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Foram encontradas 40 questões.

1323966 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
O massacre foi exaustivamente documentado por uma mídia livre que, como durante o impeachment do presidente Collor que tinha ocorrido alguns dias antes, tomou para si a tarefa de desvela o que as autoridades públicas estavam tentando esconder”. (CALDEIRA, 2000, p. 174) Este fragmento aborda pontos centrais do processo de “redemocratização” posto em prática após duas décadas do Golpe Militar.
Assinale a alternativa correta:
 

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1323958 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Texto
No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
Considere o fragmento abaixo para responder à questão.
A verdade é que a invocação da relação pessoal, da
regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores
externos àquela situação poderá provocar uma resolução
satisfatória ou menos injusta.”
Em períodos mais longos, deve-se reforçar o cuidado para a análise de suas partes. Nesse sentido, percebe-se que a segunda oração é subordinada à primeira e deve ser classificada como:
 

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De acordo com o Decreto nº 12.040 de 2016, o ensino fundamental será organizado em anos de escolaridade, do 1º (primeiro) ao 9º (nono) ano, considerando os seguintes ciclos de formação humana:
I. Primeiro Ciclo: 1º ao 2º Ano.
II. Primeiro Ciclo: 1º ao 3º Ano
III. Segundo Ciclo: 4º e 5º Ano.
IV. Segundo Ciclo: 3º ao 5º Ano.
V. Terceiro Ciclo: 6º ao 9º Ano.
Assinale a alternativa correta.
 

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1317378 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
As despesas com a modernização eram compensadas pela valorização decorrente da melhora técnica. Melhora que facilitava economia de mão-de-obra, num momento em que esta encarecia e se rarefazia” (MOMBEIG, 1984, p. 101). Assinale a alternativa que apresenta o ciclo econômico ou atividade auxiliar que a passagem se refere:
 

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1317043 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Na verdade, não apenas naquele exato instante mas pelas três décadas seguintes, ela representaria pouco mais do que um intervalo idílico em meio a uma longa e tediosa navegação oceânica” (BUENO, 1998, p. 12). Com base no fragmento citado, assinale a alternativa incorreta:
 

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1216906 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Texto
No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
Ao estabelecer uma distinção entre o “Jeitinho” e o “Você sabe com quem está falando?”, o autor mostra que, em sua opinião, ambos são:
 

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1213916 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Em 1872 o Regime Imperial realizava o primeiro censo documentado e oficial do Brasil. Neste, dados intrigantes acerca da composição da população são revelados, dentre os quais, o fato de entre a população escrava constar apenas 11% de imigrantes do universo masculino e 8% das mulheres escravizadas . Leia a observação do pesquisador Roberto Borges Martins (2018) em contribuição ao NEXO Jornal:
“Em 1831, uma lei brasileira (conhecida como “_______________” e alcunhada de “Lei para inglês ver”) proibiu o tráfico de escravos (“Todos os escravos, que entrarem no territorio ou portos do Brazil, vindos de fóra, ficam livres”), determinação reforçada em uma nova lei, essa de 1850 (___________________), que garantia a apreensão de navios de traficantes em mar ou portos brasileiros.
Por consequência, qualquer escravo declarado como africano no censo com menos de 59 anos seria uma clara ilegalidade. “Assim, o que existe é uma grande ocultação da origem africana dos escravos. É uma coisa que assusta: existe uma população escrava de 1,5 milhão e um número de africanos proporcionalmente muito pequeno [9,2%]”, diz Martins. O economista explica que o dado é ilusório dado que a população escrava brasileira nunca teve crescimento natural positivo (mais nascimento do que morte). Ou seja, ela dependia da importação (ilegal) de pessoas para se manter.” (NEXO Jornal, 27 de Junho de 2017).
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
 

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Desde a publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 9.394/1996) muitas mudanças ocorreram na organização da Educação no Brasil. Toda alteração nos artigos desta Lei adveio, principalmente, em decorrência de novas exigências da sociedade brasileira que, também reflete tendências globais do papel da educação em países democráticos. No que se refere aos conteúdos de aprendizagem para os diferentes níveis de ensino, o artigo 26 publica que “os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos”. Nesse sentido, Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Os currículos devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa, da matemática e teologia, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil.
II. O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório da educação básica.
III. A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática também obrigatória ao aluno.
IV. O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.
V. A integralização curricular poderá incluir, a critério dos sistemas de ensino, projetos e pesquisas envolvendo os temas transversais.
Estão corretas as afirmativas:
 

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1163149 Ano: 2018
Disciplina: História
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
Na ideologia das Corporações […] o título obtido no final da formação não servia para lançar-se na grande aventura da vida procurando melhorar a própria condição e o trabalho da família; ao contrário, assinalava um novo fechamento, uma confirmação de um destino quase sempre imutável, mesmo se favorável”. (RUGIU, 1998, p. 139). Em relação ao fragmento citado, assinale a alternativa correta:
 

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1157415 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: Pref. Divinópolis-MG
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Texto
No Brasil, entre o “pode” e o “não pode”, encontramos um “jeito”, ou seja, uma forma de conciliar todos os interesses, criando uma relação aceitável entre o solicitante, o funcionário-autoridade e a lei universal. Geralmente, isso se dá quando as motivações profundas de ambas as partes são conhecidas; ou imediatamente, quando ambos descobrem um elo em comum banal (torcer pelo mesmo time) ou especial (um amigo comum, uma instituição pela qual ambos passaram ou o fato de se ter nascido na mesma cidade). A verdade é que a invocação da relação pessoal, da regionalidade, do gosto, da religião e de outros fatores externos àquela situação poderá provocar uma resolução satisfatória ou menos injusta. Essa é a forma típica do “jeitinho”. Uma de suas primeiras regras é não usar o argumento igualmente autoritário, o que também pode ocorrer, mas que leva a um reforço da má vontade do funcionário. De fato, quando se deseja utilizar o argumento da autoridade contra o funcionário, o jeitinho é um ato de força que no Brasil é conhecido como o “Sabe com quem está falando?”, em que não se busca uma igualdade simpática ou uma relação contínua com o agente da lei atrás do balcão, mas uma hierarquização inapelável entre o usuário e o atendente. De modo que, diante do “não pode” do funcionário, encontra-se um “não pode do não pode” feito pela invocação do “Sabe com quem você está falando?”. De qualquer modo, um jeito foi dado. “Jeitinho” e “Você sabe com quem está falando?” são os dois polos de uma mesma situação. Um é um modo harmonioso de resolver a disputa; o outro, um modo conflituoso e direto de realizar a mesma coisa. O “jeitinho” tem muito de cantada, de harmonização de interesses opostos, tal como quando uma mulher encontra um homem e ambos, interessados num encontro romântico, devem discutir a forma que o encontro deverá assumir. O “Sabe com quem está falando?”, por seu lado, afirma um estilo em que a autoridade é reafirmada , mas com a indicação de que o sistema é escalonado e não tem uma finalidade muito certa ou precisa. Há sempre outra autoridade, ainda mais alta, a quem se poderá recorrer. E assim as cartas são lançadas.
(DAMATTA, Roberto. O modo de navegação social: a malandragem e o “jeitinho”. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Rocco, 1884. P79-89, (Adaptado) .
No trecho “A verdade é que a invocação da relação pessoal”, aponta-se uma “verdade” que se propõe inquestionável. Esse sentido é atribuído em função do seguinte recurso linguístico:
 

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