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Foram encontradas 35 questões.

Texto I
De sexo em aula a robô professor: veja polêmicas na educação
Você já imaginou ter uma aula de sexo ao vivo na universidade? Ou trocar o professor por um robô que ensina inglês? Já pensou em aprender matemática utilizando um videogame? Essas e outras iniciativas adotadas em sala de aula em diversos países geraram muita polêmica.
E no Brasil? Um dos maiores problemas enfrentados por professores e alunos é a violência nas escolas. São inúmeros casos de agressão, chegando até mesmo à morte. Mas a tecnologia também está entre as nossas polêmicas. Os pais de uma estudante, por exemplo, foram condenados a pagar multa de R$ 1 mil após a garota utilizar o celular na escola. Você concorda com isso? Veja polêmicas que envolvem a educação e a opinião de especialistas sobre cada caso.
Texto II
Robôs substituem professores na Coreia do Sul
O professor é um ator fundamental no processo da educação. Mas e se ele for substituído por um robô? É o que acontece na Coreia do Sul, onde um programa colocou 30 máquinas controladas à distância para dar aulas de inglês em 30 escolas primárias do país.
Os robôs são chamados de Engkey, têm pouco mais de 1 m de altura. Outra curiosidade é que os professores que controlam as máquinas nem são coreanos, e sim filipinos. As máquinas são de última tecnologia, conseguem inclusive ler os livros físicos dos alunos e dançar movendo a cabeça e braços.
Segundo os responsáveis pelo projeto, a questão financeira contou muito para o uso dos robôs. "Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui", disse Sagong Seong-Dae, um dos cientistas responsáveis pelo projeto, ao site britânico Daily Mail.
Os responsáveis fazem questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.
Veja a opinião de um especialista sobre o assunto
Opinião de um especialista
Texto III
É impossível tratar desta reportagem sem pensar nas novidades que cercam a educação de crianças, visto que elas se referem também a um novo tipo de infância, decorrente do advento da informática: a ciberinfância. Esta diz respeito às crianças que nasceram em contato com a tecnologia e não conseguem imaginar o mundo sem estes recursos. As crianças da ciberinfância manipulam facilmente os aparelhos eletrônicos, dispensando, muitas vezes, qualquer instrução. A forma como elas utilizam esses artefatos é bastante pessoal e está ligada, na maioria das vezes, a atividades de lazer e entretenimento.
Entretanto, muitos dos professores que atuam com os ciberinfantes são imigrantes digitais, têm pouca ou quase nenhuma intimidade com estas tecnologias e muitas vezes dificuldade para compreender seus recursos e funcionamento. Os imigrantes digitais, segundo Prensky (2001) são usuários do computador que ainda o vêem como novidade, precisam de mídias impressas e relacionam-se na rede apenas com conhecidos.
No caso específico da Coreia do Sul, o que a reportagem questiona ela mesmo responde: "o professor humano não faria falta", este professor mesmo com a entrada do robô em uma disciplina, ou seja, na aula de inglês, não deixa de atuar com as crianças visto que, monitora este trabalho à distância e usa o robô como recurso didático.
As experiências com o uso de TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) estão cada vez mais presentes na sala de aula, remetendo professores e alunos a uma nova relação com o saber, com a aprendizagem e com modos de educação, como no caso do robô coreano.
Tal experiência parece apontar novamente para os marqueteiros visionários e reformistas de plantão que, há mais de um quarto de século, desde a entrada dos primeiros microcomputadores na sala de aula, vêm anunciando o fim do professor. Já neste tempo o guru americano Seymour Papert apregoava o fim não só do professor, mas, também, da escola.
Os anúncios acerca do potencial transformador da tecnologia têm uma história antiga e suas previstas revoluções não aconteceram. Os defensores de tecnologias têm estado sempre prontos para acusarem e preverem o fim dos professores que de algum modo e dentre todas as mazelas de seu cotidiano continuam ensinando as crianças, muitos deles com a certeza de que todas as TICs que possa vir a facilitar sua prática podem ser muito bem-vindas a educação dos escolares.
Leni Vieira Dornelles
(Disponível em: <http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/polemicas-na-educacao/polemicas-na-educacao-02b.htm>. Acesso em: 2 jun. 2015.)
A alternativa em que o referente NÃO foi corretamente identificado entre parênteses é:
 

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726564 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
De acordo com González e Fensterseifer (2009), a presença da Educação Física como componente curricular nas escolas de Educação Básica brasileiras, nessa segunda década do século XXI, justifica-se pela:
 

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724576 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNEC-MG
Orgão: Pref. Contagem-MG
Marcellino et al. (2011), ao discutirem a importância do lazer em nossa sociedade e sua presença na escola, afirmam ser este fenômeno:
I- Dimensão da cultura presente em todas as áreas do conhecimento escolar, portanto deve ser considerado como conteúdo de todas elas, preferencialmente de forma inter ou multidisciplinar. Nesse sentido, cabe à Educação Física tratar sobre a temática planejando e executando eventos esportivos, festas, festivais de danças, dentre outros.
II- Expressão de duplo aspecto educativo ao considerar o lazer como veículo e objeto de educação. No primeiro aspecto, educa-se para que o sujeito possa vivenciar as mais diferentes experiências culturais e no segundo, considera-se que estas experiências potencializam a capacidade de apreensão de diferentes conhecimentos.
III- Processo educativo que se articula com a escola, família e sociedade. Para desenvolvê-lo, a escola pode e deve ser reconhecida como um centro de cultura, e seus professores, como animadores culturais que necessitam ter competência técnica e política para estimular os sujeitos a buscar caminhos concretos e alternativos de atuação no campo cultural.
IV- Responsável pela dimensão lúdica na formação dos sujeitos para o trabalho, ou seja, a formação para o lazer na escola permitirá que o futuro trabalhador possa fazer a escolha das atividades que proporcionem descanso, diversão e relaxamento, em busca de recuperação das forças físicas e da condição mental adequada ao trabalho produtivo.
Estão CORRETAS somente:
 

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A estrutura do Sistema Educacional Brasileiro atual é resultado de uma série de mudanças ao longo da história da educação no Brasil e, para compreendê-la, é fundamental conhecer os principais aspectos que contextualizam suas fases. Fazendo uma retrospectiva, pode-se identificar alguns aspectos que foram essenciais para o seu desenvolvimento, como a evolução populacional ocorrida entre os anos 1920 e 1950.
Enunciado 724526-1
Analise as proposições a seguir, considerando a evolução histórica da educação brasileira e as informações do quadro acima.
I- A taxa de analfabetismo na década de 50 não diminuiu em relação à década anterior.
II- A educação brasileira comportou-se como um instrumento de mobilidade da democracia social.
III- Os primeiros Sistemas Educacionais no Brasil tiveram um caráter excludente, desfavorecendo a grande massa popular e garantindo o acesso à educação somente à elite brasileira.
IV- A urbanização e a industrialização foram fatores que influenciaram a escolarização da população, pois, entre os anos de 1920 e 1940, a taxa de urbanização dobrou e o analfabetismo sofreu uma sensível queda.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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O artigo 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96) aponta que o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
Questão Anulada

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