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Foi prescrito um banho de permanganato de potássio (KMNO4) com 2.000 ml a 1:4.000. Temos na unidade somente comprimidos de (KMNO4) de 100 mg. Quantos comprimidos deverão ser utilizados?
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919561
Ano: 2016
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
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Quanto às normas de Boas Práticas para Serviços de Alimentação, assinale V (verdadeira) ou F (falsa) para as afirmativas a seguir:
( ) As instalações devem ser abastecidas com água corrente e dispor de conexões com rede de esgoto ou fossa séptica. Quando presentes, os ralos devem ser sifonados e as grelhas devem possuir dispositivo que permitam seu fechamento.
( ) As instalações sanitárias e os vestiários devem se comunicar diretamente com a área de produção permitindo o acesso e a constante higiene das mãos exigida durante as etapas de processamento do alimento.
( ) As caixas de gordura e de esgoto devem possuir dimensão compatível ao volume de resíduos, devendo estar localizadas fora da área de preparação e armazenamento de alimentos e apresentar adequado estado de conservação e funcionamento.
( ) As instalações físicas como piso, parede e teto devem possuir revestimento liso, impermeável e lavável. Devem ser mantidas íntegras, conservadas, livres de rachaduras, trincas, goteiras, vazamentos, infiltrações, bolores, descascamentos, entre outros.
( ) As instalações sanitárias devem possuir lavatórios e estar supridas de produtos destinados à higiene pessoal, tais como papel higiênico, sabonete líquido inodoro antisséptico (ou sabonete líquido inodoro e produto antisséptico) e toalhas de papel reciclado. Os coletores dos resíduos devem ser dotados de tampa e acionados sem contato manual.
( ) A área de preparação do alimento deve ser higienizada quantas vezes forem necessárias e imediatamente após o término do trabalho.
Devem ser tomadas precauções para impedir a contaminação dos alimentos causada por produtos saneantes, pela suspensão de partículas e pela formação de aerossóis. Substâncias odorizantes e/ou desodorantes em quaisquer das suas formas devem ser utilizadas, preferencialmente, nas áreas de pré-preparo e armazenamento dos alimentos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Considerando as doenças sexualmente transmissíveis, relacione a primeira coluna com a segunda.
1 - Cancro mole
2 - Linfogranuloma venéreo
3 - Candidíase
4 - Condiloma acuminado
5 Gonorreia
6 Infecção por gardnerella
7 Infecção por trichomonas
( ) Doença infectocontagiosa que se caracteriza pela presença de abundante secreção purulenta na uretra do homem e vagina e/ou uretra da mulher. Esse quadro, frequentemente, é precedido de prurido na uretra e disúria.
( ) Ulceração dolorosa, com a base mole, hiperemiada, com fundo purulento e de forma irregular que compromete, principalmente, a genitália externa. Mas pode comprometer, também, o ânus e mais raramente os lábios, a boca, a língua e a garganta.
( ) É uma das causas mais frequentes de infecção genital. Caracteriza-se por prurido, ardor, dispareunia e eliminação de um corrimento vaginal em grumos brancacentos, semelhantemente à nata do leite.
( ) Doença infectocontagiosa do sistema gênito-urinário do homem e da mulher. No homem, causa uretrite de manifestações, em geral, discretas (ardor e/ou prurido uretral e secreção brancacenta, amarelada ou amarelo esverdeada), que podem, eventualmente, ser ausentes em alguns e muito intensas em outros. É uma das principais causas de vaginite, vulvovaginite e cervicite na mulher adulta, porém pode cursar com pouca ou nenhuma manifestação clínica.
( ) Infecção causada por um grupo de vírus (Human Papilloma Viruses (HPV)) que determinam lesões papilares as quais, ao se fundirem, formam massas vegetantes de tamanhos variáveis, com aspecto de couve-flor.
( ) Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão genital que tem curta duração e que se apresenta como ulceração ou pápula. Essa lesão é passageira (3 a 5 dias) e frequentemente não é identificada pelos pacientes, especialmente do sexo feminino. Após a cura dessa lesão primária, em geral depois de duas a seis semanas, surge o bubão inguinal - uma inchação dolorosa dos gânglios de uma das virilhas
( ) Bactéria que faz parte da flora vaginal normal de 20% a 80% das mulheres sexualmente ativas. Quando, por um desequilíbrio dessa flora, ocorre um predomínio dessa bactéria, temos um quadro que se convencionou denominar vaginose bacteriana.
