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Avalie as causas extra pancreáticas de insuficiência pancreática exócrina a seguir.
I. Fibrose cística, pancreatite crônica e diabetes mellitus.
II. Supercrescimento bacteriano (SIBO), doença celíaca e cirurgia de by-pass gástrico.
III. Doença celíaca, diabetes mellitus e pancreatite aguda.
As causas extra pancreáticas de insuficiência pancreática estão corretamente indicadas em
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Paciente AJN, 53 anos, sexo feminino, médica, procura seu consultório relatando que há cerca de um ano vem apresentando episódios de diarreia com muco e sangue. Houve piora do quadro há um mês, agora associado a dor abdominal importante, inapetência e perda ponderal de 7kg no período. Trazia colonoscopia recente evidenciando colite severa à esquerda, enterotomografia normal e dosagem da calprotectina fecal: 1000 (VR: < 50mcg/g fezes).
A respeito do caso descrito, assinale a afirmativa correta.
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Em relação à pancreatite aguda, é correto afirmar que
I. a presença de necrose pancreática infectada é o principal indicador de piora da morbidade e mortalidade na pancreatite aguda e os agentes mais comuns são as bactérias gram positivas.
II. o uso de antibióticos profiláticos de largo espectro na pancreatite aguda grave previne o desenvolvimento de infecções graves.
III. na pancreatite aguda grave o uso de antibioticoterapia está indicado apenas nos casos de necrose infectada.
Está correto o que se afirma em
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PJJ, 50 anos, sexo feminino, interna na enfermaria de gastroenterologia com história de queda do estado geral, inapetência e dor em andar superior do abdome há cerca de 3 meses, perda ponderal de 15Kg no período e, nas últimas 24h antes da internação, notou icterícia. Dos antecedentes de importância relata que seu pai e seu avô paterno tiveram câncer de pâncreas e sua mãe teve câncer de mama. A tomografia computadorizada de abdome confirma lesão expansiva de 4,0cm na cabeça pancreática, compatível com lesão neoplásica primária do pâncreas.
Em relação ao câncer de pâncreas familiar, analise as afirmativas a seguir.
I. No momento do diagnóstico cerca de 50% dos pacientes já apresentam doença localmente avançada ou metastática.
II. O câncer pancreático familiar é definido como aquele em que dois ou mais familiares têm o diagnóstico de câncer pancreático, mas não preenchem critério para nenhuma síndrome genética conhecida associada à doença.
III. Indivíduos com alto risco para desenvolvimento de câncer pancreático familiar devem iniciar a vigilância a partir dos 50 anos de idade ou 10 anos mais jovem que o caso índex.
Está correto o que se afirma em
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Em relação às lesões nodulares hepáticas, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O hemangioma hepático é uma das lesões hepáticas benignas mais frequentes e não está relacionada ao uso de contraceptivos orais.
( ) A hiperplasia nodular focal é uma lesão hepática benigna caracterizada pela presença de uma cicatriz central ao exame de tomografia computadorizada.
( ) O adenoma hepático é uma lesão hepática benigna secundária ao uso de contraceptivos orais à base de estrógeno e pode evoluir para complicações, como sangramento e carcinoma hepatocelular.
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Paciente de 25 anos, sexo feminino, dá entrada na emergência do pronto-socorro com quadro de dor epigástrica de início súbito, de forte intensidade, irradiada para dorso, como uma cinta, associada náuseas e vômitos. Os exames laboratoriais revelaram amilase 1300 U|L (Valor de referência: 8 a 53 U|L) e lipase 3000 U|L (Valor de referência: < 60 U|L) e o ultrassom de abdome não evidenciou colelitíase. Admitida inicialmente na enfermaria, cerca de 48h após a admissão evolui com insuficiência respiratória aguda, necessitando intubação orotraqueal (IOT) e ventilação mecânica (VM). Submetida a tomografia computadorizada, que evidenciou presença de necrose pancreática.
Em relação à pancreatite aguda, analise as afirmativas a seguir.
I. O diagnóstico da pancreatite aguda se baseia em pelo menos dois de três critérios: aumento da amilase e/ou lipase pelo menos 5x o valor superior da normalidade, dor típica e/ou exame de imagem compatível.
II. A pancreatite aguda moderadamente grave se caracteriza pela presença de comprometimento persistente (>48h) de outro órgão e/ou sistema.
III. Na pancreatite aguda grave a terapia nutricional enteral está associada à redução da mortalidade, da insuficiência de múltiplos órgãos e da infecção, quando comparada com a nutrição parenteral total.
Está correto o que se afirma em
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Paciente do sexo feminino, 50 anos, assintomática, vem encaminhada pela hematologista. Trazia endoscopia digestiva alta que evidenciava gastrite atrófica, confirmada pela histologia: Estadiamento OLGA II (Corpo escore 3; antro: escore 0) e teste de urease positivo.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de paciente com gastrite atrófica autoimune e o tratamento é realizar endoscopia digestiva a cada cinco anos com protocolo OLGA.
II. Trata-se de paciente com gastrite atrófica secundária à infecção pelo H. pylori, sendo mandatória a sua erradicação e seguimento anual com endoscopia digestiva alta.
III. Trata-se de paciente com gastrite atrófica autoimune, sendo imperativo o tratamento do H. pylori, bem como a dosagem do da vitamina B12 e pesquisa de anticorpo anti célula parietal e antifator intrínseco.
IV. Trata-se de paciente com gastrite atrófica secundária à infecção crônica pelo H. pylori, sendo imperativa a sua erradicação, bem como dosagem de vitamina B12 e anticorpo anti célula parietal.
Está correto o que se afirma em
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Em relação ao abscesso hepático, assinale a afirmativa correta.
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Paciente do sexo masculino, 30 anos, procura seu consultório encaminhado pelo hematologista. Trazia endoscopia digestiva alta dentro dos padrões da normalidade, com teste da urease positivo para H. pylori. Assintomático do ponto de vista gastrintestinal, relatava antecedente de púpura trombocitopênica idiopática (PTI), com palquetopenia importante e persistente. Negou antecedente de câncer na família.
Em relação ao tratamento de erradicação do H. pylori, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Segundo o IV Consenso Brasileiro sobre a infecção pelo H. pylori o tratamento de erradicação é obrigatório naqueles com doença ulcerosa péptica gástrica e duodenal e com antecedente familiar de câncer gástrico.
( ) O papel do H. pylori nas doenças hematológicas ainda não é consistente, não sendo obrigatório o tratamento de erradicação nesses casos.
( ) O tratamento de erradicação do H. pylori não é obrigatório em pacientes assintomáticos, com endoscopia digestiva alta normal.
( ) Para o diagnóstico da infecção do H. pylori durante o exame de endoscopia digestiva alta são realizadas duas biópsias do antro para o teste rápido da urease e duas biópsias do corpo e duas do antro para o exame anátomo-patológico.
( ) O papel do tratamento de erradicação do H. pylori na púrpura trombocitopênica idiopática (PTI) está bem estabelecido, notando-se melhora dos níveis de plaquetas após a erradicação da bactéria.
As afirmativas são, respectivamente,
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Paciente de 60 anos, sexo masculino, natural e procedente do interior de Minas Gerais, procura seu consultório com queixa de disfagia há seis meses, associada a episódios de regurgitação, dor no peito e perda ponderal de 10Kg no período. Trazia exame de raio-x contrastado de esôfago, estômago e duodeno evidenciando aumento do calibre do órgão e presença de ondas terciárias.
A respeito do caso descrito, assinale a afirmativa correta.
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