Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: UNIOESTE
Orgão: Pref. Entre Rios Oeste-PR
O Art. 35 da Lei Complementar nº 0012, de 03 de abril de 2008, que “DISPÕE SOBRE O REGIME JURÍDICO ÚNICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE ENTRE RIOS DO OESTE, SUAS AUTARQUIAS E FUNDAÇÕES E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS”, estabelece que o servidor habilitado em concurso público e empossado em cargo de carreira adquirirá estabilidade no serviço ao completar quantos anos de efetivo exercício, caso seja aprovado no estágio probatório?
Provas
Uma máquina que espreme laranjas é capaz de produzir 12.000 litros de suco em 6 horas. Quantas máquinas iguais a essa devem funcionar juntas, durante 2 horas, para que sejam produzidos 200.000 litros de suco de laranja?
Provas
Maria fez uma jarra de suco. Serviu o primeiro copo com 375 ml, depois o segundo copo com 1/2 do que restava e por fim ele mesmo bebeu o restante que representava 1/3 do volume inicial. A jarra continha inicialmente uma quantidade de suco, em ml, igual a:
Provas
Um mestre de obras cobra R$177,83 por hora para supervisionar a construção do novo almoxarifado da empresa SigMundi. Sabendo-se que ele trabalhou 300 minutos ininterruptos por dia é possível afirmar que o seu salário ao final de quinze dias corridos foi de:
Provas
Pensando na recessão atual e nas festas de final de ano, o Sr. Mauricio decidiu dividir seu salário em três partes. A primeira parte foi composta de 65% do salário e ele pagou as despesas básicas com alimentação, água, luz, condomínio, telefone, salário da diarista e ainda reservou para possíveis eventualidades R$ 3.580,00. Com a segunda parte de 25% ele pagou a escola de sua filha e com a terceira parte ele depositou R$ 1.180,00 na poupança. Diante dessas informações é possível afirmar que o salário do Sr. Mauricio é de:
Provas
Foi feita uma pesquisa de opinião na Escola Recanto Feliz para identificar qual o doce, dentre as opções, bala, chiclete e paçoquinha é mais consumido pelas crianças. As respostas não eram excludentes, de modo que a criança poderia consumir todos os doces, nenhum dos doces, apenas um doce ou dois doces. Das crianças entrevistadas, 48 disseram que não consomem nenhum dos doces, 105 crianças responderam que consomem chicletes, 203 crianças disseram que consomem bala, 110 crianças disseram que consomem paçoquinha. Tivemos ainda, 10 crianças que disseram que consomem os três doces (bala, chiclete e paçoquinha), 23 crianças que disseram consumir bala e chiclete, 98 crianças que disseram consumir bala e paçoquinha e ainda, 17 crianças que disseram consumir paçoquinha e chiclete. Diante dessas informações podemos concluir que a porcentagem de crianças que consomem apenas bala é de aproximadamente:
Provas
PORTUGUÊS
Texto-base para a questão:
[...]
Questionamento no STF
As isenções e outras benesses ao setor de agrotóxicos são questionadas por quem acompanha de perto o orçamento público. “É como se você morasse em um prédio e o seu vizinho não pagasse o condomínio. E sujasse a piscina e o salão de festas, gerando mais gastos para todos. Esses benefícios dão para as grandes empresas do agronegócio o bônus, enquanto o prejuízo fica para a sociedade”, explica Marcelo Novaes, defensor público do estado de São Paulo, que há anos investiga o tema.
As renúncias fiscais são amparadas por leis implementadas há décadas que veem os pesticidas como fundamentais para o desenvolvimento do país e que, por isso, precisam de estímulos – como ocorre com a cesta básica.
Mas esse cenário de benefícios para as empresas de pesticidas pode mudar a partir de 19 de fevereiro, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que questiona a lógica de considerar os agrotóxicos como itens fundamentais para o desenvolvimento do país. A ação compara os venenos a categorias como a de cigarros, considerados perigosos à saúde e que geram custos que acabam sendo divididos para toda a população – e que, por isso, recebem taxação extra, em vez de descontos nos impostos.
A comparação com o cigarro – em que até 80% do valor é formado por impostos – é precisa, segundo o professor Andrei Cechin, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB). “O cigarro prejudica quem fuma e o fumante usará o SUS para arcar com o tratamento dessas doenças. Esse gasto é socializado, já que toda a população paga pelo SUS. Então se justifica ter um imposto alto sobre o cigarro”, explica o professor.
