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2989805 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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População carcerária

A criminalização das drogas e as políticas de tolerância zero promoveram um aumento acentuado da população carcerária. No Brasil, desde a entrada em vigor da nova legislação sobre as drogas, em 2006, a população carcerária subiu 37%. Isso pode ser explicado pelo fato de grande parte das pessoas presas desde então acusadas de tráfico de drogas serem rés primárias, como mediu a pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em 29 de junho passado, o Encontro Nacional sobre o Encarceramento Feminino revelou realidade semelhante. Das 15.263 mulheres que passaram, nos últimos cinco anos, a fazer parte da população carcerária brasileira, 9.989 (65%) foram acusadas de tráfico de drogas. "Basicamente são mulheres não brancas, têm entre 18 e 30 anos e baixa escolaridade", afirmou a ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça.

<https://www.senado.gov.br/noticias/Jomal/emdiscussao/dependencia-quimica/crack-chama-a-atencao-para-dependencia-quimica/populacao-carceraria. aspx> acesso em 27/04/2020.

As formas verbais em destaque no primeiro parágrafo (promoveram e mediu) podem ser substituídas, sem prejuízo para o significado do período, por:

 

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2989803 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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Assinale a opção que indica erro inserido na transcrição do texto abaixo.

Pesquisa censitária (A) nacional identificou 23.973 crianças e adolescentes em situação de rua. Dessas, 59,1% dormem na casa de sua família (pais, parentes ou amigos) e trabalham na rua; 23,2% dormem em locais de rua (calçadas, viadutos, praças, rodoviárias, etc.), 2,9% dormem temporariamente em instituições de acolhimento e 14,8% circulam entre esses espaços.

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONANDA e a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente - SNPDCA, por meio de parceria com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável - IDEST, realizaram (B) este levantamento a fim (C) de nortear o aprimoramento de políticas públicas e a construção da Política Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Plano Decenal - em fase de elaboração.

A pesquisa vai de encontro (D) dos comandos legais vigentes que ordenam o controle e o atendimento dessa população e foi realizada em 75 cidades do país, abrangendo capitais e municípios com mais de 300 mil habitantes.

<https://www.direitosdacrianca.gov.br/migrados/pesquisa-do-conanda-revela-as-condicoes-de-vida-de-criancas-e-adolescentes-em-situacao-de-rua> acesso em 27/04/2020 (com adaptações)

 

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2989802 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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ATENDIMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA INCLUI NECESSIDADES BÁSICAS

*Texto adaptado

No fim de um dia comum, você provavelmente segue uma rotina. Em linhas gerais, para muita gente isso significa chegar em casa, tomar banho, assistir a um episódio da série favorita enquanto janta e, quando o sono bate, deitar na cama e dormir. Mas para algumas pessoas o simples ato de chegar em casa já é impossível, pois eles sequer têm moradia fixa. A população em situação de rua, tão discriminada, precisa buscar todos os dias um lugar para dormir, comer e tomar banho.

O decreto 7.053 de 23 de dezembro de 2009 define como população em situação de rua o “grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”.

A Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) em 2015, chegou ao número de 101.854 mil pessoas nessa condição naquele ano. No mesmo estudo, foi identificado que 97 mil municípios não possuem levantamento ou pesquisa sobre essa população, o que mostra que a taxa deve ser maior e dá uma ideia de como muitas vezes esse grupo é invisível aos olhos da sociedade.

São Paulo é um dos melhores lugares pra se ter noção da quantidade de gente que dorme em praças e calçadas. De acordo com o Censo da População em Situação de Rua (também de 2015), cerca de 15 mil pessoas se encontravam nas ruas da cidade naquele ano. De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, os dados serão atualizados em 2019, mas algumas organizações estimam que a população atual esteja entre 20 e 25 mil pessoas.

Os perfis de quem chega a essa situação são heterogêneos. Homens e mulheres, cisgêneros (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico) e transgêneros (indivíduos cuja identidade de gênero não corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico), de todas as idades, dependentes químicos ou não, com ou sem formação escolar e profissional, dos mais variados estados e países. Mesmo assim, existe um recorte racial. O Censo de 2015 mostra que 70,81% dessa população que vivia em São Paulo era de “não brancos”, composta por negros, amarelos e indígenas.

