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Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.

A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.

No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.

Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.

Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)

Em, “No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas.” (3º§):

 

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Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.

A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.

No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.

Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.

Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)

Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta a reescrita que se mostra INCOERENTE, considerando o contexto em que o trecho destacado está inserido.

 

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Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.

A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.

No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.

Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.

Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)

Considerando o primeiro parágrafo do texto, é possível observar o emprego do acento grave indicador de crase. Assinale a afirmativa correta em relação à(s) ocorrência(s) relacionada(s).

 

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Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil

O ano de 2023 foi marcado por um número alarmante de denúncias de trabalho análogo à escravidão no Brasil, com um total de 3.422 registros em apenas 12 meses, representando um aumento de 61% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania. Assim como o racismo, o trabalho análogo à escravidão tende a ser visto como uma questão superada – talvez porque ainda haja aqueles que optam pela ignorância ou tragam consigo vieses enraizados de uma sociedade historicamente colocada à margem.

A publicação mais recente da Lista Suja, documento que divulga pessoas físicas e empresas que submetem trabalhadores a mão de obra forçada, jornadas exaustivas, condições degradantes ou restrição de locomoção, adicionou 248 empregadores em 2024, totalizando 654 e representando o maior número desde sua criação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em 2003. Esse cenário evidencia uma realidade desafiadora e inaceitável vivenciada no Brasil e, neste sentido, a questão requer uma resposta coordenada e vigorosa da sociedade civil, do governo e do setor privado.

No entanto, a escassez de auditores fiscais é um desafio adicional que precisa ser superado, além dos cortes orçamentários dos últimos anos que têm agravado ainda mais a situação, tornando mais difícil a realização de inspeções e a aplicação eficaz das leis trabalhistas. Por isso, a criação de concursos públicos e o investimento na estrutura de fiscalização são essenciais para garantir inspeções regulares e uma resposta eficaz às violações trabalhistas.

Diante desse cenário, é crucial que a pressão da sociedade civil continue a crescer, engajando cada vez mais pessoas nesta causa. A recente exposição de trabalhadores em condições análogas à escravidão em um festival que ocorreu em 2023 reforça a importância de ações nesse sentido, que podem não apenas dissuadir os empregadores de recorrerem a essa mão de obra, mas também evitar reincidências. É importante engajar a conscientização dos direitos, além de denunciar por meio dos canais disque 100 e o Sistema Ipê, possibilitando a investigação e a fiscalização nos estabelecimentos suspeitos.

Para finalizar, é importante que exista uma consciência coletiva de que, entre as várias razões pelas quais o trabalho escravo persiste nos dias de hoje, está a desigualdade socioeconômica. Em áreas onde a pobreza é generalizada, as pessoas podem se encontrar em situações de vulnerabilidade que as tornem suscetíveis à exploração. Exatamente por isso, a erradicação do trabalho análogo à escravidão exige uma abordagem multifacetada e colaborativa, que envolva todas as frentes de poder público e privado, além das organizações sociais. Não há dúvidas de que toda ação é importante, desde o compartilhamento de informações até o desenvolvimento de estratégias integradas para enfrentar essa violação grave dos direitos humanos.

(Laís Leite. Disponível em: <https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/Acesso em: junho de 2024.)

Pode-se compreender a partir do título atribuído ao texto, “Trabalho análogo à escravidão está longe de ser viés ultrapassado no Brasil”, que:

 

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3422687 Ano: 2024
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Analise o caso a seguir:

Nesta manhã, uma explosão provocada por vazamento de gás GLP, gás liquefeito de petróleo, conhecido também por gás de cozinha, deixou três pessoas de uma família feridas em Joinville. A explosão aconteceu quando o homem chegou em casa do trabalho e acendeu a luz, provocando uma faísca que acionou a combustão do gás, que estava concentrado no ambiente em virtude de um vazamento.

(Disponível em: https://www.cbm.sc.gov.br/index.php/noticias/blog-noticias-institucionais. Acesso em: junho de 2024.)

Dentre as medidas de segurança relacionadas ao gás de cozinha, a seguir descritas, assinale a afirmativa correta.

