Foram encontradas 330 questões.
Para avaliarmos o ciclo da marcha de um paciente, precisamos conhecer a ação muscular de cada músculo envolvido nos movimentos específicos, em cada fase da marcha. Sobre a ação dos músculos durante a marcha, podemos afirmar:
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São respostas características do H-T-P associadas ao abuso sexual, EXCETO
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Para que haja amplitude de movimento normal é necessário haver mobilidade e flexibilidade dos tecidos moles que circundam a articulação, ou seja, os músculos, os tecidos conectivos e a pele. A mobilidade de um indivíduo pode estar restrita e o alongamento passa a ser um recurso fisioterapêutico necessário para a reabilitação deste indivíduo. Sobre o alongamento muscular, suas propriedades, precauções, indicações e contraindicações, podemos afirmar:
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A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) deve ser administrada, em crianças, a partir de quantos meses?
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Considere as matrizes !$ A = { \begin{bmatrix} 1\,\,-1\\1\,\,\,\,\,0 \end{bmatrix}} !$ e !$ B = { \begin{bmatrix} 0\,\,\,\,\,1\\2\,\,-1 \end{bmatrix}} !$. Ao calcularmos !$ C = { \begin{pmatrix} A^2 + B^2 \end{pmatrix}} !$, a matriz C será igual a
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O PODER DA ALEGRIA
As tardes de sábado eram ansiosamente esperadas pela pequena Meiry Ito. De vestidinho rosa, ela e as irmãs, Marilda, Márcia, Miltes, Miriam, Marta e Marly, de mãos dadas com o caçula, Milton, seguiam os passos rápidos do pai rumo ao galpão onde eram projetados filmes para os plantadores de chá e comerciantes de Registro, cidadezinha do interior de São Paulo às margens do Rio Ribeira de Iguape. Feliz, acomodava-se na palha macia destinada às crianças enquanto a mãe distribuía para os filhos os motis, bolinhos de arroz, retirados com cuidado da furoshiki, a trouxa multicolorida de pano usada pelos descendentes de japoneses da região. Era um instante de sublime contentamento. “Não tínhamos nada, nada, nada, mas a alegria daquele momento é inesquecível”, lembra ela, que completou 84 anos em fevereiro. Naquele cinema improvisado, a fita de celuloide do filme rompia-se constantemente e só era possível sentar onde as goteiras do teto não pingavam. Mas Meiry experimentava ali uma plenitude: estarem todos juntos na expectativa do filme, comer as delícias preparadas pela mãe e ser invadida pelo sabor do que era especial e único durante toda a semana proporcionavam um prazer indizível para ela. Até hoje, ao lembrar dessa cena, seus olhos brilham e seu rosto se abre num largo sorriso. Por alguns momentos, ela tem novamente 8 anos de idade.
Quem de nós não tem na memória momentos de infinita alegria na infância? Temos uma predisposição natural para sermos alegres nesse período. Nossas lembranças de momentos felizes são tão abundantes e plenas, nos primeiros anos de vida, que é fácil identificar numerosas imagens que a traduzem: mergulhar na onda para pegar jacaré, pular corda, balançar, brincar de pique, viajar... Com a idade, porém, os bons momentos costumam escassear. E são cada vez mais intercalados por emoções como tristeza, desencanto, amargura. Mas o que será que temos de tão precioso quando crianças que perdemos durante a vida?
A primeira resposta: vitalidade. “O contrário da alegria não é a tristeza. É a falta de energia vital”, afirma categoricamente o pensador e professor gaúcho Mário Sérgio Cortela em suas palestras. É muito importante destacar essa diferença. Quando se está pleno de vigor e disposição, é impossível ficar triste e deprimido por muito tempo. Pode ser até que sejamos atingidos pela melancolia, mas a recuperação é rápida. Porque a alegria está ligada ao prazer de estar vivo. Vida e alegria podem ser interpretadas como sinônimos. Portanto, o contentamento tem uma base biológica, vital, e está muito ligado ao corpo. Alguns estados de depressão estão relacionados à má alimentação e à falta de exercícios, que ativam a energia vital. Então, para reviver a alegria de uma criança, é preciso recobrar o potencial energético que temos na infância, pelo menos em parte (caminhadas, exercícios físicos [...] são muito bons para começar).