O primeiro grande problema a ser enfrentado em questão de saúde é que essa situação é cada vez mais normalizada. A sociedade se acostuma a não se importar com a história daquelas pessoas e não sabe como contribuir para que saiam dessa situação. Em alguns casos, o desdém dá lugar à violência. Em um episódio que ficou conhecido como o Massacre da Sé, ocorrido entre os dias 18 e 19 de agosto de 2004, sete pessoas em situação de rua foram mortas enquanto dormiam na praça da capital paulistana. Dados do Ministério da Saúde mostram que. entre 2015 e 2017, 17.386 casos de violência notificados no país tiveram como motivação a situação de rua da vítima.

Essa população depende do trabalho de organizações não governamentais e de serviços públicos não somente para suprir necessidades básicas de alimentação, vestuário, abrigo, higiene pessoal e saúde, mas também para se manterem vivas.

Má alimentação, falta de higiene pessoal adequada, exposição constante à poluição e variações climáticas são alguns fatores que afetam a saúde desse grupo. A falta de acesso a prontos-socorros e hospitais pode agravar o quadro.

De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social.

*Texto com alterações. Original, por Rafael Machado - Publicado em: 24 de setembro de 2019; Revisado em: 29 de janeiro de 2020. Disponível em <https://drauziovarella.uol.com.br/saude-publica/atendimento-a-pessoas-em-situacao-de-rua-inclui-necessidades-basicas/> acesso em 21/04/2020.

Leia atenta mente o último parágrafo do texto - a seguir reproduzido:

"De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social."

Seria mantida a coerência do texto caso o trecho sublinhado fosse reescrito de qual forma?

 

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2989801 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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ATENDIMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA INCLUI NECESSIDADES BÁSICAS

*Texto adaptado

No fim de um dia comum, você provavelmente segue uma rotina. Em linhas gerais, para muita gente isso significa chegar em casa, tomar banho, assistir a um episódio da série favorita enquanto janta e, quando o sono bate, deitar na cama e dormir. Mas para algumas pessoas o simples ato de chegar em casa já é impossível, pois eles sequer têm moradia fixa. A população em situação de rua, tão discriminada, precisa buscar todos os dias um lugar para dormir, comer e tomar banho.

O decreto 7.053 de 23 de dezembro de 2009 define como população em situação de rua o “grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”.

A Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) em 2015, chegou ao número de 101.854 mil pessoas nessa condição naquele ano. No mesmo estudo, foi identificado que 97 mil municípios não possuem levantamento ou pesquisa sobre essa população, o que mostra que a taxa deve ser maior e dá uma ideia de como muitas vezes esse grupo é invisível aos olhos da sociedade.

São Paulo é um dos melhores lugares pra se ter noção da quantidade de gente que dorme em praças e calçadas. De acordo com o Censo da População em Situação de Rua (também de 2015), cerca de 15 mil pessoas se encontravam nas ruas da cidade naquele ano. De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, os dados serão atualizados em 2019, mas algumas organizações estimam que a população atual esteja entre 20 e 25 mil pessoas.

Os perfis de quem chega a essa situação são heterogêneos. Homens e mulheres, cisgêneros (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico) e transgêneros (indivíduos cuja identidade de gênero não corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico), de todas as idades, dependentes químicos ou não, com ou sem formação escolar e profissional, dos mais variados estados e países. Mesmo assim, existe um recorte racial. O Censo de 2015 mostra que 70,81% dessa população que vivia em São Paulo era de “não brancos”, composta por negros, amarelos e indígenas.

O primeiro grande problema a ser enfrentado em questão de saúde é que essa situação é cada vez mais normalizada. A sociedade se acostuma a não se importar com a história daquelas pessoas e não sabe como contribuir para que saiam dessa situação. Em alguns casos, o desdém dá lugar à violência. Em um episódio que ficou conhecido como o Massacre da Sé, ocorrido entre os dias 18 e 19 de agosto de 2004, sete pessoas em situação de rua foram mortas enquanto dormiam na praça da capital paulistana. Dados do Ministério da Saúde mostram que. entre 2015 e 2017, 17.386 casos de violência notificados no país tiveram como motivação a situação de rua da vítima.

Essa população depende do trabalho de organizações não governamentais e de serviços públicos não somente para suprir necessidades básicas de alimentação, vestuário, abrigo, higiene pessoal e saúde, mas também para se manterem vivas.

