Foram encontradas 258 questões.
No citoplasma, região entre a membrana plasmática e o núcleo, há o citosol e várias organelas.
Com relação à função das organelas citoplasmáticas, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) As mitocôndrias são responsáveis pelo processo de respiração celular.
( ) O Complexo de Golgi é responsável pela síntese de proteínas, por meio da união dos aminoácidos.
( ) Os cloroplastos estão presentes nas células vegetais e são responsáveis pela locomoção ou por facilitar a captura do alimento.
( ) Os lisossomos são pequenas bolsas com enzimas digestivas, responsáveis pela digestão intracelular.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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O texto a seguir é referência para a questão.
De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus fazem apenas "pedagogia de astronauta". Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.
Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos, fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.
Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J. K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos "pedagogos astronautas" e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J. K. Rowling. Eles é que sabem.
Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: "Seja X a largura de um retângulo...". De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: "Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?". Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano "grosso" flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais comparações podem ser abandonadas. É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor "construir sua própria aula", em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J. K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado.
Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: "O bom artista copia, o grande artista rouba ideias". Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se "colando" dos melhores materiais disponíveis eles conseguirem fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerão todos os aplausos.
(Claudio de Moura Castro. Publicado na revista Veja, 10/06/2009, p. 30. Adaptado.)
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de analogia.
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A crítica de filme abaixo é referência para a questão.
Frozen is a 2013 American 3D computer-animated musical fantasy-comedy film produced by Walt Disney Animation Studios and released by Walt Disney Pictures. It is the 53rd animated feature in the Walt Disney Animated Classics series. Loosely based on Hans Christian Andersen's fairy tale The Snow Queen, and featuring the voices of Kristen Bell, Idina Menzel, Jonathan Groff, Josh Gad, and Santino Fontana, the film tells the story of a fearless princess who sets off on an epic journey alongside a rugged, thrill-seeking mountain man, his loyal pet reindeer, and an unfortunate snowman to find her estranged sister, whose icy powers have trapped the kingdom in eternal winter.
The film underwent several story treatments for several years, before being commissioned in 2011, with a screenplay written by Jennifer Lee, and both Chris Buck and Lee serving as directors. Christophe Beck, who had worked on Disney's award-winning short Paperman, was hired to compose the film's orchestral score, while husband-and-wife songwriting team Robert Lopez and Kristen Anderson-Lopez composed the songs.
Frozen premiered at the El Capitan Theatre on November 19, 2013, and went into general theatrical release on November 27. The film has so far grossed $763 million in worldwide box office revenue, $336 million of which has been earned in the United States and Canada; it was met with widespread critical acclaim, with several film critics considering it to be the best Disney animated musical since the studio's renaissance era. The film won the Golden Globe Award for Best Animated Feature Film and two Critics' Choice Awards for Best Animated Feature and Best Original Song for "Let It Go", and has received Academy Award, BAFTA, Annie Award, and Satellite Award nominations.
(Adapted from: http://en.wikipedia.org/wiki/Frozen_(2013_film) Access on January 22nd, 2014).
No texto, o termo “which” se refere a:
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Assinale a alternativa em que o texto está corretamente pontuado:
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Assinale a alternativa em que a palavra está grafada em DESACORDO com as normas de acentuação do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
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Em um mapa, a distância no papel entre duas cidades é de 5 centímetros. A partir da escala, constata-se que essa medida equivale a 1.250 quilômetros na superfície terrestre. Com base nessas informações, assinale a alternativa que indica a escala desse mapa.
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Considerando os objetivos propostos pelos RCNs, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Os objetivos tornam claras as intenções educativas e estabelecem capacidades que as crianças poderão desenvolver, em decorrência de ações intencionais do professor.
( ) Os objetivos estão organizados em torno dos comportamentos desenvolvidos pelos alunos, no decorrer do processo ensino-aprendizagem.
( ) Os objetivos são propostos de modo a considerar os alunos como iguais, homogêneos. Assim, é garantido o desenvolvimento integral das crianças.
( ) O estabelecimento de objetivos permite, conforme preconizam os RCNs do ensino infantil, o desenvolvimento de capacidades de ordem física, afetiva, cognitiva, ética, estética, de relação interpessoal e inserção pessoal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Um dos tipos de clonagem é a clonagem embrionária, técnica que já é muito conhecida e aplicada com sucesso em um grande número de espécies. Eventos similares têm também ocorrência natural e são encontrados na espécie humana quando o ovo (ou zigoto), logo após as primeiras divisões celulares, tem uma ou mais de suas células separadas naturalmente e produzem-se os conhecidos _______________ (clones naturais), que são fruto de uma divisão celular que se inicia quando ______________________________.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.
