Foram encontradas 318 questões.
Uma fábrica produz embalagens para suco na forma de cone, gastando 240!$ π !$ cm2 de material na parte lateral. Se o raio, a altura e a geratriz do cone formam, nessa ordem, uma Progressão Aritmética, a quantidade aproximada, em mililitros, de líquido que a embalagem poderá conter é (Use !$ π !$= 3,1):
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Após a realização de uma pesquisa sobre o consumo de certo produto, os dados foram arquivados em fichas, numeradas de 1000 a 1500. Para uma amostragem, foram analisadas todas as fichas com números múltiplos de 8. Assim, o total de fichas analisadas foi de:
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Uma turma de certa escola está organizando a sua formatura. Para isso, a partir de um grupo de oito pessoas, quatro serão escolhidas para formar uma comissão que tratará da formatura. Compõem esse grupo a Ana e a Paula que não se relacionam bem uma com a outra. Assim, para evitar problemas, decidiu-se que elas não poderão participar juntas das comissões a serem formadas. Então, de quantas maneiras distintas podem-se formar as comissões?
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Uma escola recebeu uma verba para a compra de 20 monitores de vídeo para microcomputadores. Duas empresas apresentaram propostas. A empresa A ofereceu o valor de R$ 870,00 a unidade, com 10% de desconto sobre o valor total da compra de 10 ou mais unidades. A empresa B propôs R$ 900,00 a unidade, mas com 15% de desconto sobre o valor total da compra de 15 ou mais unidades. Optando pela melhor dessas duas propostas, a escola economizará:
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Para a festa do dia da criança, uma escola comprou sorvete. Se uma caixa contém 10 litros de sorvete, aproximadamente, o número de bolinhas, com 4 cm de raio, que pode-se obter é: ( Use !$ π !$ = 3)
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Uma bombona para acondicionar água filtrada tem formato de um cilindro de 30 cm de diâmetro e está com 28,26 litros de água, ocupando 2/3 de sua capacidade. A altura dessa bombona, em dm, é ( Use !$ π !$=3,14):
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A mudança na concepção de ensino
Em 1997, o Ministério da Educação publicou uma coleção de documentos intitulados Parâmetros Curriculares Nacionais. Neles estavam reunidas propostas para a renovação do ensino nas escolas brasileiras, e todas as disciplinas foram contempladas – língua portuguesa, matemática, história, geografia, ciências etc. Abrindo os PCN (sigla com que ficaram conhecidos) de língua portuguesa dedicados às séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª), a gente encontra, na p. 26, o seguinte trecho (realces nossos):
A Língua Portuguesa, no Brasil, possui muitas variedades dialetais. Identificam-se geográfica e socialmente as pessoas pela forma como falam. Mas há muitos preconceitos decorrentes do valor social relativo que é atribuído aos diferentes modos de falar: é muito comum se considerarem as variedades linguísticas de menor prestígio como inferiores ou erradas. O problema do preconceito disseminado na sociedade em relação às falas dialetais deve ser enfrentado, na escola, como parte do objetivo educacional mais amplo de educação para o respeito à diferença. Para isso, e também para poder ensinar Língua Portuguesa, a escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma “certa” de falar — a que se parece com a escrita — e o de que a escrita é o espelho da fala — e, sendo assim, seria preciso “consertar” a fala do aluno para evitar que ele escreva errado. Essas duas crenças produziram uma prática de mutilação cultural que, além de desvalorizar a forma de falar do aluno, tratando sua comunidade como se fosse formada por incapazes, denota desconhecimento de que a escrita de uma língua não corresponde inteiramente a nenhum de seus dialetos, por mais prestígio que um deles tenha em um dado momento histórico.
Esse parágrafo já é suficiente para que a gente identifique nesse documento oficial uma importante mudança na concepção de ensino de língua nas escolas brasileiras. Embora trazendo a data de 1997, esse texto na verdade revela o impacto produzido, na política educacional, por uma ampla discussão que já vinha sendo empreendida nas universidades brasileiras desde pelo menos vinte anos antes da publicação dos PCN.
Ao lado de outros aspectos igualmente importantes para a renovação do ensino de língua no Brasil, os PCN introduziram alguns conceitos até então pouco conhecidos na prática docente, conceitos provenientes de uma disciplina relativamente nova dentro dos estudos da linguagem, a Sociolinguística.
(In: Bagno, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. p. 27-28).
Assinale a única alternativa correta.
