas iniciativas que podem surgir.
No Joca, jornal para crianças e jovens fundado ... dez anos, foi levada essa questão do negativismo desenfreado muito a sério e, por isso, frequentemente há investimentos no jornalismo de soluções. Sabemos que é importante mostrar aos leitores que, por mais nebulosa que seja a situação, sempre há um caminho – ou algo que possa ser feito. Esse tipo de abordagem faz com que os jovens mantenham o seu otimismo vivo e tenham disposição para lutar por um mundo melhor.
É o que está sendo visto, atualmente, com o projeto Mi Casa, Tu Casa. Nessa iniciativa, que é uma parceria do Joca com o ACNUR (agência de refugiados da Organização das Nações Unidas) e a organização Hands On Human Rights, os leitores do jornal são incentivados a ajudar crianças e adolescentes venezuelanos que estão nos abrigos para refugiados e migrantes de Roraima. Para participar do projeto, os jovens podem doar livros, ajudar na arrecadação de dinheiro para a construção das bibliotecas e trocar cartas com os moradores dos locais de acolhimento.
Para mobilizar os jovens a participarem da campanha, foram publicadas no Joca várias matérias que explicavam a situação dos refugiados venezuelanos, tanto no Brasil como no exterior. Como citam as boas práticas de jornalismo de soluções, não se deixou de falar sobre as dificuldades que essas pessoas estavam enfrentando. Porém, ao invés de se restringir a isso, também foi apresentado um ponto positivo, no caso, o projeto Mi Casa, Tu Casa, que levará cultura e diversão para o dia dia daqueles refugiados.
Os leitores acompanharam as matérias sobre os venezuelanos e se empenharam ativamente para doar livros e verbas para a campanha. A história do Mi Casa nos mostra que é possível praticar um jornalismo que não canse e desanime, mas que informe e encoraje os cidadãos a buscar soluções para os nossos problemas. Precisamos acreditar que nem tudo está perdido e que há solução para a tal da fadiga (ou fuga) de notícias.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/blog/stephanie-habrich/fadiga-noticias-ruins/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 05, a forma verbal “anda”, considerando sua transitividade, poderia ser classificada como:
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Como lidar com a fadiga de notícias ruins?
Por Stéphanie Habrich
A sensação de esgotamento por conta do noticiário negativo e dos efeitos em nosso psicológico é global. Em 2020, a agência governamental do Reino Unido, Ofcom, realizou uma pesquisa e descobriu que quase um terço dos entrevistados estava evitando consumir conteúdos negativos relacionados pandemia.
Esse comportamento, batizado de “fadiga de notícias”, ou “fuga de notícias”, anda preocupando autoridades ao redor do mundo. Ao se distanciar do noticiário, o cidadão deixa de consumir informações relevantes, o que é crucial em períodos como os que vivemos agora.
O que poderia ser feito para trazer de volta aqueles que se afastaram das notícias? Iniciativas estão tentando resolver esse problema. Alguns profissionais de mídia têm apostado em um tipo de jornalismo que mostra as mazelas do mundo ao mesmo tempo em que aponta caminhos para melhorá-los no chamado “jornalismo de soluções”. A abordagem traz esperança para o leitor ou telespectador, o deixa menos amedrontado e mostra que existem caminhos para superar os problemas.
Sempre ouvimos dizer que as novas gerações são o futuro da humanidade. Por isso, uma das coisas mais cruéis que um adulto pode fazer é tirar as esperanças de um jovem. É como se estivéssemos dando um tiro em nosso próprio futuro. Estamos dizendo para eles que nem vale pena ir atrás, mesmo se for para melhorar algo em pequena escala e, assim, matamos as boas iniciativas que podem surgir.
No Joca, jornal para crianças e jovens fundado ... dez anos, foi levada essa questão do negativismo desenfreado muito a sério e, por isso, frequentemente há investimentos no jornalismo de soluções. Sabemos que é importante mostrar aos leitores que, por mais nebulosa que seja a situação, sempre há um caminho – ou algo que possa ser feito. Esse tipo de abordagem faz com que os jovens mantenham o seu otimismo vivo e tenham disposição para lutar por um mundo melhor.
É o que está sendo visto, atualmente, com o projeto Mi Casa, Tu Casa. Nessa iniciativa, que é uma parceria do Joca com o ACNUR (agência de refugiados da Organização das Nações Unidas) e a organização Hands On Human Rights, os leitores do jornal são incentivados a ajudar crianças e adolescentes venezuelanos que estão nos abrigos para refugiados e migrantes de Roraima. Para participar do projeto, os jovens podem doar livros, ajudar na arrecadação de dinheiro para a construção das bibliotecas e trocar cartas com os moradores dos locais de acolhimento.
