Foram encontradas 330 questões.
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
De acordo com as disposições do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município de Estância Velha, não poderá reingressar no quadro funcional do município, sob qualquer forma, o servidor demitido por:
I. Improbidade administrativa.
II. Lesão aos cofres públicos e delapidação do patrimônio municipal.
III. Acumulação ilegal de cargo, empregos ou funções públicas.
Quais estão corretas?
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Estância Velha, NÃO está compreendido no processo legislativo a elaboração de:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
Com base nas disposições da Lei Orgânica do Município de Estância Velha, analise as assertivas que seguem relativas às licenças de Vereadores, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O Vereador poderá licenciar-se por moléstia devidamente comprovada.
( ) O Vereador poderá licenciar-se para tratar de interesses particulares, com prazo de até 30 (trinta) dias.
( ) O Vereador poderá licenciar-se para desempenhar missões temporárias de caráter cultural ou de interesse do município.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Estância Velha-RS
De acordo com as disposições da Lei Orgânica do Município de Estância Velha, os símbolos do Município são a(o):
I. Bandeira.
II. Brasão.
III. Hino Estancience.
Quais estão corretas?
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Medir a temperatura para detectar o Coronavírus é eficaz?
Aquele termômetro digital com sensor infravermelho — que mede a temperatura de alguém ao ser apontado contra a sua testa — virou equipamento de trabalho comum dos seguranças que controlam a entrada de parques, mercados, lojas, escritórios etc. Com a reabertura do comércio e a flexibilização da quarentena, ele vem sendo usado como um instrumento para detectar indivíduos com Coronavírus (Sars-CoV-2) que seguem circulando por aí. Mas essa é uma estratégia eficiente para frear a transmissão?
Especialistas e estudos consultados pela reportagem indicam que não. “Existe uma grande possibilidade de pessoas assintomáticas, pré-sintomáticas ou mesmo com outros sintomas, mas sem febre, entrarem no estabelecimento e o contaminarem”, destaca Sylvia Lemos Hinrichsen, infectologista consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O método se baseia na experiência com epidemias anteriores, que foram disparadas por parentes do Sars-CoV-2. Entretanto, no caso do novo Coronavírus, a febre não parece ser um sintoma tão importante assim. “Estudos já demonstraram que a temperatura acima de 38°C aparece em menos de metade das pessoas com Covid-19”, explica o infectologista Leonardo Weissmann, também da SBI.
Até pode ser que um episódio da doença seja descoberto na fila do mercado, servindo de motivo para uma visita ao médico. “Mas, de modo geral, isso não tem acontecido nos outros países. Os estudos mostram que poucos casos são flagrados desse jeito”, diz Sylvia.
Tanto que, por ora, não existe uma orientação oficial sobre essa medida em órgãos como o Ministério da Saúde. Em nota técnica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda que o termômetro seja usado como parâmetro único de triagem de viajantes que chegam ao país. Além do alto índice de pacientes que carregam o Coronavírus sem apresentar febre, há uma segunda limitação do método.
O termômetro infravermelho precisa de condições específicas para executar seu trabalho com acurácia. “A temperatura superficial da testa não reflete muito bem a temperatura central”, aponta o pneumologista Gustavo Prado, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Se você passou um produto cosmético ou estava no ar condicionado, por exemplo, ela tende a ficar mais baixa. Por outro lado, ao correr ou pegar bastante sol, pode subir um pouquinho.
Resumo da ópera: não pense que, só porque um estabelecimento faz a checagem de temperatura na porta, o ambiente interno está livre de Covid-19. Em conjunto com os protocolos já consagrados de prevenção da transmissão, o termômetro pode ter uma utilidade marginal — nada além disso. “Ele talvez iniba as pessoas a saírem de casa se estiverem sentindo algo”, conclui Weismann.
(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/medir-a-temperatura-para-detectar-o-coronavirus-e-
eficaz/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Sobre a frase “a febre não parece ser um sintoma tão importante assim”, é correto afirmar que:
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Medir a temperatura para detectar o Coronavírus é eficaz?
Aquele termômetro digital com sensor infravermelho — que mede a temperatura de alguém ao ser apontado contra a sua testa — virou equipamento de trabalho comum dos seguranças que controlam a entrada de parques, mercados, lojas, escritórios etc. Com a reabertura do comércio e a flexibilização da quarentena, ele vem sendo usado como um instrumento para detectar indivíduos com Coronavírus (Sars-CoV-2) que seguem circulando por aí. Mas essa é uma estratégia eficiente para frear a transmissão?