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A mudança na concepção de ensino
Em 1997, o Ministério da Educação publicou uma coleção de documentos intitulados Parâmetros Curriculares Nacionais. Neles estavam reunidas propostas para a renovação do ensino nas escolas brasileiras, e todas as disciplinas foram contempladas – língua portuguesa, matemática, história, geografia, ciências etc. Abrindo os PCN (sigla com que ficaram conhecidos) de língua portuguesa dedicados às séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª), a gente encontra, na p. 26, o seguinte trecho (realces nossos):
A Língua Portuguesa, no Brasil, possui muitas variedades dialetais. Identificam-se geográfica e socialmente as pessoas pela forma como falam. Mas há muitos preconceitos decorrentes do valor social relativo que é atribuído aos diferentes modos de falar: é muito comum se considerarem as variedades linguísticas de menor prestígio como inferiores ou erradas. O problema do preconceito disseminado na sociedade em relação às falas dialetais deve ser enfrentado, na escola, como parte do objetivo educacional mais amplo de educação para o respeito à diferença. Para isso, e também para poder ensinar Língua Portuguesa, a escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma “certa” de falar — a que se parece com a escrita — e o de que a escrita é o espelho da fala — e, sendo assim, seria preciso “consertar” a fala do aluno para evitar que ele escreva errado. Essas duas crenças produziram uma prática de mutilação cultural que, além de desvalorizar a forma de falar do aluno, tratando sua comunidade como se fosse formada por incapazes, denota desconhecimento de que a escrita de uma língua não corresponde inteiramente a nenhum de seus dialetos, por mais prestígio que um deles tenha em um dado momento histórico.
Esse parágrafo já é suficiente para que a gente identifique nesse documento oficial uma importante mudança na concepção de ensino de língua nas escolas brasileiras. Embora trazendo a data de 1997, esse texto na verdade revela o impacto produzido, na política educacional, por uma ampla discussão que já vinha sendo empreendida nas universidades brasileiras desde pelo menos vinte anos antes da publicação dos PCN.
Ao lado de outros aspectos igualmente importantes para a renovação do ensino de língua no Brasil, os PCN introduziram alguns conceitos até então pouco conhecidos na prática docente, conceitos provenientes de uma disciplina relativamente nova dentro dos estudos da linguagem, a Sociolinguística.
(In: Bagno, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. p. 27-28).
Considere as seguintes afirmações acerca do período abaixo:
“Identificam-se geográfica e socialmente as pessoas pela forma como falam.”
I. Na 1ª oração, o sujeito é indeterminado, o que se comprova pelo emprego do índice de indeterminação do sujeito se.
II. Na palavra geográfica está implícito o mesmo sufixo presente na palavra socialmente.
III. O sujeito do verbo falar é indeterminado pelo contexto.
IV. A única palavra acentuada deve ser escrita sem acento em conformidade com o Novo Acordo Ortográfico.
Está (estão) certo(s) o(s) item (itens):
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A mudança na concepção de ensino
Em 1997, o Ministério da Educação publicou uma coleção de documentos intitulados Parâmetros Curriculares Nacionais. Neles estavam reunidas propostas para a renovação do ensino nas escolas brasileiras, e todas as disciplinas foram contempladas – língua portuguesa, matemática, história, geografia, ciências etc. Abrindo os PCN (sigla com que ficaram conhecidos) de língua portuguesa dedicados às séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª), a gente encontra, na p. 26, o seguinte trecho (realces nossos):
A Língua Portuguesa, no Brasil, possui muitas variedades dialetais. Identificam-se geográfica e socialmente as pessoas pela forma como falam. Mas há muitos preconceitos decorrentes do valor social relativo que é atribuído aos diferentes modos de falar: é muito comum se considerarem as variedades linguísticas de menor prestígio como inferiores ou erradas. O problema do preconceito disseminado na sociedade em relação às falas dialetais deve ser enfrentado, na escola, como parte do objetivo educacional mais amplo de educação para o respeito à diferença. Para isso, e também para poder ensinar Língua Portuguesa, a escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma “certa” de falar — a que se parece com a escrita — e o de que a escrita é o espelho da fala — e, sendo assim, seria preciso “consertar” a fala do aluno para evitar que ele escreva errado. Essas duas crenças produziram uma prática de mutilação cultural que, além de desvalorizar a forma de falar do aluno, tratando sua comunidade como se fosse formada por incapazes, denota desconhecimento de que a escrita de uma língua não corresponde inteiramente a nenhum de seus dialetos, por mais prestígio que um deles tenha em um dado momento histórico.
