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Observe o exemplo de atividade a seguir.

BATISTA, Antônio Augusto Gomes et al. Avaliação diagnóstica da alfabetização. Belo Horizonte Ceale/FaE/UFMG, 2005, p.65.
Essa atividade estaria mais adequada ao objetivo de verificar:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
“[...] Hoje, estima-se que pelo menos 50 milhões de pessoas possuam o diagnóstico da doença, sendo que, no Brasil, aproximadamente 2 milhões têm algum tipo de síndrome de demência – ocasionada, em até 60% dos casos, pelo Alzheimer. E se os números já são altos, é consenso que eles devem disparar nos próximos anos. [...]”
O Tempo, 22 de fevereiro de 2015, p. 15.
O panorama apresentado no trecho da reportagem revela que:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Mas existe uma tendência em larga escala que se vale de métodos retóricos e argumentativos para negar eventos históricos e evidências científicas. Com objetivo de criar tumulto e invalidar esses acontecimentos, estimula uma espécie de ignorância, que atende aos interesses daqueles que sustentam esse discurso. Nada mais é do que o negacionismo, disseminado para anular evidências já comprovadas (por vezes há mais de séculos), e que interfere nas crenças e nas formas de poder de quem as rejeitam.
Disponível em: <https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/01/15/o-que-esta-por-tras-do negacionismo.htm?cmpid=copiaecola>. Acesso em: 29 de jan. 2021.
De acordo com o texto, negacionismo é a(o):
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TEXTO I
Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,
transformam Amazônia em zona de sacrifício
A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está
ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos
Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.
Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.
Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.
[...]
Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.
As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.
E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.
É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.
Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II

Disponível em: <https://bityli.com/EPBRT>. Acesso em: 20 fev. 2021.
Releia este trecho.
“A floresta amazônica libera água para a atmosfera, com a evapotranspiração.”
A palavra destacada foi criada pela junção de duas palavras, sendo que a primeira delas passou por um outro processo, conhecido como
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TEXTO I
Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,
transformam Amazônia em zona de sacrifício
A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está
ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos
Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.
Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.
Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.
[...]
Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.
As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.
E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.
É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.
Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II