Para mobilizar os jovens a participarem da campanha, foram publicadas no Joca várias matérias que explicavam a situação dos refugiados venezuelanos, tanto no Brasil como no exterior. Como citam as boas práticas de jornalismo de soluções, não se deixou de falar sobre as dificuldades que essas pessoas estavam enfrentando. Porém, ao invés de se restringir a isso, também foi apresentado um ponto positivo, no caso, o projeto Mi Casa, Tu Casa, que levará cultura e diversão para o dia dia daqueles refugiados.
Os leitores acompanharam as matérias sobre os venezuelanos e se empenharam ativamente para doar livros e verbas para a campanha. A história do Mi Casa nos mostra que é possível praticar um jornalismo que não canse e desanime, mas que informe e encoraje os cidadãos a buscar soluções para os nossos problemas. Precisamos acreditar que nem tudo está perdido e que há solução para a tal da fadiga (ou fuga) de notícias.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/blog/stephanie-habrich/fadiga-noticias-ruins/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 04, 17 e 37.
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Como lidar com a fadiga de notícias ruins?
Por Stéphanie Habrich
A sensação de esgotamento por conta do noticiário negativo e dos efeitos em nosso psicológico é global. Em 2020, a agência governamental do Reino Unido, Ofcom, realizou uma pesquisa e descobriu que quase um terço dos entrevistados estava evitando consumir conteúdos negativos relacionados pandemia.
Esse comportamento, batizado de “fadiga de notícias”, ou “fuga de notícias”, anda preocupando autoridades ao redor do mundo. Ao se distanciar do noticiário, o cidadão deixa de consumir informações relevantes, o que é crucial em períodos como os que vivemos agora.
O que poderia ser feito para trazer de volta aqueles que se afastaram das notícias? Iniciativas estão tentando resolver esse problema. Alguns profissionais de mídia têm apostado em um tipo de jornalismo que mostra as mazelas do mundo ao mesmo tempo em que aponta caminhos para melhorá-los no chamado “jornalismo de soluções”. A abordagem traz esperança para o leitor ou telespectador, o deixa menos amedrontado e mostra que existem caminhos para superar os problemas.
Sempre ouvimos dizer que as novas gerações são o futuro da humanidade. Por isso, uma das coisas mais cruéis que um adulto pode fazer é tirar as esperanças de um jovem. É como se estivéssemos dando um tiro em nosso próprio futuro. Estamos dizendo para eles que nem vale pena ir atrás, mesmo se for para melhorar algo em pequena escala e, assim, matamos as boas iniciativas que podem surgir.
No Joca, jornal para crianças e jovens fundado ... dez anos, foi levada essa questão do negativismo desenfreado muito a sério e, por isso, frequentemente há investimentos no jornalismo de soluções. Sabemos que é importante mostrar aos leitores que, por mais nebulosa que seja a situação, sempre há um caminho – ou algo que possa ser feito. Esse tipo de abordagem faz com que os jovens mantenham o seu otimismo vivo e tenham disposição para lutar por um mundo melhor.
É o que está sendo visto, atualmente, com o projeto Mi Casa, Tu Casa. Nessa iniciativa, que é uma parceria do Joca com o ACNUR (agência de refugiados da Organização das Nações Unidas) e a organização Hands On Human Rights, os leitores do jornal são incentivados a ajudar crianças e adolescentes venezuelanos que estão nos abrigos para refugiados e migrantes de Roraima. Para participar do projeto, os jovens podem doar livros, ajudar na arrecadação de dinheiro para a construção das bibliotecas e trocar cartas com os moradores dos locais de acolhimento.
Para mobilizar os jovens a participarem da campanha, foram publicadas no Joca várias matérias que explicavam a situação dos refugiados venezuelanos, tanto no Brasil como no exterior. Como citam as boas práticas de jornalismo de soluções, não se deixou de falar sobre as dificuldades que essas pessoas estavam enfrentando. Porém, ao invés de se restringir a isso, também foi apresentado um ponto positivo, no caso, o projeto Mi Casa, Tu Casa, que levará cultura e diversão para o dia dia daqueles refugiados.
Os leitores acompanharam as matérias sobre os venezuelanos e se empenharam ativamente para doar livros e verbas para a campanha. A história do Mi Casa nos mostra que é possível praticar um jornalismo que não canse e desanime, mas que informe e encoraje os cidadãos a buscar soluções para os nossos problemas. Precisamos acreditar que nem tudo está perdido e que há solução para a tal da fadiga (ou fuga) de notícias.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/blog/stephanie-habrich/fadiga-noticias-ruins/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir sobre a lacuna pontilhada na linha 19:
I. A lacuna poderia ser preenchida por “a”, formando um adjunto adverbial de tempo.
II. Poder-se-ia preencher a lacuna por “há”, formando um adjunto adverbial que indica tempo transcorrido.
III. O pontilhado poderia ser preenchido tanto por “há” quanto por “haviam”, tendo em vista que a concordância com expressões de tempo é facultativa.
