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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
Quanto aos princípios e diretrizes do SUS é correto afirmar
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A respeito dos elementos linguísticos utilizados no trecho acima, analise as afirmações a seguir.
1. A locução inicial ("No entanto") indica que se estabelecerá uma oposição de idéias.
2. Em "real problema", a opção por antecipar o adjetivo faz com que ele seja enfatizado.
3. Em "a qualquer momento de sua história", o referente do pronome possessivo é colocado adiante dele no texto.
4. A expressão "terá que" indica obrigatoriedade.
Estão corretos:
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TEXTO 1
Tornou-se lugar-comum dizer que o português do Brasil é diferente do de Portugal. É uma questão polêmica que exalta as paixões há mais de um século. Nos debates para as Constituições de 1824, 1890 e 1946, apareceu como possibilidade a denominação de “língua nacional”, “língua brasileira” e até de “brasileiro”, mas nenhuma chegou a ser concretizada. Assim, a língua brasileira passou a ser ordinariamente chamada de “português brasileiro” e muitas vezes de “brasileiro”. No entanto, esse é um real problema que, a qualquer momento de sua história, o Brasil terá que enfrentar e resolver, friamente, porque não é somente um problema de terminologia. Não se definirá a língua brasileira sem que se determine, simultaneamente, a identidade nacional. Ambas são estreitamente ligadas, e a questão da língua é tanto um problema de lingüística quanto de cultura e de sociedade.
Do ponto de vista lingüístico, o português brasileiro não é um dialeto, mas é, sim, uma variante de português. Historicamente, as variantes brasileira e portuguesa tiveram uma evolução separada a partir do século XVI, por múltiplas razões, e apresentam hoje diferenças estruturais importantes, de ordem lexical, sintática, morfológica e fonética. Há até quem considere que são dois idiomas distintos.
Outro aspecto a ser observado, e que se refere essencialmente à língua falada, é a ausência de norma – ou língua-padrão – nacional, o que já não é mais um problema exclusivamente lingüístico. A primeira causa para essa ausência é a falta de centro de referência nacional. Portugal conhece vários dialetos regionais, mas tem Lisboa como pólo político, econômico e cultural; a norma lisboeta, portanto, prevalece. No Brasil, por razões históricas, geográficas e demográficas, não há centro de referência. Cidades como Rio de Janeiro e São Paulo possuem uma inegável primazia cultural, mas constituem duas referências lingüísticas originais que se diferenciam ainda dos outros centros, que são as capitais dos Estados. A segunda causa é de ordem social: conforme a classe socioeconômica e o nível escolar (altos, médios ou baixos), a língua falada apresenta numerosas variantes. Existe, então, no Brasil, horizontal e verticalmente, uma importante variedade de dialetos e falas, regionais e locais, desiguais no teor e na representação populacional.
Estabelecer uma norma falada – e ensinada – no Brasil, portanto, não é um problema simples. Em relação a isso, existem duas linhas de pensamento opostas: uma que defende a integridade da língua portuguesa, outra que preconiza uma reforma radical em função das especificidades brasileiras. Todavia, não há nenhum motivo para que predomine a língua falada por uma cidade, uma região ou uma classe social, e também não se pode imaginar uma solução regressiva que consistiria em decalcar a norma sobre a língua falada. Existe realmente um termo médio? A resposta está nas pesquisas que estão sendo realizadas já há alguns anos no campo da Lingüística. Mas qualquer que seja a solução, não poderá haver reforma sem escolhas arbitrárias e eliminações, que certamente surtirão sofrimentos e frustrações nos que, com total dedicação, envolvem-se na questão da língua.
Jean Baptiste Nardi. Artigo disponível em: http://lingua-brasileira.blogspot.com. Acesso em 17/05/2006. Adaptado.
Além da carência de um centro de referência nacional, a atual situação lingüística do Brasil justifica-se, segundo o texto 1, por razões:
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São diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa portadora de deficiência:
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Em relação às ações por meio das quais está sendo implantado o Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus, assinale a alternativa incorreta.
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Quanto aos objetivos do Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão arterial e Diabetes Mellitus, assinale a alternativa incorreta
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O Programa de Saúde da Família tem como objetivos os abaixo relacionados, exceto:
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De acordo com a Portaria 1395/GM de 1999, entende-se como gerontologia
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
A Portaria 1395/1999/GM define as responsabilidades do Gestor Municipal – Secretaria Municipal de Saúde ou organismos correspondentes em relação à saúde do idoso. Em relação a estas responsabilidades, assinale a alternativa incorreta
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A NOAS (Norma Operacional de Assistência à Saúde) define como áreas de atuação estratégica mínimas da condição de Gestão Plena de Atenção Básica Ampliada, todos os abaixo relacionados, com exceção de:
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