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Texto 1
Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
Os casos citados de Zezão e Titi Freak se enquadram nos textos
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Texto 1
Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
O texto mostra três casos de emprego de aspas:
1. “umas estrelas”
2. “brincadeira”
3. “danos patrimoniais”
Sobre esses empregos, assinale a afirmativa correta.
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Texto 1
Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
Os casos citados de Zezão, Titi Freak e Boleta servem para mostrar
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Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
Entre as duas orações de “A arte de rua ganha status / e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys” estabelece-se a seguinte relação lógica:
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Texto 1
Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
O texto do subtítulo mostra um conjunto de marcas linguísticas próprias desse tipo de texto.
As opções a seguir apresentam marcas presentes nesse subtítulo do texto 1, à exceção de uma. Assinale-a.
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Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
O segmento que serve de subtítulo ao texto – A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-oficce-boys, metalúrgicos e motoboys – funciona textualmente como
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Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
No texto, “office-boys, metalúrgicos e motoboys” são vistos como
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Invasões Bárbaras
A arte de rua ganha status e abre salas e galerias para as obras de ex-office-boys, metalúrgicos e motoboys.
Zezão, 34, coleciona algumas passagens pela polícia, a última em 2004. Pego em flagrante quando grafitava um muro no bairro do Pacaembu, ficou preso por oito horas, até que seu advogado negociasse a soltura.
Titi Freak, 31, foi enquadrado quando desenhava “umas estrelas” na rua e ficou nas garras da lei por três horas.
Boleta, 28, então, foi freguês com direito a tratamento especial; uma vez, teve o corpo todo pintado com sua própria tinta; em outra, o carão policial incluiu uma “brincadeira” de roleta russa.
A punição podia variar, mas a lei era – e é – a mesma: pichação e grafite são considerados crimes no Brasil. Ambos se enquadram na categoria de “danos patrimoniais”, sujeitos a pena entre três meses e um ano, mais multa. Mas o tempo passa e, como sempre, a transgressão acaba sendo absorvida pelos bacanas. O vandalismo de outrora agora é chique e, em vez de celas, seus autores frequentam salas e salões.
(Nina Lemos – Folha de São Paulo. 26/03/2006.)
O título dado ao texto – Invasões Bárbaras – se refere
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Com relação à qualidade da Educação Básica, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A partir de 1940, estava associada a ampliação do número de vagas.
( ) A partir de 1970, era entendida como permanência na escola, devido às elevadas taxas de repetência e evasão.
( ) Nos anos de 1990, estava relacionada à quantidade de alunos que entravam no Ensino Superior.
As afirmativas são, respectivamente,
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Uma corrida de 3000 m foi disputada pelas atletas Ana, Bia, Célia, Dalva e Eva. Na reta de chegada foi feita uma fotografia que mostrava a posição relativa das atletas. Nessa foto, Ana está 12 m atrás de Bia que está 32 m à frente de Carla que está 10 m atrás de Eva que está 14 m atrás de Dalva.
Sobre essa foto, considere as afirmativas a seguir.
I. Eva está 10 m atrás de Ana.
II. Ana tem duas atletas à sua frente.
III. Bia está 8 m à frente de Dalva.
Dessas afirmativas,
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