Quais estão corretas?
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Como lidar com a fadiga de notícias ruins?
Por Stéphanie Habrich
A sensação de esgotamento por conta do noticiário negativo e dos efeitos em nosso psicológico é global. Em 2020, a agência governamental do Reino Unido, Ofcom, realizou uma pesquisa e descobriu que quase um terço dos entrevistados estava evitando consumir conteúdos negativos relacionados pandemia.
Esse comportamento, batizado de “fadiga de notícias”, ou “fuga de notícias”, anda preocupando autoridades ao redor do mundo. Ao se distanciar do noticiário, o cidadão deixa de consumir informações relevantes, o que é crucial em períodos como os que vivemos agora.
O que poderia ser feito para trazer de volta aqueles que se afastaram das notícias? Iniciativas estão tentando resolver esse problema. Alguns profissionais de mídia têm apostado em um tipo de jornalismo que mostra as mazelas do mundo ao mesmo tempo em que aponta caminhos para melhorá-los no chamado “jornalismo de soluções”. A abordagem traz esperança para o leitor ou telespectador, o deixa menos amedrontado e mostra que existem caminhos para superar os problemas.
Sempre ouvimos dizer que as novas gerações são o futuro da humanidade. Por isso, uma das coisas mais cruéis que um adulto pode fazer é tirar as esperanças de um jovem. É como se estivéssemos dando um tiro em nosso próprio futuro. Estamos dizendo para eles que nem vale pena ir atrás, mesmo se for para melhorar algo em pequena escala e, assim, matamos as boas iniciativas que podem surgir.
No Joca, jornal para crianças e jovens fundado ... dez anos, foi levada essa questão do negativismo desenfreado muito a sério e, por isso, frequentemente há investimentos no jornalismo de soluções. Sabemos que é importante mostrar aos leitores que, por mais nebulosa que seja a situação, sempre há um caminho – ou algo que possa ser feito. Esse tipo de abordagem faz com que os jovens mantenham o seu otimismo vivo e tenham disposição para lutar por um mundo melhor.
É o que está sendo visto, atualmente, com o projeto Mi Casa, Tu Casa. Nessa iniciativa, que é uma parceria do Joca com o ACNUR (agência de refugiados da Organização das Nações Unidas) e a organização Hands On Human Rights, os leitores do jornal são incentivados a ajudar crianças e adolescentes venezuelanos que estão nos abrigos para refugiados e migrantes de Roraima. Para participar do projeto, os jovens podem doar livros, ajudar na arrecadação de dinheiro para a construção das bibliotecas e trocar cartas com os moradores dos locais de acolhimento.
Para mobilizar os jovens a participarem da campanha, foram publicadas no Joca várias matérias que explicavam a situação dos refugiados venezuelanos, tanto no Brasil como no exterior. Como citam as boas práticas de jornalismo de soluções, não se deixou de falar sobre as dificuldades que essas pessoas estavam enfrentando. Porém, ao invés de se restringir a isso, também foi apresentado um ponto positivo, no caso, o projeto Mi Casa, Tu Casa, que levará cultura e diversão para o dia dia daqueles refugiados.
Os leitores acompanharam as matérias sobre os venezuelanos e se empenharam ativamente para doar livros e verbas para a campanha. A história do Mi Casa nos mostra que é possível praticar um jornalismo que não canse e desanime, mas que informe e encoraje os cidadãos a buscar soluções para os nossos problemas. Precisamos acreditar que nem tudo está perdido e que há solução para a tal da fadiga (ou fuga) de notícias.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/blog/stephanie-habrich/fadiga-noticias-ruins/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à construção argumentativa do texto, assinale a alternativa que aponta a principal ideia defendida.
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O volume de um cilindro circular reto de altura de 5 m é de 180!$ \pi !$m3. O volume correspondente a um cilindro de mesma altura, mas de metade da medida do raio da base é de:
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
A teor do disposto no Regime Jurídico dos Servidores Municipais do Município de Candelária, Lei nº 91/2005 e suas alterações, assinale a alternativa INCORRETA quanto ao regime de trabalho.
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Candelária-RS
Segundo o disposto na Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), assinale a alternativa INCORRETA quanto ao procedimento administrativo e processo judicial.
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