Foram encontradas 30 questões.
A idade de Romero, pai de 2 filhos, é 4 vezes a idade de seu filho mais jovem. O filho mais velho de Romero tem a metade da idade de sua mãe, esposa de Romero. A Esposa, por sua vez, é 12 anos mais nova que Romero. Considerando que a diferença de idade de seus filhos é de 5 anos, marque a alternativa que contém a idade de Romero.
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
As afirmativas abaixo apresentadas se referem à Declaração Universal dos Direitos Humanos. Coloque V, naquelas que são VERDADEIRAS e F, nas afirmativas FALSAS. Com base em suas escolhas, marque a alternativa CORRETA.
I. ( ) Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.
II. ( ) Toda pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego, segundo prescreve a Declaração Universal dos Direitos do Homem.
III. ( ) Deve ser assegurado a toda pessoa um padrão de vida que lhe proporcione “ saúde e bem estar”.
IV. ( ) Embora toda pessoa tenha direito à instrução, por ser obrigatória, a instrução elementar deve ser custeada pelos pais ou responsáveis do aluno.
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A lei 3.158/2009, do Município de Caratinga, autoriza a criação da Guarda Municipal Patrimonial e Agente Municipal de Trânsito e dá outras providências. Marque a alternativa INCORRETA sobre as atribuições dos Agentes de Trânsito previstos na Lei que cria tal cargo no Município de Caratinga:
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O PODER NAS NOSSAS MÃOS
A violência urbana tem sua gênese numa série de fenômenos, que vão desde os problemas comportamentais, como as neuroses, psicoses e pulsões negativas que podem motivar atos ou ações violentas e criminosas, apontando para um certo “caráter psicopático”, muito comum em pessoas que exercem algum tipo de poder, até as questões estruturais, como a violência provocada pelo consumismo, que seduz principalmente os jovens.
É verdade que há uma certa institucionalização da violência no mundo, pois dois terços da humanidade vivem na miséria, que é uma das mais cruéis formas da violência. E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito, perdendo somente para Serra Leoa em termos de desigualdade social, conforme revelou recente estudo da ONU.
Mas não podemos esquecer da violência presente na mídia, por exemplo, em sua forma real como é estampada nos telejornais; a violência representada nos filmes, novelas e seriados e a violência simbólica, apresentada principalmente nos programas humorísticos que banalizam o crime, massacram as minorias e ridicularizam todos aqueles que fogem dos padrões impostos pela sociedade capitalista; além da violência exibida nos videogames, utilizados por milhões de adolescentes dentro e fora dos lares, motivando-os a práticas perniciosas.
Lembremos, também, da violência no trânsito, que mata mais do que qualquer guerra. E a violência contra as mulheres, tão tolerada e mascarada pela nossa sociedade machista. Não esqueçamos que nos grandes centros urbanos a violência contra as crianças e os adolescentes é infinitamente maior do que a violência praticada por estes segmentos, apesar do enfoque da mídia apontar insistentemente para os adolescentes infratores como se fossem os únicos responsáveis pela criminalidade urbana.
Como podemos notar, as origens e causas da violência urbana são múltiplas e complexas. Não podem ser reduzidas a fenômenos pontuais. Temos que estar atentos para não transformarmos nossas teorias sobre a questão em discursos da impossibilidade, no enfoque meramente estrutural ou no jogo da “empurroterapia”, como se esse fenômeno fosse distante das nossas possibilidades de intervenção. Todo e qualquer fator que gera a violência deve ser tratado singularmente e encarado com a mesma disposição e efetividade.
É nossa responsabilidade a reconstrução de valores e a construção de novos paradigmas que priorizem a dignidade humana, a justiça social, os direitos humanos, a igualdade e fraternidade entre pessoas e grupos. As famílias e as escolas são fundamentais nessa empreitada.
Somos convidados a sermos cidadãos que edificam uma nova história e devemos nos libertar da paralisia que nos aprisiona frente à violência. Ao invés de culparmos os outros pelos problemas, devemos colocar o poder em nossas mãos, assumindo o protagonismo no processo de construir, com renovada esperança, um mundo novo.
(Robson Sávio Reis In: Jornal “O Tempo”)
O vocábulo que inicia o terceiro parágrafo possui coerência, justificada na alternativa:
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- Legislação EspecialLei 11.340/2006: Lei Maria da PenhaDos ProcedimentosCapítulo II - Das Medidas Protetivas de Urgência
No dia 22 de setembro de 2006, entrou em vigor a Lei 11.340, de 07 de agosto de 2006, que cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, que dispõe sobre a criação dos Juizados de violência doméstica e familiar contra a mulher, e que estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Marque a alternativa INCORRETA sobre as medidas protetivas de urgência:
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Sobre os direitos e deveres previstos na Constituição Brasileira, marque a alternativa INCORRETA:
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O PODER NAS NOSSAS MÃOS
A violência urbana tem sua gênese numa série de fenômenos, que vão desde os problemas comportamentais, como as neuroses, psicoses e pulsões negativas que podem motivar atos ou ações violentas e criminosas, apontando para um certo “caráter psicopático”, muito comum em pessoas que exercem algum tipo de poder, até as questões estruturais, como a violência provocada pelo consumismo, que seduz principalmente os jovens.
É verdade que há uma certa institucionalização da violência no mundo, pois dois terços da humanidade vivem na miséria, que é uma das mais cruéis formas da violência. E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito, perdendo somente para Serra Leoa em termos de desigualdade social, conforme revelou recente estudo da ONU.