Marque a alternativa que contenha a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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Diversos fatores têm sido estudados como fatores de risco para doença periodontal, sendo o mais bem estabelecido como fator de risco
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O PODER DA ALEGRIA
As tardes de sábado eram ansiosamente esperadas pela pequena Meiry Ito. De vestidinho rosa, ela e as irmãs, Marilda, Márcia, Miltes, Miriam, Marta e Marly, de mãos dadas com o caçula, Milton, seguiam os passos rápidos do pai rumo ao galpão onde eram projetados filmes para os plantadores de chá e comerciantes de Registro, cidadezinha do interior de São Paulo às margens do Rio Ribeira de Iguape. Feliz, acomodava-se na palha macia destinada às crianças enquanto a mãe distribuía para os filhos os motis, bolinhos de arroz, retirados com cuidado da furoshiki, a trouxa multicolorida de pano usada pelos descendentes de japoneses da região. Era um instante de sublime contentamento. “Não tínhamos nada, nada, nada, mas a alegria daquele momento é inesquecível”, lembra ela, que completou 84 anos em fevereiro. Naquele cinema improvisado, a fita de celuloide do filme rompia-se constantemente e só era possível sentar onde as goteiras do teto não pingavam. Mas Meiry experimentava ali uma plenitude: estarem todos juntos na expectativa do filme, comer as delícias preparadas pela mãe e ser invadida pelo sabor do que era especial e único durante toda a semana proporcionavam um prazer indizível para ela. Até hoje, ao lembrar dessa cena, seus olhos brilham e seu rosto se abre num largo sorriso. Por alguns momentos, ela tem novamente 8 anos de idade.
Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância? Temos uma predisposição natural para sermos alegres nesse período. Nossas lembranças de momentos felizes são tão abundantes e plenas, nos primeiros anos de vida, que é fácil identificar numerosas imagens que a traduzem: mergulhar na onda para pegar jacaré, pular corda, balançar, brincar de pique, viajar... Com a idade, porém, os bons momentos costumam escassear. E são cada vez mais intercalados por emoções como tristeza, desencanto, amargura. Mas o que será que temos de tão precioso quando crianças que perdemos durante a vida?
A primeira resposta: vitalidade. “O contrário da alegria não é a tristeza. É a falta de energia vital”, afirma categoricamente o pensador e professor gaúcho Mário Sérgio Cortela em suas palestras. É muito importante destacar essa diferença. Quando se está pleno de vigor e disposição, é impossível ficar triste e deprimido por muito tempo. Pode ser até que sejamos atingidos pela melancolia, mas a recuperação é rápida. Porque a alegria está ligada ao prazer de estar vivo. Vida e alegria podem ser interpretadas como sinônimos. Portanto, o contentamento tem uma base biológica, vital, e está muito ligado ao corpo. Alguns estados de depressão estão relacionados à má alimentação e à falta de exercícios, que ativam a energia vital. Então, para reviver a alegria de uma criança, é preciso recobrar o potencial energético que temos na infância, pelo menos em parte (caminhadas, exercícios físicos [...] são muito bons para começar).
Ainda dentro do campo da biologia, temos de entender que os estados emocionais positivos, como a alegria, a gratidão e a compaixão, criam um padrão neuronal positivo. Em outras palavras, quanto mais alegre você for, mais fácil será sentir alegria. Isso porque o cérebro, com a repetição dos mesmos estados emocionais, formará um padrão, uma reação que se repetirá até formar uma característica da personalidade.“As características emocionais têm um efeito condicionante na forma como as pessoas olham as experiências cotidianas e reagem a elas. Alguém predisposto ao medo ou à depressão, por exemplo, tem mais chances de encarar situações com um senso de temor, enquanto alguém predisposto à confiança encarará a mesma situação com mais equilíbrio e segurança”, escreveu o monge tibetano Mingyur Rinpoche em A Alegria de Viver (Elsevier), um livro precioso que pode ser baixado gratuitamente.
Ele tem razão. Conheci Mingyur de perto (ele jantou em casa...), e sua alegria é realmente contagiante: ri com uma cascata de hahahas cristalinos, assim como subitamente fica sério e atento se o assunto exige. Enfim, uma pessoa alegre não é necessariamente um bobo alegre, como alguns podem supor, mas alguém capaz de entrar em contato com suas emoções e expressá-las com gentileza e intensidade. [...]
(ALVES, Liane. O poder da alegria. Revista Vida Simples. p. 44, maio de 2016. Adaptado.)
