Foram encontradas 300 questões.
Considerando as disposições constantes do
Currículo Paulista, analise as afirmativas a seguir.
I. O Currículo Paulista considera a Educação Integral como a base da formação dos estudantes do Estado, independente da rede de ensino que frequentam e da jornada que cumprem.
II. Outro pressuposto da Educação Integral é o de que nem todo o espaço escolar é espaço de aprendizagem, aberto à ampliação dos conhecimentos dos estudantes.
III. Os espaços de aprendizagens se limitam àqueles situados no interior da escola.
Está correto o que se afirma em:
I. O Currículo Paulista considera a Educação Integral como a base da formação dos estudantes do Estado, independente da rede de ensino que frequentam e da jornada que cumprem.
II. Outro pressuposto da Educação Integral é o de que nem todo o espaço escolar é espaço de aprendizagem, aberto à ampliação dos conhecimentos dos estudantes.
III. Os espaços de aprendizagens se limitam àqueles situados no interior da escola.
Está correto o que se afirma em:
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Assinale a alternativa que, nos termos do Art. 41, da
Constituição Federal, prevê uma hipótese de perda
do cargo do servidor público estável.
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Nos termos do Art. 227, da Constituição Federal, é
dever da família, da sociedade e do Estado assegurar
à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta
prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à
educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à
dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência
familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de
toda forma de negligência, discriminação,
exploração, violência, crueldade e opressão. Sobre o
tema, assinale a alternativa correta.
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Nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos
Municipais de Cubatão, é correto afirmar acerca da
posse que:
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Acerca das regras da nomeação, constantes do
Estatuto dos Funcionários Públicos de Cubatão,
assinale a alternativa correta.
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
o-vivo-1.2223796
"O povo de casa não se aquietará até encontrar alguém para levar a comidinha."
Com base nas regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta que analisa a posição do pronome oblíquo átono "se".
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
o-vivo-1.2223796
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
o-vivo-1.2223796
"Mesmo que tenha apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de guardar."
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
o-vivo-1.2223796
"Todos cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às reações dos demais comensais."
Assinale a alternativa que justifica corretamente o uso da crase em "às reações".
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Comida é dinheiro vivo
Mineiro não joga comida fora. Sempre acredita que o
resto pode ser usado de noite ou completar o próximo
cardápio. É um ser feito de esperança. Mesmo que tenha
apenas duas colheradas de um alimento, faz questão de
guardar. Só se livra das migalhas, e com o coração
apertado.
Geladeira de mineiro não é geladeira, mas um
purgatório. Haverá a convivência de potes transparentes
de diferentes dias, esperando o arremate final. Comida é
dinheiro em Minas Gerais. É dinheiro vivo.
O zelo já começa com a fiscalização da refeição. Todos
cuidam de todos, com um canto da mirada atenta às
reações dos demais comensais.
Mãe e pai não admitem que o filho não limpe o seu
prato. Mas limpar de verdade, a ponto de facilitar a vida
para quem lavar as vasilhas. É uma ofensa se servir à
toa. Cria-se na criança, desde cedo, uma consciência do
tamanho do apetite. Não se brinca com a fome. Se
esnobar uma vez pode faltar depois.
Existe o compromisso social no ato de repetir, não
devendo jamais acrescentar algo que não conseguirá
terminar. Aqui não se come com os olhos, mas a partir
do senso de responsabilidade.
Em caso de viagem da família, o extra não vai para o lixo
− a lixeira mal conhece os resíduos orgânicos.
Prepara-se uma marmita ao porteiro do prédio ou ao
porteiro do prédio vizinho ou a algum segurança do
bairro. O povo de casa não se aquietará até encontrar
alguém para levar a comidinha. Se acha que quando cai
comida no chão, da boca ou do garfo, é sinal de parente
passando necessidade, pense na gravidade do ato
intencional de colocar fora? Será uma maldição de
penúria para três gerações de sua árvore genealógica.
Nos restaurantes, a superstição mantém a escrita. A
diferença é que, comendo na rua, o mineiro prefere que
falte boia do que sobre. Nem é avareza, é desconfiança
de que a porção para um dará para dois. Mineiro acha
que o garçom está mentindo ou exagerando quando
avisa que a porção é para só uma pessoa. Decide pagar
para ver, e acaba tendo que completar. Nunca deixa à
mesa porque sempre tem um pedido feito atrasado.
Aliás, a porção para uma pessoa é, na verdade, para
uma pessoa e meia.
Para se vingar da matemática injusta dos
estabelecimentos, carregará tudo o que permanecer
sobre a mesa, é capaz de reivindicar o embrulho de uma
folha de alface, de uma azeitona, de quatro palitos de
batata frita, porém não deixa nada de nada para contar a
história. Apesar do gosto extravagante do pacote, como
desculpa, alegará que é para o cachorro.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/comida-e-dinheir
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