Especialistas e estudos consultados pela reportagem indicam que não. “Existe uma grande possibilidade de pessoas assintomáticas, pré-sintomáticas ou mesmo com outros sintomas, mas sem febre, entrarem no estabelecimento e o contaminarem”, destaca Sylvia Lemos Hinrichsen, infectologista consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O método se baseia na experiência com epidemias anteriores, que foram disparadas por parentes do Sars-CoV-2. Entretanto, no caso do novo Coronavírus, a febre não parece ser um sintoma tão importante assim. “Estudos já demonstraram que a temperatura acima de 38°C aparece em menos de metade das pessoas com Covid-19”, explica o infectologista Leonardo Weissmann, também da SBI.
Até pode ser que um episódio da doença seja descoberto na fila do mercado, servindo de motivo para uma visita ao médico. “Mas, de modo geral, isso não tem acontecido nos outros países. Os estudos mostram que poucos casos são flagrados desse jeito”, diz Sylvia.
Tanto que, por ora, não existe uma orientação oficial sobre essa medida em órgãos como o Ministério da Saúde. Em nota técnica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda que o termômetro seja usado como parâmetro único de triagem de viajantes que chegam ao país. Além do alto índice de pacientes que carregam o Coronavírus sem apresentar febre, há uma segunda limitação do método.
O termômetro infravermelho precisa de condições específicas para executar seu trabalho com acurácia. “A temperatura superficial da testa não reflete muito bem a temperatura central”, aponta o pneumologista Gustavo Prado, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Se você passou um produto cosmético ou estava no ar condicionado, por exemplo, ela tende a ficar mais baixa. Por outro lado, ao correr ou pegar bastante sol, pode subir um pouquinho.
Resumo da ópera: não pense que, só porque um estabelecimento faz a checagem de temperatura na porta, o ambiente interno está livre de Covid-19. Em conjunto com os protocolos já consagrados de prevenção da transmissão, o termômetro pode ter uma utilidade marginal — nada além disso. “Ele talvez iniba as pessoas a saírem de casa se estiverem sentindo algo”, conclui Weismann.
(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/medir-a-temperatura-para-detectar-o-coronavirus-e-
eficaz/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Nas frases abaixo, NÃO é um verbo que expressa ação:
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Medir a temperatura para detectar o Coronavírus é eficaz?
Aquele termômetro digital com sensor infravermelho — que mede a temperatura de alguém ao ser apontado contra a sua testa — virou equipamento de trabalho comum dos seguranças que controlam a entrada de parques, mercados, lojas, escritórios etc. Com a reabertura do comércio e a flexibilização da quarentena, ele vem sendo usado como um instrumento para detectar indivíduos com Coronavírus (Sars-CoV-2) que seguem circulando por aí. Mas essa é uma estratégia eficiente para frear a transmissão?
Especialistas e estudos consultados pela reportagem indicam que não. “Existe uma grande possibilidade de pessoas assintomáticas, pré-sintomáticas ou mesmo com outros sintomas, mas sem febre, entrarem no estabelecimento e o contaminarem”, destaca Sylvia Lemos Hinrichsen, infectologista consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O método se baseia na experiência com epidemias anteriores, que foram disparadas por parentes do Sars-CoV-2. Entretanto, no caso do novo Coronavírus, a febre não parece ser um sintoma tão importante assim. “Estudos já demonstraram que a temperatura acima de 38°C aparece em menos de metade das pessoas com Covid-19”, explica o infectologista Leonardo Weissmann, também da SBI.
Até pode ser que um episódio da doença seja descoberto na fila do mercado, servindo de motivo para uma visita ao médico. “Mas, de modo geral, isso não tem acontecido nos outros países. Os estudos mostram que poucos casos são flagrados desse jeito”, diz Sylvia.
Tanto que, por ora, não existe uma orientação oficial sobre essa medida em órgãos como o Ministério da Saúde. Em nota técnica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda que o termômetro seja usado como parâmetro único de triagem de viajantes que chegam ao país. Além do alto índice de pacientes que carregam o Coronavírus sem apresentar febre, há uma segunda limitação do método.
O termômetro infravermelho precisa de condições específicas para executar seu trabalho com acurácia. “A temperatura superficial da testa não reflete muito bem a temperatura central”, aponta o pneumologista Gustavo Prado, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Se você passou um produto cosmético ou estava no ar condicionado, por exemplo, ela tende a ficar mais baixa. Por outro lado, ao correr ou pegar bastante sol, pode subir um pouquinho.