Má alimentação, falta de higiene pessoal adequada, exposição constante à poluição e variações climáticas são alguns fatores que afetam a saúde desse grupo. A falta de acesso a prontos-socorros e hospitais pode agravar o quadro.

De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social.

*Texto com alterações. Original, por Rafael Machado - Publicado em: 24 de setembro de 2019; Revisado em: 29 de janeiro de 2020. Disponível em <https://drauziovarella.uol.com.br/saude-publica/atendimento-a-pessoas-em-situacao-de-rua-inclui-necessidades-basicas/> acesso em 21/04/2020.

Leia atenta mente o último parágrafo do texto - a seguir reproduzido:

"De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social."

No último trecho do parágrafo, o termo "logo" poderia, sem prejuízo para a correção gramatical do período o para o sentido original, ser substituído por:

 

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2989800 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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ATENDIMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA INCLUI NECESSIDADES BÁSICAS

*Texto adaptado

No fim de um dia comum, você provavelmente segue uma rotina. Em linhas gerais, para muita gente isso significa chegar em casa, tomar banho, assistir a um episódio da série favorita enquanto janta e, quando o sono bate, deitar na cama e dormir. Mas para algumas pessoas o simples ato de chegar em casa já é impossível, pois eles sequer têm moradia fixa. A população em situação de rua, tão discriminada, precisa buscar todos os dias um lugar para dormir, comer e tomar banho.

O decreto 7.053 de 23 de dezembro de 2009 define como população em situação de rua o “grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”.

A Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) em 2015, chegou ao número de 101.854 mil pessoas nessa condição naquele ano. No mesmo estudo, foi identificado que 97 mil municípios não possuem levantamento ou pesquisa sobre essa população, o que mostra que a taxa deve ser maior e dá uma ideia de como muitas vezes esse grupo é invisível aos olhos da sociedade.

São Paulo é um dos melhores lugares pra se ter noção da quantidade de gente que dorme em praças e calçadas. De acordo com o Censo da População em Situação de Rua (também de 2015), cerca de 15 mil pessoas se encontravam nas ruas da cidade naquele ano. De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, os dados serão atualizados em 2019, mas algumas organizações estimam que a população atual esteja entre 20 e 25 mil pessoas.

Os perfis de quem chega a essa situação são heterogêneos. Homens e mulheres, cisgêneros (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico) e transgêneros (indivíduos cuja identidade de gênero não corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico), de todas as idades, dependentes químicos ou não, com ou sem formação escolar e profissional, dos mais variados estados e países. Mesmo assim, existe um recorte racial. O Censo de 2015 mostra que 70,81% dessa população que vivia em São Paulo era de “não brancos”, composta por negros, amarelos e indígenas.

O primeiro grande problema a ser enfrentado em questão de saúde é que essa situação é cada vez mais normalizada. A sociedade se acostuma a não se importar com a história daquelas pessoas e não sabe como contribuir para que saiam dessa situação. Em alguns casos, o desdém dá lugar à violência. Em um episódio que ficou conhecido como o Massacre da Sé, ocorrido entre os dias 18 e 19 de agosto de 2004, sete pessoas em situação de rua foram mortas enquanto dormiam na praça da capital paulistana. Dados do Ministério da Saúde mostram que. entre 2015 e 2017, 17.386 casos de violência notificados no país tiveram como motivação a situação de rua da vítima.

Essa população depende do trabalho de organizações não governamentais e de serviços públicos não somente para suprir necessidades básicas de alimentação, vestuário, abrigo, higiene pessoal e saúde, mas também para se manterem vivas.

Má alimentação, falta de higiene pessoal adequada, exposição constante à poluição e variações climáticas são alguns fatores que afetam a saúde desse grupo. A falta de acesso a prontos-socorros e hospitais pode agravar o quadro.

De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social.

*Texto com alterações. Original, por Rafael Machado - Publicado em: 24 de setembro de 2019; Revisado em: 29 de janeiro de 2020. Disponível em <https://drauziovarella.uol.com.br/saude-publica/atendimento-a-pessoas-em-situacao-de-rua-inclui-necessidades-basicas/> acesso em 21/04/2020.

Sobre o texto apresentado, avalie as afirmativas a seguir.