 

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3422686 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Japão divulga foto inédita de sonda na Lua em pouso histórico

Uma imagem inédita do solo lunar, capturada por sua sonda não-tripulada “SLIM”, foi divulgada pelo Japão. O módulo pousou na Lua no sábado este ano, tornando o Japão como o 5º país do mundo a conseguir tal feito. De acordo com a Agência Espacial Japonesa (Jaxa), a sonda conseguiu fotografar e transmitir dados por meio de um robô ejetável. Mesmo com um problema em seu sistema de baterias solares, a nave apelidada de “Moon Sniper” (franco-atirador lunar), depois de 20 minutos de descida, pousou na superfície do satélite natural da Terra e conseguiu fazer comunicação. A SLIM é uma das muitas novas missões lunares que foram lançadas por países e empresas privadas 50 anos depois de Neil Armstrong pisar na superfície da Lua.

(Disponível em: https://www.otempo.com.br/mundo/japao-divulga-foto-inedita. Acesso em: junho de 2024.)

Os demais países que completaram esse intento foram:

 

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3422685 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Janeiro roxo: Secretaria de Saúde alerta sobre a prevenção da hanseníase

A hanseníase, uma das doenças mais antigas da humanidade, é ainda considerada um problema de saúde pública no país. Por isso, o movimento “janeiro roxo” foi criado em 2016 pelo Ministério da Saúde (MS). O Brasil ocupa a segunda posição entre os países que mais registram casos novos no mundo. Em 2022, o país registrou um total de 19.635 casos novos de hanseníase na população geral (taxa de detecção de 9,67 casos por 100 mil habitantes) e o Ministério da Saúde anunciou R$ 55 milhões em ações de prevenção e tratamento da hanseníase.

(Disponível em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/noticias-geral. Acesso em: junho de 2024.)

Campanhas como o “janeiro roxo” são importantes para que a população tenha mais informações sobre a doença e para que ocorra uma intensificação de busca ativa de doentes, com o tratamento oportuno e interrupção da cadeia de transmissão da mesma, uma vez que:

 

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3422684 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) informou que a conta de luz terá acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kW/h consumidos no mês de julho. A cobrança adicional irá ocorrer por causa do acionamento da bandeira tarifária amarela. Segundo a agência, a previsão de chuva abaixo de média e a expectativa de aumento do consumo de energia justificam a tarifa extra. O alerta foi publicado na sexta-feira.

(Disponível em: https://www.otempo.com.br/Acesso em: junho de 2024.)

“O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Nesse sistema, as bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira: a bandeira ______________ é a que tem um custo ________________, a ________________, médio e a _____________, ______________.” Assinale a afirmativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

 

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3422683 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Gilberto Gil anuncia aposentadoria dos palcos após turnê em 2025

Gilberto Gil se despedirá dos palcos em 2025. A aposentadoria em shows foi confirmada pela assessoria de imprensa de Gil ao Estadão na tarde deste sábado, 29. Gil, de 82 anos, deverá fazer apresentações no Brasil, Estados Unidos e Europa para depois, a exemplo do que já fez Milton Nascimento, continuar na música, mas longe dos shows. O cantor começou a carreira na Bahia, nos anos 1960. A partir de 1965, projetou-se para o Brasil por meio dos festivais de música.

(Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/entretenimento/noticia. Acesso em: junho de 2024.)

Ao longo de mais de 50 anos de carreira, Gilberto Gil lançou discos fundamentais para a música brasileira, entre eles, “Expresso 2222”, “Refavela”, “Refazenda” e “Realce”. Seu último trabalho com músicas inéditas, “Ok, Ok, Ok” foi lançado em 2018. Ao lado de Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Zé e Os Mutantes, foi um dos cérebros:

 

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3422682 Ano: 2024
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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A campanha “Remédio: não usou, descartou”, iniciada em 7 de abril deste ano, visa conscientizar a população sobre a importância de descartar medicamentos de maneira adequada. Promovida pelo Grupo Mulheres do Brasil e Ciência na Saúde, a iniciativa conta com a liderança de Luiza Trajano, fundadora do Magazine Luiza, e o apoio de embaixadores como Xuxa e Drauzio Varella. Juan Carlos Becerra, coordenador do Grupo Técnico de Trabalho de Logística Reversa, Resíduos e Gestão Ambiental do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), alerta que o descarte inadequado de medicamentos contamina solo e água, prejudicando o meio ambiente e a saúde humana. Além disso, medicamentos descartados de forma errada podem retornar ao consumo, especialmente entre populações vulneráveis, sem prescrição e, muitas vezes, vencidos.

(Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/saude/noticia. Acesso em: junho de 2024.)

Considerando as maneiras adequadas de descartar medicamentos, assinale a única alternativa correta, com base nos casos práticos a seguir:

 

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