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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos,
emoções como o medo desempenham um papel crucial na
adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está
acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da
Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres
do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em
imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou
a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do
cérebro chamada , no sistema límbico, que é
responsável pela regulação das emoções e pelas funções de
preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos,
emoções como o medo desempenham um papel crucial na
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acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da
Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres
do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em
imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou
a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do
cérebro chamada , no sistema límbico, que é
responsável pela regulação das emoções e pelas funções de
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(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Ele não faz de como vender .
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos,
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Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
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do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
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No nível cognitivo, o medo é transformado em
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a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaGrafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
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Entre as reações mais comuns nos seres humanos,
emoções como o medo desempenham um papel crucial na
adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está
acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da
Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres
do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em
imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou
a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do
cérebro chamada , no sistema límbico, que é
responsável pela regulação das emoções e pelas funções de
preservação da integridade da pessoa.
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I. O faról iluminou a estrada durante a noite. II. Foi bom descubrir um novo restaurante na cidade. III. A vacina ajuda a previnir doenças contagiosas.
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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos,
emoções como o medo desempenham um papel crucial na
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acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da
Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres
do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em
imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou
a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do
cérebro chamada , no sistema límbico, que é
responsável pela regulação das emoções e pelas funções de
preservação da integridade da pessoa.
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emoções como o medo desempenham um papel crucial na
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acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da
Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres
do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em
imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou
a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
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Assinalar a alternativa em que a forma verbal NÃO poderia substituir “víamos” sem causar erro ao texto:
Nós víamos ele na entrada da escola.
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emoções como o medo desempenham um papel crucial na
adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está
acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da
Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres
do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em
imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou
a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do
cérebro chamada , no sistema límbico, que é
responsável pela regulação das emoções e pelas funções de
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I. Fisiologicamente, o medo pode se apresentar em alterações corporais, como aumento da frequência cardíaca e respiratória.
II. Segundo a Universidade Nacional Autônoma do México (Unam), o medo se manifesta somente no corpo.
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Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em
conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres
do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um
alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça.
Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo
começa a suar e a respiração fica mais agitada.
O medo se manifesta tanto no corpo quanto na
mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se
manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico,
comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em
imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou
a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em
alterações corporais, como aceleração da frequência
cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de
tontura), muscular com tremor nas pernas e
nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas
expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que
aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga,
choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do
cérebro chamada , no sistema límbico, que é
responsável pela regulação das emoções e pelas funções de
preservação da integridade da pessoa.
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