Resumo da ópera: não pense que, só porque um estabelecimento faz a checagem de temperatura na porta, o ambiente interno está livre de Covid-19. Em conjunto com os protocolos já consagrados de prevenção da transmissão, o termômetro pode ter uma utilidade marginal — nada além disso. “Ele talvez iniba as pessoas a saírem de casa se estiverem sentindo algo”, conclui Weismann.
(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/medir-a-temperatura-para-detectar-o-coronavirus-e-
eficaz/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Na frase “Até pode ser que um episódio da doença seja descoberto na fila do mercado, servindo de motivo para uma visita ao médico”, há quantos substantivos?
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Medir a temperatura para detectar o Coronavírus é eficaz?
Aquele termômetro digital com sensor infravermelho — que mede a temperatura de alguém ao ser apontado contra a sua testa — virou equipamento de trabalho comum dos seguranças que controlam a entrada de parques, mercados, lojas, escritórios etc. Com a reabertura do comércio e a flexibilização da quarentena, ele vem sendo usado como um instrumento para detectar indivíduos com Coronavírus (Sars-CoV-2) que seguem circulando por aí. Mas essa é uma estratégia eficiente para frear a transmissão?
Especialistas e estudos consultados pela reportagem indicam que não. “Existe uma grande possibilidade de pessoas assintomáticas, pré-sintomáticas ou mesmo com outros sintomas, mas sem febre, entrarem no estabelecimento e o contaminarem”, destaca Sylvia Lemos Hinrichsen, infectologista consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O método se baseia na experiência com epidemias anteriores, que foram disparadas por parentes do Sars-CoV-2. Entretanto, no caso do novo Coronavírus, a febre não parece ser um sintoma tão importante assim. “Estudos já demonstraram que a temperatura acima de 38°C aparece em menos de metade das pessoas com Covid-19”, explica o infectologista Leonardo Weissmann, também da SBI.
Até pode ser que um episódio da doença seja descoberto na fila do mercado, servindo de motivo para uma visita ao médico. “Mas, de modo geral, isso não tem acontecido nos outros países. Os estudos mostram que poucos casos são flagrados desse jeito”, diz Sylvia.
Tanto que, por ora, não existe uma orientação oficial sobre essa medida em órgãos como o Ministério da Saúde. Em nota técnica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda que o termômetro seja usado como parâmetro único de triagem de viajantes que chegam ao país. Além do alto índice de pacientes que carregam o Coronavírus sem apresentar febre, há uma segunda limitação do método.
O termômetro infravermelho precisa de condições específicas para executar seu trabalho com acurácia. “A temperatura superficial da testa não reflete muito bem a temperatura central”, aponta o pneumologista Gustavo Prado, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Se você passou um produto cosmético ou estava no ar condicionado, por exemplo, ela tende a ficar mais baixa. Por outro lado, ao correr ou pegar bastante sol, pode subir um pouquinho.
Resumo da ópera: não pense que, só porque um estabelecimento faz a checagem de temperatura na porta, o ambiente interno está livre de Covid-19. Em conjunto com os protocolos já consagrados de prevenção da transmissão, o termômetro pode ter uma utilidade marginal — nada além disso. “Ele talvez iniba as pessoas a saírem de casa se estiverem sentindo algo”, conclui Weismann.
(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/medir-a-temperatura-para-detectar-o-coronavirus-e-
eficaz/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Na frase “Se você passou um produto cosmético ou estava no ar condicionado, por exemplo, ela tende a ficar mais baixa”, as vírgulas destacadas foram empregadas para separar:
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Medir a temperatura para detectar o Coronavírus é eficaz?
Aquele termômetro digital com sensor infravermelho — que mede a temperatura de alguém ao ser apontado contra a sua testa — virou equipamento de trabalho comum dos seguranças que controlam a entrada de parques, mercados, lojas, escritórios etc. Com a reabertura do comércio e a flexibilização da quarentena, ele vem sendo usado como um instrumento para detectar indivíduos com Coronavírus (Sars-CoV-2) que seguem circulando por aí. Mas essa é uma estratégia eficiente para frear a transmissão?
Especialistas e estudos consultados pela reportagem indicam que não. “Existe uma grande possibilidade de pessoas assintomáticas, pré-sintomáticas ou mesmo com outros sintomas, mas sem febre, entrarem no estabelecimento e o contaminarem”, destaca Sylvia Lemos Hinrichsen, infectologista consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O método se baseia na experiência com epidemias anteriores, que foram disparadas por parentes do Sars-CoV-2. Entretanto, no caso do novo Coronavírus, a febre não parece ser um sintoma tão importante assim. “Estudos já demonstraram que a temperatura acima de 38°C aparece em menos de metade das pessoas com Covid-19”, explica o infectologista Leonardo Weissmann, também da SBI.