A mesma lógica é válida para os pesticidas, segundo Cechin, porque o custo para o tratamento de casos de contaminação também recai sobre o SUS, o que justificaria a cobrança de uma taxação extra ao setor: “Mas, em vez disso, nós isentamos e ainda incentivamos o cultivo com agrotóxico”. O ministro da Economia já defendeu taxação extra para cigarro e bebidas alcoólicas, no que chamou de “imposto sobre o pecado”. No entanto, nenhuma palavra foi dita sobre agrotóxicos.
Em 2017, a Procuradoria-Geral da República emitiu um parecer sobre a ADI no qual a então procuradora-geral Raquel Dodge defende ser inconstitucional dar benefícios e isenções tributárias aos agrotóxicos, já que o “ordenamento constitucional internacional demonstra preocupação com a utilização dos agroquímicos, impondo severas restrições à produção, registro, comercialização e manejo, com vistas à proteção do meio ambiente, da saúde e, sobretudo, dos trabalhadores”.
Para além do enquadramento ou não na legislação, o economista Cechin também alerta para o fato de que, assim como acontece com o cigarro, mais dinheiro é gasto para tratar intoxicações por agrotóxico do que com a compra do produto em si. Um estudo publicado na revista Saúde Pública revela que, para cada US$ 1 gasto com a compra de agrotóxicos no Paraná, são gastos U$$ 1,28 no SUS com tratamento de intoxicações agudas – aquelas que ocorrem imediatamente após a aplicação. O cálculo deixou de fora os gastos em doenças crônicas, aquelas que aparecem com o passar do tempo devido à exposição constante aos pesticidas, como o câncer.
[...]
Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/sistemas-alimentares/bolsa-agrotoxico-empresas-recebem-isencoes-de-impostos-de-r-10-bilhoes-ao-ano
Considere as vírgulas do 6º parágrafo e assinale a alternativa incorreta:
Em 2017, (1) a Procuradoria-Geral da República emitiu um parecer sobre a ADI no qual a então procuradora-geral Raquel Dodge defende ser inconstitucional dar benefícios e isenções tributárias aos agrotóxicos, (2) já que o “ordenamento constitucional internacional demonstra preocupação com a utilização dos agroquímicos, (3) impondo severas restrições à produção, (4) registro, (5) comercialização e manejo, (6) com vistas à proteção do meio ambiente, (7) da saúde e, (8) sobretudo, (9) dos trabalhadores”.
Provas
PORTUGUÊS
Texto-base para a questão:
[...]
Questionamento no STF
As isenções e outras benesses ao setor de agrotóxicos são questionadas por quem acompanha de perto o orçamento público. “É como se você morasse em um prédio e o seu vizinho não pagasse o condomínio. E sujasse a piscina e o salão de festas, gerando mais gastos para todos. Esses benefícios dão para as grandes empresas do agronegócio o bônus, enquanto o prejuízo fica para a sociedade”, explica Marcelo Novaes, defensor público do estado de São Paulo, que há anos investiga o tema.
As renúncias fiscais são amparadas por leis implementadas há décadas que veem os pesticidas como fundamentais para o desenvolvimento do país e que, por isso, precisam de estímulos – como ocorre com a cesta básica.
Mas esse cenário de benefícios para as empresas de pesticidas pode mudar a partir de 19 de fevereiro, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que questiona a lógica de considerar os agrotóxicos como itens fundamentais para o desenvolvimento do país. A ação compara os venenos a categorias como a de cigarros, considerados perigosos à saúde e que geram custos que acabam sendo divididos para toda a população – e que, por isso, recebem taxação extra, em vez de descontos nos impostos.
A comparação com o cigarro – em que até 80% do valor é formado por impostos – é precisa, segundo o professor Andrei Cechin, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB). “O cigarro prejudica quem fuma e o fumante usará o SUS para arcar com o tratamento dessas doenças. Esse gasto é socializado, já que toda a população paga pelo SUS. Então se justifica ter um imposto alto sobre o cigarro”, explica o professor.
A mesma lógica é válida para os pesticidas, segundo Cechin, porque o custo para o tratamento de casos de contaminação também recai sobre o SUS, o que justificaria a cobrança de uma taxação extra ao setor: “Mas, em vez disso, nós isentamos e ainda incentivamos o cultivo com agrotóxico”. O ministro da Economia já defendeu taxação extra para cigarro e bebidas alcoólicas, no que chamou de “imposto sobre o pecado”. No entanto, nenhuma palavra foi dita sobre agrotóxicos.
