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2946628 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Para a correção ortográfica, o preenchimento da primeira e da segunda lacuna das palavras incompletas na frase “O paciente fez um e_ame na a_ila.” deve ser feito, na ordem, com as seguintes letras:
 

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2946627 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo para a palavra "crucial" (1º parágrafo), mantendo-se o sentido original:
 

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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Para a correção ortográfica, quanto ao preenchimento das lacunas da palavra incompleta na frase “Ele estava an_io_o para abrir o presente de aniversário.”, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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2946625 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Quanto à acentuação, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

Ele não faz de como vender .
 

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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Sobre a pontuação da frase “A eletricidade variedade de fenômenos resultantes da presença e do fluxo de carga elétrica foi decisiva para o desenvolvimento das tecnologias da informação.”, é CORRETO afirmar que:
 

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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Entre as palavras sublinhadas nos itens abaixos, quantas apresentam ERRO de acentuação ou de ortografia?

I. O faról iluminou a estrada durante a noite. II. Foi bom descubrir um novo restaurante na cidade. III. A vacina ajuda a previnir doenças contagiosas.
 

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Como o corpo reage quando sentimos medo
Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Muitos substantivos terminados em {-ão} podem apresentar diversas formas de se pluralizar, apresentando as terminações {-ãos}, {-ães} ou {-ões}. Nesse contexto, assinalar a alternativa em que se tem uma palavra cujo plural segue a mesma terminação de “orientação”:
 

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Como o corpo reage quando sentimos medo
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O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)

Assinalar a alternativa em que a forma verbal NÃO poderia substituir “víamos” sem causar erro ao texto:

Nós víamos ele na entrada da escola.

 

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O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Em relação ao texto, analisar os itens abaixo:

I. Fisiologicamente, o medo pode se apresentar em alterações corporais, como aumento da frequência cardíaca e respiratória.
II. Segundo a Universidade Nacional Autônoma do México (Unam), o medo se manifesta somente no corpo.
 

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Entre as reações mais comuns nos seres humanos, emoções como o medo desempenham um papel crucial na adaptação e na sobrevivência a diferentes situações. Elas são uma forma de mostrar o que está acontecendo com uma pessoa, como explica um artigo da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam) em conjunto com o Centro Nacional de Prevenção de Desastres do México (Cenapred).
O medo é uma emoção que funciona como um alerta para as pessoas em uma situação de risco ou ameaça. Quando ele se manifesta, as palpitações aumentam, o corpo começa a suar e a respiração fica mais agitada. O medo se manifesta tanto no corpo quanto na mente, explica a universidade mexicana. Ele pode se manifestar em diferentes níveis: cognitivo, fisiológico, comportamental e neuronal.
No nível cognitivo, o medo é transformado em imagens e pensamentos interpretativos sobre o estímulo ou a situação temida.
Fisiologicamente, essa emoção se apresenta em alterações corporais, como aceleração da frequência cardíaca e da respiração (que pode levar à sensação de tontura), muscular com tremor nas pernas e nas mãos, sudorese e aparecimento de determinadas expressões faciais (como palidez).
Além disso, em nível comportamental, as ações que aparecem no corpo como resultado do medo são em imobilidade (“congelamento”), fuga, choro, entre outros.
Na parte neuronal, o medo nasce em uma região do cérebro chamada , no sistema límbico, que é responsável pela regulação das emoções e pelas funções de preservação da integridade da pessoa.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
 

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