Mas não podemos esquecer da violência presente na mídia, por exemplo, em sua forma real como é estampada nos telejornais; a violência representada nos filmes, novelas e seriados e a violência simbólica, apresentada principalmente nos programas humorísticos que banalizam o crime, massacram as minorias e ridicularizam todos aqueles que fogem dos padrões impostos pela sociedade capitalista; além da violência exibida nos videogames, utilizados por milhões de adolescentes dentro e fora dos lares, motivando-os a práticas perniciosas.
Lembremos, também, da violência no trânsito, que mata mais do que qualquer guerra. E a violência contra as mulheres, tão tolerada e mascarada pela nossa sociedade machista. Não esqueçamos que nos grandes centros urbanos a violência contra as crianças e os adolescentes é infinitamente maior do que a violência praticada por estes segmentos, apesar do enfoque da mídia apontar insistentemente para os adolescentes infratores como se fossem os únicos responsáveis pela criminalidade urbana.
Como podemos notar, as origens e causas da violência urbana são múltiplas e complexas. Não podem ser reduzidas a fenômenos pontuais. Temos que estar atentos para não transformarmos nossas teorias sobre a questão em discursos da impossibilidade, no enfoque meramente estrutural ou no jogo da “empurroterapia”, como se esse fenômeno fosse distante das nossas possibilidades de intervenção. Todo e qualquer fator que gera a violência deve ser tratado singularmente e encarado com a mesma disposição e efetividade.
É nossa responsabilidade a reconstrução de valores e a construção de novos paradigmas que priorizem a dignidade humana, a justiça social, os direitos humanos, a igualdade e fraternidade entre pessoas e grupos. As famílias e as escolas são fundamentais nessa empreitada.
Somos convidados a sermos cidadãos que edificam uma nova história e devemos nos libertar da paralisia que nos aprisiona frente à violência. Ao invés de culparmos os outros pelos problemas, devemos colocar o poder em nossas mãos, assumindo o protagonismo no processo de construir, com renovada esperança, um mundo novo.
(Robson Sávio Reis In: Jornal “O Tempo”)
Marque a alternativa INCORRETA quanto ao emprego da palavra em destaque e significado entre parênteses:
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Na matemática o produto de n elementos pode ser representado pelo seguinte símbolo !$ \textstyle \prod_{i=1}^n x_i !$ que representa a multiplicação de todos os valores xi desde i=1 até i=n. Por definição temos:
!$ \textstyle \prod_{i=1}^n x_i = x_1 \times x_2 \times x_3 \times ... \times x_n !$
Lê-se: “Produtório de xi com i variando de 1 a n.”
Exemplo: !$ \textstyle \prod_{i=1}^4 3 = 3 \times 3 \times 3 \times 3 = 81 !$
De acordo com as informações acima concluímos que o valor de !$ \textstyle \prod_{i=1}^5 2 !$ é:
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387212
Ano: 2011
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: FGR
Orgão: Pref. Caratinga-MG
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Com relação ao Estatuto do Idoso, marque a alternativa INCORRETA:
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O PODER NAS NOSSAS MÃOS
A violência urbana tem sua gênese numa série de fenômenos, que vão desde os problemas comportamentais, como as neuroses, psicoses e pulsões negativas que podem motivar atos ou ações violentas e criminosas, apontando para um certo “caráter psicopático”, muito comum em pessoas que exercem algum tipo de poder, até as questões estruturais, como a violência provocada pelo consumismo, que seduz principalmente os jovens.
É verdade que há uma certa institucionalização da violência no mundo, pois dois terços da humanidade vivem na miséria, que é uma das mais cruéis formas da violência. E o Brasil leva a “medalha de prata” nesse quesito, perdendo somente para Serra Leoa em termos de desigualdade social, conforme revelou recente estudo da ONU.
Mas não podemos esquecer da violência presente na mídia, por exemplo, em sua forma real como é estampada nos telejornais; a violência representada nos filmes, novelas e seriados e a violência simbólica, apresentada principalmente nos programas humorísticos que banalizam o crime, massacram as minorias e ridicularizam todos aqueles que fogem dos padrões impostos pela sociedade capitalista; além da violência exibida nos videogames, utilizados por milhões de adolescentes dentro e fora dos lares, motivando-os a práticas perniciosas.
Lembremos, também, da violência no trânsito, que mata mais do que qualquer guerra. E a violência contra as mulheres, tão tolerada e mascarada pela nossa sociedade machista. Não esqueçamos que nos grandes centros urbanos a violência contra as crianças e os adolescentes é infinitamente maior do que a violência praticada por estes segmentos, apesar do enfoque da mídia apontar insistentemente para os adolescentes infratores como se fossem os únicos responsáveis pela criminalidade urbana.
Como podemos notar, as origens e causas da violência urbana são múltiplas e complexas. Não podem ser reduzidas a fenômenos pontuais. Temos que estar atentos para não transformarmos nossas teorias sobre a questão em discursos da impossibilidade, no enfoque meramente estrutural ou no jogo da “empurroterapia”, como se esse fenômeno fosse distante das nossas possibilidades de intervenção. Todo e qualquer fator que gera a violência deve ser tratado singularmente e encarado com a mesma disposição e efetividade.
É nossa responsabilidade a reconstrução de valores e a construção de novos paradigmas que priorizem a dignidade humana, a justiça social, os direitos humanos, a igualdade e fraternidade entre pessoas e grupos. As famílias e as escolas são fundamentais nessa empreitada.
Somos convidados a sermos cidadãos que edificam uma nova história e devemos nos libertar da paralisia que nos aprisiona frente à violência. Ao invés de culparmos os outros pelos problemas, devemos colocar o poder em nossas mãos, assumindo o protagonismo no processo de construir, com renovada esperança, um mundo novo.
(Robson Sávio Reis In: Jornal “O Tempo”)
O título do texto “O poder em nossas mãos” pretende anunciar:
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