Foram encontradas 50 questões.
Rosa planejou armazenar 29 litros de suco de laranja em 116 pequenas garrafas com mesma capacidade cada uma. Rosa só encontrou 20 dessas garrafas e resolveu armazenar o restante do suco em garrafas de 600 mililitros. O número de garrafas de 600 mililitros que Rosa precisou para realizar o que planejou é igual a
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A razão entre o número de homens e o número de mulheres que trabalham em uma seção, que tem 15 funcionários, é !$ \dfrac{1}{4} !$ . Com a realização de um concurso, foram admitidos, nessa seção, outras 7 pessoas. A razão entre o número de homens e o número de mulheres passou a ser !$ \dfrac{3}{8} !$ . Após essas admissões, o número de homens que trabalham nessa seção aumentou em
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Na rodoviária de uma cidade partem 3 linhas de ônibus. A tabela mostra a frequência de partida de cada linha.
Frequência de Partidas | |
Linhas | Tempo |
A | A cada 8 minutos |
B | A cada 12 minutos |
C | A cada 18 minutos |
As linhas A, B e C iniciam suas atividades todos os dias às 5 horas. Das 5 horas até as 11 horas, inclusive, o número de vezes em que, pelo menos, duas dessas linhas partiram ao mesmo tempo é
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Em uma corrida de automóveis o carro A dá uma volta completa no circuito sempre em 55 segundos. O carro B dá uma volta sempre em 1 minuto e 5 segundos. Sabendo que os dois automóveis partiram ao mesmo tempo e do mesmo ponto do circuito, e que todos pararam onde estavam exatamente após 2 horas e 5 segundos de corrida, é correto afirmar que o número de voltas completas somadas que os carros A e B percorreram é
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Marcos disse que tem o triplo do dinheiro de Pedro. Já Pedro falou que tem 10 reais a menos do que a metade do dinheiro de Luciana. Sabendo que os três juntos possuem R$ 72,50, a quantia que Luciana tem a mais que a quantia de Marcos e Pedro é
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Leia a tira em que aparecem as personagens Chico Bento e seu amigo Zé Lelé.

(Mauricio de Sousa. O Estado de S. Paulo, 10.08.2019)
Interpretando a tira, é correto afirmar que
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Leia o texto para responder às questões de números 10 a 14.
Juventude, velhice
A cultura brasileira é cruel no quesito idade. Dizer que uma pessoa é – ou parece – jovem é um elogio, e chamar de velho é uma maneira de insultar, geralmente usada quando não encontram outra coisa para falar daqueles de quem não gostam, com quem não concordam.
A rigor, o assunto idade nem deveria existir – a não ser, é claro, quando se trata de ajudar os que não podem viver com independência, precisando de cuidados especiais porque infelizmente têm sérios problemas de saúde.
Na minha última viagem, percebi que em Paris, por exemplo, ninguém é apontado como jovem ou velho, disso não se fala. As pessoas são como são, e ninguém perde tempo carimbando ninguém; simplesmente não tem importância.
Mas aqui no Brasil, ai da mulher que é ou foi bonita, quando os anos vão chegando. Essas não são perdoadas, e a idade que têm é assunto de discussão.
Por isso, ainda não cheguei aos 70, mas resolvi aumentar a minha idade, e se me perguntam, digo que acabei de completar 91 anos; assim, corro o risco de ouvir um “mas que incrível, não parece”, o que é sempre bom de ouvir.
(Danuza Leão. Folha de S.Paulo, 29.01.2012. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a pontuação empregada segue a norma-padrão.
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Leia o texto para responder às questões de números 10 a 14.
Juventude, velhice
A cultura brasileira é cruel no quesito idade. Dizer que uma pessoa é – ou parece – jovem é um elogio, e chamar de velho é uma maneira de insultar, geralmente usada quando não encontram outra coisa para falar daqueles de quem não gostam, com quem não concordam.
A rigor, o assunto idade nem deveria existir – a não ser, é claro, quando se trata de ajudar os que não podem viver com independência, precisando de cuidados especiais porque infelizmente têm sérios problemas de saúde.