Em 2017, a Procuradoria-Geral da República emitiu um parecer sobre a ADI no qual a então procuradora-geral Raquel Dodge defende ser inconstitucional dar benefícios e isenções tributárias aos agrotóxicos, já que o “ordenamento constitucional internacional demonstra preocupação com a utilização dos agroquímicos, impondo severas restrições à produção, registro, comercialização e manejo, com vistas à proteção do meio ambiente, da saúde e, sobretudo, dos trabalhadores”.
Para além do enquadramento ou não na legislação, o economista Cechin também alerta para o fato de que, assim como acontece com o cigarro, mais dinheiro é gasto para tratar intoxicações por agrotóxico do que com a compra do produto em si. Um estudo publicado na revista Saúde Pública revela que, para cada US$ 1 gasto com a compra de agrotóxicos no Paraná, são gastos U$$ 1,28 no SUS com tratamento de intoxicações agudas – aquelas que ocorrem imediatamente após a aplicação. O cálculo deixou de fora os gastos em doenças crônicas, aquelas que aparecem com o passar do tempo devido à exposição constante aos pesticidas, como o câncer.
[...]
Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/sistemas-alimentares/bolsa-agrotoxico-empresas-recebem-isencoes-de-impostos-de-r-10-bilhoes-ao-ano/
Considerando as ocorrências do item “a” no fragmento a seguir, assinale a alternativa correta: “A (1) ação compara os venenos a (2) categorias como a (3) de cigarros, considerados perigosos à (4) saúde e que geram custos que acabam sendo divididos para toda a (5) população – e que, por isso, recebem taxação extra, em vez de descontos nos impostos”.
Provas
PORTUGUÊS
Texto-base para a questão:
[...]
Questionamento no STF
As isenções e outras benesses ao setor de agrotóxicos são questionadas por quem acompanha de perto o orçamento público. “É como se você morasse em um prédio e o seu vizinho não pagasse o condomínio. E sujasse a piscina e o salão de festas, gerando mais gastos para todos. Esses benefícios dão para as grandes empresas do agronegócio o bônus, enquanto o prejuízo fica para a sociedade”, explica Marcelo Novaes, defensor público do estado de São Paulo, que há anos investiga o tema.
As renúncias fiscais são amparadas por leis implementadas há décadas que veem os pesticidas como fundamentais para o desenvolvimento do país e que, por isso, precisam de estímulos – como ocorre com a cesta básica.
Mas esse cenário de benefícios para as empresas de pesticidas pode mudar a partir de 19 de fevereiro, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que questiona a lógica de considerar os agrotóxicos como itens fundamentais para o desenvolvimento do país. A ação compara os venenos a categorias como a de cigarros, considerados perigosos à saúde e que geram custos que acabam sendo divididos para toda a população – e que, por isso, recebem taxação extra, em vez de descontos nos impostos.
A comparação com o cigarro – em que até 80% do valor é formado por impostos – é precisa, segundo o professor Andrei Cechin, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB). “O cigarro prejudica quem fuma e o fumante usará o SUS para arcar com o tratamento dessas doenças. Esse gasto é socializado, já que toda a população paga pelo SUS. Então se justifica ter um imposto alto sobre o cigarro”, explica o professor.
A mesma lógica é válida para os pesticidas, segundo Cechin, porque o custo para o tratamento de casos de contaminação também recai sobre o SUS, o que justificaria a cobrança de uma taxação extra ao setor: “Mas, em vez disso, nós isentamos e ainda incentivamos o cultivo com agrotóxico”. O ministro da Economia já defendeu taxação extra para cigarro e bebidas alcoólicas, no que chamou de “imposto sobre o pecado”. No entanto, nenhuma palavra foi dita sobre agrotóxicos.
Em 2017, a Procuradoria-Geral da República emitiu um parecer sobre a ADI no qual a então procuradora-geral Raquel Dodge defende ser inconstitucional dar benefícios e isenções tributárias aos agrotóxicos, já que o “ordenamento constitucional internacional demonstra preocupação com a utilização dos agroquímicos, impondo severas restrições à produção, registro, comercialização e manejo, com vistas à proteção do meio ambiente, da saúde e, sobretudo, dos trabalhadores”.
