Foram encontradas 330 questões.
Considere os pontos !$ A(2,2),\,\,B(-4,-6) !$ e !$ C(4,-12) !$ do plano cartesiano. Todas as afirmações abaixo referentes a esses pontos são verdadeiras, EXCETO:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Arts. 5º e 6º: Objetivos e Atribuições
No campo de atuação do SUS, só não estão previstas as seguintes ações:
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador(c) e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente(b). Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente(d). Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer(a). Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que se verifica o uso de linguagem conotativa.
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HIPNOSE
Um homem de fraque e bigode balança um relógio de bolso na sua frente, repetindo monotonamente as mesmas frases: “Você está ficando relaxado... Seus olhos estão se fechando...”. Em poucos minutos, você imita uma galinha, dança mambo ou faz alguma outra bizarrice na frente de uma plateia – e não se lembra de nada depois. Se é assim a sua imagem da hipnose, você não é o único. A prática milenar ainda tem uma aura mística e é associada por muitos à submissão ao outro. [...] A hipnose nada mais é do que um estado de alta concentração mental, no qual a percepção das sensações sofre alterações em níveis variados, sem que o indivíduo perca a consciência do “aqui e agora”.
Na prática, isso significa que: não se fica inconsciente, lembra-se de tudo o que aconteceu e, mais importante, não se faz nada que não se faria em estado de alerta. A ideia de que basta o hipnotista mandar o paciente realizar alguma atividade para ele de fato fazê-la é uma falácia: o senso crítico não desaparece, nem os valores morais e éticos.
[...]
Em um estado de consciência modificado – como é o da hipnose –, também os processos cognitivos são alterados. [...]
Na psicologia, a hipnose é usada no tratamento de fobias, traumas, ansiedade, depressão, angústia, disfunções sexuais e outros problemas psíquicos. Na medicina, a chamada hipnose clínica pode ter papel coadjuvante no tratamento de disfunções neuromusculares, doenças autoimunes, psicossomáticas e no alívio de dores, principalmente as fibromiálgicas (musculares) e as causadas por cânceres. [...]
No entanto, se as aplicações clínicas da hipnose vêm sendo vastamente estudadas há décadas, os processos cerebrais que a envolvem eram um completo mistério. Pesquisas nesse sentido, principalmente nos últimos 10 anos, tornaram possível ter uma melhor ideia de quais regiões cerebrais são ativadas e desativadas durante a sua ocorrência. Assim, confirma-se uma dúvida que ainda pairava mesmo no meio científico e acadêmico: a hipnose, afinal, não é apenas imaginação fértil ou atuação teatral. Ela de fato altera os processos bioquímicos do cérebro.
Essa constatação apontou duas direções principais para os estudos sobre o fenômeno: a primeira, chamada pesquisa intrínseca, busca entender os mecanismos da hipnose e da sugestão no cérebro para compreender sua atuação. A segunda, denominada pesquisa instrumental, utiliza a hipnose como uma forma de estudar processos cognitivos específicos, uma vez que o sujeito hipnotizado pode ser sugestionado a ativar áreas isoladas do cérebro.
Provavelmente, não será nos primeiros minutos de uma indução a um estado hipnótico que você conseguirá alterar seus processos cognitivos a ponto de ter alucinações – como enxergar a cor vermelha em um quadro azul se assim lhe disserem. Como o sono, a hipnose tem vários estágios de profundidade. [ . . . ] São cinco os níveis de profundidade frequentemente referendados no Brasil para avaliar os estágios do transe hipnótico.
No primeiro, chamado de hipnoidal, as pálpebras do paciente pesam e a respiração fica lenta e compassada – é o primeiro passo do relaxamento. Em seguida, no nível leve, a sensação mais perceptível é a de que o corpo está tão relaxado que chega a parecer pesado [...].
No estágio médio, dependendo das sugestões do profissional, a pessoa pode deixar de sentir certas sensações – como toques, pressões e dores. No quarto estágio, o profundo, essa potencialidade fica mais aguçada.
Nesses quatro estágios, a pessoa hipnotizada pode responder a perguntas e conversar. No quinto estágio, chamado de sonambúlico, fenômenos de amnésia e de alucinação são observados. Aí, o fenômeno da anestesia é plenamente possível, mas sem o paciente perder a consciência ou o controle do que faz. [ . . . ]
(Fonte: FRAGA, Isabella. Hipnose. Revista Ciência Hoje, p. 21-23, n. 276, v. 46.)
A hipnose “altera os processos bioquímicos do cérebro”. A partir dessa afirmativa, assinale a alternativa INCORRETA.
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Quantas vezes
cabe em
?
cabe em
?
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A imagem abaixo exemplifica um dos princípios adotados pela Política Nacional de Promoção de Saúde. Analise-a e assinale a alternativa que apresenta corretamente o princípio em questão.

(Fonte: http://www.communityview.ca/images/2014_health_equity_SHR_health_equity.png. Acesso em 18/03/2016.)
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A avaliação da aprendizagem, a despeito de sua presença necessária e histórica no processo educativo, tem sido razão de muita discussão no sistema escolar. O ato de avaliar
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AMADURECER SEM CRISTALIZAR
Os anos passam e teço uma amizade peculiar com o tempo. Nas linhas do meu rosto, reconheço as terras de meus avós. No espelho, vejo os olhos estreitos de meu pai, entre os fios grisalhos que descolorem antes de cair, os delicados traços de minha mãe. A identidade, que sempre busquei, veio sem avisar.
Envelheço e, a cada nova escalada, me abismo. Do alto de onde acreditava estarem as respostas para minhas questões, percebo que as dúvidas agora são outras. Aquele que perguntou, no início da jornada, já não é mais. A vertigem vem de perceber que, entre o mar e o cume, tornei-me outro rio. Ao reconhecer essa mudança, me dou conta de que minha identidade não é estática, mas um movimento.
Navegar é saber de onde se veio, para onde se vai. A vida não é linear. Zarpei sem saber de onde, foi em meio ao mar que alinhavei um par de acertos num quebra-cabeças de peças infinitas. Insinua-se ali uma imagem, uma identidade, cinzelada com vento e sal. Quando chegou a hora de aportar e viver de novo em terra, senti essa identidade esculpida com sal sob ameaça e cristalizei. Duro reconhecer a paralisia, mas foi ela que me permitiu questionar de onde vem minha identidade: do que faço, de onde vivo? Um pouco, mas acho que a identidade brota dos valores e ideais que persigo.
Ao navegar de volta a mim mesmo, fiz as pazes com os ideais que me assombravam. Entendi que utopias vivem no horizonte. Andamos 20 passos em sua direção e elas postam-se 20 passos além, são inalcançáveis. A questão central, explicou o cineasta argentino Fernando Birri, é para que servem as utopias? “Servem para caminharmos.” Utopias são faróis no escuro da noite.
Quando sei para onde vou ou de onde vim, é mais clara minha identidade, sou mais forte. Essa imagem ganha nitidez quando formulo as perguntas corretas e as equilibro, como quem mistura cores para uma pintura. Por vezes persigo a forma, o como, quando o que está em jogo é o propósito, o quê. Em outros momentos, me vejo dividido entre isto ou aquilo, quando o caminho passa por uma combinação disto e daquilo. É quando permito o necessário tempo de maturação que a imagem se forma, a harmonia apresenta-se nas cores e na força de quem sou.
Fica tudo muito bonito e poético no papel, mas a prática é cheia de pontas. Quando a realidade se torna dura demais, reconheço a dor e silencio, desvio minha atenção para outra parte. Na vida, como no mar, quando o tempo vira, a prioridade não é o destino, mas a segurança. Há uma manobra para os dias de temporal: capa. A ideia é derivar com a menor velocidade possível em um rumo controlado.
Consegue-se isso com as velas invertidas ou aquarteladas, como se diz no jargão náutico, e o timão amarrado na direção oposta. A beleza do movimento vem do redemoinho criado com a quilha do barco arrastando. Ele desorganiza as ondas e impede que elas quebrem sobre o costado, o que permite que a tripulação recupere as forças. Em meio ao nevoeiro, me ponho em capa e levo o barco devagar [...].
(FREITAS, Lucas T. de. Amadurecer sem cristalizar. Revista
Vida Simples. p. 52, maio de 2016. Adaptado.)
Considere o trecho: “Fica tudo muito bonito e poético no papel, mas a prática é cheia de pontas.”
Nesse trecho, o autor usa o termo “pontas” como metáfora para:
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O PODER DA ALEGRIA
As tardes de sábado eram ansiosamente esperadas pela pequena Meiry Ito. De vestidinho rosa, ela e as irmãs, Marilda, Márcia, Miltes, Miriam, Marta e Marly, de mãos dadas com o caçula, Milton, seguiam os passos rápidos do pai rumo ao galpão onde eram projetados filmes para os plantadores de chá e comerciantes de Registro, cidadezinha do interior de São Paulo às margens do Rio Ribeira de Iguape. Feliz, acomodava-se na palha macia destinada às crianças enquanto a mãe distribuía para os filhos os motis, bolinhos de arroz, retirados com cuidado da furoshiki, a trouxa multicolorida de pano usada pelos descendentes de japoneses da região. Era um instante de sublime contentamento. “Não tínhamos nada, nada, nada, mas a alegria daquele momento é inesquecível”, lembra ela, que completou 84 anos em fevereiro. Naquele cinema improvisado, a fita de celuloide do filme rompia-se constantemente e só era possível sentar onde as goteiras do teto não pingavam. Mas Meiry experimentava ali uma plenitude: estarem todos juntos na expectativa do filme, comer as delícias preparadas pela mãe e ser invadida pelo sabor do que era especial e único durante toda a semana proporcionavam um prazer indizível para ela. Até hoje, ao lembrar dessa cena, seus olhos brilham e seu rosto se abre num largo sorriso. Por alguns momentos, ela tem novamente 8 anos de idade.
Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância? Temos uma predisposição natural para sermos alegres nesse período. Nossas lembranças de momentos felizes são tão abundantes e plenas, nos primeiros anos de vida, que é fácil identificar numerosas imagens que a traduzem: mergulhar na onda para pegar jacaré, pular corda, balançar, brincar de pique, viajar... Com a idade, porém, os bons momentos costumam escassear. E são cada vez mais intercalados por emoções como tristeza, desencanto, amargura. Mas o que será que temos de tão precioso quando crianças que perdemos durante a vida?
A primeira resposta: vitalidade. “O contrário da alegria não é a tristeza. É a falta de energia vital”, afirma categoricamente o pensador e professor gaúcho Mário Sérgio Cortela em suas palestras. É muito importante destacar essa diferença. Quando se está pleno de vigor e disposição, é impossível ficar triste e deprimido por muito tempo. Pode ser até que sejamos atingidos pela melancolia, mas a recuperação é rápida. Porque a alegria está ligada ao prazer de estar vivo. Vida e alegria podem ser interpretadas como sinônimos. Portanto, o contentamento tem uma base biológica, vital, e está muito ligado ao corpo. Alguns estados de depressão estão relacionados à má alimentação e à falta de exercícios, que ativam a energia vital. Então, para reviver a alegria de uma criança, é preciso recobrar o potencial energético que temos na infância, pelo menos em parte (caminhadas, exercícios físicos [...] são muito bons para começar).
Ainda dentro do campo da biologia, temos de entender que os estados emocionais positivos, como a alegria, a gratidão e a compaixão, criam um padrão neuronal positivo. Em outras palavras, quanto mais alegre você for, mais fácil será sentir alegria. Isso porque o cérebro, com a repetição dos mesmos estados emocionais, formará um padrão, uma reação que se repetirá até formar uma característica da personalidade.“As características emocionais têm um efeito condicionante na forma como as pessoas olham as experiências cotidianas e reagem a elas. Alguém predisposto ao medo ou à depressão, por exemplo, tem mais chances de encarar situações com um senso de temor, enquanto alguém predisposto à confiança encarará a mesma situação com mais equilíbrio e segurança”, escreveu o monge tibetano Mingyur Rinpoche em A Alegria de Viver (Elsevier), um livro precioso que pode ser baixado gratuitamente.
Ele tem razão. Conheci Mingyur de perto (ele jantou em casa...), e sua alegria é realmente contagiante: ri com uma cascata de hahahas cristalinos, assim como subitamente fica sério e atento se o assunto exige. Enfim, uma pessoa alegre não é necessariamente um bobo alegre, como alguns podem supor, mas alguém capaz de entrar em contato com suas emoções e expressá-las com gentileza e intensidade. [...]
(ALVES, Liane. O poder da alegria. Revista Vida Simples. p. 44, maio de 2016. Adaptado.)
Considere o trecho: “[...] mergulhar na onda para pegar jacaré, pular corda, balançar, brincar de pique, viajar...”
Ao usar as reticências no final desse trecho, a autora sugere:
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GRATIDÃO
Há pouco mais de cinco anos, em uma noite qualquer do mês de outubro, sentei despretensiosamente na frente do computador e, no meu perfil do Facebook, digitei “um agradecimento por dia” e criei uma hashtag (#umagradecimentopordia). E, em seguida, escrevi: “à família maravilhosa que eu tenho”. Eu não tinha a menor ideia de que uma ação tão simples mudaria minha vida e a de muita gente. Naquele momento, estava apenas sendo movida pela minha vontade de trocar as lamúrias, tão frequentes na web, pela gratidão.
Foi uma atitude espontânea. Confesso que, segundos antes de publicar, cheguei a pensar duas vezes. Senti vergonha de expor meus sentimentos publicamente. Mas, num gesto de ousadia, apertei a tecla enter. E de fato... entrei!
Aprendi a agradecer quando comecei a praticar, em 2008, as Danças Circulares, uma atividade que integra corpo, mente e emoções, promovendo união e espírito comunitário. E, desde então, percebi o quanto minha vida foi se tornando mais brilhante e generosa. Mas fazer isso em silêncio, embora tenha grande valor e força, é completamente diferente de demonstrar gratidão abertamente. A mudança de perspectiva me trazia novas possibilidades e desafios: o olhar dos outros, a interferência positiva ou negativa, a exposição a comentários, elogios e críticas. Não sei exatamente o que me levou a tornar isso público. Talvez uma gratidão transbordante, que não cabia em mim naquele momento e pediu para nascer. Mas acredito que o mais forte era a esperança de cocriar um universo de bons sentimentos, pensamentos conscientes e ações lúcidas, aliada à simples constatação: por onde começar se não por mim mesma? [...]
(DUBNER, Deborah. O que aprendi ao ser grata todo dia. Revista
Vida Simples, p. 44, março de 2016. Adaptado.
Considere o trecho: ____________ “‘ à família maravilhosa que eu tenho’”.
Qual o verbo que estaria implícito no trecho apresentado acima, de acordo com o texto?
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