Conforme o texto, NÃO constitui característica de uma pessoa alegre:
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O PODER DA ALEGRIA
As tardes de sábado eram ansiosamente esperadas pela pequena Meiry Ito. De vestidinho rosa, ela e as irmãs, Marilda, Márcia, Miltes, Miriam, Marta e Marly, de mãos dadas com o caçula, Milton, seguiam os passos rápidos do pai rumo ao galpão onde eram projetados filmes para os plantadores de chá e comerciantes de Registro, cidadezinha do interior de São Paulo às margens do Rio Ribeira de Iguape(c). Feliz, acomodava-se na palha macia destinada às crianças(d) enquanto a mãe distribuía para os filhos os motis, bolinhos de arroz, retirados com cuidado da furoshiki, a trouxa multicolorida de pano usada pelos descendentes de japoneses da região. Era um instante de sublime contentamento. “Não tínhamos nada, nada, nada, mas a alegria daquele momento é inesquecível”, lembra ela, que completou 84 anos em fevereiro. Naquele cinema improvisado, a fita de celuloide do filme rompia-se constantemente e só era possível sentar onde as goteiras do teto não pingavam. Mas Meiry experimentava ali uma plenitude: estarem todos juntos na expectativa do filme, comer as delícias preparadas pela mãe e ser invadida pelo sabor do que era especial e único durante toda a semana proporcionavam um prazer indizível para ela. Até hoje, ao lembrar dessa cena, seus olhos brilham e seu rosto se abre num largo sorriso. Por alguns momentos, ela tem novamente 8 anos de idade.
Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância? Temos uma predisposição natural para sermos alegres nesse período. Nossas lembranças de momentos felizes são tão abundantes e plenas, nos primeiros anos de vida, que é fácil identificar numerosas imagens que a traduzem: mergulhar na onda para pegar jacaré, pular corda, balançar, brincar de pique, viajar... Com a idade, porém, os bons momentos costumam escassear. E são cada vez mais intercalados por emoções como tristeza, desencanto, amargura. Mas o que será que temos de tão precioso quando crianças que perdemos durante a vida?
A primeira resposta: vitalidade. “O contrário da alegria não é a tristeza. É a falta de energia vital”, afirma categoricamente o pensador e professor gaúcho Mário Sérgio Cortela em suas palestras. É muito importante destacar essa diferença. Quando se está pleno de vigor e disposição, é impossível ficar triste e deprimido por muito tempo. Pode ser até que sejamos atingidos pela melancolia, mas a recuperação é rápida. Porque a alegria está ligada ao prazer de estar vivo. Vida e alegria podem ser interpretadas como sinônimos. Portanto, o contentamento tem uma base biológica, vital, e está muito ligado ao corpo. Alguns estados de depressão estão relacionados à má alimentação(a) e à falta de exercícios, que ativam a energia vital. Então, para reviver a alegria de uma criança, é preciso recobrar o potencial energético que temos na infância, pelo menos em parte (caminhadas, exercícios físicos [...] são muito bons para começar).
Ainda dentro do campo da biologia, temos de entender que os estados emocionais positivos, como a alegria, a gratidão e a compaixão, criam um padrão neuronal positivo. Em outras palavras, quanto mais alegre você for, mais fácil será sentir alegria. Isso porque o cérebro, com a repetição dos mesmos estados emocionais, formará um padrão, uma reação que se repetirá até formar uma característica da personalidade.
“As características emocionais têm um efeito condicionante na forma como as pessoas olham as experiências cotidianas e reagem a elas.
Alguém predisposto ao medo ou à depressão, por exemplo, tem mais chances de encarar situações com um senso de temor(b), enquanto alguém predisposto à confiança encarará a mesma situação com mais equilíbrio e segurança”, escreveu o monge tibetano Mingyur Rinpoche em A Alegria de Viver (Elsevier), um livro precioso que pode ser baixado gratuitamente.
Ele tem razão. Conheci Mingyur de perto (ele jantou em casa...), e sua alegria é realmente contagiante: ri com uma cascata de hahahas cristalinos, assim como subitamente fica sério e atento se o assunto exige. Enfim, uma pessoa alegre não é necessariamente um bobo alegre, como alguns podem supor, mas alguém capaz de entrar em contato com suas emoções e expressá-las com gentileza e intensidade. [...]
(ALVES, Liane. O poder da alegria. Revista Vida Simples.
p. 44, maio de 2016. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que o uso do sinal indicativo de crase NÃO pode ser justificado pela regra geral (“a” preposição + “a/as” artigo feminino).
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São doenças gengivais de origem bacteriana especifica, EXCETO:
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Considere a prescrição de exercícios para um indivíduo que sofreu transplante cardíaco e atente-se principalmente à seguinte informação: o coração doado é desprovido da inervação simpática e parassimpática.
Com base no exposto, é CORRETO afirmar:
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Um professor trocou uma nota de R$ 100,00 por notas de menor valor. Das alternativas abaixo, a que representa o mesmo valor é
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Três professores disputaram as eleições para direção de uma escola estadual, sendo que cada voto tinha peso 3. A tabela abaixo mostra o número de votos obtidos por eles. O candidato mais votado obteve quantos votos a mais do que obteve o menos votado?
| CANDIDATOS | NÚMEROS DE VOTOS |
| Antônio | 235 |
| João | 108 |
| Marina | 320 |
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