Para além do enquadramento ou não na legislação, o economista Cechin também alerta para o fato de que, assim como acontece com o cigarro, mais dinheiro é gasto para tratar intoxicações por agrotóxico do que com a compra do produto em si. Um estudo publicado na revista Saúde Pública revela que, para cada US$ 1 gasto com a compra de agrotóxicos no Paraná, são gastos U$$ 1,28 no SUS com tratamento de intoxicações agudas – aquelas que ocorrem imediatamente após a aplicação. O cálculo deixou de fora os gastos em doenças crônicas, aquelas que aparecem com o passar do tempo devido à exposição constante aos pesticidas, como o câncer.
[...]
Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/sistemas-alimentares/bolsa-agrotoxico-empresas-recebem-isencoes-de-impostos-de-r-10-bilhoes-ao-ano/
A oração a seguir está na voz passiva analítica: “As isenções e outras benesses ao setor de agrotóxicos são questionadas por quem acompanha de perto o orçamento público”. Qual das reconstruções a seguir é a versão dessa mesma frase na voz ativa?
Provas
PORTUGUÊS
Texto-base para a questão:
[...]
Questionamento no STF
As isenções e outras benesses ao setor de agrotóxicos são questionadas por quem acompanha de perto o orçamento público. “É como se você morasse em um prédio e o seu vizinho não pagasse o condomínio. E sujasse a piscina e o salão de festas, gerando mais gastos para todos. Esses benefícios dão para as grandes empresas do agronegócio o bônus, enquanto o prejuízo fica para a sociedade”, explica Marcelo Novaes, defensor público do estado de São Paulo, que há anos investiga o tema.
As renúncias fiscais são amparadas por leis implementadas há décadas que veem os pesticidas como fundamentais para o desenvolvimento do país e que, por isso, precisam de estímulos – como ocorre com a cesta básica.
Mas esse cenário de benefícios para as empresas de pesticidas pode mudar a partir de 19 de fevereiro, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que questiona a lógica de considerar os agrotóxicos como itens fundamentais para o desenvolvimento do país. A ação compara os venenos a categorias como a de cigarros, considerados perigosos à saúde e que geram custos que acabam sendo divididos para toda a população – e que, por isso, recebem taxação extra, em vez de descontos nos impostos.
A comparação com o cigarro – em que até 80% do valor é formado por impostos – é precisa, segundo o professor Andrei Cechin, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB). “O cigarro prejudica quem fuma e o fumante usará o SUS para arcar com o tratamento dessas doenças. Esse gasto é socializado, já que toda a população paga pelo SUS. Então se justifica ter um imposto alto sobre o cigarro”, explica o professor.
A mesma lógica é válida para os pesticidas, segundo Cechin, porque o custo para o tratamento de casos de contaminação também recai sobre o SUS, o que justificaria a cobrança de uma taxação extra ao setor: “Mas, em vez disso, nós isentamos e ainda incentivamos o cultivo com agrotóxico”. O ministro da Economia já defendeu taxação extra para cigarro e bebidas alcoólicas, no que chamou de “imposto sobre o pecado”. No entanto, nenhuma palavra foi dita sobre agrotóxicos.
Em 2017, a Procuradoria-Geral da República emitiu um parecer sobre a ADI no qual a então procuradora-geral Raquel Dodge defende ser inconstitucional dar benefícios e isenções tributárias aos agrotóxicos, já que o “ordenamento constitucional internacional demonstra preocupação com a utilização dos agroquímicos, impondo severas restrições à produção, registro, comercialização e manejo, com vistas à proteção do meio ambiente, da saúde e, sobretudo, dos trabalhadores”.
Para além do enquadramento ou não na legislação, o economista Cechin também alerta para o fato de que, assim como acontece com o cigarro, mais dinheiro é gasto para tratar intoxicações por agrotóxico do que com a compra do produto em si. Um estudo publicado na revista Saúde Pública revela que, para cada US$ 1 gasto com a compra de agrotóxicos no Paraná, são gastos U$$ 1,28 no SUS com tratamento de intoxicações agudas – aquelas que ocorrem imediatamente após a aplicação. O cálculo deixou de fora os gastos em doenças crônicas, aquelas que aparecem com o passar do tempo devido à exposição constante aos pesticidas, como o câncer.
[...]
Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/sistemas-alimentares/bolsa-agrotoxico-empresas-recebem-isencoes-de-impostos-de-r-10-bilhoes-ao-ano/
Uma substituição coerente com o sentido do texto para o verbo dicendi “explica” é:
Provas
Caderno Container