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O Índice da Qualidade das Águas (IQA) foi desenvolvido para avaliar a qualidade da água bruta visando seu uso para abastecimento público, após o tratamento. As características químicas da água ocorrem em função da presença de substâncias dissolvidas, geralmente mensuráveis apenas por meios analíticos. Sobre alguns parâmetros químicos de qualidade da água, um técnico fez as seguintes ponderações:
I. A alcalinidade é um parâmetro que mede a capacidade da água de neutralizar os ácidos e ocorre em razão da presença de bicarbonatos, carbonatos e hidróxidos.
II. A turbidez é um parâmetro químico que tem a capacidade de mensurar a presença de sais de metais alcalinos terrosos e é caracterizada pela extinção da espuma formada pelo sabão, que é um índice visível de uma reação química.
III. A presença de ferro e manganês é um parâmetro químico que confere sabor à água, ou melhor, sensação de adstringência. Tais elementos podem manchar as roupas em decorrência de sua precipitação.
Estão corretas as ponderações:
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Um grande problema ambiental da sociedade moderna está na destinação de resíduos eletroeletrônicos. Muitos metais oriundos dos resíduos gerados do descarte dos eletroeletrônicos são potencialmente tóxicos e podem gerar contaminação nos meios físicos e biológicos em diversos graus. Por exemplo, o descarte de resíduos de lâmpadas fluorescentes em solos libera para o meio um metal que pode se apresentar em diferentes estados de oxidação. Esse metal tem grande capacidade de se acumular nos organismos vivos ao longo da cadeia alimentar por um processo conhecido como biomagnificação. O metal citado no texto é representado pelo símbolo químico:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
De acordo com o Anexo nº 1 da NR-15 que trata dos limites de tolerância para ruído continuo e intermitente, os trabalhadores expostos a esses ruídos sem proteção adequada, terão risco grave e iminente à saúde. Portanto, não é permitida a exposição a níveis de ruído acima de
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TEXTO I
Um “aperto no peito” e a adrenalina do carnaval
contida na escola Vai-Vai, a mais antiga de São Paulo
A mais antiga escola de samba de São Paulo celebraria neste ano a volta ao grupo especial. Agremiação perdeu 30 integrantes para a Covid-19 e viu comunidade ter de se virar para sobreviver
Na manhã da sexta-feira de Carnaval, só se ouvia, lá longe, um martelo batendo num ferro em algum dos barracões da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, na zona norte da cidade. Um ano antes, o lugar estaria tomado de pessoas correndo de um lado para o outro, em uma cacofonia de sons que marcariam os últimos ajustes antes das noites de desfile. A pandemia de Covid-19 privou o Brasil de sua festa mais tradicional e mudou a vida de quem faz Carnaval o ano todo, não só em fevereiro. No caso do Grêmio Recreativo Cultural Vai-Vai, o aperto no peito é maior: a escola de samba mais antiga de São Paulo voltaria ao grupo especial em 2021, depois de levar o título no ano passado com um enredo em homenagem aos seus 90 anos de história.d
“É o primeiro ano em que estou sem fazer nada no Carnaval. Aqui dentro está apertado.” Fernando Penteado, de 74 anos, diretor cultural do Vai-Vai, faz um gesto com a mão fechada sobre o peito. Neto de Frederico Penteado, um dos cinco fundadores da escola (que nasceu em 1930), Fernando começou a desfilar aos cinco anos com as cores preto e branco do bairro do Bixiga e hoje é uma espécie de entidade da escola.
No chão de um dos barracões do Vai-Vai, fantasias e adereços de anos anteriores formavam uma pequena montanha. Em uma parede, dezenas de rolos de fita de muitas cores e brilhos estavam organizadas em estante. Pedaços de tecido e moldes de gesso repousavam sobre duas grandes mesas de trabalho colocadas em cantos opostos do local fechado, onde apenas cinco pessoas trabalhavam nas alegorias. “Hoje era para ter mais de 100 pessoas aqui”, lamenta Fernando. À angústia da comunidade, soma-se a crise econômica provocada pelo coronavírus, que fez com que muitos membros da escola perdessem sua principal fonte de renda.
“Muitos dos nossos estão vendendo lanche ou fazendo artesanato para sobreviver. Tinha gente desesperada querendo fazer o desfile porque suas casas são ateliêsa de Carnaval, elas vivem disso e queriam trabalhar. Mas eu dizia que, se elas trabalhassem, o dinheiro seria só para comprar o caixão”, conta Fernando. Apesar de lamentar o primeiro Carnaval em mais de seis décadas sem pisar no sambódromo, ele não considera seguro ou apropriado fazer festa quando muitas pessoas estão adoecendo ou morrendo de Covid-19. A escola, conta Fernando, perdeu 30 pessoas para a doença, entre diretores, baianas, velha guarda e demais componentes. “De agosto a novembro, morriam dois ou três por mês.
É impossível brincar em fevereiro diante de uma situação dessas.”
O diretor cultural também lembra das outras mazelas causadas por essa mudança na rotina da comunidade: “Tem gente que está tomando remédio, entrando em depressão, tristeza mesmo. Este ano vamos só fazer pipoca e sentar no sofá para assistir os desfiles do ano passado na televisão” (a TV Globo vai transmitir uma seleção, os maiores desfiles da história de São Paulo e do Rio, um convite à nostalgia, mas também à festa em casa).