Até pode ser que um episódio da doença seja descoberto na fila do mercado, servindo de motivo para uma visita ao médico. “Mas, de modo geral, isso não tem acontecido nos outros países. Os estudos mostram que poucos casos são flagrados desse jeito”, diz Sylvia.
Tanto que, por ora, não existe uma orientação oficial sobre essa medida em órgãos como o Ministério da Saúde. Em nota técnica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda que o termômetro seja usado como parâmetro único de triagem de viajantes que chegam ao país. Além do alto índice de pacientes que carregam o Coronavírus sem apresentar febre, há uma segunda limitação do método.
O termômetro infravermelho precisa de condições específicas para executar seu trabalho com acurácia. “A temperatura superficial da testa não reflete muito bem a temperatura central”, aponta o pneumologista Gustavo Prado, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Se você passou um produto cosmético ou estava no ar condicionado, por exemplo, ela tende a ficar mais baixa. Por outro lado, ao correr ou pegar bastante sol, pode subir um pouquinho.
Resumo da ópera: não pense que, só porque um estabelecimento faz a checagem de temperatura na porta, o ambiente interno está livre de Covid-19. Em conjunto com os protocolos já consagrados de prevenção da transmissão, o termômetro pode ter uma utilidade marginal — nada além disso. “Ele talvez iniba as pessoas a saírem de casa se estiverem sentindo algo”, conclui Weismann.
(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/medir-a-temperatura-para-detectar-o-coronavirus-e-
eficaz/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Na frase “Estudos já demonstraram que a temperatura acima de 38°C aparece em menos de metade das pessoas com Covid-19”, o sujeito do verbo sublinhado é:
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Medir a temperatura para detectar o Coronavírus é eficaz?
Aquele termômetro digital com sensor infravermelho — que mede a temperatura de alguém ao ser apontado contra a sua testa — virou equipamento de trabalho comum dos seguranças que controlam a entrada de parques, mercados, lojas, escritórios etc. Com a reabertura do comércio e a flexibilização da quarentena, ele vem sendo usado como um instrumento para detectar indivíduos com Coronavírus (Sars-CoV-2) que seguem circulando por aí. Mas essa é uma estratégia eficiente para frear a transmissão?
Especialistas e estudos consultados pela reportagem indicam que não. “Existe uma grande possibilidade de pessoas assintomáticas, pré-sintomáticas ou mesmo com outros sintomas, mas sem febre, entrarem no estabelecimento e o contaminarem”, destaca Sylvia Lemos Hinrichsen, infectologista consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).
O método se baseia na experiência com epidemias anteriores, que foram disparadas por parentes do Sars-CoV-2. Entretanto, no caso do novo Coronavírus, a febre não parece ser um sintoma tão importante assim. “Estudos já demonstraram que a temperatura acima de 38°C aparece em menos de metade das pessoas com Covid-19”, explica o infectologista Leonardo Weissmann, também da SBI.
Até pode ser que um episódio da doença seja descoberto na fila do mercado, servindo de motivo para uma visita ao médico. “Mas, de modo geral, isso não tem acontecido nos outros países. Os estudos mostram que poucos casos são flagrados desse jeito”, diz Sylvia.
Tanto que, por ora, não existe uma orientação oficial sobre essa medida em órgãos como o Ministério da Saúde. Em nota técnica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda que o termômetro seja usado como parâmetro único de triagem de viajantes que chegam ao país. Além do alto índice de pacientes que carregam o Coronavírus sem apresentar febre, há uma segunda limitação do método.
O termômetro infravermelho precisa de condições específicas para executar seu trabalho com acurácia. “A temperatura superficial da testa não reflete muito bem a temperatura central”, aponta o pneumologista Gustavo Prado, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Se você passou um produto cosmético ou estava no ar condicionado, por exemplo, ela tende a ficar mais baixa. Por outro lado, ao correr ou pegar bastante sol, pode subir um pouquinho.
Resumo da ópera: não pense que, só porque um estabelecimento faz a checagem de temperatura na porta, o ambiente interno está livre de Covid-19. Em conjunto com os protocolos já consagrados de prevenção da transmissão, o termômetro pode ter uma utilidade marginal — nada além disso. “Ele talvez iniba as pessoas a saírem de casa se estiverem sentindo algo”, conclui Weismann.
(Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/medir-a-temperatura-para-detectar-o-coronavirus-e-
eficaz/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Quanto à acentuação gráfica, qual das palavras abaixo é uma paroxítona?
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