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Luckesi (2010) critica a cultura do exame historicamente
consolidada nas escolas brasileiras, na qual a avaliação
serve predominantemente para aprovar ou reprovar,
gerando ansiedade, medo e exclusão, em vez de subsidiar
decisões pedagógicas orientadas para a aprendizagem de
todos. Ao utilizar os resultados de prova do 5º ano não para
lançar notas, mas para identificar quais conteúdos
precisavam ser retrabalhados com toda a turma, a
professora subvertia a lógica excludente do exame.
Segundo Luckesi, a função da avaliação que orienta essa
prática é a função:
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Libâneo (2017) sustenta que a escola eficaz articula
intencionalmente dimensões pedagógica, administrativa e
comunitária mediante gestão democrática que envolve
todos os sujeitos nos processos decisórios, garantindo
unidade entre objetivos educacionais e práticas cotidianas.
Ao convocar professores, funcionários, pais e alunos para
elaborar coletivamente o projeto político-pedagógico da
escola, o diretor exercia função gestora específica. Essa
modalidade de gestão escolar que distribui poder decisório
e responsabilidades entre todos os segmentos da
comunidade escolar denomina-se gestão:
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Lerner (2002) defende que o desafio da escola é fazer da
leitura e da escrita práticas sociais reais dentro do espaço
escolar, preservando sua natureza comunicativa e
funcional sem reduzi-las a objetos de ensino mecânico e
descontextualizado. Ao propor que alunos do 2º ano
produzissem cartas reais destinadas a estudantes de outra
escola, com envio e recebimento efetivo de respostas, a
professora inseria as crianças em prática letrada autêntica.
Essa concepção de ensino de língua que organiza o trabalho
pedagógico em torno de práticas sociais reais de uso da
escrita fundamenta-se na perspectiva de:
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Lemov (2011) sistematizou técnicas de ensino observadas
em professores de alto desempenho, identificando que a
qualidade das perguntas formuladas pelo docente constitui
fator decisivo para o engajamento cognitivo dos
estudantes. Ao reformular questões superficiais em
perguntas que exigiam justificativa, comparação e análise
dos alunos do 4º ano durante correção coletiva de
atividade, a professora aplicava técnica que eleva o nível de
exigência cognitiva sem excluir estudantes do processo.
Essa técnica de Lemov que reformula respostas corretas
mas rasas exigindo maior elaboração denomina-se:
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Kamii (1998) demonstra que a construção do número pela
criança não resulta de transmissão verbal ou treino
mecânico, mas de abstração reflexionante que emerge da
coordenação mental de relações entre objetos
estabelecidas pela própria criança. Ao propor que alunos
do 1º ano jogassem boliche registrando pontos e
comparando resultados em duplas, sem ensino direto de
algoritmos, a professora favorecia a reinvenção do sistema
numérico. Segundo Kamii, o princípio de aprendizagem
matemática que fundamenta essa prática é a:
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Ferreiro (2003) revolucionou a alfabetização ao
demonstrar que as crianças possuem hipóteses sobre o
sistema de escrita muito antes de dominarem as
convenções ortográficas. A autora descreve os diferentes
níveis de evolução da escrita, nos quais a criança tenta
coordenar a quantidade e a qualidade das letras com a
sonoridade das palavras. O nível em que o aluno começa a
estabelecer a correspondência entre cada letra (ou sinal
gráfico) e uma sílaba da palavra falada é o:
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Cortella (2015) discute a ética como uma prática que
envolve a capacidade de decidir, escolher e agir visando o
bem comum dentro da convivência social. O autor defende
que a educação deve fomentar a "audácia", entendida
como o esforço para transformar a realidade e não apenas
aceitá-la. A conduta ética do educador, que se manifesta na
recusa à indiferença e no compromisso com a formação
integral do aluno, é denominada:
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Carvalho (2004) propõe uma reflexão sobre a educação
inclusiva, argumentando que incluir não significa apenas
garantir a matrícula de alunos com deficiência no ensino
regular, mas promover uma mudança sistêmica na cultura
escolar. Para a autora, a escola deve ser capaz de remover
barreiras e oferecer apoios que garantam a participação de
todos, respeitando as singularidades. O conceito que
define a oferta de recursos e estratégias diferenciadas para
que cada aluno alcance seu máximo potencial é a:
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Bossa (2009) analisa as dificuldades de aprendizagem sob
uma ótica multicausal, diferenciando o que são problemas
de escolarização de transtornos específicos que exigem
diagnóstico clínico. A autora enfatiza que a escola deve
estar atenta aos sinais que indicam obstáculos no
desenvolvimento cognitivo ou emocional, promovendo
uma abordagem que integre os aspectos psicopedagógicos.
O transtorno de aprendizagem que se caracteriza
especificamente por dificuldades acentuadas no
reconhecimento de palavras, na decodificação e na
soletração é a:
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Azenha (2000), ao traçar o percurso do construtivismo de
Piaget a Emilia Ferreiro, destaca que a criança não é um
receptor passivo de informações, mas um sujeito que
constrói ativamente suas estruturas cognitivas por meio da
interação com o objeto de conhecimento. No campo da
escrita, essa perspectiva desloca o foco do ensino baseado
na repetição e na memorização para a compreensão dos
processos de pensamento do aluno. A base epistemológica
que sustenta essa visão, defendendo que o conhecimento
resulta de uma construção contínua, é o:
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