Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1572951 Ano: 2006
Disciplina: Auditoria
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Caruaru-PE
Provas:

É motivo para glosa total da Autorização de Internação Hospitalar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1572950 Ano: 2006
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Caruaru-PE
Provas:

Em relação ao Sistema de Informação Ambulatorial – SIA/SUS, é correto afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1572949 Ano: 2006
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Caruaru-PE
Provas:

Em relação aos procedimentos cobrados por meio de APAC, é incorreto afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1572948 Ano: 2006
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Caruaru-PE
Provas:

Analise as proposições abaixo e assinale a incorreta:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1572947 Ano: 2006
Disciplina: Odontologia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Caruaru-PE
Provas:

De acordo com o Código de Ética de Odontologia, constituem infração ética as todas abaixo, exceto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1572946 Ano: 2006
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Caruaru-PE
Provas:
Sobre o desenvolvimento das atividades de auditoria, é incorreto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Quanto aos princípios e diretrizes do SUS é correto afirmar

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

enunciado 1572578-1

A respeito dos elementos linguísticos utilizados no trecho acima, analise as afirmações a seguir.

1. A locução inicial ("No entanto") indica que se estabelecerá uma oposição de idéias.

2. Em "real problema", a opção por antecipar o adjetivo faz com que ele seja enfatizado.

3. Em "a qualquer momento de sua história", o referente do pronome possessivo é colocado adiante dele no texto.

4. A expressão "terá que" indica obrigatoriedade.

Estão corretos:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

TEXTO 1

Tornou-se lugar-comum dizer que o português do Brasil é diferente do de Portugal. É uma questão polêmica que exalta as paixões há mais de um século. Nos debates para as Constituições de 1824, 1890 e 1946, apareceu como possibilidade a denominação de “língua nacional”, “língua brasileira” e até de “brasileiro”, mas nenhuma chegou a ser concretizada. Assim, a língua brasileira passou a ser ordinariamente chamada de “português brasileiro” e muitas vezes de “brasileiro”. No entanto, esse é um real problema que, a qualquer momento de sua história, o Brasil terá que enfrentar e resolver, friamente, porque não é somente um problema de terminologia. Não se definirá a língua brasileira sem que se determine, simultaneamente, a identidade nacional. Ambas são estreitamente ligadas, e a questão da língua é tanto um problema de lingüística quanto de cultura e de sociedade.

Do ponto de vista lingüístico, o português brasileiro não é um dialeto, mas é, sim, uma variante de português. Historicamente, as variantes brasileira e portuguesa tiveram uma evolução separada a partir do século XVI, por múltiplas razões, e apresentam hoje diferenças estruturais importantes, de ordem lexical, sintática, morfológica e fonética. Há até quem considere que são dois idiomas distintos.

Outro aspecto a ser observado, e que se refere essencialmente à língua falada, é a ausência de norma – ou língua-padrão – nacional, o que já não é mais um problema exclusivamente lingüístico. A primeira causa para essa ausência é a falta de centro de referência nacional. Portugal conhece vários dialetos regionais, mas tem Lisboa como pólo político, econômico e cultural; a norma lisboeta, portanto, prevalece. No Brasil, por razões históricas, geográficas e demográficas, não há centro de referência. Cidades como Rio de Janeiro e São Paulo possuem uma inegável primazia cultural, mas constituem duas referências lingüísticas originais que se diferenciam ainda dos outros centros, que são as capitais dos Estados. A segunda causa é de ordem social: conforme a classe socioeconômica e o nível escolar (altos, médios ou baixos), a língua falada apresenta numerosas variantes. Existe, então, no Brasil, horizontal e verticalmente, uma importante variedade de dialetos e falas, regionais e locais, desiguais no teor e na representação populacional.

Estabelecer uma norma falada – e ensinada – no Brasil, portanto, não é um problema simples. Em relação a isso, existem duas linhas de pensamento opostas: uma que defende a integridade da língua portuguesa, outra que preconiza uma reforma radical em função das especificidades brasileiras. Todavia, não há nenhum motivo para que predomine a língua falada por uma cidade, uma região ou uma classe social, e também não se pode imaginar uma solução regressiva que consistiria em decalcar a norma sobre a língua falada. Existe realmente um termo médio? A resposta está nas pesquisas que estão sendo realizadas já há alguns anos no campo da Lingüística. Mas qualquer que seja a solução, não poderá haver reforma sem escolhas arbitrárias e eliminações, que certamente surtirão sofrimentos e frustrações nos que, com total dedicação, envolvem-se na questão da língua.

Jean Baptiste Nardi. Artigo disponível em: http://lingua-brasileira.blogspot.com. Acesso em 17/05/2006. Adaptado.

Além da carência de um centro de referência nacional, a atual situação lingüística do Brasil justifica-se, segundo o texto 1, por razões:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

São diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa portadora de deficiência:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas