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O sensoriamento remoto, notadamente os produtos das plataformas orbitais, provocou uma mudança na cartografia, pois trouxe mais precisão nos mapeamentos, em escalas pequenas e, nos últimos anos, em escalas grandes.
Sobre o sensoriamento remoto, assinale a alternativa que apresenta a definição CORRETA dessa tecnologia.
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Observe a figura abaixo:

Disponível em: <https://exame.abril.com.br/> . Acesso em: 10 jul. 2019
Com base nas informações da figura apresentada e em seus conhecimentos, marque a alternativa CORRETA.
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Qual é o horário de chegada do avião que sai da cidade de Paris, localizada no fuso 15º leste, às 10 horas para a cidade de São Paulo, que está no fuso 45º oeste, sabendo-se que o tempo de voo é de 12 horas?
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Na obra “A geografia – isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra”, o professor Yves Lacoste denuncia os interesses capitalistas pelo conhecimento geográfico.
Sobre essa temática, pode-se afirmar que:
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Roberto Lobato Corrêa (1989) aponta vários processos espaciais que ocorrem no interior da cidade, denominando-os de reestruturação urbana. Um desses processos é a descentralização comercial e de serviços.
Assinale a alternativa que aponta uma causa da descentralização urbana.
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A respeito do Plano Diretor, analise as afirmativas abaixo:
I- O Plano Diretor é um instrumento norteador do ordenamento da cidade, que entre outras atribuições, define as regras de uso e a ocupação do solo urbano.
II- Com o Estatuto da Cidade (Lei Federal n.º 10.257, de junho de 2001), o Plano Diretor se tornou obrigatório apenas para municípios com mais de 20 mil habitantes.
III- Esse instrumento é recomendado para qualquer município, pois é um indutor do desenvolvimento urbano.
IV- Baseia-se no princípio da função social da cidade, isto é, a cidade deve atender ao interesse coletivo e não ao individual, para tanto, é imprescindível a participação popular.
As afirmativas CORRETAS são:
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Associe corretamente as colunas sobre as escolas da geografia e seus respectivos pensadores.
(1) Geografia Possibilista | Humboltd desconsiderava o papel transformador e de adaptação do homem ao meio natural. |
(2) Geografia Determinista | Surgiu de uma proposta de Paul Vidal de La Blache e destacou o papel do ser humano na Geografia. |
(3) Geografia Teorética | Contribuições de Milton Santos; colocou uma interpretação mais social no papel da Geografia; baseada na teoria marxista. |
(4) Geografia Crítica | Hagget trouxe um arcabouço quantitativo para a Geografia tornando-a mais precisa em suas análises. |
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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O secularismo, o materialismo e o consumismo, como consequências do desenvolvimento da economia capitalista, têm distanciado o homem cada vez mais do divino, do sagrado e das religiões. É notório o crescimento do ateísmo no Ocidente como resultado das mudanças culturais. Nesse sentido, para Abbagnano, “o ateísmo moderno não é a ‘profissão’ de fé numa concepção de mundo oposta àquela centrada na existência de Deus, nem a condenação da religião e da fé, que sobre essa existência se assentam. Ele é sobretudo uma situação cultural, que por alguns é serenamente aceita, por outros, sofrida, e por outros, integrada ou corrigida com novos tipos de fé e de esperança” (MONDIN, 1997, p. 128). Em comum acordo com Abbagnano, Mondin propõe que “o ateísmo, como fenômeno típico da modernidade, como expressão da sua alma, não pode ser gerado por um só organismo da sociedade, por uma única atividade, por uma simples estrutura. Depois da revolução francesa, o ateísmo impregnou a sociedade em todas as suas expressões culturais: é ateísta a política, a cultura, a ciência, a educação, a economia, a filosofia, a moral; são ateus os costumes e os meios de comunicação de massa; são ateias as manifestações públicas e a conduta privada. Todo o ser sociocultural está impregnado de ateísmo, da cabeça aos pés. O ateísmo é, para a nossa sociedade e cultura, aquilo que a religião foi para a sociedade e as culturas que a precederam”. Karl Rehner observou, com justeza, que “Existe hoje algo que jamais houve na história: um ateísmo mundial, espalhado por toda parte, que não é mais atitude de alguns homens, mas um fenômeno social reconhecido em todo lugar como legítimo. Sendo assim, é também um dado, de fato, que entramos numa época fundamental para o cristianismo, e que até agora não tinha acontecido”. A questão que se coloca, em nossos dias, e pesa sobre o processo de ensino é: como ensinar religião, como propagar Deus, como garantir uma vivência moral baseada na vivência religiosa, uma vez que ocorre essa disseminação cultural do ateísmo, essa insignificância do divino substituído pelos bens produzidos pela tecnologia avançada?
O olhar de Mondin direciona-se para a seguinte conclusão:
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Os cenários escolares brasileiros, especialmente no sistema público, têm revelado uma alta estatística de violência nos últimos anos. Essa situação envolve muitos fatores e tem preocupado especialistas em pedagogia, sociologia e psicologia da educação. As formas e os métodos de repressão de um passado breve (anos 1950-1980) alteraram-se. Aparentemente, ocorreu uma abertura na relação professor/aluno a partir da década de 1990, seguida de um relaxamento do rigor repressivo até então mantido através de punições como advertências, castigos, suspensão, expulsão e retirada de notas nas avaliações. Nessa direção, o que se vê é a instalação de ambientes anárquicos e a experiência de comportamentos indisciplinados e até violentos, salvo as exceções. Muito se discute sobre a disseminação de drogas, as influências da televisão e da internet em seus aspectos negativos, assim como a elaboração de leis protetoras dos direitos do menor, muitas vezes confundidas com liberação de toda ordem. Vê-se crescer cada vez mais o quantitativo de adolescentes grávidas e o liberalismo sexual. Os resultados da aprendizagem são profundamente negativos. No fundo, o que se vê é a continuidade da repressão e do recalque dados pela impotência e pelo fracasso escolar, uma imposição sistemática de uma elite econômica. Nesse contexto, as consequências do relacionamento entre docentes e discentes exigem análises que remetem à psicologia ou à psicanálise freudiana, como condição de compreensão dos comportamentos atuais, assim como pensar as “saídas” ou “curas” do desprazer da educação no Brasil para a maioria dos professores e dos alunos. Desse modo, é importante a atenção dos educadores para o que propõe Kupfer, em sua obra Freud e a educação: o mestre do impossível (1992), quando aborda a importante necessidade da sublimação no processo de educação, assim posto: “As bases necessárias à sublimação são fornecidas pelas pulsões sexuais parciais e claramente perversas. Portanto, uma ação educativa que se propusesse desenraizar o ‘mal’ em que nasce a criança estaria não fadada ao fracasso como estaria atacando uma fonte de um ‘bem’ futuro. Aqui, como diz Catherine Millot, Freud poderia ser aparentemente identificado com o pedagogo clássico, que também via na criança um mal originário, principalmente entre os educadores religiosos, com o pecado original. Estaria, de outro lado, mas afastado de Rousseau, que apostava em um bem natural depois subvertido pela cultura. Freud deixa de ser identificado como pedagogo tradicional a partir do momento em que preconiza o desenraizamento do ‘mal’, mas propõe a sua utilização, a sua canalização, em direção aos valores ‘superiores’, aos bens culturais, de produção socialmente útil. ‘Sem perversão’, diz ele, ‘não há sublimação’. Sem sublimação, não há cultura. Em um texto de 1913, que versa sobre o interesse educacional pela psicanálise, Freud escreve que os educadores precisam ser informados de que a tentativa de supressão das pulsões parciais não só é inútil como pode gerar efeitos como a neurose. De posse dessa informação, os educadores poderão reduzir a coerção, e dirigir de forma mais proveitosa a energia que move tais pulsões”.
Essa proposta freudiana de reduzir a coerção para dirigir de forma mais proveitosa a energia que move as pulsões seria a causa
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No capítulo 13 da obra Deus na filosofia do século XX, Paola Ricci Sindoni desenvolve a temática Martin Buber (1878-1965) o sonho da existência unificada, em que escreve que “o mundo não é algo para olhar-se ou para abandonar-se, mas para ser conhecido e santificado, porque de pleno direito também o mundo, criado e saído da ‘boca’ de Deus através da palavra, invoca a sua necessária reunião no Uno, participando desse processo de unificação [...] que é, para Buber, o próprio núcleo da redenção messiânica” (SINDONI, 2002, p. 199).
Ao propor a ideia de santificação do mundo e a sua participação no processo de unificação a partir da criação de Deus através da palavra, a autora, concordando com Buber, sugere que:
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