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Uma mulher de 27 anos de idade, G1P0, no terceiro trimestre de gestação (31 semanas), chega ao prontosocorro com dor abdominal no quadrante superior direito (QSD) que se irradia para o ombro direito. A dor é contínua, começou há três dias e está associada a febre baixa (37,8°C), náuseas e sensação de desconforto abdominal difuso. Ela nega histórico de colecistite ou outras doenças hepáticas, mas menciona episódios de dor pélvica crônica há alguns anos.
Considerando o quadro clínico exposto, assinale a alternativa que apresenta o agente etiológico mais provável.
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Uma mulher de 34 anos de idade, G2P1, com 36 semanas de gestação, chega ao pronto-socorro com dor abdominal intensa de início súbito, acompanhada de sangramento vaginal moderado. Ela também relata que o bebê tem se mexido menos nas últimas horas. A paciente é hipertensa crônica, controlada com metildopa, e está em acompanhamento pré-natal regular. Não há histórico de trauma recente. Ao exame físico, o útero está rígido, doloroso à palpação e com hipersensibilidade difusa. A cardiotocografia fetal revela desacelerações variáveis e sinais de sofrimento fetal. Os sinais vitais maternos mostram uma pressão arterial de 150/95 mmHg e frequência cardíaca de 105 bpm.
A respeito da conduta médica mais adequada, assinale a alternativa incorreta.
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Uma mulher de 26 anos de idade, G2P1, chega ao pronto-socorro com queixas de sangramento vaginal irregular e episódios de náuseas intensas. Ela está na 10.ª semana de gestação, confirmada por ultrassonografia no 1.º trimestre. A paciente relata que seu abdômen parece estar "crescendo muito rápido" para o período gestacional, e que está com mais vômitos do que na gestação anterior. No exame físico, observa-se um útero maior do que o esperado para a idade gestacional. O exame pélvico revela sangramento vaginal moderado e a ultrassonografia transvaginal mostra múltiplas áreas com aspecto de “nevasca” no útero, sem a presença de embrião ou batimentos cardíacos fetais. Os exames laboratoriais incluem: Beta-HCG: 400.000 mUI/mL (extremamente elevado para a idade gestacional); Hemoglobina: 11,5 g/dL (normal); e função hepática e renal normais.
Com base nesse caso, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.
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Uma mulher de 29 anos de idade, primípara, comparece à consulta de seguimento 7 dias após o parto vaginal. O parto ocorreu sem complicações, e o bebê nasceu a termo, com 3.100 g. Ela relata estar amamentando exclusivamente, porém sente cansaço e um leve desconforto perineal, e que o sangramento vaginal, inicialmente mais intenso, diminuiu e agora se apresenta com um aspecto seroso. No exame físico, o útero está logo acima da sínfise púbica, de consistência firme. A episiotomia apresenta cicatrização sem sinais de infecção. Não há febre ou outros sintomas de infecção, e a pressão arterial está dentro dos parâmetros normais.
Com relação ao caso citado, assinale a alternativa correta.
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Uma mulher de 36 anos de idade, primigesta, está em trabalho de parto ativo com 7 cm de dilatação cervical e contrações regulares a cada 3 minutos. A apresentação fetal é cefálica, com a cabeça no vértice, a -1 na estação de De Lee, e o líquido amniótico está claro. A paciente relata dor intensa, apesar de analgesia epidural. Na última hora, a dilatação progrediu lentamente e a cabeça fetal está aparentemente estacionada na mesma posição. A cardiotocografia fetal é reativa, sem sinais de sofrimento fetal.
Assinale a alterativa que apresenta o manejo mais adequado para o caso.
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Uma mulher de 30 anos de idade, primigesta, grávida de 38 semanas, apresenta-se para consulta de pré-natal final. A ultrassonografia na 32.ª semana revelou feto em apresentação cefálica. No entanto, nas últimas semanas, a paciente relata uma sensação de que o bebê “mudou de posição”, juntamente com desconforto abdominal intermitente. O exame físico e as manobras de Leopold indicam uma apresentação transversa. A paciente deseja tentar um parto vaginal. O feto apresenta peso estimado de 3,4 kg e não há sinais de sofrimento fetal na cardiotocografia.
Com base no quadro clínico e na estática fetal, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada.
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Uma mulher de 26 anos de idade, primigesta, apresenta náuseas matinais, aumento do volume abdominal e sensibilidade mamária nas últimas semanas. Ela relata atraso menstrual de 8 semanas e escurecimento ao redor das aréolas. O exame físico mostra útero palpável acima da sínfise púbica e coloração arroxeada da mucosa vaginal e cervical. A ultrassonografia transvaginal recente confirma a presença de um embrião com batimentos cardíacos visíveis.
Acerca das modificações no organismo materno durante a gravidez, no que diz respeito à vagina/vulva, assinale a alternativa incorreta.
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Texto para as questões 41 e 42.
Uma mulher, 32 anos de idade, que está tentando engravidar há dois anos sem sucesso, apresenta-se para avaliação de infertilidade. Os seus ciclos menstruais são regulares, e os exames hormonais realizados até o momento estão dentro dos limites normais. Ela nega ter feito cirurgia intra-abdominais e pélvicas. O espermograma de seu marido também é normal. A paciente busca entender os fatores que podem estar interferindo no processo de concepção e questiona acerca das possíveis causas, além das investigações que podem ser necessárias. Relata, ainda, ter sofrido uma infecção pélvica há 3 anos, tratada com antibióticos, sem complicações subsequentes.
Entre as condutas possíveis para a investigação do quadro exposto, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada.
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Texto para as questões 41 e 42.
Uma mulher, 32 anos de idade, que está tentando engravidar há dois anos sem sucesso, apresenta-se para avaliação de infertilidade. Os seus ciclos menstruais são regulares, e os exames hormonais realizados até o momento estão dentro dos limites normais. Ela nega ter feito cirurgia intra-abdominais e pélvicas. O espermograma de seu marido também é normal. A paciente busca entender os fatores que podem estar interferindo no processo de concepção e questiona acerca das possíveis causas, além das investigações que podem ser necessárias. Relata, ainda, ter sofrido uma infecção pélvica há 3 anos, tratada com antibióticos, sem complicações subsequentes.
Assinale a alternativa que apresenta a principal hipótese diagnóstica.
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Uma mulher, 39 anos de idade, com histórico de exames ginecológicos anuais regulares, realiza um Papanicolau que revela uma lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL). A paciente está assintomática e nega sangramentos anormais, dor pélvica ou corrimento vaginal. Ela não tem histórico de doenças sexualmente transmissíveis e não usa anticoncepcionais hormonais. A colposcopia revela uma zona de transformação escamosa com mosaico denso e epitélio aceto-branco espesso, sendo realizada biópsia dirigida. Resultados da biópsia: Lesão intraepitelial de alto grau (NIC 2); presença de células suspeitas de invasão mínima.
Considerando o quadro clínico e histopatológico, sem considerar outros fatores que poderiam estar envolvidos na decisão, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais recomendada para o caso em questão.
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