I. Estima-se que menos da metade da população de rua de São Paulo seja composta por brancos.

II. A população de rua é predominantemente composta por heterossexuais.

É correto afirmar que:

 

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2989799 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cubatão-SP
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ATENDIMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA INCLUI NECESSIDADES BÁSICAS

*Texto adaptado

No fim de um dia comum, você provavelmente segue uma rotina. Em linhas gerais, para muita gente isso significa chegar em casa, tomar banho, assistir a um episódio da série favorita enquanto janta e, quando o sono bate, deitar na cama e dormir. Mas para algumas pessoas o simples ato de chegar em casa já é impossível, pois eles sequer têm moradia fixa. A população em situação de rua, tão discriminada, precisa buscar todos os dias um lugar para dormir, comer e tomar banho.

O decreto 7.053 de 23 de dezembro de 2009 define como população em situação de rua o “grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”.

A Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) em 2015, chegou ao número de 101.854 mil pessoas nessa condição naquele ano. No mesmo estudo, foi identificado que 97 mil municípios não possuem levantamento ou pesquisa sobre essa população, o que mostra que a taxa deve ser maior e dá uma ideia de como muitas vezes esse grupo é invisível aos olhos da sociedade.

São Paulo é um dos melhores lugares pra se ter noção da quantidade de gente que dorme em praças e calçadas. De acordo com o Censo da População em Situação de Rua (também de 2015), cerca de 15 mil pessoas se encontravam nas ruas da cidade naquele ano. De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, os dados serão atualizados em 2019, mas algumas organizações estimam que a população atual esteja entre 20 e 25 mil pessoas.

Os perfis de quem chega a essa situação são heterogêneos. Homens e mulheres, cisgêneros (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico) e transgêneros (indivíduos cuja identidade de gênero não corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico), de todas as idades, dependentes químicos ou não, com ou sem formação escolar e profissional, dos mais variados estados e países. Mesmo assim, existe um recorte racial. O Censo de 2015 mostra que 70,81% dessa população que vivia em São Paulo era de “não brancos”, composta por negros, amarelos e indígenas.

O primeiro grande problema a ser enfrentado em questão de saúde é que essa situação é cada vez mais normalizada. A sociedade se acostuma a não se importar com a história daquelas pessoas e não sabe como contribuir para que saiam dessa situação. Em alguns casos, o desdém dá lugar à violência. Em um episódio que ficou conhecido como o Massacre da Sé, ocorrido entre os dias 18 e 19 de agosto de 2004, sete pessoas em situação de rua foram mortas enquanto dormiam na praça da capital paulistana. Dados do Ministério da Saúde mostram que. entre 2015 e 2017, 17.386 casos de violência notificados no país tiveram como motivação a situação de rua da vítima.

Essa população depende do trabalho de organizações não governamentais e de serviços públicos não somente para suprir necessidades básicas de alimentação, vestuário, abrigo, higiene pessoal e saúde, mas também para se manterem vivas.

Má alimentação, falta de higiene pessoal adequada, exposição constante à poluição e variações climáticas são alguns fatores que afetam a saúde desse grupo. A falta de acesso a prontos-socorros e hospitais pode agravar o quadro.

De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social.

*Texto com alterações. Original, por Rafael Machado - Publicado em: 24 de setembro de 2019; Revisado em: 29 de janeiro de 2020. Disponível em <https://drauziovarella.uol.com.br/saude-publica/atendimento-a-pessoas-em-situacao-de-rua-inclui-necessidades-basicas/> acesso em 21/04/2020.

Da leitura do texto é possível depreender que:

 

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2989798 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
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ATENDIMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA INCLUI NECESSIDADES BÁSICAS

*Texto adaptado

No fim de um dia comum, você provavelmente segue uma rotina. Em linhas gerais, para muita gente isso significa chegar em casa, tomar banho, assistir a um episódio da série favorita enquanto janta e, quando o sono bate, deitar na cama e dormir. Mas para algumas pessoas o simples ato de chegar em casa já é impossível, pois eles sequer têm moradia fixa. A população em situação de rua, tão discriminada, precisa buscar todos os dias um lugar para dormir, comer e tomar banho.

O decreto 7.053 de 23 de dezembro de 2009 define como população em situação de rua o “grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”.

A Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) em 2015, chegou ao número de 101.854 mil pessoas nessa condição naquele ano. No mesmo estudo, foi identificado que 97 mil municípios não possuem levantamento ou pesquisa sobre essa população, o que mostra que a taxa deve ser maior e dá uma ideia de como muitas vezes esse grupo é invisível aos olhos da sociedade.

São Paulo é um dos melhores lugares pra se ter noção da quantidade de gente que dorme em praças e calçadas. De acordo com o Censo da População em Situação de Rua (também de 2015), cerca de 15 mil pessoas se encontravam nas ruas da cidade naquele ano. De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, os dados serão atualizados em 2019, mas algumas organizações estimam que a população atual esteja entre 20 e 25 mil pessoas.

Os perfis de quem chega a essa situação são heterogêneos. Homens e mulheres, cisgêneros (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico) e transgêneros (indivíduos cuja identidade de gênero não corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico), de todas as idades, dependentes químicos ou não, com ou sem formação escolar e profissional, dos mais variados estados e países. Mesmo assim, existe um recorte racial. O Censo de 2015 mostra que 70,81% dessa população que vivia em São Paulo era de “não brancos”, composta por negros, amarelos e indígenas.

O primeiro grande problema a ser enfrentado em questão de saúde é que essa situação é cada vez mais normalizada. A sociedade se acostuma a não se importar com a história daquelas pessoas e não sabe como contribuir para que saiam dessa situação. Em alguns casos, o desdém dá lugar à violência. Em um episódio que ficou conhecido como o Massacre da Sé, ocorrido entre os dias 18 e 19 de agosto de 2004, sete pessoas em situação de rua foram mortas enquanto dormiam na praça da capital paulistana. Dados do Ministério da Saúde mostram que. entre 2015 e 2017, 17.386 casos de violência notificados no país tiveram como motivação a situação de rua da vítima.

Essa população depende do trabalho de organizações não governamentais e de serviços públicos não somente para suprir necessidades básicas de alimentação, vestuário, abrigo, higiene pessoal e saúde, mas também para se manterem vivas.

Má alimentação, falta de higiene pessoal adequada, exposição constante à poluição e variações climáticas são alguns fatores que afetam a saúde desse grupo. A falta de acesso a prontos-socorros e hospitais pode agravar o quadro.

De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social.

*Texto com alterações. Original, por Rafael Machado - Publicado em: 24 de setembro de 2019; Revisado em: 29 de janeiro de 2020. Disponível em <https://drauziovarella.uol.com.br/saude-publica/atendimento-a-pessoas-em-situacao-de-rua-inclui-necessidades-basicas/> acesso em 21/04/2020.

Considerando as informações apresentadas no texto acerca das definições presentes no Decreto 7.053/2009 para a população de rua, é incorreto afirmar que esse grupo populacional:

 

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2989797 Ano: 2021
Disciplina: Português
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ATENDIMENTO A PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA INCLUI NECESSIDADES BÁSICAS

*Texto adaptado

No fim de um dia comum, você provavelmente segue uma rotina. Em linhas gerais, para muita gente isso significa chegar em casa, tomar banho, assistir à um episódio da série favorita enquanto janta e, quando o sono bate, deitar na cama e dormir. Mais para algumas pessoas o simples ato de chegar em casa já é impossível, pois eles sequer tem moradia fixa. A população em situação de rua, tão discriminada, precisa buscar todos os dias um lugar para dormir, comer e tomar banho.

O decreto 7.053 de 23 de dezembro de 2009 define como população em situação de rua o “grupo populacional heterogêneo que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, e que utiliza os logradouros públicos e as áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória”.

A Estimativa da População em Situação de Rua no Brasil, feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) em 2015, chegou ao número de 101.854 mil pessoas nessa condição naquele ano. No mesmo estudo, foi identificado que 97 mil municípios não possuem levantamento ou pesquisa sobre essa população, o que mostra que a taxa deve ser maior e dá uma ideia de como muitas vezes esse grupo é invisível aos olhos da sociedade.

São Paulo é um dos melhores lugares pra se ter noção da quantidade de gente que dorme em praças e calçadas. De acordo com o Censo da População em Situação de Rua (também de 2015), cerca de 15 mil pessoas se encontravam nas ruas da cidade naquele ano. De acordo com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, os dados serão atualizados em 2019, mas algumas organizações estimam que a população atual esteja entre 20 e 25 mil pessoas.

