Magna Concursos

Foram encontradas 39 questões.

2217258 Ano: 2021
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

O recebimento de dívida ativa corresponde a uma receita, pela ótica orçamentária, com simultânea baixa contábil do crédito registrado anteriormente no ativo, sob a ótica patrimonial.

Assinale a alternativa que descreve corretamente o registro contábil do recebimento do principal da dívida ativa, no órgão competente para inscrição dessa dívida, de acordo com a informação de natureza de controle.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2217257 Ano: 2021
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

A Demonstração das Variações Patrimoniais é um demonstrativo contábil, exigido pela Lei nº 4.320/64, que tem o objetivo de evidenciar variações ocorridas no patrimônio da entidade do setor público durante o exercício financeiro.

Um ente público apresentou as seguintes informações na sua Demonstração das Variações Patrimoniais em determinado exercício financeiro:

Conta contábil

Valor (em R$)

Despesa fixada

500.000,00

Impostos arrecadados

450.000,00

Despesas empenhadas

80.000,00

Veículo recebido em doação

50.000,00

Receita prevista

600.000,00

Com base nas informações anteriores, essa Demonstração das Variações Patrimoniais apresentará um resultado patrimonial nesse exercício financeiro de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2217252 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

“[...] Hoje, estima-se que pelo menos 50 milhões de pessoas possuam o diagnóstico da doença, sendo que, no Brasil, aproximadamente 2 milhões têm algum tipo de síndrome de demência – ocasionada, em até 60% dos casos, pelo Alzheimer. E se os números já são altos, é consenso que eles devem disparar nos próximos anos. [...]”

O Tempo, 22 de fevereiro de 2015, p. 15.

O panorama apresentado no trecho da reportagem revela que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2217251 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

Mas existe uma tendência em larga escala que se vale de métodos retóricos e argumentativos para negar eventos históricos e evidências científicas. Com objetivo de criar tumulto e invalidar esses acontecimentos, estimula uma espécie de ignorância, que atende aos interesses daqueles que sustentam esse discurso. Nada mais é do que o negacionismo, disseminado para anular evidências já comprovadas (por vezes há mais de séculos), e que interfere nas crenças e nas formas de poder de quem as rejeitam.

Disponível em: <https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/01/15/o-que-esta-por-tras-do negacionismo.htm?cmpid=copiaecola>. Acesso em: 29 de jan. 2021.

De acordo com o texto, negacionismo é a(o):

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2217250 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

TEXTO I

Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,

transformam Amazônia em zona de sacrifício

A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está

ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos

Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.

Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.

Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.

[...]

Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.

As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.

E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.

É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.

Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Enunciado 3429562-1

Disponível em: <https://bityli.com/EPBRT>. Acesso em: 20 fev. 2021.

Releia este trecho.

“A floresta amazônica libera água para a atmosfera, com a evapotranspiração.”

A palavra destacada foi criada pela junção de duas palavras, sendo que a primeira delas passou por um outro processo, conhecido como

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2217249 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

TEXTO I

Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,

transformam Amazônia em zona de sacrifício

A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está

ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos

Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.

Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.

Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.

[...]

Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.

As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.

E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.

É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.

Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Enunciado 3429561-1

Disponível em: <https://bityli.com/EPBRT>. Acesso em: 20 fev. 2021.

As informações veiculadas pela tirinha, em relação ao propósito do texto I,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2217248 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

TEXTO I

Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,

transformam Amazônia em zona de sacrifício

A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está

ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos

Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.

Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.

Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.

[...]

Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.

As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.

E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.

É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.

Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).

Releia este trecho.

“Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário.”

Assinale a alternativa em que a palavra destacada não pertence à mesma classe gramatical daquela destacada no trecho.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2128354 Ano: 2021
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) tem como objetivo facilitar o registro dos atos e fatos contábeis dos entes públicos. Sobre o PCASP, assinale a alternativa incorreta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2128353 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

TEXTO I

Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,

transformam Amazônia em zona de sacrifício

A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está

ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos

Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.

Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.

Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.

[...]

Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.

As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.

E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.

É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.

Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).

Releia este trecho.

“[...] responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade [...]”

O processo de formação da palavra destacada é definido pela(o)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2039122 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Provas:

No que refere às finanças públicas do município de Carmo do Cajuru, detalhada na Lei Orgânica do município, bem como em suas emendas e alterações, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) Qualquer anistia que envolva matéria tributária de competência do município só poderá ser concedida mediante lei específica, de iniciativa do Poder Legislativo, obedecido o que dispuser a Lei Complementar federal.

( ) Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte, facultado à Administração Municipal identificar, respeitados os direitos individuais e nos termos da lei, seu patrimônio, seus rendimentos e suas atividades econômicas.

( ) Ao município não compete instituir sobre as taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição.

( ) A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos municipais que incidam sobre mercadorias e serviços, observadas a legislação federal e a estadual sobre o consumo.

Assinale a sequência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas