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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.
PARA PENSAR
1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças
tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria
aumente. As crianças não veem “a fim de”.
Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.
5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na
direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais
rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação
do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]
10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –
piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte
círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,
inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.
Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.
15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber
onde as encontrar.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação
da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.
20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]
Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque
o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar
com os conhecimentos.
Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que contém palavra com sentido contrário ao da palavra “tolo” (linha 15), conforme empregada no texto.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.
PARA PENSAR
1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças
tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria
aumente. As crianças não veem “a fim de”.
Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.
5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na
direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais
rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação
do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]
10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –
piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte
círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,
inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.
Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.
15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber
onde as encontrar.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação
da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.
20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]
Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque
o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar
com os conhecimentos.
Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.
Conforme o texto, o saber
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.
PARA PENSAR
1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças
tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria
aumente. As crianças não veem “a fim de”.
Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.
5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na
direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais
rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação
do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]
10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –
piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte
círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,
inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.
Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.
15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber
onde as encontrar.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação
da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.
20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]
Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque
o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar
com os conhecimentos.
Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.
A partir do texto e de seu conhecimento de mundo, assinale a alternativa CORRETA.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto 01, com atenção, e responda às questões 01 a 13.
PARA PENSAR
1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças
tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria
aumente. As crianças não veem “a fim de”.
Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.
5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na
direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais
rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação
do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]
10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –
piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte
círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,
inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.
Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.
15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber
onde as encontrar.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação
da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.
20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]
Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque
o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar
com os conhecimentos.
Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.
Das alternativas a seguir, qual melhor define o trecho “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas” (linha 15), conforme empregado no texto?
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PARA PENSAR
1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças
tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria
aumente. As crianças não veem “a fim de”.
Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.
5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na
direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais
rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação
do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]
10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –
piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte
círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,
inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.
Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.
15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber
onde as encontrar.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação
da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.
20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]
Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque
o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar
com os conhecimentos.
Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.
De acordo com o texto, pode-se afirmar que a educação ideal
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PARA PENSAR
1 [...] Segundo Nietzsche, a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças
tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que a nossa alegria
aumente. As crianças não veem “a fim de”.
Seu olhar não tem nenhum objetivo prático. Veem porque é divertido ver.
5 Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: “Veja!” – e, ao falar, aponta. O aluno olha na
direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais
rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria – que é a razão pela qual vivemos.
Já li muitos livros [...], mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação
do olhar, ou à importância do olhar na educação, em qualquer um deles. [...]
10 A palavra amor se tornou maldita entre os educadores. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor –
piegas. Mas o amor – Platão, Nietzsche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. O amor marca o impreciso e o forte
círculo de prazer que liga os corpos aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – indigno de ser aprendido,
inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção ou não teríamos prioridades.
Prova de inteligência não é possuir todas as ferramentas. É possuir as ferramentas de que se vai necessitar.
15 Sabedoria oriental: “O tolo soma ferramentas. O sábio diminui as ferramentas.” O importante não é tê-las. É saber
onde as encontrar.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação da sensibilidade. Sem a educação
da sensibilidade, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os saberes – que os professores ensinam – nos dão meios para viver.
20 Os sabores – que os educadores despertam – nos dão razões para viver. [...]
Aquilo que [...] sabemos chega para a gente fazer um paraíso na Terra. E por que é que não o fazemos? Porque
o conhecimento não basta. Sabedoria não se consegue com a soma de conhecimentos. [...]
Educação não é a transmissão de uma soma de conhecimentos. [...] Educar é ensinar a pensar, isto é, brincar
com os conhecimentos.
Disponível em: <https://www.revistaeducacao.com.br/para-pensar>. Acesso em: 10 ago. 2019. Adaptado.
Assinale a alternativa que contém a ideia central do texto:
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A ação docente encontra grandes desafios em relação ao processo ensino e aprendizagem, e também à construção de uma escola comprometida com a transformação social. Analise as proposições a seguir, considerando a forma como se caracterizam as tarefas de uma escola pública, democrática e de qualidade, segundo Libâneo (1994).
I - Proporcionar a todas as crianças e jovens a escolarização básica e gratuita, assegurando a todos as condições de assimilação dos conhecimentos sistematizados e a cada um o desenvolvimento de suas capacidades físicas e intelectuais.
II - Entender que o processo de assimilação de conhecimentos é resultado da reflexão proporcionada pela percepção prático-sensorial e pelas ações mentais que caracterizam o pensamento.
III - Assegurar o desenvolvimento das capacidades e habilidades intelectuais, sobre a base dos conhecimentos científicos, que formam o pensamento crítico e independente, permitem o domínio de métodos e técnicas do trabalho intelectual, bem como a aplicação prática dos conhecimentos na vida escolar e na prática social.
IV - Assegurar uma organização interna da escola em que os processos de gestão e administração e os de participação democrática de todos os elementos envolvidos na vida escolar estejam voltados para o atendimento da função básica da escola, o processo de ensino e aprendizagem.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
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Referente à avaliação, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A avaliação deve se prender ao sistema: a nota.
( ) A avaliação restringe-se a fazer provas e aplicar trabalhos.
( ) A avaliação só faz sentido se os seus resultados permitirem, tanto aos alunos quanto aos professores, uma reflexão sobre os processos pedagógicos desenvolvidos.
( ) A avaliação da aprendizagem escolar deve fazer parte da rotina da sala de aula, sendo utilizada esporadicamente e de forma improvisada.
( ) Por ser a avaliação da aprendizagem um componente dispensável do processo educativo, é fundamental que haja um acompanhamento do desenvolvimento do educando no processo de construção do seu conhecimento.
A sequência, considerando as afirmativas de cima para baixo, está CORRETA em:
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Ronca (1991), em seu livro A prova operatória, oferece uma nova perspectiva para que o professor realize a verificação do que está sendo aprendido pelo aluno. Nessa perspectiva, já não se trata mais de avaliação para selecionar, para classificar, mas para perceber se o aluno é capar de pensar, argumentar, contrapor a partir do aprendido. Nesses termos, sobre o momento da prova, é CORRETO afirmar:
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Freire (1996), em seu livro Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa, lista uma série de “exigências” inerentes ao ato de ensinar. Uma delas afirma que “os educadores devem ensinar com rigorosidade metódica”. Sobre essa exigência, é CORRETO afirmar:
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