Os perfis de quem chega a essa situação são heterogêneos. Homens e mulheres, cisgêneros (pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico) e transgêneros (indivíduos cuja identidade de gênero não corresponde ao gênero que lhes foi atribuído no nascimento com base em seu sexo biológico), de todas as idades, dependentes químicos ou não, com ou sem formação escolar e profissional, dos mais variados estados e países. Mesmo assim, existe um recorte racial. O Censo de 2015 mostra que 70,81% dessa população que vivia em São Paulo era de “não brancos”, composta por negros, amarelos e indígenas.

O primeiro grande problema a ser enfrentado em questão de saúde é que essa situação é cada vez mais normalizada. A sociedade se acostuma a não se importar com a história daquelas pessoas e não sabe como contribuir para que saiam dessa situação. Em alguns casos, o desdém dá lugar à violência. Em um episódio que ficou conhecido como o Massacre da Sé, ocorrido entre os dias 18 e 19 de agosto de 2004, sete pessoas em situação de rua foram mortas enquanto dormiam na praça da capital paulistana. Dados do Ministério da Saúde mostram que. entre 2015 e 2017, 17.386 casos de violência notificados no país tiveram como motivação a situação de rua da vítima.

Essa população depende do trabalho de organizações não governamentais e de serviços públicos não somente para suprir necessidades básicas de alimentação, vestuário, abrigo, higiene pessoal e saúde, mas também para se manterem vivas.

Má alimentação, falta de higiene pessoal adequada, exposição constante à poluição e variações climáticas são alguns fatores que afetam a saúde desse grupo. A falta de acesso a prontos-socorros e hospitais pode agravar o quadro.

De acordo com a pesquisa, 67,9% das pessoas em situação de rua declararam fazer uso de substância psicoativas, mas para definir quais são dependentes seria necessário um estudo mais aprofundado. O uso de drogas é um dos principais estigmatizantes dessa população, embora a dependência química seja uma doença que precise de acompanhamento e tratamento especializado, e não um problema de caráter. Logo, trata-se de uma questão de saúde e social.

*Texto com alterações. Original, por Rafael Machado - Publicado em: 24 de setembro de 2019; Revisado em: 29 de janeiro de 2020. Disponível em <https://drauziovarella.uol.com.br/saude-publica/atendimento-a-pessoas-em-situacao-de-rua-inclui-necessidades-basicas/> acesso em 21/04/2020.

O primeiro parágrafo do texto (a seguir reproduzido) possui incorreções que o tornam inapropriado do ponto de vista da gramática normativa. Qual alternativa não aponta uma dessas incorreções?

No fim de um dia comum, você provavelmente segue uma rotina. Em linhas gerais, para muita gente isso significa chegar em casa, tomar banho, assistir à um episódio da série favorita enquanto janta e, quando o sono bate, deitar na cama e dormir. Mais para algumas pessoas o simples ato de chegar em casa já é impossível, pois eles sequer têm moradia fixa. A população em situação de rua, tão discriminada, precisa buscar todos os dias um lugar para dormir, comer e tomar banho.

 

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Disciplina: Português
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População carcerária

A criminalização das drogas e as políticas de tolerância zero promoveram um aumento acentuado da população carcerária. No Brasil, desde a entrada em vigor da nova legislação sobre as drogas, em 2006, a população carcerária subiu 37%. Isso pode ser explicado pelo fato de grande parte das pessoas presas desde então acusadas de tráfico de drogas serem rés primárias, como mediu a pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em 29 de junho passado, o Encontro Nacional sobre o Encarceramento Feminino revelou realidade semelhante. Das 15.263 mulheres que passaram, nos últimos cinco anos, a fazer parte da população carcerária brasileira, 9.989 (65%) foram acusadas de tráfico de drogas. "Basicamente são mulheres não brancas, têm entre 18 e 30 anos e baixa escolaridade", afirmou a ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça.

<https://www.senado.gov.br/noticias/Jomal/emdiscussao/dependencia-quimica/crack-chama-a-atencao-para-dependencia-quimica/populacao-carceraria. aspx> acesso em 27/04/2020.

Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação incorreta do texto.

Questão Anulada

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