Foram encontradas 50 questões.
A respeito da estratégia rotação por estações, analise as assertivas abaixo:
I. Possibilita o aprendizado em grupo.
II. É uma estratégia de ensino híbrido.
III. O foco da aprendizagem é o professor.
Quais estão corretas?
Provas
Sobre a importância do planejamento escolar, Libâneo (2013) afirma que:
I. O planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social.
II. O planejamento é uma atividade de reflexão acerca de nossas opções e ações; se não pensarmos detidamente sobre o rumo que devemos dar ao nosso trabalho, ficaremos entregues aos rumos estabelecidos pelos interesses dominantes na sociedade.
III. A ação de planejar é atividade consciente de previsão das ações docentes, fundamentadas em opções político-pedagógicas, e tendo como referência permanente as situações didáticas concretas.
Quais estão corretas?
Provas
As metodologias ativas estão alicerçadas na:
I. Memorização e reprodução do conhecimento.
II. Autonomia e no protagonismo do aluno.
III. Aprendizagem colaborativa e na interdisciplinaridade.
Quais estão corretas?
Provas
Ao analisar as transformações trazidas pela Educação 3.0, Fava (2014) afirma que elas atingiram também a docência, na medida em que todas essas mudanças requerem um perfil de docente que:
Provas
“Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão” está entre as dez novas competências para ensinar, propostas por Perrenoud (2000). Ligada a essa competência ampla do professor, estão outras competências mais específicas, EXCETO:
Provas
Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta pontuação correta.
Provas
Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uso INCORRETO do acento indicativo de crase.
Provas
Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
No texto, temos a palavra “por que”. Sobre o uso dos porquês, analise as frases abaixo:
I. Eu faltei à aula e não disse o por quê.
II. Por que você não veio à aula ontem?
III. A professora quer saber porque ele faltou à aula.
IV. Mas... por quê, apesar disso, você não explicou o motivo?
Quais estão corretas?
Provas
Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “aquém”, na oração do texto, é classificada como:
Provas
Olhar histórico sobre a valorização docente no Brasil
Por Stephanie Kim A be
Engana-se quem pensa que valorização docente tem a ver apenas com salários dignos. Ou com planos de carreira estruturados e formação adequada. Ou com reconhecimento social da importância do papel que têm professoras e professores. Valorização docente é a soma de tudo isso.
Por um lado, temos tido avanços nos últimos anos nesse sentido. Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2021, realizado pelo “Todos pela Educação”, em parceria com a Editora Moderna, o número de professoras(es) da educação básica com pós-graduação aumentou na última década (de 24,5% para 43%), o salário tem se aproximado dos demais profissionais com nível superior, minimizando a desigualdade, e avançou a proporção de docentes que lecionam em apenas uma escola (79,6%).
Políticas públicas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e, mais recentemente, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), a Lei do Piso Salarial Profissional Nacional (Lei nº 11.738, de 16/7/2008), as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores (Resolução CNE/CP 1/2002), a Lei deDiretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) foram determinantes para que isso acontecesse.
Por outro, ainda estamos aquém do cenário ideal — tanto que, das quatro metas do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014) que versam sobre a formação e a valorização docente, apenas uma foi parcialmente cumprida. Para entender por que avançamos pouco, não vale apenas olhar para os últimos anos. É preciso olhar para a história da formação do país como um todo.
No livro “Professores do Brasil: novos cenários de formação”, publicado em 2019 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a Fundação Carlos Chagas, as autoras Bernardete Gatti, Elba Siqueira de Sá, Marli Eliza Dalmazo Afonso de André e Patrícia Cristina Albieri de Almeida deixam claro que:
“Não é de hoje que enfrentamos dificuldades em ter professores habilitados para cobrir as demandas da população escolarizável, dificuldades para oferecer uma formação sólida, e, também, recursos suficientes para dar a eles condições de trabalho e remuneração adequadas.
É um dos traços persistentes e problemáticos em nossa história”.
(Disponível em: https://www.cenpec.org.br/noticias/olhar-historico-sobre-a-valorizacao-docente – texto
adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “nesse”, presente no texto, é a contração da preposição “em” com o pronome demonstrativo “esse”. A partir dessa informação, assinale a oração que apresenta o uso correto do pronome demonstrativo.
Provas
Caderno Container