Ainda dentro do campo da biologia, temos de entender que os estados emocionais positivos, como a alegria, a gratidão e a compaixão, criam um padrão neuronal positivo. Em outras palavras, quanto mais alegre você for, mais fácil será sentir alegria. Isso porque o cérebro, com a repetição dos mesmos estados emocionais, formará um padrão, uma reação que se repetirá até formar uma característica da personalidade.
“As características emocionais têm um efeito condicionante na forma como as pessoas olham as experiências cotidianas e reagem a elas.
Alguém predisposto ao medo ou à depressão, por exemplo, tem mais chances de encarar situações com um senso de temor, enquanto alguém predisposto à confiança encarará a mesma situação com mais equilíbrio e segurança”, escreveu o monge tibetano Mingyur Rinpoche em A Alegria de Viver (Elsevier), um livro precioso que pode ser baixado gratuitamente.
Ele tem razão. Conheci Mingyur de perto (ele jantou em casa...), e sua alegria é realmente contagiante: ri com uma cascata de hahahas cristalinos, assim como subitamente fica sério e atento se o assunto exige. Enfim, uma pessoa alegre não é necessariamente um bobo alegre, como alguns podem supor, mas alguém capaz de entrar em contato com suas emoções e expressá-las com gentileza e intensidade. [...]
(ALVES, Liane. O poder da alegria. Revista Vida Simples.
p. 44, maio de 2016. Adaptado.)
Através do primeiro parágrafo do texto, pode-se inferir, EXCETO
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AMADURECER SEM CRISTALIZAR
Os anos passam e teço uma amizade peculiar com o tempo. Nas linhas do meu rosto, reconheço as terras de meus avós. No espelho, vejo os olhos estreitos de meu pai, entre os fios grisalhos que descolorem antes de cair, os delicados traços de minha mãe. A identidade, que sempre busquei, veio sem avisar.
Envelheço e, a cada nova escalada, me abismo. Do alto de onde acreditava estarem as respostas para minhas questões, percebo que as dúvidas agora são outras. Aquele que perguntou, no início da jornada, já não é mais. A vertigem vem de perceber que, entre o mar e o cume, tornei-me outro rio. Ao reconhecer essa mudança, me dou conta de que minha identidade não é estática, mas um movimento.
Navegar é saber de onde se veio, para onde se vai. A vida não é linear. Zarpei sem saber de onde, foi em meio ao mar que alinhavei um par de acertos num quebra-cabeças de peças infinitas. Insinua-se ali uma imagem, uma identidade, cinzelada com vento e sal. Quando chegou a hora de aportar e viver de novo em terra, senti essa identidade esculpida com sal sob ameaça e cristalizei. Duro reconhecer a paralisia, mas foi ela que me permitiu questionar de onde vem minha identidade: do que faço, de onde vivo? Um pouco, mas acho que a identidade brota dos valores e ideais que persigo.
Ao navegar de volta a mim mesmo, fiz as pazes com os ideais que me assombravam. Entendi que utopias vivem no horizonte. Andamos 20 passos em sua direção e elas postam-se 20 passos além, são inalcançáveis. A questão central, explicou o cineasta argentino Fernando Birri, é para que servem as utopias? “Servem para caminharmos.” Utopias são faróis no escuro da noite.
Quando sei para onde vou ou de onde vim, é mais clara minha identidade, sou mais forte. Essa imagem ganha nitidez quando formulo as perguntas corretas e as equilibro, como quem mistura cores para uma pintura. Por vezes persigo a forma, o como, quando o que está em jogo é o propósito, o quê. Em outros momentos, me vejo dividido entre isto ou aquilo, quando o caminho passa por uma combinação disto e daquilo. É quando permito o necessário tempo de maturação que a imagem se forma, a harmonia apresenta-se nas cores e na força de quem sou.
Fica tudo muito bonito e poético no papel, mas a prática é cheia de pontas. Quando a realidade se torna dura demais, reconheço a dor e silencio, desvio minha atenção para outra parte. Na vida, como no mar, quando o tempo vira, a prioridade não é o destino, mas a segurança. Há uma manobra para os dias de temporal: capa. A ideia é derivar com a menor velocidade possível em um rumo controlado.
Consegue-se isso com as velas invertidas ou aquarteladas, como se diz no jargão náutico, e o timão amarrado na direção oposta. A beleza do movimento vem do redemoinho criado com a quilha do barco arrastando. Ele desorganiza as ondas e impede que elas quebrem sobre o costado, o que permite que a tripulação recupere as forças. Em meio ao nevoeiro, me ponho em capa e levo o barco devagar [...].
(FREITAS, Lucas T. de. Amadurecer sem cristalizar. Revista
Vida Simples. p. 52, maio de 2016. Adaptado.)
De acordo com o texto, é INCORRETO afirmar que:
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910396
Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Curral Dentro-MG
Provas:
Tendo como base o Código de Ética Profissional do Assistente Social e as legislações que regulamentam a profissão do Serviço Social, correlacione as categorias da primeira coluna com os enunciados da segunda, apresentados a seguir:
I - Competências
II - Atribuições privativas
III - Direitos do assistente social
IV - Deveres do assistente social
( ) Realização de vistorias e perícias técnicas, elaboração de laudos periciais e pareceres, e transmissão de informações sobre a matéria de Serviço Social.
( ) Inviolabilidade do domicílio, do local de trabalho e respectivos arquivos e documentação.
( ) Elaboração, implementação, execução e avaliação de políticas sociais junto a órgãos da administração pública, direta ou indireta, empresas, entidades e organizações populares.
( ) Treinamento, avaliação e supervisão direta de estagiários de Serviço Social.
( ) Realização de estudos socioeconômicos com os usuários para fins de benefícios e serviços sociais junto a órgãos da administração pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades.
( ) Devolução das informações colhidas nos estudos e pesquisas aos sujeitos sociais envolvidos, no sentido de que eles as possam usar para o fortalecimento dos interesses da classe trabalhadora.
Com base na correlação realizada, assinale a alternativa CORRETA.
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Uma ponte seria construída em 60 dias por 16 operários. Com a contratação de mais 4 operários, com a mesma capacidade de trabalho dos primeiros, em quantos dias a ponte poderá ser construída?
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“Se o objetivo é que o aluno aprenda a produzir e a interpretar textos, não é possível tomar como unidade básica de ensino nem a letra, nem a sílaba, nem a palavra, nem a frase que, descontextualizadas, pouco têm a ver com a competência discursiva que é questão central.”
Considerada essa afirmativa, analise as alternativas abaixo colocando (V) para as verdadeiras e (F), para as falsas:
( ) Ensinar a escrever textos torna-se uma tarefa muito difícil, fora do convívio, com textos verdadeiros, com leitores e escritores verdadeiros e em situações de comunicação que os tornem necessários.
( ) Não se formam bons leitores oferecendo materiais de leitura empobrecidos, justamente no momento em que as crianças são iniciadas no mundo da escrita.
( ) O método de alfabetização que adota o processo silábico é absolutamente incorreto e não deve ser praticado, ainda que associado a processos de leitura e produção de textos que contextualizem esse processo.
( ) A ênfase que se está dando ao conhecimento sobre as características discursivas da linguagem não significa que a aquisição da escrita alfabética deixe de ser importante. A capacidade de decifrar o escrito é, não só condição para a leitura independente, como um saber de grande valor social.
A ordem CORRETA das respostas é:
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