Foram encontradas 320 questões.
Sobre o gênero textual notícia, analisar os itens abaixo:
I. Trata-se de um gênero textual do domínio discursivo jornalístico.
II. Tem como propósito comunicativo relatar fatos recentes.
III. A fim de privilegiar a impessoalidade, é característico desse gênero o emprego da 3ª pessoa do singular. Outra característica linguística é a prevalência de verbos de ação, com predomínio do tempo presente.
IV. Em se tratando da construção composicional, a notícia geralmente é composta por título, subtítulo ou título auxiliar, lead e corpo da matéria. Quanto ao lead, trata-se, geralmente, do primeiro ou dos dois primeiros parágrafos, respondendo às questões básicas da notícia: quem? O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?
Estão CORRETOS:
I. Trata-se de um gênero textual do domínio discursivo jornalístico.
II. Tem como propósito comunicativo relatar fatos recentes.
III. A fim de privilegiar a impessoalidade, é característico desse gênero o emprego da 3ª pessoa do singular. Outra característica linguística é a prevalência de verbos de ação, com predomínio do tempo presente.
IV. Em se tratando da construção composicional, a notícia geralmente é composta por título, subtítulo ou título auxiliar, lead e corpo da matéria. Quanto ao lead, trata-se, geralmente, do primeiro ou dos dois primeiros parágrafos, respondendo às questões básicas da notícia: quem? O quê? Quando? Onde? Como? Por quê?
Estão CORRETOS:
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Ouço-as, dentro do meu corpo, ouço-as, vozerio distante,
multidão agrupada numa praça, não como se eu na praça
estivesse, e sim como se fosse a praça, o murmúrio das
palavras ecoa em minhas coxas, nos meus peitos, no ventre,
flui e reflui, continuado, não sei se alegre, não sei se feroz,
flui, como se os limites do meu corpo fossem os limites da
praça, e meus ombros e axilas fossem abóbadas onde
chegassem os últimos ecos das vozes, e os meus braços —
que estendo — fossem extensões da praça, avenidas
também cheias de vozes.
(Fonte: LINS, Osman. Avalovara. Adaptado.)
A respeito da função sintática de palavras ou locuções contidas no trecho do romance osmaniano sublinhados, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Complemento nominal. (2) Adjunto adnominal.
( ) extensões da praça. ( ) murmúrio das palavras. ( ) multidão agrupada.
(Fonte: LINS, Osman. Avalovara. Adaptado.)
A respeito da função sintática de palavras ou locuções contidas no trecho do romance osmaniano sublinhados, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Complemento nominal. (2) Adjunto adnominal.
( ) extensões da praça. ( ) murmúrio das palavras. ( ) multidão agrupada.
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Considerando-se a etimologia das palavras sublinhadas
abaixo, marcar C para as afirmativas Certas, E para as
Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a
sequência CORRETA:
( ) O vocábulo açafrão é de origem europeia. ( ) O vocábulo bracelete é de origem inglesa. ( ) O vocábulo alcorão é de origem árabe. ( ) O vocábulo judeu é de origem hebraica.
( ) O vocábulo açafrão é de origem europeia. ( ) O vocábulo bracelete é de origem inglesa. ( ) O vocábulo alcorão é de origem árabe. ( ) O vocábulo judeu é de origem hebraica.
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Junto à leitura e à produção de textos, apresenta-se a
análise linguística. Acerca dessa prática no ensino da língua
materna, assinalar a alternativa INCORRETA:
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A respeito das diferenças entre língua e fala, desde o
ponto de vista da linguística estruturalista, analisar os itens
abaixo:
I. O estudo da língua é também o estudo da linguagem, excluindo-se, porém, a fala.
II. A língua é o conjunto dos hábitos linguísticos que nos permitem compreender e ser compreendidos.
III. Embora exclua-se a análise da fala, entende-se que a língua não existe fora da realidade social.
Está(ão) CORRETO(S):
I. O estudo da língua é também o estudo da linguagem, excluindo-se, porém, a fala.
II. A língua é o conjunto dos hábitos linguísticos que nos permitem compreender e ser compreendidos.
III. Embora exclua-se a análise da fala, entende-se que a língua não existe fora da realidade social.
Está(ão) CORRETO(S):
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Sobre os gêneros literários, em especial o gênero lírico,
analisar os itens abaixo:
I. É marcado pela expressão de um “eu”. Predomina o não distanciamento entre sujeito e objeto, os quais se fundem, de modo que a essência lírica é a recordação (“de volta ao coração”).
II. Originariamente, o termo lírico se associa a uma composição poética que os gregos cantavam ao som da lira. Mantendo esse aspecto, uma característica estilística típica do gênero é a musicalidade, obtida por meio de um arranjo especial de recursos como ritmo, rima, assonância e aliteração.
III. Tem como traço estilístico básico a autonomia das partes, fruto do desenrolar progressivo da ação.
Estão CORRETOS:
I. É marcado pela expressão de um “eu”. Predomina o não distanciamento entre sujeito e objeto, os quais se fundem, de modo que a essência lírica é a recordação (“de volta ao coração”).
II. Originariamente, o termo lírico se associa a uma composição poética que os gregos cantavam ao som da lira. Mantendo esse aspecto, uma característica estilística típica do gênero é a musicalidade, obtida por meio de um arranjo especial de recursos como ritmo, rima, assonância e aliteração.
III. Tem como traço estilístico básico a autonomia das partes, fruto do desenrolar progressivo da ação.
Estão CORRETOS:
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Sobre as estratégias de referenciação, marcar C para as
afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Introdução (construção): um “objeto” até então não mencionado é introduzido no texto, de modo que a expressão linguística que o representa é posta em foco, ficando esse “objeto” saliente no modelo textual.
( ) Retomada (manutenção): quando um novo objeto de discurso é introduzido, passando a ocupar a posição focal.
( ) Desfocalização: um “objeto” já presente no texto é reativado por meio de uma forma referencial, de modo que o objeto de discurso permaneça em foco.
( ) Introdução (construção): um “objeto” até então não mencionado é introduzido no texto, de modo que a expressão linguística que o representa é posta em foco, ficando esse “objeto” saliente no modelo textual.
( ) Retomada (manutenção): quando um novo objeto de discurso é introduzido, passando a ocupar a posição focal.
( ) Desfocalização: um “objeto” já presente no texto é reativado por meio de uma forma referencial, de modo que o objeto de discurso permaneça em foco.
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
I. A palavra “amigo” é uma palavra paroxítona, pois apresenta a sílaba tônica em “mi”.
II. A palavra “rubrica” é uma palavra proparoxítona, pois apresenta a sílaba tônica em “ru”.
III. A palavra “cateter” é uma palavra oxítona, pois apresenta a sílaba tônica em “ter”.
Estão CORRETOS:
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
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