Disponível em: <https://bityli.com/EPBRT>. Acesso em: 20 fev. 2021.
As informações veiculadas pela tirinha, em relação ao propósito do texto I,
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TEXTO I
Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,
transformam Amazônia em zona de sacrifício
A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está
ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos
Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.
Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.
Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.
[...]
Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.
As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.
E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.
É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.
Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).
Releia este trecho.
“Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário.”
Assinale a alternativa em que a palavra destacada não pertence à mesma classe gramatical daquela destacada no trecho.
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TEXTO I
Barragens de hidrelétricas, como a de Belo Monte,
transformam Amazônia em zona de sacrifício
A exuberância da maior bacia hidrográfica do planeta está
ameaçada por projetos de geração de energia que têm custos humanos e ambientais demasiadamente altos
Maior floresta tropical do mundo, a Amazônia contempla também a maior bacia hidrográfica do planeta, cujo rio principal ― o Amazonas ― é alimentado por afluentes que ramificam em mais de 1.100 rios e formam um sistema de drenagem sem igual. Cerca de um quinto de toda a água que escorre da superfície da Terra acaba nele. No entanto, toda essa exuberância ― responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade ― está ameaçada. Como os fluxos de água podem gerar muita eletricidade, a bacia do rio Amazonas tem despertado, há muito tempo, o interesse de governos, especuladores e indústrias para a geração de energia hidrelétrica por meio de barragens. De acordo com um estudo publicado em 2019 pela revista Nature Communications, pelo menos 158 barragens, incluindo pequenas barragens, operavam ou estavam em construção na bacia amazônica, e outras 351 haviam sido propostas.
Um dos exemplos mais notáveis é o da barragem de Belo Monte, quarto maior projeto hidrelétrico do mundo. A obra foi responsável pelo bloqueio do rio Xingu, um importante afluente do Amazonas. Seu reservatório inundou 518 quilômetros quadrados, deslocou mais de 20.000 pessoas e causou danos extensos a um ecossistema de rio que contém mais de 500 espécies de peixes, muitos deles não encontrados em nenhum outro lugar e dos quais dependem populações indígenas locais. Para completar, o ciclo sazonal natural do rio Xingu inclui um longo período de baixa vazão que impede Belo Monte de usar muitas de suas caras turbinas durante grande parte do ano.
Outro caso é o projeto Barão do Rio Branco, plano de infraestrutura na região amazônica que prevê, entre outras obras, a construção de uma hidrelétrica de 2.000 a 3.000 megawatts no rio Trombetas, que flui por uma região isolada e rica em minerais. A barragem necessária para essa hidrelétrica poderá inundar terras quilombolas e ameaçar uma das maiores praias da Amazônia, usada para a reprodução de tartarugas.
[...]
Quando ecossistemas fluviais são transformados em reservatórios, eles prejudicam a diversidade aquática. Barragens podem, por exemplo, bloquear as migrações anuais de peixes, como a do bagre gigante do rio Madeira. Depois que o Brasil construiu barragens no rio Madeira em 2011 e em 2013, a captura de peixes naquela que foi a segunda maior região para a pesca fluvial do mundo despencou no Brasil, Bolívia e Peru. Milhares de pessoas perderam seus meios de subsistência de pesca, e o declínio acentuado desta atividade também gerou tensões sociais que persistem até hoje na região.
As barragens também aprisionam sedimentos ricos em nutrientes, que sem elas seriam transportados pelo curso d’água. A perda de nutrientes prejudica a agricultura e afeta a cadeia alimentar da qual dependem os peixes rio abaixo, comprometendo a pesca ao longo de milhares de quilômetros de rios amazônicos.
E não para por aí: como no fundo dos reservatórios quase não há oxigênio, o mercúrio que ocorre no solo, tanto naturalmente como com acréscimos pela atividade garimpeira, pode sofrer uma reação química e ser transformado em metilmercúrio ― altamente venenoso. Altos níveis deste componente foram encontrados nos cabelos de pessoas que vivem no entorno da barragem de Tucuruí, no Pará, e de Balbina, no Amazonas.
É preciso ter consciência de que os rios de fluxo livre da Amazônia são a força vital de suas florestas e dos povos indígenas que dependem deles há séculos. Tratar a Amazônia como uma zona de sacrifício para a extração de recursos naturais é injusto e desnecessário. Os custos humanos e ambientais são demasiadamente altos.
Disponível em: <https://bityli.com/wYc7G>. Acesso em: 20 fev. 2021 (Adaptação).
Releia este trecho.
“[...] responsável por fornecer importantes serviços ecossistêmicos para a humanidade [...]”
O processo de formação da palavra destacada é definido pela(o)
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
No que se refere à LDB e às Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A LDB estabelece que nas escolas da Educação Básica públicas e privadas é facultativo o estudo da História e cultura afro-brasileira e indígena. Expõe ainda que as disciplinas a que se refere este artigo deverão incluir aspectos da história que caracterizam a formação da população brasileira a partir desses grupos étnicos.
( ) De acordo com a LDB, na oferta de Educação Básica para a população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região dentre as quais se insere a organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas.
( ) As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana apontam que a construção de estratégias educacionais que visem ao combate do racismo é uma tarefa de todos os educadores, independentemente do seu pertencimento étnico-racial.
( ) Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, a educação quilombola pode ser desenvolvida em unidades educacionais inscritas em terras quilombolas e também em escolas tradicionais, requerendo pedagogia mista que busque reconhecer as diferenças étnico-culturais dos estudantes e formação complementar para a coordenação pedagógica.
Assinale a sequência correta.
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A partir leitura do artigo Seis décadas de um projeto de plena democratização: reatualizando a atualidade brasileira com Paulo Freire, analise as afirmativas a seguir, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) É exposto no texto que Freire é categórico ao afirmar que a superação de nossa inexperiência democrática é exclusivamente um problema de Educação e somente a uma constituição de uma educação autêntica e orgânica poderá mudar nossa sociedade.
( ) No texto, o autor expõe que Freire faz críticas à falta de organicidade da escola brasileira em relação às condições sociais, políticas e culturais e expõe tratar-se de uma questão superada no contexto atual. O autor defende ainda a necessidade dos cursos de formação de professores se atentarem aos processos de alfabetização.
( ) Para o autor, Freire conseguiu sustentar com rigor teórico a sua utopia, compreendida não como impossibilidade, mas como inconformismo com o real e como projeto, e estava ciente quanto à “dramaticidade” que a indeterminação histórica e as lutas de forças encerram.
( ) Tendo Freire como referência, o autor aponta que não se constituiu no povo brasileiro uma consciência de grupo, pelo contrário, as condições histórico -culturais da formação do país produziram disposições individualistas ainda arraigadas nas consciências e manifestas nas atitudes dos membros de nossa sociedade.
Assinale a sequência correta.
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Tendo como referência as obras Gestão democrática da escola pública (2016) e A prática educativa: como ensinar (1998) em relação à organização do trabalho pedagógico na escola, assinale a alternativa incorreta.
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