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O texto a seguir é referência para a questão.
De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus ________ (1) apenas "pedagogia de astronauta". Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.
Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos, fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, ___________ (2) as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.
Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter, vendendo 9 milhões de exemplares 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J. K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos "pedagogos astronautas" e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J. K. Rowling. Eles é que sabem.
Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: "Seja X a largura de um retângulo...". De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: "Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?". Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só __________ (3) quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano "grosso" flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais comparações podem ser abandonadas. É preciso garimpar as boas narrativas que _________ (4) empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor "construir sua própria aula", em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J. K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado.
Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: "O bom artista copia, o grande artista rouba ideias". Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se "colando" dos melhores materiais disponíveis eles conseguirem fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerão todos os aplausos.
(Claudio de Moura Castro. Publicado na revista Veja, 10/06/2009, p. 30. Adaptado.)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas presentes no texto:
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O trecho a seguir, extraído do livro English as a global language de David Crystal [1997], 2003, é referência para a questão.
What is a global language?
“A language achieves a genuinely global status when it develops a special role that is recognized in every country. This might seem like stating the obvious, but it is not, for the notion of ‘special role’ has many facets. Such a role will be most evident in countries where large numbers of the people speak the language as a mother tongue – in the case of English, this would mean the USA, Canada, Britain, Ireland, Australia, New Zealand, South Africa, several Caribbean countries and a sprinkling of other territories. However, no language has ever been spoken by a mother-tongue majority in more than a few countries (Spanish leads, in this respect, in some twenty countries, chiefly in Latin America), so mother-tongue use by itself cannot give a language global status. To achieve such a status, a language has to be taken up by other countries around the world. They must decide to give it a special place within their communities, even though they may have few (or no) mother-tongue speakers.
There are two main ways in which this can be done. Firstly, a language can be made the official language of a country, to be used as a medium of communication in such domains as government, the law courts, the media, and the educational system. To get on in these societies, it is essential to master the official language as early in life as possible. Such a language is often described as a ‘second language’, because it is seen as a complement to a person’s mother tongue, or ‘first language’. The role of an official language is today best illustrated by English, which now has some kind of special status in over seventy countries, such as Ghana, Nigeria, India, Singapore and Vanuatu. This is far more than the status achieved by any other language – though French, German, Spanish, Russian and Arabic are among those which have also developed a considerable official use. New political decisions on the matter continue to be made: for example, Rwanda gave English official status in 1996.
Secondly, a language can be made priority in a country’s foreign-language teaching, even though this language has no official status. It becomes the language which children are most likely to be taught when they arrive in school, and the one most available to adults who – for whatever reason – never learned it, or learned it badly, in their early educational years. Russian, for example, held privileged status for many years among the countries of the former Soviet Union. Mandarin Chinese continues to play an important role in South-east Asia. English is now the language most widely taught as a foreign language – in over 100 countries, such as China, Russia, Germany, Spain, Egypt and Brazil – and in most of these countries it is emerging as the chief foreign language to be encountered in schools, often displacing another language in the process. In 1996, for example, English replaced French as the chief foreign language in schools in Algeria (a former French colony).
In reflecting on these observations, it is important to note that there are several ways in which a language can be official. It may be the sole language of a country, or it may share this status with other languages. And it may have a ‘semi-official’ status, being used only in certain domains, or taking second place to other languages while still performing certain official roles. Many countries formally acknowledge a language’s status in their constitution (e.g. India); some make no special mention of it (e.g. Britain). In certain countries, the question of whether the special status should be legally recognized is a source of considerable controversy – notably, in the USA.” (. . .)
(CRYSTAL, David. English as a global Language. Cambridge: CUP, [1997] 2003, p. 03-05.)
Para ser considerada língua global, uma língua precisa:
1. desempenhar um papel que é reconhecido em cada país.
2. ser a língua materna falada na maioria dos países.
3. ser usada nos meios de comunicação e na esfera política.
4. exercer papel dominante nos meios de comunicação.
5. ser a única língua falada em determinado país.
Assinale a alternativa correta.
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