Na minha última viagem, percebi que em Paris, por exemplo, ninguém é apontado como jovem ou velho, disso não se fala. As pessoas são como são, e ninguém perde tempo carimbando ninguém; simplesmente não tem importância.
Mas aqui no Brasil, ai da mulher que é ou foi bonita, quando os anos vão chegando. Essas não são perdoadas, e a idade que têm é assunto de discussão.
Por isso, ainda não cheguei aos 70, mas resolvi aumentar a minha idade, e se me perguntam, digo que acabei de completar 91 anos; assim, corro o risco de ouvir um “mas que incrível, não parece”, o que é sempre bom de ouvir.
(Danuza Leão. Folha de S.Paulo, 29.01.2012. Adaptado)
De acordo com o emprego dos pronomes, a substituição da expressão destacada está indicada corretamente entre parênteses em:
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Leia o texto para responder às questões de números 10 a 14.
Juventude, velhice
A cultura brasileira é cruel no quesito idade. Dizer que uma pessoa é – ou parece – jovem é um elogio, e chamar de velho é uma maneira de insultar, geralmente usada quando não encontram outra coisa para falar daqueles de quem não gostam, com quem não concordam.
A rigor, o assunto idade nem deveria existir – a não ser, é claro, quando se trata de ajudar os que não podem viver com independência, precisando de cuidados especiais porque infelizmente têm sérios problemas de saúde.
Na minha última viagem, percebi que em Paris, por exemplo, ninguém é apontado como jovem ou velho, disso não se fala. As pessoas são como são, e ninguém perde tempo carimbando ninguém; simplesmente não tem importância.
Mas aqui no Brasil, ai da mulher que é ou foi bonita, quando os anos vão chegando. Essas não são perdoadas, e a idade que têm é assunto de discussão.
Por isso, ainda não cheguei aos 70, mas resolvi aumentar a minha idade, e se me perguntam, digo que acabei de completar 91 anos; assim, corro o risco de ouvir um “mas que incrível, não parece”, o que é sempre bom de ouvir.
(Danuza Leão. Folha de S.Paulo, 29.01.2012. Adaptado)
Considere as expressões destacadas nos trechos do texto.
• Acultura brasileira é cruel no quesito idade. (1º parágrafo)
• ... e ninguém perde tempo carimbando ninguém; simplesmente não tem importância. (3º parágrafo)
É correto afirmar que as expressões
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- SintaxeRegênciaRegência Verbal
- SintaxeRegênciaRegência Nominal
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder às questões de números 10 a 14.
Juventude, velhice
A cultura brasileira é cruel no quesito idade. Dizer que uma pessoa é – ou parece – jovem é um elogio, e chamar de velho é uma maneira de insultar, geralmente usada quando não encontram outra coisa para falar daqueles de quem não gostam, com quem não concordam.
A rigor, o assunto idade nem deveria existir – a não ser, é claro, quando se trata de ajudar os que não podem viver com independência, precisando de cuidados especiais porque infelizmente têm sérios problemas de saúde.
Na minha última viagem, percebi que em Paris, por exemplo, ninguém é apontado como jovem ou velho, disso não se fala. As pessoas são como são, e ninguém perde tempo carimbando ninguém; simplesmente não tem importância.
Mas aqui no Brasil, ai da mulher que é ou foi bonita, quando os anos vão chegando. Essas não são perdoadas, e a idade que têm é assunto de discussão.
Por isso, ainda não cheguei aos 70, mas resolvi aumentar a minha idade, e se me perguntam, digo que acabei de completar 91 anos; assim, corro o risco de ouvir um “mas que incrível, não parece”, o que é sempre bom de ouvir.
(Danuza Leão. Folha de S.Paulo, 29.01.2012. Adaptado)
No primeiro parágrafo, o trecho destacado em – ... chamar de velho é uma maneira de insultar, geralmente usada quando não encontram outra coisa para falar daqueles de quem não gostam, com quem não concordam – está reescrito em conformidade com a regência verbal e nominal padrão na alternativa:
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