Em uma das grandes mesas do barracão senta Luciana Mazola, de 42 anos, aderecista e decoradora responsável pelas alegorias do Vai-Vai, que só reassumiu seu posto de trabalho nos últimos meses e trabalha com uma equipe pequena para o próximo Carnaval. Ela, que há 28 anos largou o emprego de vendedora de automóveis para viver de Carnaval, teve que deixar a quadra para costurar máscaras em uma ONG e depois fazer telemarketing em uma empresa de internet e, assim, conseguir pagar as contas. “Há 20 anos na escola minha função é organizar e garantir que a criação do carnavalesco vai sair do papel. Quando perdi isso, consegui pagar os boletos, porém foi como se tivessem tirado um órgão do meu corpoc. Perdi a adrenalina que tinha na minha rotina”, diz ela.
Luciana trabalha com as mesmas pessoas na sua equipe há, no mínimo, 10 anos.b Quando a escola fechou os barracões e a quadra, ela passou os dados de todos para a direção do Vai-Vai, que organizou cestas básicas, kits de higiene e fraldas de criança paras serem entregues a esses trabalhadores. “Quem era aderecista, virou faxineira. Quem era forrador foi trabalhar em hospital, todo mundo tentou se manter”, conta. A solidariedade é um traço natural da escola de samba, onde muitos dos membros convivem mais entre si do que com suas próprias famílias. “Você acaba passando mais tempo aqui do que em casa. A cozinheira vira sua mãe, o diretor de barracão é como seu pai”, acrescenta.
[...]
Disponível em: <https://bityli.com/vvBU3>. Acesso em: 19 fev. 2021 (Adaptação).
Em relação à acentuação das palavras destacadas a seguir, assinale a alternativa incorreta.
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A partir leitura do artigo Seis décadas de um projeto de plena democratização: reatualizando a atualidade brasileira com Paulo Freire, analise as afirmativas a seguir, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) É exposto no texto que Freire é categórico ao afirmar que a superação de nossa inexperiência democrática é exclusivamente um problema de Educação e somente a uma constituição de uma educação autêntica e orgânica poderá mudar nossa sociedade.
( ) No texto, o autor expõe que Freire faz críticas à falta de organicidade da escola brasileira em relação às condições sociais, políticas e culturais e expõe tratar-se de uma questão superada no contexto atual. O autor defende ainda a necessidade dos cursos de formação de professores se atentarem aos processos de alfabetização.
( ) Para o autor, Freire conseguiu sustentar com rigor teórico a sua utopia, compreendida não como impossibilidade, mas como inconformismo com o real e como projeto, e estava ciente quanto à “dramaticidade” que a indeterminação histórica e as lutas de forças encerram.
( ) Tendo Freire como referência, o autor aponta que não se constituiu no povo brasileiro uma consciência de grupo, pelo contrário, as condições histórico -culturais da formação do país produziram disposições individualistas ainda arraigadas nas consciências e manifestas nas atitudes dos membros de nossa sociedade.
Assinale a sequência correta.
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Tendo como referência as obras Gestão democrática da escola pública (2016) e A prática educativa: como ensinar (1998) em relação à organização do trabalho pedagógico na escola, assinale a alternativa incorreta.
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A partir do artigo O planejamento das práticas escolares de alfabetização e letramento, e em relação aos princípios que articulam as atividades e os conteúdos a serem ensinados, analise as afirmativas a seguir.
I. A lógica para a organização dos conteúdos em atividades necessita apoiar-se, principalmente, nos princípios da sequenciação, da progressão de complexidade, da articulação de capacidades e conteúdos e da variação das atividades.
II. A progressão de complexidade das atividades significa a adoção de uma sequência de atividades pré-estabelecidas, estáticas e lineares que devem considerar especialmente as necessidades de ensino e a natureza conceitual do conteúdo.
III. O planejamento das práticas de alfabetização e letramento objetiva o desenvolvimento das habilidades linguísticas que são próprias dos conteúdos dessa área de conhecimento: compreensão e valorização da cultura escrita, leitura, produção de textos e desenvolvimento da oralidade.
Estão corretas as afirmativas
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Em Ensino explícito e desempenho dos alunos, Clermont Gauthier, Mario Richard e Steve Bissonnette afirmam que o ensino explicito compreende três fases. Não corresponde a uma dessas fases:
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Conforme exposto por Frade, “o estudo dos métodos específicos de alfabetização sempre caracterizou um campo de saber específico de quem trabalhava com um tipo de aprendizagem inicial da língua escrita: a alfabetização.” (2005, p.16). Considerando a importância e as contribuições dos diferentes métodos na alfabetização, assinale aquele cujo princípio consiste em apresentar partes mínimas da escrita, as letras do alfabeto, que, ao se juntarem umas às outras, formam as sílabas ou partes que dariam origem às palavras.
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Paulo Freire é considerado um dos maiores intelectuais brasileiros do século XX. As obras desse autor orientam princípios educativos em diferentes países do mundo. Não se adequa às concepções educativas desse educador:
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