Esse parágrafo já é suficiente para que a gente identifique nesse documento oficial uma importante mudança na concepção de ensino de língua nas escolas brasileiras. Embora trazendo a data de 1997, esse texto na verdade revela o impacto produzido, na política educacional, por uma ampla discussão que já vinha sendo empreendida nas universidades brasileiras desde pelo menos vinte anos antes da publicação dos PCN.
Ao lado de outros aspectos igualmente importantes para a renovação do ensino de língua no Brasil, os PCN introduziram alguns conceitos até então pouco conhecidos na prática docente, conceitos provenientes de uma disciplina relativamente nova dentro dos estudos da linguagem, a Sociolinguística.
(In: Bagno, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. p. 27-28).
Atribua 100 pontos para cada afirmativa correta acerca do texto e 50 pontos para cada afirmativa incorreta. Após, marque a alternativa que apresenta a soma dos pontos.
( ) Os numerais, presentes no primeiro parágrafo, expressam, respectivamente, data, ordenação e quantidade.
( ) Substituindo o verbo haver pelo verbo existir, o mesmo deverá ser empregado nas mesmas condições do verbo haver, em termos de pessoa, número, tempo e modo.
( ) A conjunção ou expressa, no contexto, ideia de exclusão.
( ) O adjetivo social refere-se à valor assim como histórico refere-se à palavra momento.
( ) As duas primeiras palavras acentuadas do texto recebem acento, respectivamente, pelas mesmas regras que acentuam a terceira e a quarta palavras.
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A mudança na concepção de ensino
Em 1997, o Ministério da Educação publicou uma coleção de documentos intitulados Parâmetros Curriculares Nacionais. Neles estavam reunidas propostas para a renovação do ensino nas escolas brasileiras, e todas as disciplinas foram contempladas – língua portuguesa, matemática, história, geografia, ciências etc. Abrindo os PCN (sigla com que ficaram conhecidos) de língua portuguesa dedicados às séries iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª), a gente encontra, na p. 26, o seguinte trecho (realces nossos):
A Língua Portuguesa, no Brasil, possui muitas variedades dialetais. Identificam-se geográfica e socialmente as pessoas pela forma como falam. Mas há muitos preconceitos decorrentes do valor social relativo que é atribuído aos diferentes modos de falar: é muito comum se considerarem as variedades linguísticas de menor prestígio como inferiores ou erradas. O problema do preconceito disseminado na sociedade em relação às falas dialetais deve ser enfrentado, na escola, como parte do objetivo educacional mais amplo de educação para o respeito à diferença. Para isso, e também para poder ensinar Língua Portuguesa, a escola precisa livrar-se de alguns mitos: o de que existe uma única forma “certa” de falar — a que se parece com a escrita — e o de que a escrita é o espelho da fala — e, sendo assim, seria preciso “consertar” a fala do aluno para evitar que ele escreva errado. Essas duas crenças produziram uma prática de mutilação cultural que, além de desvalorizar a forma de falar do aluno, tratando sua comunidade como se fosse formada por incapazes, denota desconhecimento de que a escrita de uma língua não corresponde inteiramente a nenhum de seus dialetos, por mais prestígio que um deles tenha em um dado momento histórico.
Esse parágrafo já é suficiente para que a gente identifique nesse documento oficial uma importante mudança na concepção de ensino de língua nas escolas brasileiras. Embora trazendo a data de 1997, esse texto na verdade revela o impacto produzido, na política educacional, por uma ampla discussão que já vinha sendo empreendida nas universidades brasileiras desde pelo menos vinte anos antes da publicação dos PCN.
Ao lado de outros aspectos igualmente importantes para a renovação do ensino de língua no Brasil, os PCN introduziram alguns conceitos até então pouco conhecidos na prática docente, conceitos provenientes de uma disciplina relativamente nova dentro dos estudos da linguagem, a Sociolinguística.
(In: Bagno, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola Editorial, 2007. p. 27-28).
Leia as seguintes afirmações acerca do texto II.
I. O texto retoma a discussão do texto I, reiterando a temática abordada na obra Language Myths.
II. Os PCN, publicados em 1997 pelo Ministério da Educação, contemplam exclusivamente as disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Ciências, já que essas são a base do ensino fundamental.
III. O fragmento dos PCN permite identificar uma nova concepção em termos do ensino de Língua Portuguesa, calcada em objetivos mais amplos como o de ensinar aos alunos, de forma eficaz, a diferença entre o certo e o errado em relação à fala e à escrita.
Segundo o texto:
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